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sábado, 3 de dezembro de 2022

Spotify, Deezer, Apple Music e YouTube: como saber que músicas você mais ouviu em 2022

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Principais serviços de streaming de músicas exibem as faixas, álbuns e os podcasts mais ouvidos pelos assinantes este ano.
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Por g1

Postado em 03 de dezembro de 2022 às 12h00m

Post. N. - 4.500

Spotify, Deezer, Apple Music e YouTube: como saber que músicas você mais ouviu em 2022 — Foto: Reprodução/ Spotify
Spotify, Deezer, Apple Music e YouTube: como saber que músicas você mais ouviu em 2022 — Foto: Reprodução/ Spotify

As principais plataformas de streaming de áudio começaram a disponibilizar nesta semana a retrospectiva musical de seus usuários. Spotify, Deezer, Apple Music e YouTube Music fornecem informações como artistas, músicas e podcasts mais ouvidos pela pessoa ao longo de 2022.

Algumas também entregam uma espécie de "retrato", em que é possível ter mais detalhes do seu estilo musical e outras curiosidades. Veja a seguir como fazer em cada serviço.

Spotify

O "Spotify Wrapped 2022" mostra os gêneros musicais favoritos e um top 5 com as músicas, artistas e podcasts mais ouvidos. Também há o "Seu Dia em Áudio", uma "história interativa que mostra como seu gosto musical variou ao longo do dia". Veja abaixo como fazer:

  1. Ao abrir o app do Spotify, clique no banner "Sua Retrospectiva 2022 tá on";
  2. O app irá gerar stories contendo detalhes do seu ano musical;
  3. É exibido um resumo das informações.
Deezer

O Deezer exibe as principais músicas reproduzidas, horas ouvidas, artistas favoritos e o seu "humor musical". Os assinantes do serviço podem verificar a retrospectiva ao abrir o aplicativo e clicar no banner na página inicial ou:

  1. Acesse o site do MyDeezerYear [https://mydeezeryear.deezer.com/pt-BR];
  2. Clique no botão "Tô pronto (a)";
  3. Faça login com o seu e-mail e senha;
  4. Por fim, confira as informações do seu ano musical em stories.
YouTube Music

Além das faixas e artistas mais tocados, o YouTube Music mostra a "Personalidade musical", função que "captura sua vibração e estilo musical com base em seus hábitos". Ainda são revelados os remixes e as apresentações ao vivo, que só estão no YouTube, e que você mais gostou ao longo do ano. Veja como fazer:

  1. Abra o app do YouTube Music e toque na sua foto, no canto superior direito;
  2. No menu, toque em "Sua Recap";
  3. Toque no botão "Assista agora" e confira a sua retrospectiva;
  4. Por fim, uma playlist é gerada.
Apple Music

O serviço da Apple compartilha as músicas que marcam o seu ano, além de gêneros e artistas mais ouvidos.

  1. Abra o app "Música" e, no banner "Replay 2022 - Seu ano Musical", toque em "Visite o site";
  2. Você será redirecionado para uma página e, então, toque em "Começar";
  3. Desça a página para obter informações detalhadas;
  4. Ou toque em "Retomar destaques" para visualizar um resumo em formato de stories.

Ao final, todas as plataformas disponibilizam uma playlist com todas as faixas que você mais ouviu e permitem compartilhar o seu ano musical nas redes sociais.

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

Lei Carolina Dieckmann completa 10 anos como marco no combate a crimes cibernéticos

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Nesse período, só uma associação que atua na área de segurança virtual registrou mais de três mil casos de vazamentos de imagens íntimas.
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Por Fernanda Graell e Marcus Vincax, Bom Dia Brasil

Postado em 02 de dezembro de 2022 às 12h15m

Post. N. - 4.499

Lei Carolina Dieckmann completa 10 anos como marco no combate a crimes cibernéticos
Lei Carolina Dieckmann completa 10 anos como marco no combate a crimes cibernéticos

A chamada Lei Carolina Dieckmann está completando 10 anos como um marco no combate a crimes cibernéticos.

Nesse período, só uma associação que atua na área de segurança virtual registrou mais de três mil casos de vazamentos de imagens íntimas.

"Colocou 'a mais nova prosituta de...', da cidade que eu moro, né? Colocou o nome da cidade e colocou as minhas fotos. As pessoas foram tirando print e foram mandando uma para outra", disse uma vítima, cujas fotos sensuais foram colocadas na internet pelo ex-marido.

Ela foi à polícia e fez a denúncia.

Enquadrado na lei mais conhecida como Lei Carolina Dieckman, o ex-marido ficou preso seis meses, mais seis com tornozeleira eletrônica e teve que pagar indenização.

O avanço na legislação aconteceu depois que a atriz Carolina Dieckman, em maio de 2012, teve fotos copiadas do computador pessoal e divulgadas na internet, sem autorização.

A lei representou um marco em relação aos crimes de informática. Um novo olhar da Justiça para situações que nasciam no mundo virtual, em um computador ou celular, mas que causavam danos bem reais às vítimas.

Ao longo desses dez anos, o texto já passou por alterações para ficar cada vez mais atual e proporcionou mudança no código penal brasileiro.

"Essa lei foi um marco e a partir daí a gente evoluiu pra ter outras condutas também punidas no Código Penal que envolvam essas situaçoes de dados contidos em dispositivos informáticos que podem ser retirados, podem ser mal utilizados, podem ser divulgados – tudo issso sem autorização de quem é titular daqueles dados", comentou a professora de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Patrícia Glioche.

Desde 2018, o Código Penal ampliou e aumentou a pena para crimes que usam a internet. São muitos verbos e nenhum é permitido: oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, vender, distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio - inclusive meio de comunicação de massa ou sistema de informática ou telemática - fotografia, vídeo ou outro registro audiovisual que contenha cena de estupro, de estupro de vulnerável ou que faça apologia ou induza a sua prática ou, sem consentimento da vítima, cena de sexo, nudez ou pornografia.

A pena é cadeia: de um a cinco anos de reclusão.

Ainda há um agravante: a pena é aumentada de um a dois terços se o crime é praticado por agente que mantém ou tenha mantido relação íntima de afeto com a vítima ou com o fim de vingança ou humilhação.

"A maior vitória com a Lei Carolina Dieckmann foi que, pela primeira vez, a sociedade viu a importância de se regular criminalmente a internet e percebeu que esse avanço tem que ser continuo, tem que ser constante", avaliou o titular da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), Pablo Sartori.

"Eu consegui superar. Só que as marcas ficam, né, do que eu passei. Dói na alma, assim, você ser exposta da forma que eu fui".

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Golpes cibernéticos fazem quase 40 vítimas por dia em São Paulo

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Até setembro deste ano, houve 10.366 queixas desse tipo de ataque criminoso. Um dos mais comuns é o golpe conhecido como "Mão fantasma", quando bandidos assumem o controle do smartphone da vítima, fazendo compras e transferências bancárias.
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Por César Galvão Anderson Colombo e Eliane Silva, Bom Dia Brasil

Postado em 01 de dezembro de 2022 às 11h50m

Post. N. - 4.498

Denúncias de golpes cibernéticos disparam em São Paulo
Denúncias de golpes cibernéticos disparam em São Paulo

As queixas de golpes cibernéticos dispararam em São Paulo este ano. Já são quase 40 pessoas enganadas por dia.

Os crimes cibernéticos dispararam nos últimos anos – é o que mostram os números da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

  • 2019 - 921 queixas de golpes;
  • 2020 - 2.573 queixas de golpes;
  • 2021 - 2.213 queixas de golpes;
  • 2022 (até setembro) - 10.366 queixas de golpes.

"Primeiro chegou uma mensagem no celular. Em seguida, a vítima recebeu uma ligação de um suposto funcionário de um banco. Eu passando esses dados, eles iriam acessar minha conta e fazer, fazer estragos que eles fazem com muita gente", disse o analista de informática que quase foi alvo dos criminosos.

Como ele não caiu, o golpista se irritou.

"Ele disse: 'Você não tem cara de quem tem dinheiro. Fica tranquilo. Vou aplicar o golpe, outro vai cair'".

E caiu mesmo.

Uma outra vítima deu R$ 168 mil. Uma falsa atendente fez ela ir até uma agência.

"Ela falou: 'Olha, agora eu vou dar o passo a passo do que a senhora precisa fazer para desbloquear a conta'. Quando eu tirei um comprovante, vi 'pagamento'. Disse para ela: 'Saiu algo errado neste comprovante, saiu pagamento'. Ela falou: 'Não, não, não' e depois não respondeu mais", relembrou a vítima.

Ela pediui que o banco estornasse o pagamento indevido, o que não aconteceu.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) diz que os bancos avaliam caso a caso.

"Dada a velocidade das operações, é cada vez mais difícil recuperar essas transações no sistema financeiro. Por isso, desconfiar é a palavra chave. E nesse momento em que se desconfia, vá até o site do seu banco, procure seu gerente ou confirme se de fato esse contato partiu de seu banco", recomendou o diretor de Prevenção de Fraudes da Febraban, Adriano Volpini.

A mão fantasma

Nos últimos meses, surgiu um novo tipo de golpe: a mão fantasma.

Nele, os golpistas assumem os smartphones e fazem compras e transferências de dinheiro.

As vítimas só percebem quando já ficaram no prejuízo. Em São Paulo, o crime é chamado de invasão de dispositivos eletrônicos.

Apenas este ano, esse tipo de fraude fez 13.337 casos.

"O criminoso mandava um link no qual a pessoa clicava e ele espelhava o telefone celular da pessoa no seu computador ou no seu próprio telefione celular. A partir daí, a mão fantasma entra em ação - o telefone começa a operar sem o conhecimento do proprietário", explicou o delegado da Divisão de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil de São Paulo, Carlos Afonso Gonçalves da Silva.

Ele dá a dica de como não se tornar a próxima vítima.

"Basicamente é não atender telefones de números que não se conhece, não clicar em links enviados e não responder mensagens estranhas pelo aplicativo de comunicação".

De a cordo com dados da empresa de cyberseguranla Fortnet, de janeiro a setembro deste ano, o Brasil já registrou mais de 50 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos – 10 bilhões a mais de tentativas ocorridas no mesmo período do ano passado.

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