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quarta-feira, 16 de novembro de 2022

Amazon confirma demissões nas áreas de dispositivo e serviço

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A gigante americana do varejo confirmou que está reduzindo a sua força de trabalho, mas não disse quantos serão desligados. Recentemente, Twitter e Meta também fizeram cortes significativos.
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g1.globo.com/tecnologia/noticia

Postado em 16 de novembro de 2022 às 17h10m

Post. N. - 4.488

Trabalhadores da Amazon fizeram fila para votar em eleição sindical em 25 de março — Foto: REUTERS/Brendan McDermid
Trabalhadores da Amazon fizeram fila para votar em eleição sindical em 25 de março — Foto: REUTERS/Brendan McDermid

A Amazon disse nesta quarta-feira (16) que está demitindo funcionários de suas divisões de dispositivos e serviços — o número não foi revelado. A notícia vem depois de rumores recentes que anunciavam cortes de cerca de 10 mil empregos, o que representa 3% de sua força de trabalho.

Recentemente, outras gigantes da tecnologia também anunciaram demissão em massa. Após formalizar a compra do Twitter, o bilionário Elon Musk cortou 50% do time. A Meta, dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp, demitiu mais de 11 mil pessoas na semana passada.

O executivo da divisão de dispositivos da Amazon, Dave Limp, disse que notificou os funcionários sobre os cortes na terça-feira (15).

Assim como a Meta, a Amazon culpou a desaceleração macroeconômica. "Continuamos a enfrentar um ambiente macroeconômico incomum e incerto. Diante disso, trabalhamos nos últimos meses para priorizar o que é mais importante para nossos clientes e negócios", afirmou Limp.

"Uma das consequências dessas decisões é que algumas funções não serão mais necessárias. É doloroso ter que dar esta notícia", acrescentou.

Especialistas do mercado de tecnologia afirmam que, no auge da pandemia — quando muitas pessoas dependiam do celular e de notebooks para estudar, trabalhar e até manter um mínimo de vida social — as empresas de tecnologia experimentaram um crescimento que não é sustentável agora.

O g1 entrou em contato com a Amazon para confirmar se houve desligamentos na unidade brasileira e aguarda retorno.

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terça-feira, 15 de novembro de 2022

Jeff Bezos diz a TV americana que vai doar maior parte de sua fortuna para caridade

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O bilionário anunciou que vai destinar US$ 124 bilhões ainda em vida. Outros US$ 10 bilhões serão usados para preservação de florestas.
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Por g1

Postado em 15 de novembro de 2022 às 07h25m

Post. N. - 4.487

Jeff Bezos sofreu perdas bilionárias com queda das ações da Amazon — Foto: Pablo Martinez Monsivais/AP Photo
Jeff Bezos sofreu perdas bilionárias com queda das ações da Amazon — Foto: Pablo Martinez Monsivais/AP Photo

O fundador da Amazon Jeff Bezos disse nesta segunda-feira (14) que doará US$ 124 bilhões para caridade ainda em vida.

Em entrevista à CNN norte-americana, o bilionário ainda se comprometeu a doar US$ 10 bilhões por meio da Bezos Earth Fund para combater as mudanças climáticas e proteger a natureza.

Segundo a "Bloomberg Billionaires Index", Bezos é o quarto homem mais rico mundo e está atrás de Elon Musk (o mais rico), Bernard Arnault e Gautam Adani, respectivamente.

Em 2021, ele liderava em riqueza na lista da revista americana "Forbes", mas perdeu o posto no ano seguinte. O bilionário viu sua fortuna diminuir, graças a uma queda de 3% no preço das ações da Amazon e a um aumento de gastos com doações. Ele perdeu US$ 6 bilhões em relação a 2021.

Bezos deixou a presidência da Amazon no ano passado e anunciou que iria se dedicar ao jornal "Washington Post", do qual também é dono desde 2013, na sua empresa aeroespacial Blue Origin e nas entidades filantrópicas Day One Fund e Earth Fund.

Quem é Jeff BezosQuem é Jeff Bezos
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segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Amazon planeja demitir 10 mil funcionários a partir desta semana, diz jornal

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Cortes se concentrarão na unidade de dispositivos que abriga a assistente de voz Alexa, além da área de varejo e recursos humanos, diz New York Times.
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TOPO
Por Reuters

Postado em 14 de novembro de 2022 às 16k30m

Post. N. - 4.486

Homem passa em frente a logo da Amazon em Mumbai, na Índia. — Foto: REUTERS/Francis Mascarenhas
Homem passa em frente a logo da Amazon em Mumbai, na Índia. — Foto: REUTERS/Francis Mascarenhas

A Amazon está planejando demitir cerca de 10 mil funcionários de cargos corporativos e de tecnologia a partir desta semana, informou o New York Times nesta segunda-feira (14), citando pessoas com conhecimento do assunto.

Os cortes de empregos se concentrarão na unidade de dispositivos da Amazon que abriga a assistente de voz Alexa, bem como na divisão de varejo e recursos humanos, de acordo com o NYT. O número total de demissões pode mudar, disse o jornal.

A empresa não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters.

A Amazon seria a mais recente empresa dos Estados Unidos a realizar demissões profundas na base de funcionários para se preparar para uma possível desaceleração econômica.

Na semana passada, a Meta, dona do Facebook, anunciou mais de 11 mil demissões, ou 13% de sua força de trabalho. Outras empresas, como Twitter, de Elon Musk, Microsoft e Snap, tomaram medidas semelhantes.

A unidade que abriga a Alexa registrou um prejuízo operacional de mais de US$ 5 bilhões, em um ano.

As demissões representam cerca de 3% da equipe corporativa da Amazon, disse o jornal. A Amazon havia dito recentemente que congelaria a contratação de funcionários corporativos nos próximos meses.

A notícia vem apenas algumas semanas após a Amazon alertar sobre uma desaceleração no crescimento na temporada de final de ano, período em que varejista faz mais vendas. A empresa afirmou que consumidores e empresas estão com menos dinheiro para gastar devido à inflação.

A desaceleração econômica e o aumento dos custos de mão de obra e transporte prejudicaram empresas que contrataram agressivamente durante a pandemia, quando aumentou a demanda por comércio eletrônico para serviços baseados em nuvem.

A Amazon perdeu cerca de 40% do valor de mercado até agora em 2022.

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