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terça-feira, 10 de maio de 2022

Apple aposenta iPod depois de 20 anos; relembre a história do tocador

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Aparelho foi revolucionário quando surgiu, em 2001, mas perdeu relevância com o smartphone e os streamings de música. Último modelo, de 2019, será descontinuado.
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Por g1

Postado em 10 de maio de 2022 às 15h05m

Post. N. - 4.341

iPod shuffle à frente de um iPad nano (vermelho), iPod mini e dois iPod classic — Foto: Chris Harrison/Flickr
iPod shuffle à frente de um iPad nano (vermelho), iPod mini e dois iPod classic — Foto: Chris Harrison/Flickr

A Apple vai aposentar de vez o iPod, seu famoso tocador de áudio e vídeo. A fabricante comunicou nesta terça-feira (10) que o aparelho ficará disponível somente até acabarem os estoques.

Há 20 anos, quando foi lançado, o iPod representou uma grande mudança na forma como as pessoas ouviam música, mas já não tinha o mesmo apelo desde a popularização dos smartphones e dos streaming de música. Segundo a Apple, o melhor jeito de ouvir música agora é pelo iPhone, lançado em 2007, que integrou a experiência do seu predecessor.

A versão mais recente do iPod, que sairá de linha, foi lançada em 2019. Ela tem tela sensível ao toque e suporta a App Store e os aplicativos FaceTime e Mensagens. Esses serviços são executados por meio de conexão wi-fi.

A 7ª geração do iPod touch conta com tela de 4 polegadas – no original, eram 2. O iPhone 13 Pro Max, o mais avançado da Apple atualmente, tem tela de 6,7 polegadas.

Em 20 anos, o aparelho da Apple teve vários modelos, sendo que alguns deles tinham o objetivo de armazenar mais músicas e outros, de serem mais compactos. O dispositivo contou com cinco versões principais:

iPod teve cinco linhas: classic, nano, shuffle, mini e touch  — Foto: Christine Sandu/Unsplash
iPod teve cinco linhas: classic, nano, shuffle, mini e touch — Foto: Christine Sandu/Unsplash

  • iPod classic: o modelo mais conhecido recebeu seis gerações e chegou a ter 160 GB de armazenamento na última versão, lançada em 2007;
  • iPod mini: lançado como uma versão ainda mais compacta, teve duas gerações, sendo a última apresentada em 2005;
  • iPod nano: o aparelho substituiu a versão "mini", teve sete gerações e a última versão, lançada em 2012, tem tela de 2,5 polegadas e 16 GB de armazenamento;
  • iPod shuffle: a linha teve quatro gerações, foi a única a não ter tela e, como o nome indica, tocava músicas no modo aleatório;
  • iPod touch: a linha lançada em 2007 foi a primeira com tela sensível ao toque, acabando com a necessidade do botão circular.
Como eram os primeiros iPod?

A primeira geração do iPod deu início ao design com uma pequena tela e um botão circular, que se tornaria a marca da linha batizada de "classic" a partir de 2007.

O modelo lançado em 2001 tinha duas opções de armazenamento: 5 GB e 10 GB. Para se ter uma ideia, a versão mais recente do tocador chega a 256 GB.

O iPhone 13 Pro Max tem uma versão de 1 TB – espaço equivalente a 200 vezes o que estava disponível no modelo básico do primeiro iPod.

Inicialmente, usuários do iPod precisavam ter um Mac, o computador da Apple, para importar músicas pelo iTunes, gerenciador de arquivos de música criado pela empresa em janeiro de 2001.

iPod (2ª geração) manteve visual muito parecido com o modelo original — Foto: Cartoons Plural/UnsplashiPod (2ª geração) manteve visual muito parecido com o modelo original — Foto: Cartoons Plural/Unsplash

A opção de importar músicas pelo Windows só surgiu na segunda geração, por meio de um programa alternativo, chamado Musicmatch. O suporte se estabeleceu na terceira geração, de 2003, quando o iTunes ganhou uma versão para o sistema da Microsoft.

Também em 2003, os usuários ganharam a opção de incluir músicas no iPod ao comprá-las na iTunes Store, loja virtual da Apple em que cada faixa custava US$ 0,99. O serviço foi lançado no Brasil apenas em 2011.

Se hoje o padrão é usar um serviço de streaming para ouvir quantas músicas quiser, à época, o iTunes representou um grande avanço para usuários: a partir dele, tornou-se possível comprar apenas uma música, e não o CD inteiro de um artista.

Na quarta geração, de 2004, o iPod ganhou tela colorida e um novo botão de controle. Àquela altura, o espaço de armazenamento chegava a 60 GB. Na edição seguinte, de 2007, o aparelho começou a suportar vídeos, aumentou a tela e chegou a 80 GB de armazenamento.

A sexta geração foi a que adotou o termo "classic": o modelo tinha acabamento em alumínio e contava com versões de 80 GB, 120 GB e 160 GB. Ele foi o último dessa categoria e, nos anos seguintes, o iPod passou a ter apenas as versões "nano", "shuffle" e "touch".

Versão mais recente do iPod touch foi lançada em 2019 — Foto: Apple
Versão mais recente do iPod touch foi lançada em 2019 — Foto: Apple

Reveja Steve Jobs explicando ao público como funcionava o primeiro iPhoneReveja Steve Jobs explicando ao público como funcionava o primeiro iPhone
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segunda-feira, 9 de maio de 2022

Brasileiro participará da próxima viagem espacial da Blue Origin, de Jeff Bezos

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Engenheiro de Minas Gerais, Victor Correa Hespanha foi escolhido após comprar um NFT. Ele será o segundo brasileiro a ir ao espaço, depois de Marcos Pontes.
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Por g1

Postado em 09 de maio de 2022 às 16h25m

Post. N. - 4.340

Victor Correa Hespanha, de 28 anos, foi sorteado para viagem da Blue Origin após comprar NFT — Foto: Reprodução/Facebook
Victor Correa Hespanha, de 28 anos, foi sorteado para viagem da Blue Origin após comprar NFT — Foto: Reprodução/Facebook

A Blue Origin, empresa de turismo espacial do bilionário Jeff Bezos, informou nesta segunda-feira (9) que um brasileiro estará em sua próxima missão, ainda sem data definida.

O engenheiro de produção, Victor Correa Hespanha, de 28 anos, foi escolhido após comprar um NFT (token não fungível) pela primeira vez e será um dos seis passageiros da viagem.

Hespanha é de Minas Gerais e poderá participar da missão NS-21 após comprar um NFT pela Crypto Space Agency (CSA). Ele será o segundo brasileiro a viajar ao espaço e se juntará a Marcos Pontes, que foi à Estação Espacial Internacional (ISS) em 2006.

A CSA, que pagou pela passagem, é uma empresa que diz ter a missão de unir a tecnologia da indústria espacial com o mercado de criptomoedas.

Em 25 de abril de 2022, ela colocou 5.555 NFTs à disposição do público e disse que um dos donos teria a chance de viajar ao espaço. Em 30 de abril, a empresa fez um sorteio e selecionou o brasileiro, que comprou o item para diversificar seus investimentos.

"Eu comprei pensando no potencial de valorização", disse Hespanha. "Nunca imaginei que o meu seria sorteado. A CSA está realizando meu sonho de infância por meio de um NFT".

A CSA diz que vai enviar outro dono de NFT ao espaço ainda este ano.

Blue Origin, de Jeff Bezos, realizou quarta missão espacial tripulada em março de 2022Blue Origin, de Jeff Bezos, realizou quarta missão espacial tripulada em março de 2022

Passageiros da NS-21

Além do brasileiro, uma das passageiras é a mexicana Katya Echazarreta, que tem um canal no YouTube e apresenta séries de televisão que buscam oferecer inspiração para mulheres e outras minorias interessadas em ciências. Ela será a primeira mulher mexicana a ir ao espaço.

Passageiros da próxima missão espacial da Blue Origin, de Jeff Bezos — Foto: Divulgação/Blue Origin
Passageiros da próxima missão espacial da Blue Origin, de Jeff Bezos — Foto: Divulgação/Blue Origin

O engenheiro e investidor Evan Dick fará o trajeto pela segunda vez. Ele estava na missão NS-19, que também levou ao espaço Laura Shepard, filha do astronauta Alan Shepard, que é homenageado no nome do foguete.

A próxima viagem da Blue Origin também terá como passageiros Hamish Harding, presidente da empresa de jatos executivos Action Aviation; Jaison Robinson, fundador da empresa imobiliária JJM Investments; e Victor Vescovo, cofundador da empresa de investimentos Insight Equity.

Voos tripulados da Blue Origin

A empresa de turismo espacial de Bezos realizou 20 viagens ao espaço, mas apenas quatro tiveram passageiros. Em julho de 2021, o empresário participou da primeira missão tripulada com outras três pessoas.

Jeff Bezos no espaço: Veja os melhores momentos do voo e entenda o casoJeff Bezos no espaço: Veja os melhores momentos do voo e entenda o caso

Em outubro do mesmo ano, foi a vez do ator William Shatner, que interpretou Capitão Kirk da série "Jornada nas estrelas" ("Star trek") finalmente conhecer o espaço. Ele também viajou com mais três passageiros.

Em dezembro de 2021, a Blue Origin fez um terceiro voo tripulado, desta vez com seis pessoas. Entre elas, estava Laura Shepard, filha de Alan Shepard, que 60 anos antes se tornou o primeiro americano a ir ao espaço.

A quarta missão tripulada aconteceu em março de 2022, quando outras seis pessoas foram ao espaço.

Veja os melhores momentos da viagem de William Shatner, o 'Capitão Kirk', ao espaçoVeja os melhores momentos da viagem de William Shatner, o 'Capitão Kirk', ao espaço

Diferenças entre as naves da SpaceX, Blue Origin e Virgin Galactic — Foto: Arte G1
Diferenças entre as naves da SpaceX, Blue Origin e Virgin Galactic — Foto: Arte G1

Entenda a diferença entre voo orbital e voo suborbital — Foto: G1
Entenda a diferença entre voo orbital e voo suborbital — Foto: G1
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domingo, 8 de maio de 2022

Guia para carreira em TI: profissões, salários, por onde começar e como se desenvolver em tecnologia

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Com falta mão de obra, a área conta com remuneração alta e dá oportunidades mesmo para quem tem pouca experiência. Não à toa a rotatividade é grande e setor atrai até quem tem outras profissões.
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Por Tiago Alcântara, Luciana de Oliveira, Victor Hugo Silva, Vivian Souza e Paola Patriarca, g1

Postado em 08 de maio de 2022 às 10h00m

Post. N. - 4.339

Com falta mão de obra, a área de TI oferece salários altos e oportunidades para quem tem pouca experiência — Foto: hisIsEngineering no Pexels
Com falta mão de obra, a área de TI oferece salários altos e oportunidades para quem tem pouca experiência — Foto: hisIsEngineering no Pexels

Enquanto quase 12 milhões de brasileiros estão desempregados, segundo dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um setor apresenta uma situação bem diferente: falta mão de obra.

Na tecnologia da informação, chamada de TI, existe muito mais demanda do que gente que pode suprir. E olha que em 2021 foram gerados quase 200 mil empregos na área, segundo a associação das empresas de tecnologia, a Brasscom. Veja abaixo as áreas que mais vão gerar emprego em TI.

pandemia acelerou um movimento que já crescia: com tanta gente em casa, mais do que nunca se recorreu à tecnologia para tudo. Entre as empresas, quem ainda não era digital teve que correr para ser.

por trás de cada ferramenta acessada, de cada aplicativo que faz chegar comida, remédio, transporte, comprovante de vacinação, que faz pagamentos e que mantém as conversas em dia existem muitos profissionais de TI. Mas não o tanto que o mercado precisa.

A Brasscom estima que o Brasil forme 53 mil pessoas em cursos de perfil tecnológico por ano. Só que, nesse período, o mercado requer, em média, 159 mil profissionais. Ou seja: a conta não fecha.

Os principais efeitos disso são:

  1. aumento nos salários de quem já é especialista na área. A remuneração em tecnologia (incluindo benefícios) é pelo menos 2,5 vezes maior do que a média salarial brasileira, segundo a Brasscom. As posições mais altas no guia de salários deste ano da consultoria de recrutamento Robert Half beiram os R$ 50 mil.
  2. oportunidades para quem tem pouca experiênciabusca por profissionais juniores, com no máximo dois anos de carreira, cresceu mais de 170% no 1º semestre de 2021, frente ao mesmo período do ano anterior, aponta a plataforma GeekHunter. Segundo a Robert Half, a faixa salarial para essas posições pode variar de R$ 3.000 a R$ 9.000, dependendo da carreira.

Não à toa muitos profissionais costumam trocar rápido de emprego, como se sempre existisse algo melhor ali ao lado: e muitas vezes tem mesmo.

Para você não perder oportunidades, g1 ouviu dezenas de profissionais da área, especialistas em recrutamento e professores para montar um superguia para quem quer entrar na TI:

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