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sexta-feira, 26 de janeiro de 2024

Apple lança sistema antirroubo para iPhone; saiba como ativar

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Configuração do smartphone não pedirá mais senha numérica caso a biometria facial falhe.
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Por g1

Postado em 26 de janeiro de 2024 às 15h40m

Post. N. - 4.822

iPhone ganha nova configuração para evitar roubos — Foto: Bagus Hernawan/Unsplash
iPhone ganha nova configuração para evitar roubos — Foto: Bagus Hernawan/Unsplash

Uma nova configuração antirroubo foi lançada para quem tem iPhone no Brasil. A Proteção de Dispositivo Roubado, disponível na versão 17.3 do iOS, não permite mais que o bandido tenha acesso à uma senha numérica.

Nas versões anteriores, quando a autenticação biométrica falhava, o aparelho solicitava que o usuário digitasse uma sequência de números. É nesse momento que os bandidos podem exigir os códigos das vítimas.

Porém, a partir de agora, o uso de autenticação pelo Face ID (facial) ou Touch ID (dedo) será único, o que pode dificultar o acesso às informações sigilosas do celular.

Para utilizar a nova configuração, o usuário deve:

  1. Ativar a função no ícone "ajustes" do smartphone
  2. Tocar em "Face ID e Código"
  3. Inserir o código de acesso do dispositivo
  4. Tocar para ativar ou desativar a Proteção de Dispositivo Roubado

Nestes casos, existem duas opções de proteção:

  • Nível 1 — biometria: caso o bandido tente utilizar senhas salvas no Safari, o iPhone exigirá apenas a biometria (Face ID ou Touch ID), sem a opção do código de acesso.
  • Nível 2 — biometria e espera de uma hora: para alterar a senha do ID Apple, ativar a chave de recuperação ou desativar o "Buscar iPhone", o aparelho pedirá o Face ID ou Touch ID e, em seguida, iniciará uma contagem regressiva de uma hora. Após isso, solicitará outra varredura de Face ID ou Touch ID. Nesse caso, o ladrão terá que passar pelas duas etapas para desativar a Proteção de Dispositivo Roubado e ter acesso aos dados da vítima.
Leia também:
Celular Seguro: veja como utilizar

Celular perdido? Veja como localizar iPhone e Android pelo computador ou por app

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quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Casa onde Jeff Bezos fundou a Amazon está à venda por R$ 11,4 milhões; veja FOTOS

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A garagem da residência serviu de 'escritório' para Bezos e a então esposa, MacKenzie Scott, venderem livros pela internet; imóvel está localizado em West Bellevue, nos EUA.
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TOPO
Por France Presse

Postado em 25 de janeiro de 2024 às 10h10m

Post. N. - 4.821

Casa nos EUA onde Jeff Bezos fundou a Amazon está à venda por 11,4 milhões — Foto: Reprodução/Zillow
Casa nos EUA onde Jeff Bezos fundou a Amazon está à venda por 11,4 milhões — Foto: Reprodução/Zillow

A casa onde Jeff Bezos fundou a gigante do comércio on-line Amazon está à venda nos EUA e o novo dono do imóvel terá um pedaço da história da internet. Mas, para isso, ele terá que desembolsar US$ 2,3 milhões (cerca de R$ 11,4 milhões).

Bezos, um dos homens mais ricos do mundo, e sua esposa à época, MacKenzie Scott, alugavam essa casa de um andar e três quartos perto de Seattle (EUA) no meio dos anos 90, quando começaram a vender livros pela internet - a garagem da residência era uma espécie de escritório.

"Bem-vindo ao berço da Amazon - Jeff Bezos fundou a Amazon na humilde garagem desta casa em West Bellevue em 1994", diz o anúncio de venda. "Ela possui uma enorme sala grande, fabulosa cozinha em granito, com luz natural das clarabóias, criando um ambiente luminoso e convidativo".

A casa de 143 m² foi "meticulosamente reconstruída" em 2001, de acordo com o anúncio do agente imobiliário, então não resta muito da época de Bezos. No entanto, pelas fotos, a garagem tem uma recriação da placa original da "amazon.com" que Bezos tinha naquela época (veja na imagem abaixo).

Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA — Foto: Reprodução/Zillow
Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA — Foto: Reprodução/Zillow

De acordo com a história da empresa, na garagem havia apenas um computador, material de escritório básico e uma mesa. No início, apenas livros eram comercializados.

A Amazon afirma que o primeiro livro vendido foi "Fluid Concepts and Creative Analogies: Computer Models Of The Fundamental Mechanisms Of Thought" (1996).

Mas em poucos anos, a big tech se tornou a opção padrão para compradores on-line em todo o mundo, elevando sua capitalização de mercado atual para a colossal cifra de US$ 1,6 trilhão (algo em torno de R$ 7,9 trilhões).

Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA — Foto: Reprodução/Zillow
Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA — Foto: Reprodução/Zillow


Garagem onde a Amazon foi fundada — Foto: Reprodução/Zillow
Garagem onde a Amazon foi fundada — Foto: Reprodução/Zillow


Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA — Foto: Reprodução/Zillow
Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA — Foto: Reprodução/Zillow


Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA — Foto: Reprodução/Zillow
Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA — Foto: Reprodução/Zillow


Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA — Foto: Reprodução/Zillow
Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA — Foto: Reprodução/Zillow


Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA — Foto: Reprodução/Zillow
Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA — Foto: Reprodução/Zillow


Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA — Foto: Reprodução/Zillow
Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA — Foto: Reprodução/Zillow

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quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

7 dicas para uma relação mais saudável com seu celular

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O pesquisador Paul Levy dá dicas de como reduzir o tempo e o papel dos aparelhos digitais na nossa vida — algo que ele aprendeu tanto por experiências pessoais como profissionais.
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TOPO
Por Paul Levy, The Conversation**

Postado em 24 de janeiro de 2024 às 10h35m

Post. N. - 4.820

Manter o celular fora do quarto ajuda a ter uma boa noite de sono — Foto: GETTY IMAGES
Manter o celular fora do quarto ajuda a ter uma boa noite de sono — Foto: GETTY IMAGES

Quanto tempo você passa em frente às telas todos os dias?

Um estudo indica que uma pessoa passa, em média, cerca de sete horas por dia em telas conectadas à internet. E este número será ainda maior se o seu trabalho exigir basicamente o uso de um computador.

A maioria de nós usa excessivamente os aparelhos digitais e passa muito tempo trabalhando ou se distraindo em telefones celulares, tablets, laptops ou mesmo óculos de realidade virtual.

Somos acusados de ser dependentes da tecnologia e frequentemente alertados sobre os riscos à nossa saúde física e mental.

Um importante paradoxo neste ponto é que costumamos nos refugiar no mundo digital para escapar das tensões do mundo físico. Mas acabamos simplesmente colecionando outros tipos de estresse físico e digital pelo caminho.

Como pai, fiquei preocupado, há alguns anos, com os efeitos da minha vida digital sobre meu trabalho e minha família.

Fiz algumas pesquisas por conta própria, alterei minha forma de usar os aparelhos e cheguei a escrever um livro sobre os perigos do que chamo de "inferno digital".

Mas foi apenas nos últimos anos que surgiram estudos de longo prazo a este respeito.

Esses estudos reunidos formam um conjunto de conhecimentos significativo e cada vez maior. Com eles, fica difícil ignorar que o excesso de tecnologia pode causar problemas para nós, seres humanos.

É preciso esclarecer que os aparelhos digitais oferecem benefícios significativos, como a conexão, educação e entretenimento. O perigo aparece quando o uso excessivo se torna prejudicial à saúde.

Do ponto de vista pessoal, cansaço visual, dores no pescoço, sono de má qualidade, estresse, lesões por esforço repetitivo de todos os tipos e prejuízos ao funcionamento das mãos são apenas alguns dos sintomas que observei ao longo dos anos, causados pelo meu uso excessivo de telas e aparelhos. E as pesquisas indicam que estou longe de ser um caso isolado.

Se algum desses sintomas descrever você (ou alguém que você conheça) ou você simplesmente sente que passa tempo demais da sua vida em frente a uma tela, talvez meus conselhos sobre como recuperar o controle da tecnologia possam ser úteis.

1. Habitue-se a se afastar conscientemente dos aparelhos digitais

Mantenha os aparelhos fora do seu ângulo de visão e guarde-os quando não estiver usando, especialmente à noite.

Compre um despertador (para não usar o alarme do seu celular) e retire os aparelhos do seu quarto. Você irá dormir melhor sem rolar a tela tarde da noite.

Abandone o hábito de assistir à TV com o celular ao lado. Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez, sem se distrair com mais uma tela.

Usar relógios analógicos evita ter que pegar o celular para colocar o alarme — Foto: GETTY IMAGES
Usar relógios analógicos evita ter que pegar o celular para colocar o alarme — Foto: GETTY IMAGES

2. Defina limites de tempo em frente às telas

Tempo demais em frente às telas pode causar dores de cabeça.

Use a tecnologia de forma consciente e empregue funções como notas de voz, que permitem que você siga atualizado nas suas comunicações sem olhar para a tela por muito tempo.

3. Impeça as distrações digitais

As interrupções constantes podem causar estresse físico e mental.

Desligue os alertas e notificações quando quiser se concentrar plenamente em uma tarefa. E mantenha seu celular fora da mesa.

Pesquisas indicam que manter o celular por perto, mesmo se ele não estiver tocando nem vibrando (e até com o aparelho desligado), pode prejudicar seu desempenho.

4. Programe tempo apropriado fora do ambiente digital

A sobrecarga digital causa depressão e ansiedade. Por isso, é importante sair do mundo digital por algum tempo.

Caminhe em meio à natureza, leia um livro, saia para andar de bicicleta – qualquer atividade que afaste você das telas temporariamente.

Quanto tempo você consegue ficar lendo um livro sem olhar para o celular? — Foto: GETTY IMAGES
Quanto tempo você consegue ficar lendo um livro sem olhar para o celular? — Foto: GETTY IMAGES 

5. Facilite a visualização das telas

O uso excessivo de telas pode forçar os olhos e prejudicar a sua visão.

Não se concentre em telas minúsculas para fazer o seu trabalho, quando ele puder ser feito melhor em um computador, com tela maior.

Reduza a luz azul dos aparelhos e utilize todas as outras características de acessibilidade que possam ser úteis. Comece controlando o brilho da tela e tenha cuidado para que o volume não rompa os seus tímpanos.

6. Assuma o controle do caos da sobrecarga de informações

Organize seu celular, computador e tablet para poder usá-los com mais eficiência. E alguns aplicativos realmente ajudam a tomar as rédeas da sua vida e do trabalho com mais calma e eficiência.

Aplicativos de rastreamento do tempo avaliam quanto tempo que você passa (desperdiça) olhando para a tela – prepare-se para ficar horrorizado!

Nós retomamos o controle dos nossos aparelhos digitais quando ficamos mais proativos no seu uso.

7. Sente-se adequadamente durante suas atividades digitais

Relaxar a postura ao mexer no celular ou se curvar em frente ao laptop irá machucar o seu pescoço e suas costas. Sente-se em posição ereta, faça alongamentos regularmente e exercite-se com frequência – sem o celular.

Seja o dono da sua vida digital

Estas sete orientações devem ajudar você a recuperar a sensação de controle sobre sua vida digital.

Para mim, é tudo questão de dormir e acordar melhor, deixando meu telefone no andar de baixo. É questão de planejar o tempo dedicado ao ambiente digital e momentos específicos em que o celular não tem lugar no que estou fazendo.

E também é questão de aproveitar esses milagres da tecnologia de forma mais satisfatória e empregá-los mais conscientemente.

Gosto de pensar em mim como dono da minha vida digital – e não como mais uma vítima da tecnologia.

* Paul Levy é professor e pesquisador de inovação e liderança digital da Universidade de Brighton, no Reino Unido.

Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas The Conversation e republicado sob licença Creative Commons. Leia aqui a versão original em inglês.

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