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sexta-feira, 16 de setembro de 2022

Em 2021, 28 milhões de pessoas no Brasil não usaram a internet, diz IBGE

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Segundo a Pnad Contínua, o motivo mais citado pelas pessoas que não acessaram a internet foi não saber usar a tecnologia. Falta de interesse e preço alto do serviço também estão entre as respostas mais comuns.
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Por Victor Hugo Silva, g1

Postado em 16 de setembro de 2022 às 11h00m

Post. N. - 4.436

Mais gente acessa a internet pela TV do que pelo computador no Brasil, diz pesquisa
Mais gente acessa a internet pela TV do que pelo computador no Brasil, diz pesquisa

Em 2021, 28,2 milhões de pessoas no Brasil não usaram a internet, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Isso representa 15,3% da população com mais de 10 anos de idade.

Com isso, a internet foi usada por 84,7% da população brasileira com mais de 10 anos, ou 155,7 milhões de pessoas.

Por conta da pandemia, o instituto não realizou esta pesquisa em 2020. Em 2019, 20,5% da população brasileira acima de 10 anos de idade afirmou não ter usado a internet, o que equivalia a 36,9 milhões de pessoas.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad C) feita no 4º trimestre de 2021 e divulgada nesta sexta-feira (16) pelo IBGE. O levantamento também apontou que:

  • O principal motivo para não usar a internet é não saber usar a tecnologia;
  • Chamadas de voz e vídeo se tornaram a principal finalidade (94,9%) no uso de internet;
  • A faixa etária entre 25 e 29 anos é a que mais usa a internet (94,5%);
  • Pela primeira vez, mais da metade (57,5%) da população com 60 anos ou mais usou a internet;
  • A televisão superou o computador como segundo equipamento mais usado para acessar a internet, atrás apenas do celular;
  • 28,7 milhões não tinham celular em 2021 (15,6% da população com 10 anos ou mais);
  • 98,2% dos estudantes da rede privada de ensino usaram a internet em 2021; entre alunos da rede pública, índice cai para 87%;
  • Regiões Centro-Oeste e Sudeste lideram uso de internet; Norte e Nordeste continuam com os menores índices;
  • 2,2% dos domicílios não tinham sinal digital de TV por conversor, antena parabólica, nem serviço de TV por assinatura.

Para levantar dados, o IBGE considerou se o serviço foi usado pelo menos em algum momento no período de 90 dias antes da data da entrevista no domicílio. Segundo o instituto, o uso de internet vem crescendo no Brasil desde 2016, quando o índice estava em 66,1%.

Os principais motivos para não acessar a internet entre os 28,2 milhões de pessoas que não usaram o serviço no Brasil em 2021 foram não saber usar e falta de interesse. Para 20,1%, o serviço ou o equipamento para acessar a internet era caro.

Entre as pessoas que não usaram a internet, 5,3% afirmaram que o serviço não estava disponível em sua região. Esse índice foi de 3,5% na área urbana e chegou a 9,9% na área rural.

Finalidades do uso da internet

A Pnad Contínua reúne quatro finalidades principais para o acesso à internet e destaca que o uso para chamadas de voz e vídeo se tornou o mais comum:

  • Conversar por chamadas de voz e vídeo: 95,7% (91,4%, em 2019);
  • Enviar ou receber mensagens de texto, voz e imagens: 94,9% (95,8%, em 2019);
  • Assistir a vídeos, inclusive programas, séries e filmes: 89,1% (88,9%, em 2019);
  • Enviar ou receber e-mail: 62% (62%, em 2019).
Perfil dos usuários

A pesquisa destaca que o grupo de 25 a 29 anos foi o que mais usou a internet em 2021 e que houve um crescimento mais acelerado entre faixas etárias mais elevadas. Pela primeira vez, mais da metade dos idosos acessaram o serviço.

De acordo com o IBGE, isso pode ter sido causado pela "evolução nas facilidades para o uso dessa tecnologia e na sua disseminação no cotidiano da sociedade".

A pesquisa também aponta que, em 2021, a internet foi usada por 85,6% das mulheres e 83,7% dos homens.

Entre os estudantes, 90,3% utilizaram o serviço, o que representa alta de 2,1 pontos percentuais em relação a 2019. Como destaca o IBGE, o grupo não é homogêneo e há diferenças no acesso à internet de acordo com a rede de ensino:

  • Na rede pública, 87% dos estudantes usaram a internet em 2021;
  • Na rede privada, 98,2% dos estudantes usaram a internet em 2021.

A maior diferença em termos absolutos, de 22,9 pontos percentuais, está na região Norte, onde 73,2% dos estudantes da rede pública usaram a internet em 2021, contra 96,1% dos estudantes da rede privada.

Na região Sudeste, está a menor diferença, de 6,8 pontos percentuais: 92,2% dos estudantes da rede pública usaram a internet em 2021, contra 99% dos estudantes da rede privada.

Dispositivo usado para acessar a internet

O celular foi o principal dispositivo usado pela população acima de 10 anos para acessar a internet. O aparelho é seguido pela televisão, que ultrapassou o computador:

  • Celular: 98,8% (98,6%, em 2019);
  • Televisão: 45,1% (32,2%, em 2019);
  • Computador: 41,9% (46,2%, em 2019);
  • Tablet: 9,3% (10,9%, em 2019).

Entre estudantes, o celular também é o mais usado (97,9%), mas o computador (51,7%) ainda está à frente da televisão (49,4%).

Também há diferenças no tipo de dispositivo usado de acordo com a rede de ensino. Entre alunos da rede privada, 80,4% usaram a internet pelo computador. Entre os da rede pública, o índice é de 38,3%.

Celular segue como principal dispositivo usado para acessar a internet no Brasil, segundo o IBGE — Foto: Fábio Tito/G1
Celular segue como principal dispositivo usado para acessar a internet no Brasil, segundo o IBGE — Foto: Fábio Tito/G1

Internet em casa

O IBGE também registrou que a internet era usada em 90% dos domicílios do país em 2021, uma alta de 6 pontos percentuais em relação a 2019. O índice foi de 92,3% na área urbana e de 74,7% na área rural.

O rendimento real médio per capita nos domicílios com internet foi quase o dobro em relação aos que não usaram a rede:

  • Domicílios com internet: R$ 1.480
  • Domicílios sem internet: R$ 795

A banda larga fixa era usada em 83,5% dos domicílios e, pela primeira vez, superou a banda larga móvel (3G e 4G), que era usada por 79,2%. O uso de internet discada segue em queda desde 2016 e estava presente em 0,1% dos domicílios em 2021.

O IBGE afirmou que a próxima edição da Pnad Contínua será realizada no 4º trimestre de 2022 e vai reunir novos temas no módulo de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), incluindo dados sobre dados sobre 5G, internet das coisas e streaming de vídeo.

A pesquisa também vai levantar dados sobre teletrabalho e o trabalho por plataformas digitais. De acordo com diretor de pesquisas do IBGE Cimar Azere Pereira, essa mudança já era planejada, mas foi potencializada pela pandemia.

"A gente precisa conhecer essa coisa do teletrabalho, o desenvolvimento e a atividade remunerada através de aplicativos digitais, ou seja, como isso está se dando, como é essa relação de trabalho", disse Pereira.

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quarta-feira, 14 de setembro de 2022

Como escolher caixa de som bluetooth

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Duração da bateria, potência sonora e recursos adicionais estão na lista para checar antes de comprar o alto-falante para usar em festas, churrascos e à beira da piscina.
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Por Henrique Martin, g1

Postado em 14 de setembro de 2022 às 08h05m

Post. N. - 4.435

Guia de compras: caixas de som portáteis — Foto: g1
Guia de compras: caixas de som portáteis — Foto: g1

Caixas de som bluetooth portáteis se tornaram populares por serem eletrônicos simples de usar – se conectam com facilidade ao celular e levam música a todo lugar, da sala de casa ao churrasco com amigos na beira da piscina.

Basta carregar a bateria do aparelho, conectar ao telefone e aproveitar as músicas ou podcasts com uma boa qualidade sonora. Mas, com tantos modelos disponíveis nas lojas, como escolher o produto certo?

O Guia de Compras selecionou sete modelos com potência sonora de 10W a 30W, bons para ouvir em casa e até dar uma festa na piscina sem medo de derrubar na água – já que muitos deles têm resistência a líquidos e poeira.

Só não pode levar para a praia, já que muitas prefeituras brasileiras – como de Rio de Janeiro, Balneário Camboriú e Santos – proíbem o uso do aparelho eletrônico na areia, com possível apreensão do dispositivo pelas guardas municipais. A ideia é não perturbar o sossego de quem quer curtir o sol e o mar.

Veja a lista a seguir e as dicas para fazer a compra certa da caixa de som bluetooth portátil.

Huawei Sound Joy

Huawei Sound Joy — Foto: Dvulgação
Huawei Sound Joy — Foto: Dvulgação

A Huawei Sound Joy promete uma duração de bateria de até 26 horas – a maior desta lista.

O modelo conta com recurso de carregamento rápido e resistência contra água e poeira padrão IP67 (proteção contra poeira e imersão temporária em água por até 1 metro de profundidade durante meia hora) – em caso de acidentes na piscina ou mar.

O alto-falante tem potência de 20W RMS – na média dos produtos da lista, luzes nas laterais e permite parear dois aparelhos para criar uma experiência de som estéreo. Tem conector USB-C para carregar a bateria. Em setembro, nas lojas on-line, custava R$ 1.200.

🛒 Onde comprar o produto:

JBL Flip 6 — Foto: Divulgação
JBL Flip 6 — Foto: Divulgação

A JBL Flip 6 é uma caixa portátil com 30W RMS de potência de som – uma das mais altas desta lista, com uma bateria que dura até 12h de reprodução de músicas.

Tem resistência contra água e poeira padrão IP67, carregador USB-C, recurso "Party Boost" (que permite emparelhar duas ou mais caixas para obter som estéreo) e deixa conectar ao mesmo tempo dois smartphones como fonte de áudio.

Nas lojas on-line, seu preço era de R$ 750 em setembro.

🛒 Onde comprar o produto:

JBL Pulse — Foto: Divulgação
JBL Pulse — Foto: Divulgação

O diferencial da JBL Pulse 4 é o corpo iluminado por luzes LED que pulsam de acordo com a música.

A caixa de som tem 20W RMS de potência e é um modelo à prova d'água, com proteção IPX7 (pode ser submerso por meia hora).

Segundo a fabricante, sua bateria dura até 12h com uma carga e o modelo pode ser conectado a outros para sincronia de som e luz. A bateria usa um conector USB-C para recarga.

Nas lojas da internet, seu preço era de R$ 1.600 em setembro.

🛒 Onde comprar o produto:

LG XBoom Go PL5 — Foto: Divulgação
LG XBoom Go PL5 — Foto: Divulgação

Com resistência a respingos de água (padrão IPX5) e potência de 20W RMS, a LG XBoom Go PL5 tem uma bateria que dura até 18h, de acordo com a fabricante.

O modelo conta com recurso "Sound Boost" para aumentar os graves e vem com luzes LED nas laterais dos alto-falantes. O equipamento tem conector USB-C para recarga da bateria.

Em setembro, seu preço era de R$ 500 nas lojas on-line.

🛒 Onde comprar o produto:

Philips TAS5505/00   — Foto: Divulgação
Philips TAS5505/00 — Foto: Divulgação

A Philips TAS5505/00 é um modelo com potência de 20W RMS e promessa de 12h de duração de bateria, que usa um conector USB-C para recarga. Entre as caixas desta lista, é a que tem o design mais sóbrio, sem luzes piscando – mas vem com proteção contra água e poeira.

Permite pareamento com outros aparelhos da marca para criar a sensação de som estéreo no ambiente, mas não tem app da fabricante para ajustes de som e de outros recursos – os demais produtos têm aplicativos para o celular.

Seu preço era de R$ 530 nas lojas on-line em setembro.

🛒 Onde comprar o produto:

Ultimate Ears Wonderboom 2
Ultimate Ears Wonderboom 2 — Foto: Divulgação
Ultimate Ears Wonderboom 2 — Foto: Divulgação

A Ultimate Ears Wonderboom 2 é um modelo portátil de caixa bluetooth com 13h de duração estimada da bateria e 10W RMS de potência, a mais baixa da lista. Usa o cabo micro USB, mais antigo, para recarregar a bateria.

O recurso "Outdoor Boost" promete deixar o som mais alto e nítido em ambientes externos. Segundo a fabricante, a caixa tem proteção IP67, sendo à prova d'água e poeira – e até flutua.

O alto-falante custava R$ 520 em setembro nas lojas on-line.

🛒 Onde comprar o produto:

Ultimate Ears Boom 3 — Foto: Divulgação
Ultimate Ears Boom 3 — Foto: Divulgação

Com 30W RMS de potência de som, a Ultimate Ears Boom 3 é uma caixa de som com resistência IP67 – pode ser submersa por até 30 minutos e também flutua, como o outro alto-falante da marca nesta lista.

De acordo com a fabricante, é possível parear a Boom 3 com outros modelos da marca – e ter até dois smartphones ao mesmo tempo como fonte sonora. Tem conector micro USB para recarga da bateria.

Em setembro, seu preço nas lojas da internet era de R$ 1.300.

🛒 Onde comprar o produto:

DURAÇÃO DA BATERIA: Na média, as caixas de som bluetooth portáteis têm baterias que duram entre 10h e até 26h longe da tomada, mais que suficiente para uma festa ou ouvir música durante o dia de trabalho.

Vale checar se os aparelhos vêm com carregadores padrão USB-C, os mesmos da maioria dos smartphones Android – caso a bateria comece a falhar, fica mais fácil encontrar um carregador compatível.

TAMANHO NÃO É DOCUMENTO: Modelos portáteis, que podem ser carregados na mão – alguns até vêm com ganchos para pendurar na mochila ou bicicleta – têm potência de som entre 5W e 30W. Os modelos destacados na lista têm entre 10W e 30W.

É o suficiente para ouvir músicas em um volume razoável – ou até mesmo incomodar os vizinhos, dependendo do caso.

Via de regra, quanto maior a caixa de som, maior sua potência. "A potência é um fator que mostra o quanto de energia o amplificador pode enviar para os alto-falantes​​”, explica Luciano Sasso, vice-presidente de marketing e vendas da Harman – dona da marca JBL.

APLICATIVO AJUDA: o uso das caixas de som bluetooth é facilitado pela conexão rápida entre o dispositivo e o celular – basta parear os aparelhos e sair ouvindo música. Mas as principais marcas oferecem apps para Android e iPhone que ampliam os recursos da caixa, com ajustes de qualidade e equalização de som.

LUZES FAZEM A DIFERENÇA? São um recurso estético e que faz diferença apenas se for dar uma festa – modelos de caixa de som maiores, ligados à tomada, vêm com luzes piscantes e estroboscópicas. E quase sempre é possível desligar pelo aplicativo para celular da marca.

CUIDADO COM OS PIRATAS: Preço barato em caixa de marca grande? Desconfie. É comum encontrar notícias de apreensões de eletrônicos falsificados – e as caixas de som portáteis costumam estar entre os aparelhos "piratas" mais populares.

"Muitas empresas compram produtos genéricos no exterior e colocam sua marca para vender no Brasil", conclui Renato Voltarelli, gerente de marketing da Logitech – que tem a Ultimate Ears entre suas marcas.

Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

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quinta-feira, 8 de setembro de 2022

iPhone 14: Apple apresenta novos celulares, relógios e fone de ouvido; veja preços no Brasil

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São quatro modelos de iPhone 14, três novos Apple Watch e uma nova versão do AirPods Pro.
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Por g1

Postado em 08 de setembro de 2022 às 10m45m

Post. N. - 4.434

Apple revela o iPhone 14 e iPhone 14 Plus
Apple revela o iPhone 14 e iPhone 14 Plus

A Apple realizou nesta quarta-feira (7) um evento na Califórnia (EUA) para apresentar os novos iPhones 14, iPhone 14 Plus, iPhone 14 Pro e Pro Max (confira as novidades). A empresa também oficializou três novas versões do Apple Watch Series 8 e os fones de ouvido AirPods Pro 2.

Os novos iPhones custam a partir de R$ 7.599, enquanto os Apple Watch partem de R$ 3.399 e os AirPods Pro custam R$ 2.599. Com os lançamentos, a empresa reduziu preços de iPhones antigos – veja os novos valores aqui.

Preços dos iPhones no Brasil

Modelo 128 GB 256 GB 512 GB 1 TB
iPhone 14 R$ 7.599 R$ 8.599 R$ 10.599 -
iPhone 14 Plus R$ 8.599 R$ 9.599 R$ 11.599 -
iPhone 14 Pro R$ 9.499 R$ 10.499 R$ 12.499 R$ 14.999
iPhone 14 Pro Max R$ 10.499 R$ 11.499 R$ 13.499 R$ 15.499

A Apple não informou quando começará a vender os aparelhos no Brasil.

As diferenças entre os modelos do iPhone 14 — Foto: Arte g1
As diferenças entre os modelos do iPhone 14 — Foto: Arte g1

Novidades

Os quatro modelos agora podem operar por comunicação via satélite para casos de emergência. Com isso, será possível pedir socorro mesmo sem sinal de operadora.

Segundo a empresa, os usuários que acionarem essa opção terão de responder perguntas básicas sobre sua situação. Essas respostas e a localização serão retransmitidos para centros com funcionários da Apple, que pedirão ajuda pelo cliente.

Essa novidade, inédita na indústria, estará disponível a partir de novembro apenas nos EUA e Canadá. A Apple não revelou prazos para os outros países.

Os celulares também ganharam um detector de acidentes e podem identificar uma batida de carro, por exemplo. Nessas situações, os aparelhos acionam socorristas e contatos de emergência do usuário por conta própria. A funcionalidade também está disponível nos novos Apple Watch.

Preços dos novos Apple Watch e AirPods Pro no Brasil

Modelo Preço
Apple Watch SE a partir de R$ 3.399
Apple Watch Series 8 a partir de R$ 5.299
Apple Watch Ultra a partir de R$ 10.299
AirPods Pro (2ª geração) R$ 2.599

Em sua nova geração de celulares, a Apple anunciou o iPhone 14 e o iPhone 14 Plus. Os celulares têm telas de 6,1 polegadas e 6,7 polegadas, respectivamente. A versão mini, que existia desde o iPhone 12, não recebeu uma atualização.

Os dois novos celulares da linha padrão são equipados com o processador A15 Bionic (usado primeiro no iPhone 13) e seguem com um visual parecido do modelo de 2021, com duas câmeras traseiras dispostas na diagonal e o entalhe, a região que abriga a câmera de selfie.

iPhone 14 e iPhone 14 Plus — Foto: Reprodução/Apple
iPhone 14 e iPhone 14 Plus — Foto: Reprodução/Apple

iPhone 14 Pro e 14 Pro Max

Apple apresenta iPhone 14 Pro e Pro Max com entalhe menor para a câmera frontalApple apresenta iPhone 14 Pro e Pro Max com entalhe menor para a câmera frontal

O iPhone 14 Pro e o Pro Max têm telas de 6,1 polegadas e 6,7 polegadas, respectivamente. Nos dois celulares, houve uma redução do entalhe da câmera de selfie. O aparelho vai aproveitar a área em animações do sistema, como chamadas de áudio e notificações.

iPhone vai aproveitar entalhe da câmera frontal em animações do sistema — Foto: Divulgação/Apple

A Apple também implementou o modo Always On Display (tela sempre ligada) para exibir widgets e outras notificações na tela de bloqueio, recurso já disponível há mais tempo para usuários de Android.

O iPhone Pro e o Pro Max têm câmera traseira principal de 48 megapixels, além de câmeras ultrawide de 12 megapixels e, teleobjetiva de 12 megapixels.

iPhone 14 Pro — Foto: Reprodução/Apple
iPhone 14 Pro — Foto: Reprodução/Apple

Apple Watch

O novo relógio Apple Watch Series 8 tem visual parecido ao de seu antecessor (Series 7). A principal novidade é a detecção de temperatura, capaz de detectar variações de 0,1ºC. A funcionalidade faz o monitoramento a cada cinco segundos, inclusive quando o usuário está dormindo.

Apple Watch Series 8 (acima) e Apple Watch SE (abaixo) — Foto: Reprodução/Apple
Apple Watch Series 8 (acima) e Apple Watch SE (abaixo) — Foto: Reprodução/Apple

Para medir a temperatura, o relógio tem um sensor próximo à pele do usuário e outro abaixo da tela do relógio. Os registros podem ser acompanhados em aplicativos no dispositivo ou no iPhone. Segundo a Apple, os dados sobre temperatura podem ajudar mulheres a acompanharem seu ciclo menstrual.

Uma nova versão do Apple Watch SE, modelo mais básico da linha, também foi revelada. O relógio tem o mesmo processador do Apple Watch Series 8 e é 20% mais rápido que o modelo anterior, de acordo com a Apple.

A empresa também revelou o Apple Watch Ultra, um smartwatch mais completo e robusto pensado para atletas. O aparelho tem revestimento em titânio, tela maior, um novo botão de ação na lateral e bateria que dura até 60 horas com a mesma carga no modo de economia de bateria.

Apple Watch Ultra — Foto: Reprodução/Apple
Apple Watch Ultra — Foto: Reprodução/Apple


Apple Watch Ultra tem um novo botão de ação na lateral — Foto: Divulgação/Apple
Apple Watch Ultra tem um novo botão de ação na lateral — Foto: Divulgação/Apple

AirPods Pro

No evento de hoje, a Apple apresentou a segunda geração dos AirPods Pro, que não eram atualizados desde 2019. O dispositivo ganhou um novo chip, chamado de H2, e promete melhorar o cancelamento ativo de ruido.

Os novos fones de ouvido contam com um sensor touch na haste que permite aumentar ou diminuir o volume, pular a música, atender a chamadas, entre outros. Também é possível realizar essas ações com comandos de voz para a assistente virtual Siri.

AirPods Pro (2ª geração) — Foto: Reprodução/Apple
AirPods Pro (2ª geração) — Foto: Reprodução/Apple

g1 testa iPhone e outros celulares que são objetos de desejo

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