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Desenvolvido por uma startup alemã, Volocopter 2X é um veículo elétrico de pouso e decolagem vertical que pode atingir até 90 km/h. Em seu primeiro teste, a aeronave viajou por cerca de 4 minutos perto da capital francesa. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 Postado em 11 de novembro de 2022 às 08h40m Post. N. - 4.483
‘Carro voador’ que será usado nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 faz primeiro voo teste
O "carro voador" (eVTOL) da empresa alemã Volocopter fez seu primeiro
voo teste ontem (9), na França -- a inovação será usada para transportar
visitantes durante os Jogos Olímpicos de Paris, em 2024.
Batizado de Volocopter 2X, o modelo viajou por cerca de 4 minutos no
Aeroporto de Le Bourget, que fica perto da capital francesa.
A aeronave está equipada com 18 motores elétricos e, inicialmente, fará
voos com velocidade baixa, de 20 km/h. Mas, o presidente da empresa,
Dirk Hokeo, explica que o 2X pode atingir até 90 km/h.
"Depois desse teste, iremos nos preparar para solicitar a certificação.
Os próximos meses serão muito desafiadores, precisamos receber o
certificado de tipo e conversar com as autoridades para voar no ambiente
urbano de Paris", disse Hoke à Reuters.
Os eVTOLs (sigla para veículo elétrico de pouso e decolagem vertical),
popularmente chamados de "carros voadores", são parecidos com o
helicóptero, mas fazem menos ruído e usam mais hélices.
No Brasil, empresas já correm para colocar esses veículos no céu. As
companhias Gol e Azul devem receber os primeiros eVTOLs a partir de
2025. Já a Embraer promete entregar sua versão da aeronave para clientes
a partir de 2026.
Um número pequeno, mas crescente de pessoas está desistindo de Facebook, Twitter e Instagram. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por BBC 09/11/2022 19h52 Atualizado há um dia Postado em 10 de novembro de 2022 às 10h00m Post. N. - 4.482
Gayle Macdonald lembra que 'existem outras coisas na vida' além de postar conteúdo nas redes sociais — Foto: Iain MacDonald/Arquivo pessoal via BBC
Quando Gayle Macdonald chegou ao pico da Sierra Nevada, na Espanha, no início deste ano, ela não parou apenas para apreciar a paisagem.
Em vez disso, ela, que tem 45 anos de idade, fez o que muitas pessoas fariam: procurou o melhor lugar para tirar uma selfie e postar nas redes sociais. Ela admite até que chegou perigosamente perto do precipício para isso.
Foi depois daquele momento, quando foi repreendida pelo seu marido, que ela decidiu abandonar as redes sociais.
"Foi como se [alguém dissesse] 'isso tem que parar'", relembra Macdonald, cidadã britânica que mora perto de Granada, na Espanha.
"Tirar foto era a primeira coisa em que pensava quando saía do carro", ela conta. "Pensar todo o tempo em criar conteúdo e me preocupar com o que dizer estava ocupando espaço demais na minha cabeça e me deixando deprimida."
Uma semana depois, ela postou noFacebook e no Instagram que estava deixando as plataformas.
"Foi surpreendente ver que foi a minha postagem mais curtida no Instagram. Todos estavam comentando 'eu queria poder fazer o mesmo' e 'você é muito corajosa'."
Macdonald é coach pessoal, especializada em ajudar as pessoas a parar de beber. Ela percebeu que passava, em média, cerca de 11 horas por semana nas redes sociais.
E afirma que a ideia de abandonar os aplicativos era muito mais assustadora do que a ação real de sair.
"Depois que saí, não tive mais vontade de voltar", ela conta. "Foi bem libertador. Estou agora há mais de seis meses sem acessar as redes sociais e recuperei parte daquela sensação de paz e liberdade que experimentei quando parei de beber."
Número pequeno, mas crescente de pessoas está deixando Facebook, Twitter e Instagram — Foto: Alessandro Feitosa Jr/g1
Muitos de nós passamos uma parte enorme do tempo nas redes sociais. Um estudo global em julho de 2022 estimou que uma pessoa passa, em média, duas horas e 29 minutos por dia nesses aplicativos e websites — cinco minutos a mais do que no ano passado.
Algumas pessoas podem achar que este é um mau hábito que deveria ser eliminado. Mas, para outras, é uma forma real de dependência que elas precisam de ajuda para superar.
A organização UK Addiction Treatment (UKAT), que mantém centros de tratamento de dependência em redes sociais, afirma que houve um aumento de 5% da quantidade de pessoas que buscam auxílio para o problema nos últimos três anos.
"Sem dúvida, a sociedade desenvolveu forte dependência das redes sociais e da internet, de forma geral, durante a pandemia", afirma Nuno Albuquerque, consultor da UKAT.
O aumento da conscientização sobre essas preocupações levou mais pessoas como Macdonald a abandonar as redes sociais ou pelo menos reduzir o tempo gasto nelas. E os provedores estão observando a tendência.
E um relatório interno do Twitter que vazou em outubro afirmava que seus usuários mais ativos agora estão tuitando menos. O Twitter não desmentiu a autenticidade do vazamento.
Até o novo dono do Twitter, o bilionário Elon Musk, especulou no início do ano: "o Twitter está morrendo?"
Mas, de volta ao mundo real, quais são as outras razões que estão levando as pessoas a abandonar as redes sociais?
'Cada vez menos privacidade'
A empresária Urvashi Agarwal saiu do Instagram em 2014, mas sua ausência durou apenas cerca de um ano.
Até que, em agosto de 2022, ela excluiu sua conta pessoal pela segunda vez e afirma categoricamente que, desta vez, não haverá retorno.
Urvashi Agarwal está decidida a abandonar o Instagram - desta vez, para sempre — Foto: Arquivo pessoal via BBC
"Saí definitivamente", afirma a fundadora da marca britânica de chás JP's Originals, que mora em Londres.
"Cem por cento. Não é só uma grande perda de tempo, mas parece que simplesmente há cada vez menos privacidade no mundo. Tudo o que você faz é constantemente publicado."
Agarwal também não usa mais o Twitter, nem o Facebook. Ela acha libertador: "Adoro. Agora, leio 15 páginas de um livro todas as noites."
A psicoterapeuta de Londres Hilda Burke, autora do livro The Phone Addiction Workbook ("Livro de exercícios sobre a dependência do telefone", em tradução livre), afirma que existe atualmente maior consciência sobre a quantidade de tempo que as pessoas estão "desperdiçando" nas plataformas das redes sociais.
"Agora, isso pode ser quantificado facilmente, pois a maioria dos telefones mostra detalhadamente como você está passando seu tempo online", afirma ela.
"Ver a soma de tudo isso pode ser um alerta poderoso", explica Burke. "Muitos dos meus clientes expressaram correlação entre o uso intenso das redes sociais, má qualidade de sono e aumento da ansiedade."
Ela aconselha às pessoas que saírem das redes sociais que informem todos os seus amigos, para que eles não continuem tentando entrar em contato por meio das plataformas.
"Ofereça outras formas de contato. Talvez uma ligação telefônica à moda antiga possa atender melhor ao relacionamento na ausência de mensagens diretas", aconselha Burke.
Já a executiva de relações públicas Kashmir, que prefere não informar seu sobrenome, tem 27 anos de idade e mora em Rochester, no Reino Unido. Ela saiu do Instagram 10 meses atrás e, antes, também já havia abandonado o Snapchat.
"O principal fator foi minha saúde mental", afirma ela. "Existe muita pressão para acompanhar o que as outras pessoas estão fazendo, o que realmente não é representativo, nem a realidade daquela pessoa."
"Eu ficava rolando a tela à noite para depois ter uma noite de sono ruim e não me sentir revigorada quando acordava", conta Kashmir.
"Agora, não estou fazendo comparações na minha vida diária e realmente não sei o que as celebridades estão fazendo."
"Isso me permite estar mais firme e presente, comprometida com as decisões que tomo, em vez de ser influenciada", ela conta.
Kashmir acrescenta que não estar no Instagram, nem no Snapchat, não afetou seu trabalho em relações públicas e que ela ainda usa o LinkedIn sempre que está procurando um novo emprego.
Você costuma postar selfies em alguma rede social? Com que frequência? — Foto: Getty Images via BBC
Nuno Albuquerque, da UKAT, afirma que as redes sociais podem causar dependência por muitas razões. A principal delas é que as redes servem de forma de escape, especialmente para a geração mais jovem.
"É simplesmente uma forma de conectar-se sem conexão, um conforto disponível a todo momento para fazer companhia a muitas pessoas", explica ele.
"Mas a dependência alimenta o isolamento e, se alguém passar mais tempo vivendo online que no mundo real, naturalmente ela ficará isolada, o que pode gerar mais dependência."
Ele aprova o fato de que mais pessoas estão abandonando as redes sociais. "É provável que, em algum momento, começaremos a perceber os danos que elas podem causar aos nossos relacionamentos, à nossa saúde mental e à nossa experiência dos momentos da vida real."
De volta à Espanha, Gayle Macdonald afirma que está mais feliz sem as redes sociais.
"É tão libertador sentar e tomar uma xícara de chá sem me preocupar com a imagem, a legenda e se deve ou não ser um story, reel ou postagem. Realmente, existem outras coisas na vida além disso."
Bilionário chegou a ter US$ 300 bi há 1 ano, grande parte vinda da fábrica de carros elétricos Tesla. A empresa perdeu quase metade de seu valor de mercado desde que ele fez a oferta pelo Twitter, em abril. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 08/11/2022 19h11 Atualizado há 22 horas Postado em 09 de novembro de 2022 às 17hh15m Post. N. - 4.481
Parte significativa da fortuna de Elon Musk está ligada às suas ações da Tesla — Foto: AP Photo/Matt Rourke
O patrimônio de Elon Musk
caiu para menos de US$ 200 bilhões nesta terça-feira (8), com
investidores vendendo ações da fabricante de carros elétricos Tesla.
Musk agora tem um patrimônio de US$ 194,8 bilhões, segundo a Forbes. Grande parte disso vem de sua fatia de quase 15% na Tesla, que tem valor de mercado de US$ 622 bilhões.
Mesmo assim, continua sendo a pessoa mais rica do mundo no ranking da Forbes. Só que bem aquém dos US$ 300 bilhões que chegou a ser o primeiro a acumular, em novembro de 2021.
A empresa perdeu quase metade de seu valor de mercado desde que ele fez uma oferta pelo Twitter em abril. A compra foi confirmada na última quinta-feira (27).
Os investidores inicialmente fugiram da Tesla devido a preocupações com
a venda de ações por Musk. Ele vendeu ao menos US$ 15 bilhões antes de
fechar acordo de US$ 44 bilhões no mês passado para comprar o Twitter.
No começo de outubro, Musk chegou a perder US$ 15 bilhões em um só dia,
em outra reação ruim do mercado com os resultados da Tesla.
Agora, segundo a Reuters, o temor é que Musk tenha se esforçado demais
em um momento em que a fabricante de veículos elétricos está aumentando a
produção e enfrenta uma concorrência crescente.
"Parece que Elon Musk
está gastando 100% do tempo no Twitter e, você sabe, pode precisar de
mais capital", disse Jay Hatfield, da Infrastructure Capital Management,
à agência de notícias.