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Configuração do smartphone não pedirá mais senha numérica caso a biometria facial falhe. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 Postado em 26 de janeiro de 2024 às 15h40m Post. N. - 4.822
iPhone ganha nova configuração para evitar roubos — Foto: Bagus Hernawan/Unsplash
Uma nova configuração antirroubo foi lançada para quem tem iPhone no Brasil. A Proteção de Dispositivo Roubado, disponível na versão 17.3 do iOS, não permite mais que o bandido tenha acesso à uma senha numérica.
Nas versões anteriores, quando a autenticação biométrica falhava, o
aparelho solicitava que o usuário digitasse uma sequência de números. É
nesse momento que os bandidos podem exigir os códigos das vítimas.
Porém, a partir de agora, o uso de autenticação pelo Face ID (facial) ou Touch ID (dedo) será único, o que pode dificultar o acesso às informações sigilosas do celular.
Para utilizar a nova configuração, o usuário deve:
Ativar a função no ícone "ajustes" do smartphone
Tocar em "Face ID e Código"
Inserir o código de acesso do dispositivo
Tocar para ativar ou desativar a Proteção de Dispositivo Roubado
Nestes casos, existem duas opções de proteção:
Nível 1 — biometria: caso o bandido tente utilizar senhas salvas no Safari, o iPhone exigirá apenas a biometria (Face ID ou Touch ID), sem a opção do código de acesso.
Nível 2 — biometria e espera de uma hora:
para alterar a senha do ID Apple, ativar a chave de recuperação ou
desativar o "Buscar iPhone", o aparelho pedirá o Face ID ou Touch ID e,
em seguida, iniciará uma contagem regressiva de uma hora.
Após isso, solicitará outra varredura de Face ID ou Touch ID. Nesse
caso, o ladrão terá que passar pelas duas etapas para desativar a Proteção de Dispositivo Roubado e ter acesso aos dados da vítima.
A garagem da residência serviu de 'escritório' para Bezos e a então esposa, MacKenzie Scott, venderem livros pela internet; imóvel está localizado em West Bellevue, nos EUA. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por France Presse 25/01/2024 09h08 Atualizado há uma hora Postado em 25 de janeiro de 2024 às 10h10m Post. N. - 4.821
Casa nos EUA onde Jeff Bezos fundou a Amazon está à venda por 11,4 milhões — Foto: Reprodução/Zillow
A casa onde Jeff Bezos fundou a gigante do comércio on-line Amazon
está à venda nos EUA e o novo dono do imóvel terá um pedaço da história
da internet. Mas, para isso, ele terá que desembolsar US$ 2,3 milhões
(cerca de R$ 11,4 milhões).
Bezos, um dos homens mais ricos do mundo,
e sua esposa à época, MacKenzie Scott, alugavam essa casa de um andar e
três quartos perto de Seattle (EUA) no meio dos anos 90, quando
começaram a vender livros pela internet - a garagem da residência era uma espécie de escritório.
"Bem-vindo ao berço da Amazon - Jeff Bezos fundou a Amazon
na humilde garagem desta casa em West Bellevue em 1994", diz o anúncio
de venda. "Ela possui uma enorme sala grande, fabulosa cozinha em
granito, com luz natural das clarabóias, criando um ambiente luminoso e
convidativo".
A casa de 143 m² foi "meticulosamente reconstruída" em 2001, de acordo
com o anúncio do agente imobiliário, então não resta muito da época de
Bezos. No entanto, pelas fotos, a garagem tem uma recriação da placa
original da "amazon.com" que Bezos tinha naquela época (veja na imagem abaixo).
Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA — Foto: Reprodução/Zillow
De acordo com a história da empresa, na garagem havia apenas um computador, material de escritório básico e uma mesa. No início, apenas livros eram comercializados.
A Amazon
afirma que o primeiro livro vendido foi "Fluid Concepts and Creative
Analogies: Computer Models Of The Fundamental Mechanisms Of Thought"(1996).
Mas em poucos anos, a big tech se tornou a opção padrão para
compradores on-line em todo o mundo, elevando sua capitalização de
mercado atual para a colossal cifra de US$ 1,6 trilhão (algo em torno de
R$ 7,9 trilhões).
O pesquisador Paul Levy dá dicas de como reduzir o tempo e o papel dos aparelhos digitais na nossa vida — algo que ele aprendeu tanto por experiências pessoais como profissionais. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Paul Levy, The Conversation** 24/01/2024 09h32 Atualizado há 01 hora Postado em 24 de janeiro de 2024 às 10h35m Post. N. - 4.820
Manter o celular fora do quarto ajuda a ter uma boa noite de sono — Foto: GETTY IMAGES
Quanto tempo você passa em frente às telas todos os dias?
Um estudo indica que uma pessoa passa, em média, cerca de sete horas
por dia em telas conectadas à internet. E este número será ainda maior
se o seu trabalho exigir basicamente o uso de um computador.
A maioria de nós usa excessivamente os aparelhos digitais e passa muito
tempo trabalhando ou se distraindo em telefones celulares, tablets,
laptops ou mesmo óculos de realidade virtual.
Somos acusados de ser dependentes da tecnologia e frequentemente alertados sobre os riscos à nossa saúde física e mental.
Um importante paradoxo neste ponto é que costumamos nos refugiar no
mundo digital para escapar das tensões do mundo físico. Mas acabamos
simplesmente colecionando outros tipos de estresse físico e digital pelo
caminho.
Como pai, fiquei preocupado, há alguns anos, com os efeitos da minha vida digital sobre meu trabalho e minha família.
Fiz algumas pesquisas por conta própria, alterei minha forma de usar os
aparelhos e cheguei a escrever um livro sobre os perigos do que chamo
de "inferno digital".
Mas foi apenas nos últimos anos que surgiram estudos de longo prazo a este respeito.
Esses estudos reunidos formam um conjunto de conhecimentos
significativo e cada vez maior. Com eles, fica difícil ignorar que o
excesso de tecnologia pode causar problemas para nós, seres humanos.
É preciso esclarecer que os aparelhos digitais oferecem benefícios
significativos, como a conexão, educação e entretenimento. O perigo
aparece quando o uso excessivo se torna prejudicial à saúde.
Do ponto de vista pessoal, cansaço visual, dores no pescoço, sono de má
qualidade, estresse, lesões por esforço repetitivo de todos os tipos e
prejuízos ao funcionamento das mãos são apenas alguns dos sintomas que
observei ao longo dos anos, causados pelo meu uso excessivo de telas e
aparelhos. E as pesquisas indicam que estou longe de ser um caso
isolado.
Se algum desses sintomas descrever você (ou alguém que você conheça) ou
você simplesmente sente que passa tempo demais da sua vida em frente a
uma tela, talvez meus conselhos sobre como recuperar o controle da
tecnologia possam ser úteis.
1. Habitue-se a se afastar conscientemente dos aparelhos digitais
Mantenha os aparelhos fora do seu ângulo de visão e guarde-os quando não estiver usando, especialmente à noite.
Compre um despertador (para não usar o alarme do seu celular) e retire
os aparelhos do seu quarto. Você irá dormir melhor sem rolar a tela
tarde da noite.
Abandone o hábito de assistir à TV com o celular ao lado. Concentre-se
em apenas uma tarefa de cada vez, sem se distrair com mais uma tela.
Usar relógios analógicos evita ter que pegar o celular para colocar o alarme — Foto: GETTY IMAGES
2. Defina limites de tempo em frente às telas
Tempo demais em frente às telas pode causar dores de cabeça.
Use a tecnologia de forma consciente e empregue funções como notas de
voz, que permitem que você siga atualizado nas suas comunicações sem
olhar para a tela por muito tempo.
3. Impeça as distrações digitais
As interrupções constantes podem causar estresse físico e mental.
Desligue os alertas e notificações quando quiser se concentrar plenamente em uma tarefa. E mantenha seu celular fora da mesa.
Pesquisas indicam
que manter o celular por perto, mesmo se ele não estiver tocando nem
vibrando (e até com o aparelho desligado), pode prejudicar seu
desempenho.
4. Programe tempo apropriado fora do ambiente digital
A sobrecarga digital causa depressão e ansiedade. Por isso, é importante sair do mundo digital por algum tempo.
Caminhe em meio à natureza, leia um livro, saia para andar de bicicleta
– qualquer atividade que afaste você das telas temporariamente.
Quanto tempo você consegue ficar lendo um livro sem olhar para o celular? — Foto: GETTY IMAGES
5. Facilite a visualização das telas
O uso excessivo de telas pode forçar os olhos e prejudicar a sua visão.
Não se concentre em telas minúsculas para fazer o seu trabalho, quando
ele puder ser feito melhor em um computador, com tela maior.
Reduza a luz azul dos aparelhos e utilize todas as outras
características de acessibilidade que possam ser úteis. Comece
controlando o brilho da tela e tenha cuidado para que o volume não rompa
os seus tímpanos.
6. Assuma o controle do caos da sobrecarga de informações
Organize seu celular, computador e tablet para poder usá-los com mais
eficiência. E alguns aplicativos realmente ajudam a tomar as rédeas da
sua vida e do trabalho com mais calma e eficiência.
Aplicativos de rastreamento do tempo avaliam quanto tempo que você
passa (desperdiça) olhando para a tela – prepare-se para ficar
horrorizado!
Nós retomamos o controle dos nossos aparelhos digitais quando ficamos mais proativos no seu uso.
7. Sente-se adequadamente durante suas atividades digitais
Relaxar a postura ao mexer no celular ou se curvar em frente ao laptop
irá machucar o seu pescoço e suas costas. Sente-se em posição ereta,
faça alongamentos regularmente e exercite-se com frequência – sem o
celular.
Seja o dono da sua vida digital
Estas sete orientações devem ajudar você a recuperar a sensação de controle sobre sua vida digital.
Para mim, é tudo questão de dormir e acordar melhor, deixando meu
telefone no andar de baixo. É questão de planejar o tempo dedicado ao
ambiente digital e momentos específicos em que o celular não tem lugar
no que estou fazendo.
E também é questão de aproveitar esses milagres da tecnologia de forma mais satisfatória e empregá-los mais conscientemente.
Gosto de pensar em mim como dono da minha vida digital – e não como mais uma vítima da tecnologia.
* Paul Levy é professor e pesquisador de inovação e liderança digital da Universidade de Brighton, no Reino Unido.