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Big Tech diz que vai recorrer e que tem ampla gama de medidas para proteger usuários em suas plataformas. Ocorrido afetou 29 milhões de contas do Facebook globalmente. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Reuters 17/12/2024 20h16 Postado em 19 de dezembro de 2024 às 07h00m #.*Post. - Nº.\ 5.026*.#
Meta, dona do Facebook. — Foto: JN
A Comissão Irlandesa de Proteção de Dados (DPC), principal órgão regulador de privacidade de dados da União Europeia, multou a Metaem 251 milhões de euros (R$ 1.6 bilhões) nesta terça-feira (17) por uma violação de segurança do Facebook em 2018 que afetou 29 milhões de usuários.
A empresa, que é dona do Instagram, Facebook e do WhatsApp, disse que recorrerá da decisão e que tem uma ampla gama de medidas em vigor para proteger os usuários em suas plataformas.
Em 2018, a Meta notificou a DPC dizendo que hackers exploraram uma vulnerabilidade no código do Facebook que afetava o recurso “Exibir como”, que permite que os usuários vejam como seu próprio perfil se parece quando visto por outra pessoa.
Isso levou a uma violação de dados pessoais, incluindo o nome completo dos usuários, detalhes de contato, localização, local de trabalho, data de nascimento, religião, sexo e dados pessoais de seus filhos, disse o DPC.
"Ao permitir a exposição não autorizada de informações de perfil, as vulnerabilidades por trás dessa violação causaram um grave risco de uso indevido desses dados", disse o vice-comissário da DPC, Graham Doyle, em comunicado.
A Meta corrigiu o problema logo após a descoberta, disse a DPC.
Das 29 milhões de contas do Facebook afetadas globalmente, cerca de 3 milhões estavam localizadas na União Europeia(UE) e no Espaço Econômico Europeu.
A DPC é o principal órgão regulador da UE justamente porque a maioria das principais empresas de Internet dos EUA tem sede na Irlanda.
Até o momento, aMeta foi multada em quase 3 bilhões de euros por violações de acordo com o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês). Esse valor incluiu uma multa recorde de 1,2 bilhão de euros em 2023, da qual aMeta está recorrendo.
O GDPR foi introduzido em 2018 e estipula regras sobre proteção de dados na União Europeia.
Autoridade abriu processo de fiscalização contra marcas que não indicaram encarregado por tratamento de dados e canal de comunicação. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Redação g1 13/12/2024 15h20 Atualizado há um dia Postado em 15 de dezembro de 2024 às 07h00m #.*Post. - Nº.\ 5.025*.#
ANPD diz que falta de canais de comunicação dificultam que titulares
exerçam direitos de acesso, correção e exclusão de dados — Foto: Jeswin
Thomas/Unsplash
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), vinculado ao
Ministério da Justiça e Segurança Pública, informou nesta sexta-feira
(13) que notificou 20 empresas de grande porte por não cumprirem regras
da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)(veja as empresas).
Segundo a ANPD, as marcas não indicaram o contato de encarregados pelos tratamentos de dados, uma exigência da LGPD.
O órgão também afirmou que as empresas não disponibilizaram canais de
comunicação adequados para atender aos titulares de dados. Isso
dificulta o exercício de direitos como acesso, correção e exclusão de
seus dados, afirmou a autoridade.
A ausência do encarregado e do canal de comunicação "compromete a
transparência no tratamento de informações pessoais", disse o
coordenador-geral de Fiscalização da ANPD, Fabricio Lopes. "Esse cenário
prejudica tanto os titulares quanto a atuação da ANPD, que depende
dessa interlocução para assegurar a conformidade com a LGPD", afirmou.
A ANPD afirmou que, se as irregularidades persistirem, as empresas
poderão sofrer processos administrativos e penalidades previstas da
LGPD, que incluem advertências e multas de até 2% do faturamento da
empresa, limitada a R$ 50 milhões por infração.
Confira a lista das 20 empresas notificadas:
BlueFit Academias de Ginastica e Participações S.A. (Bluefit)
X Brasil Internet Ltda.(X Corp./Twitter)O que dizem as empresas
O Hurb
afirmou que, "por questões legais, não comenta processos jurídicos e/ou
administrativos em andamento", mas disse que "está à disposição das
autoridades para prestar quaisquer esclarecimentos".
A Cacau Show
disse que a notificação da ANPD solicitou a comprovação do cumprimento
das normas associadas à LGPD. "Informamos que estamos em conformidade
com a legislação vigente e responderemos ao órgão responsável com todos
os detalhes necessários para confirmar nossa regularidade".
A Latam
afirmou que o contato de um encarregado pelo tratamento de dados, como
exigido pela LGPD, está informado na política de privacidade disponível
em seu site.
AEventim
declarou que atua em conformidade com a LGPD, utilizando o encarregado
pelo tratamento de dados e o canal de comunicação. A empresa disse ainda
que está reformulando a comunicação do site no Brasil, para que este
contato fique evidente para os usuários.
A Vivo
disse que a Telefônica Brasil cumpre a legislação vigente e mantém
"rígida política interna de privacidade de dados e transparência na
relação com seus clientes". A empresa afirmou que a política pode ser
consultada no site da companhia.
O QuintoAndarinformou
que a atual pessoa encarregada pelo tratamento de dados ocupa a função
desde abril de 2023, estando à frente das atividades de adequação à LGPD
durante o primeiro ano de vigência do ciclo de monitoramento. A empresa
disse ainda que aceita solicitações de usuários por meio de todos os
seus canais de atendimento e que tem um canal de comunicação específico
para demandas de titulares de dados.
ADellafirmou
que tem como premissa trabalhar em conformidade com as regulamentações
aplicáveis. A empresa disse que "está ciente da solicitação de
informações adicionais por parte do regulador e está trabalhando
ativamente para fornecer essas informações dentro do prazo solicitado".
A Serasadisse
que os itens solicitados pela ANPD estão disponíveis em seu site e que
isso será comunicado à autoridade. A empresa afirmou que "reforça o seu
compromisso contínuo com a privacidade e com a proteção dos dados
pessoais de seus clientes".
A Equatorial Goiás afirmou que seu encarregado pelo tratamento de dados foi ratificado em
30 de dezembro de 2022 pelo Grupo Equatorial, que assumiu a concessão e
já contava com o profissional desde 2 de setembro de 2020. A Equatorial
Goiás informou ainda que enviará uma resposta com as informações
solicitadas pela ANPD e disse que "mantém seu Programa de Privacidade
revisado anualmente e conta com Portal de LGPD, em que disponibiliza
canal de comunicação acessível aos titulares dos dados, além de aviso de
privacidade com as informações do Encarregado, do Canal e direitos dos
titulares".
O g1 procurou as outras empresas notificadas e aguarda posicionamento.
O Instituto Médico-Legal de San Francisco determinou que a causa da morte foi suicídio e a polícia não encontrou evidências de crime. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Alys Davies 15/12/2024 08h59 Atualizado há 2 horas Postado em 15 de dezembro de 2024 às 10h00m #.*Post. - Nº.\ 5.024*.#
Suchir Balaji — Foto: LinkedIn via BBC
Um pesquisador da OpenAI que virou delator foi encontrado morto em um
apartamento em San Francisco, nos Estados Unidos, disseram autoridades
locais.
O corpo de Suchir Balaji, de 26 anos, foi descoberto em 26 de novembro
depois que a polícia recebeu uma ligação pedindo que os policiais
verificassem se ele estava bem.
O Instituto Médico-Legal de San Francisco determinou que a causa da
morte foi suicídio e a polícia não encontrou evidências de crime.
Nos últimos meses, Balaji se manifestou publicamente contra as práticas da empresa de inteligência artificial OpenAI, dona do ChatGPT, que vem lutando contra uma série de processos judiciais relacionados às suas práticas de coleta de dados.
Open AI é a dona do ChatGPT — Foto: Getty Images via BBC
Em outubro, o New York Times publicou uma entrevista com Balaji na qual
ele alegou que a OpenAI havia violado a lei de direitos autorais dos
EUA ao desenvolver seu popular chatbot online ChatGPT.
O artigo dizia que, depois de trabalhar na empresa por quatro anos como
pesquisador, Balaji chegou à conclusão de que "o uso de dados
protegidos por direitos autorais pela OpenAI para construir o ChatGPT
violava a lei e que tecnologias como o ChatGPT estavam prejudicando a
internet".
A OpenAI diz que seus modelos são "treinados com dados disponíveis publicamente".
Balaji deixou a empresa em agosto e disse ao New York Times que desde então vinha trabalhando em projetos pessoais.
Ele cresceu em Cupertino, na Califórnia, antes de estudar ciência da computação na Universidade da Califórnia, em Berkeley.
Um porta-voz da OpenAI disse em uma declaração citada pela CNBC News
que estava "arrasado ao saber desta notícia incrivelmente triste e
nossos corações estão com os entes queridos de Suchir durante este
momento difícil".
Veículos de imprensa dos EUA e Canadá, incluindo o New York Times, e um
grupo de escritores de best-sellers, incluindo John Grisham (autor de
livros campeões de venda como Cartada Final, A Firma e Justiça a Qualquer Preço), entraram com ações judiciais alegando que a empresa estaria usando conteúdos ilegalmente para treinar seu software.
A OpenAI disse à BBC em novembro que seu software é "fundamentado no
uso justo e em princípios de direitos autorais internacionais
relacionados, que são justos para os criadores e apoiam a inovação".
*Caso
seja ou conheça alguém que apresente sinais de alerta relacionados ao
suicídio, ou caso você tenha perdido uma pessoa querida para o suicídio,
confira alguns locais para pedir ajuda:
- O Centro de Valorização da Vida (CVV), por meio dotelefone 188,
oferece atendimento gratuito 24h por dia; há também a opção de conversa
por chat, e-mail e busca por postos de atendimento ao redor do Brasil;
- Para jovens de 13 a 24 anos, a Unicef oferece também o chat Pode Falar;
- Em casos de emergência, outra recomendação de especialistas é ligar para os Bombeiros (telefone 193) ou para a Polícia Militar (telefone 190);
- Outra opção é ligar para o SAMU, pelo telefone 192;
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Na rede pública local, é possível buscar ajuda também nos Centros de
Atenção Psicossocial (Caps), em Unidades Básicas de Saúde (UBS) e
Unidades de Pronto Atendimento (UPA) 24h;
- Confira também o Mapa da Saúde Mental, que ajuda a encontrar atendimento em saúde mental gratuito em todo o Brasil.
-
Para aqueles que perderam alguém para o suicídio, a Associação
Brasileira dos Sobreviventes Enlutados por Suicídio (Abrases) oferece
assistência e grupos de apoio.
Fato ou Fake: notícias falsas usam nome de veículos de credibilidade como o g1