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terça-feira, 8 de março de 2022

O que é o WhatsApp Beta e como instalar no Android e no iPhone

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Versão costuma liberar novos recursos antes que eles fiquem disponíveis para todos os usuários. Aplicativo oferece número limitado de vagas para programa de testes.
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Por g1

Postado em 08 de março de 2022 às 07h05m

Post. N. - 4.296

WhatsApp — Foto: Reuters/Francis Mascarenhas
WhatsApp — Foto: Reuters/Francis Mascarenhas

Antes de lançar novos recursos oficialmente, o WhatsApp costuma testá-los com um grupo restrito de usuários. Isso é feito por meio da versão beta do aplicativo, que pode ser instalada no Android e no iPhone.

O WhatsApp Beta é a versão que permite aos desenvolvedores identificar erros e fazer ajustes necessários em novidades do aplicativo (veja abaixo como instalar). No Android e no iPhone, há um número limitado de vagas para usuários que receberão novos recursos antes dos demais.

A ideia de liberar novidades primeiro para um grupo menor de usuários é fazer com que eventuais problemas nessa atualização não causem transtornos para toda a base de usuários. No caso do WhatsApp, ela representa mais de 2 bilhões de pessoas.

É por meio da versão beta que são antecipadas mudanças como a que permite usar o WhatsApp Web mesmo que o celular esteja desconectado da internet. A opção começou a ser testada em julho de 2021 e foi levada para mais usuários em novembro daquele ano.

  1. Acesse a "Play Store";
  2. Pesquise por "WhatsApp";
  3. Na página do aplicativo, procure a seção "Participar do programa Beta";
  4. Clique em "Participar" e confirme a escolha nova janela que será exibida.

É possível que a área sobre a versão beta do mensageiro não esteja disponível na Play Store. Caso isso aconteça, a loja deverá apresentar um aviso de que "o programa Beta deste app atingiu o limite de participação", o que impedirá a instalação da versão de testes.

No momento da publicação desta reportagem, a versão beta do WhatsApp no Android não permitia a entrada de novos participantes.

Como entrar no WhatsApp Beta no iPhone

  1. Na App Store, pesquise pelo "TestFlight";
  2. Clique em "Obter";
  3. Em seguida, abra a página do WhatsApp no TestFlight;
  4. Clique em "Aceitar";
  5. Clique em "Instalar" e confirme a escolha.

O aplicativo também tem um número limitado de vagas para sua versão beta no iPhone. Por isso, é possível que a página do TestFlight informe que "esta versão beta já atingiu o limite de testers".

No momento da publicação, a página do WhatsApp no TestFlight não aceitava novos usuários na versão beta.

Procurado pelo g1, o WhatsApp confirmou que sua versão beta atingiu o limite de participação. "Os usuários do aplicativo podem acompanhar quando o programa de testes estiver disponível por meio do Google Play Store ou da App Store da Apple", disse a plataforma.

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segunda-feira, 7 de março de 2022

Samsung é vítima de ciberataque; hackers acessam código-fonte dos aparelhos Galaxy

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Fabricante de eletrônicos informa que os dados dos consumidores ou funcionários não foram acessados durante o incidente.
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Por g1

Postado em 07 de março de 2022 às 14h35m

Post. N. - 4.295

Samsung confirma ataque, hackers tiveram acesso ao código-fonte de aparelhos da linha Galaxy — Foto: Divulgação/Samsung
Samsung confirma ataque, hackers tiveram acesso ao código-fonte de aparelhos da linha Galaxy — Foto: Divulgação/Samsung

A Samsung informou nesta segunda-feira (7) que foi vítima de um ciberataque e que os hackers conseguiram acessar dados internos da companhia, incluindo o código-fonte de aparelhos da linha Galaxy. A companhia não confirmou quais aparelhos foram expostos no incidente.

O time da Samsung reforçou seus sistemas de segurança imediatamente após a descoberta do incidente, diz um comunicado da marca. A fabricante de eletrônicos informa ainda que os dados pessoais de seus consumidores e funcionários não foram afetados.

Até o momento, a empresa avalia que a invasão não causou impacto para os negócios ou clientes.

Veja o comunicado da Samsung sobre a invasão:

Recentemente, fomos informados de que havia uma violação de segurança relacionada a determinados dados internos da empresa. Imediatamente após a descoberta do incidente, reforçamos nosso sistema de segurança. De acordo com nossa análise inicial, a violação envolve alguns códigos-fonte relacionados ao funcionamento dos dispositivos Galaxy, mas não inclui as informações pessoais de nossos consumidores ou funcionários.

No momento, não prevemos nenhum impacto para nossos negócios ou clientes. Implementamos medidas para evitar mais incidentes desse tipo e continuaremos a atender nossos clientes sem interrupções.

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domingo, 6 de março de 2022

UFV e IFCE desenvolvem nova tecnologia para produção de hidromel e outras bebidas

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A pesquisa resultou na criação de um fermento específico para o hidromel, uma bebida alcóolica ainda produzida no Brasil com leveduras vinícolas, cervejeiras ou de panificação, muitas vezes importadas.
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Por g1 Zona da Mata — Viçosa

Postado em 06 de março de 2022 às 14h15m

Post. N. - 4.294

Pesquisadores desenvolveram nova tecnologia para produção de hidromel em Viçosa — Foto: UFV/Divulgação
Pesquisadores desenvolveram nova tecnologia para produção de hidromel em Viçosa — Foto: UFV/Divulgação

Um trabalho conjunto realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e do Instituto Federal do Ceará (IFCE) resultou no aprimoramento de processos e desenvolvimento de fermentos para produção de hidromel e também outras bebidas.

A pesquisa foi iniciada em 2013 e se consolidou com a criação de um fermento específico para o hidromel, uma bebida alcóolica ainda produzida no Brasil com leveduras vinícolas, cervejeiras ou de panificação, muitas vezes importadas.

A nova e inédita tecnologia de produção foi anunciada pela professora Monique Eller em 2017 abre perspectivas para que se criasse uma identidade para o hidromel brasileiro, com processos padronizados e custo menor.

O conhecimento amadureceu ainda mais e atualmente o produto gerado a partir de leveduras extraídas do pólen e mel de abelhas sem ferrão está disponível para testes em escala industrial, o que possibilita, assim, a ampliação de parcerias.

Devido a aspectos legais que impedem o registro de patentes de microrganismos no Brasil, a professora se empenha em obter o registro do direito de uso do fermento. Ela considera que isso se configuraria numa ação importante de extensão, já que permitiria o uso do fermento a um baixo custo pelos produtores, além da possibilidade de captação de recursos para os laboratórios da UFV.

Para garantir a propriedade intelectual do produto criado na UFV, os pesquisadores estão realizam o depósito das leveduras no banco de microrganismos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), além do sequenciamento e análise dos genomas.

Além de professores e estudantes de graduação e de pós-graduação da UFV, a pesquisa tem o apoio e a parceria da professora Mayara Salgado Silva, do IFCE, do pesquisador Eduardo Luís Menezes de Almeida, do Departamento de Microbiologia, e dos docentes da UFV Weyder Santana (Departamento de Entomologia), Luciano Gomes Fietto (Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular) e Alexandre Fontes Pereira (Departamento de Química).

Para mais detalhes sobre as leveduras produzidas pela equipe da UFV, a professora Monique Eller disponibiliza o contato pelo e-mail: monique.eller@ufv.br.

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