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domingo, 6 de julho de 2025

Geopolítica, minerais críticos e energia: a infraestrutura invisível que alimenta a IA

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Os data centers — a espinha dorsal da infraestrutura física que sustenta a Inteligência Artificial — demandam grandes volumes de minerais críticos, acirrando a disputa geopolítica entre Estados Unidos e China.
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TOPO
Por João Stacciarini, Ricardo Assis Gonçalves

Postado em 06 de Julho de 2.025 às 07h00m

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Data center — Foto: Freepik
Data center — Foto: Freepik

No dia 11 de junho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um acordo com a China que prevê a entrada de estudantes chineses em universidades norte-americanas em troca do fornecimento de minerais de terras raras.

A medida alinha-se às recentes pressões exercidas sobre a Ucrânia, país que Trump instou a assinar um acordo que garantiria aos EUA acesso preferencial a contratos de fornecimento de minerais críticos, especialmente terras raras.

A iniciativa, que visa reduzir a dependência mineral em relação à China, foi acompanhada de uma ameaça explícita: caso o acordo não fosse firmado, os Estados Unidos deixariam de apoiar a Ucrânia na guerra contra a Rússia.

Mas afinal, por que esses minerais despertam tanto interesse dos norte-americanos?

A resposta está no papel central que as terras raras – e outros minerais estratégicos – ocupam na infraestrutura física da inteligência artificial, além de suas inúmeras aplicações, inclusive militares.

Embora muitas vezes associada a conceitos abstratos comonuvem, big data”, “machine learning e virtualização – e, por isso, percebida como uma tecnologia imaterial, que opera exclusivamente na esfera digital –, a IA depende de uma estrutura física complexa e massiva.

Entre os principais elementos dessa base, destacam-se os data centers: instalações projetadas para abrigar milhares de equipamentos responsáveis pelo processamento e armazenamento de enormes volumes de dados.

Considerados a espinha dorsal das tecnologias digitais, os data centers somam cerca de 12 mil unidades em operação no mundo, sendo 992 classificadas como de hiperescala – ou seja, com mais de 10 mil pés quadrados (aproximadamente 929 m²).

Entretanto, alguns dos maiores complexos vão muito além, como o The Citadel Campus, localizado em Reno, Nevada (EUA), que ocupa cerca de 669 mil m².

A manufatura desse ecossistema – composto por servidores, redes, unidades de processamento, sistemas de armazenamento e refrigeração, fontes de energia, sensores e cabeamentos – exige uma ampla variedade de minerais e metais, em sua maioria extraídos em diferentes regiões do Sul Global.

Entre os mais relevantes estão gálio, germânio, silício metálico, tântalo, metais do grupo da platina, cobre, terras raras, prata e ouro, geralmente purificados em altos graus para atender às exigências eletrônicas, ópticas e magnéticas dos equipamentos.

Para se ter uma ideia, a produção de dispositivos eletrônicos avançados pode exigir de 50 e 350 vezes o peso final do produto em matérias-primas.

Essa demanda é agravada pelo curto ciclo de vida dos equipamentos – muitas vezes substituídos em apenas dois a cinco anos –, em razão da rápida obsolescência tecnológica.

O descarte frequente de hardware, além de representar riscos ambientais e à saúde devido à presença de materiais tóxicos, interrompe o reaproveitamento de metais valiosos, exigindo nova extração de recursos minerais e pressionando ainda mais os ecossistemas.

A crescente demanda por minerais críticos tem provocado tensões geopolíticas nos últimos anos, tornando-se um dos pilares da disputa por supremacia global entre Estados Unidos e China.

Atualmente, a China domina as etapas de extração e refino de vários materiais essenciais à IA – como antimônio, gálio, germânio e terras raras –, enquanto os Estados Unidos lideram a fase de manufatura, que envolve alta especialização, domínio tecnológico e propriedade intelectual.

Investimento em inteligência artificial traz desafios para a geração de energia
Investimento em inteligência artificial traz desafios para a geração de energia

China possui ampla hegemonia na produção de minerais críticos

Desde 2018, ambos os países têm adotado sanções, embargos e restrições envolvendo esses recursos estratégicos.

Em 2023, os EUA proibiram a venda de chips avançados à China e restringiram o envio de equipamentos para a produção de semicondutores – medidas intensificadas em outubro e culminando, em novembro de 2024, na suspensão completa da exportação de chips voltados à IA.

Como resposta, a China restringiu as exportações de minerais críticos, setor no qual possui ampla hegemonia.

Logo após tomar posse para seu segundo mandato, Donald Trump reuniu-se com executivos de grandes empresas de inteligência artificial para anunciar reformas legislativas e investimentos privados da ordem de US$ 500 bilhões destinados à infraestrutura do setor.

Na ocasião, um dos executivos presentes anunciou a construção de vinte novos data centers, com cerca de 46,5 mil m² cada.

Poucos dias depois, a até então pouco conhecida empresa chinesa DeepSeek lançou o DeepSeek-R1, um chatbot desenvolvido para competir com o norte-americano ChatGPT, da OpenAI.

Apesar das restrições impostas pelos EUA ao acesso chinês a chips avançados, o modelo foi viabilizado a baixo custo e com desempenho competitivo, o que provocou perdas de aproximadamente US$ 1 trilhão no valor de mercado das empresas americanas.

DeepSeek, ChatGPT e Gemini: qual é a melhor inteligência artificial?
DeepSeek, ChatGPT e Gemini: qual é a melhor inteligência artificial?

Conjuntos de episódios que reforçam o papel estratégico da IA e dos minerais críticos na geopolítica contemporânea.

Outro aspecto frequentemente subestimado é o elevado consumo energético associado à inteligência artificial.

Devido a características intrínsecas – como o uso de redes neurais complexas e a movimentação de vastos conjuntos de dados entre milhares de componentes físicos –, as aplicações de IA consomem muito mais eletricidade do que serviços digitais convencionais, como o envio de e-mails ou buscas na internet.

Uma simples interação com o ChatGPT pode demandar até dez vezes mais energia do que uma pesquisa no Google. Tecnologias voltadas à geração de imagens e vídeos exigem ainda mais.

Segundo a Agência Internacional de Energia, data centers, criptomoedas e IA consumiram aproximadamente 460 TWh de eletricidade em 2022 – o equivalente a 2% do consumo global.

A projeção para 2026 varia entre 620 e 1.050 TWh. Nos Estados Unidos – país com o maior número de data centers – essas estruturas já são responsáveis por cerca de 4% da demanda elétrica nacional. Estima-se que esse percentual suba para 6% em 2026 e alcance 9,1% até 2030.

Uma investigação da Bloomberg revelou que a crescente demanda energética dos data centers já supera a oferta em diversas regiões do planeta, provocando sobrecargas nas redes elétricas, riscos de apagões e aumento nas tarifas de energia – o que tem gerado apreensão em comunidades locais.

Grandes empresas investem em fontes renováveis

Para atender à crescente demanda energética de suas infraestruturas, grandes empresas de tecnologia têm investido em fontes renováveis, como solar e eólica, alinhando seus compromissos às exigências de sustentabilidade de consumidores e investidores.

A Amazon, por exemplo, afirma manter cerca de 500 projetos globais; o Google firmou mais de 115 contratos de energia limpa entre 2010 e 2023; e a Microsoft assinou um dos maiores contratos corporativos do setor, estimado em US$ 17 bilhões.

No entanto, essas fontes também dependem fortemente de minerais críticos, devido à menor densidade energética, à vida útil reduzida e às dificuldades de reciclagem.

Uma usina eólica terrestre pode exigir até nove vezes mais minerais do que uma usina a gás, e projetos offshore, até quinze vezes mais.

O mesmo ocorre com os painéis solares, cuja produção requer uma variedade de minerais estratégicos. Para ilustrar, atender à demanda prevista de 35 GW dos data centers dos EUA até 2030 exigiria cerca de 50 milhões de painéis solares – evidenciando a intensificação da pressão sobre a extração mineral.

Esse panorama revela que a expansão da inteligência artificial impõe desafios que transcendem o campo da inovação tecnológica, envolvendo dimensões ambientais, sociais, econômicas e geopolíticas.

Compreender essas inter-relações é fundamental para que cientistas, sociedade civil, tomadores de decisão, empresas e países consigam avaliar com mais precisão os custos e implicações associados, além de promoverem caminhos e estratégias que enfrentem tais desafios, especialmente se a tendência de expansão acelerada da inteligência artificial persistir.

João Stacciarini recebe financiamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Ricardo Assis Gonçalves recebe financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PrP) da Universidade Estadual de Goiás (UEG).

Por que a nova IA do Google virou a queridinha dos vídeos bizarros e bobos no TikTok
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sexta-feira, 4 de julho de 2025

Horário, foco em bitcoin, insistência: as pistas que ajudaram a revelar ataque contra empresa que liga bancos ao PIX

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Não há confirmação oficial sobre os valores roubados no golpe milionário, mas fontes da TV Globo estimam que a quantia pode chegar a R$ 800 milhões.
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Por Victor Hugo Silva, g1

Postado em 04 de Julho de 2.025 às 08h00m

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O que se sabe sobre ataque hacker contra empresa que interliga bancos ao PIX
O que se sabe sobre ataque hacker contra empresa que interliga bancos ao PIX

Horário, altos valores e insistentes tentativas de compras de bitcoins despertaram a desconfiança de uma startup de criptomoedas na madrugada da última segunda-feira (30).

Naquele instante, a decisão foi bloquear novas movimentações das contas envolvidas e acionar instituições financeiras.

Dois dias depois, entendeu-se que aquelas operações suspeitas com criptomoedas eram o desfecho de um golpe milionário e histórico contra o mercado financeiro, iniciado com um ataque hacker a uma empresa que liga bancos e fintechs a sistemas de pagamentos.

🔎 O alvo do ataque não foi o Banco Central ou o PIX, em si, mas a C&M Software. Ela é uma das empresas de tecnologia que fazem a "ponte" entre instituições financeiras menores e os sistemas do BC, para a realização de operações como o PIX.

A C&M disse que ao menos seis de seus clientes foram afetados; nem todos tiveram os nomes revelados. Também não foi divulgado o montante roubado, mas fontes da TV Globo estimam que a quantia pode chegar a R$ 800 milhões.

Nesta sexta-feira (4), um funcionário da C&M foi preso, suspeito de ceder acessos para que os criminosos invadissem o sistema da empresa.

Segundo especialistas, os criminosos provavelmente tentaram converter ao menos parte do montante roubado em criptomoedas. Isso seria uma tentativa de fazer com que a quantia não pudesse ser devolvida para os bancos.

Uma das startups procuradas para compra de criptomoedas seria a SmartPay, de Santa Catarina.

A startup começou a suspeitar quando, na madrugada de segunda-feira, uma conta recém-criada movimentou R$ 6 milhões, via PIX, e tentou comprar esse valor em bitcoins.

O PIX de R$ 6 milhões que chamou a atenção da SmartPay partiu do sistema da BMP, uma fintech que fornece infraestrutura para plataformas bancárias digitais. Ela é cliente da C&M e e admitiu ter sido uma das prejudicadas no ataque hacker.

O valor expressivo fez os alertas automáticos da SmartPay serem acionados e notados por funcionários que monitoram as transações. Eles perceberam que a quantidade de movimentações de novas contas estava bem acima do normal para as madrugadas.

"Foi uma somatória da quantidade de novos usuários na plataforma durante aquele horário com os valores que estavam sendo transferidos", relatou ao g1 Rocelo Lopes, CEO da SmartPay.

Também houve muitos pedidos de transferência em um intervalo curto, de cerca de duas horas.

Outro ponto de atenção foi que parte dos pedidos de compra de criptomoeda foi feita em contas de clientes antigos da SmartPay, que já tinham recebido um "sinal amarelo" nos sistemas da startup por comportamentos suspeitos no passado.

Além disso, naquele dia, esses clientes estavam comprando bitcoins, apesar de terem o costume de negociar outra criptomoeda, a chamada "tether" ou USDT.

🤔 Tether ou USDT é a terceira criptomoeda mais usada no mundo, segundo a CoinMarketCap, plataforma que monitora esse mercado. A Tether é administrada por uma empresa de mesmo nome, que pode bloquear transações suspeitas, o que não acontece com o bitcoin, por exemplo.

Ataque exige melhorias, diz startup

Para Rocelo, o ataque deverá forçar o Banco Central a cobrar melhorias por parte de empresas como a C&M Software, enquadrada como um Provedor de Serviços de Tecnologia da Informação (PSTI).

Um PSTI ajuda instituições financeiras a se integrarem a sistemas de pagamento, como o PIX. Além da C&M, oito empresas estão homologadas no país para fazerem este papel.

Na avaliação do chefe da SmartPay, elas deveriam adotar mais validações contra movimentações atípicas.

"O Banco Central se preocupou em falar para o banco bloquear uma transação às 2h da manhã, por exemplo. Mas se esqueceu que, depois do banco, tem todo um sistema de compensação financeira. Limitou o cliente, e não a instituição, aí foi onde deu o problema", afirmou.

Polícia Civil prende em SP suspeito de ataque hacker ao sistema que liga bancos ao PIX
Polícia Civil prende em SP suspeito de ataque hacker ao sistema que liga bancos ao PIX

A C&M disse que os criminosos usaram credenciais de clientes de forma indevida para acessar seus sistemas e serviços de forma fraudulenta. Senhas são um exemplo de credencial.

De acordo com a polícia, o funcionário da empresa que foi preso nesta sexta, em São Paulo, afirmou que vendeu por R$ 15 mil sua senha de acesso ao sistema da empresa.

Ele contou que, em março deste ano, foi abordado na saída de um bar por um homem que já sabia que ele trabalhava numa companhia de sistemas de pagamentos.

Uma semana depois, a pessoa fez um novo contato, por telefone, dizendo que queria conhecer o sistema da C&M, e ofereceu R$ 5 mil pelo acesso.

Cerca de 15 dias depois, o mesmo criminoso fez um segundo contato, agora oferecendo outros R$ 10 mil para que o funcionário executasse comandos dentro da plataforma da C&M. Esses comandos foram executados dentro do sistema, no mês de maio.

Ao todo, o funcionário da C&M disse que teve contato com quatro hackers diferentes, que sempre utilizavam um novo número de celular.

Depois de o ataque vir a público, na última quarta-feira (2), o BC determinou o desligamento do acesso de instituições financeiras afetadas às infraestruturas da C&M.

Na quinta, a medida foi substituída por uma suspensão parcial, permitindo transferências em dias úteis entre 6h30 e 18h30.

A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar o ocorrido. E a Polícia Civil de São Paulo também iniciou uma investigação, com objetivo de "identificar os responsáveis pelo crime, bem como rastrear os valores subtraídos".

Entenda como foi o ataque hacker que tirou milhões do sistema financeiro — Foto: Kayan Albertin, Dhara Assis e Thalita Santos/g1
Entenda como foi o ataque hacker que tirou milhões do sistema financeiro — Foto: Kayan Albertin, Dhara Assis e Thalita Santos/g1

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quinta-feira, 3 de julho de 2025

Como identificar e-mails falsos para não cair em golpes

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Jornal Nacional revelou que golpistas estão usando plataforma de anúncios do Google para aumentar o alcance e roubar dados
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Por Redação g1

Postado em 03 de Julho de 2.025 às 16h00m

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Golpistas pagam ao Google pelo disparo de e-mails patrocinados com armadilhas para fraudes
Golpistas pagam ao Google pelo disparo de e-mails patrocinados com armadilhas para fraudes

Golpistas estão usando ferramentas de anúncios para dispararem e-mails com phishing, um tipo de golpe que simula avisos encaminhados por empresas. A intenção é roubar dados de usuários.

O Jornal Nacional revelou a nova tática de golpe, que consiste em pagar ao Google em sua plataforma de anúncios para que envie os e-mails falsos.

Phishing não é uma novidade, mas o disparo feito como conteúdo patrocinado demonstra mais um avanço na tática dos golpistas.

A palavra faz um trocadilho com a palavra "fishing" ("pesca", traduzida do inglês). O golpe consiste em jogar uma isca (um e-mail fraudulento, por exemplo) esperando que as vítimas "mordam" (cliquem no link).

Golpistas pagam ao Google pelo disparo de e-mails patrocinados com armadilhas para fraudes — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
Golpistas pagam ao Google pelo disparo de e-mails patrocinados com armadilhas para fraudes — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Como se proteger?

Há alguns indícios que apontam se uma mensagem é falsa e podem te ajudar a não cair em um golpe.

Veja abaixo alguns elementos presentes neste tipo de fraude:

  1. 🌎 Observe o endereço (URL) do site.Portais on-line de empresas brasileiras geralmente terminam em ".com.br". Algumas, porém, podem ter apenas ".com", mas ainda vale observar para ver se não tem algo estranho nessa URL;
  2. 📣 Os golpistas tentam trazer um senso de urgência ao dizer que um prazo está prestes a vencer ou que alguma mercadoria vai ser perdida caso não haja resposta, induzindo a vítima a clicar no link e seguir as instruções;
  3. ✍️ Texto não segue padrão de mensagens oficiais, ficando, às vezes, sem acentuação e pontuação corretas;
  4. Também podem haver imagens sem resolução, arquivos que acabam com extensões em formatos de programas executáveis como .exe;
  5. 🌎 O link usado pelos criminosos é diferente dos oficiais;
  6. 🛑 Se você receber um alerta do seu navegador ao acessar um link, feche a aba e não prossiga. Caso o alerta ofereça algum download, tome cuidado: ele pode ser falso. Alertas verdadeiros não pedem que você faça downloads, instale extensões ou abra outros links.
Quais são os temas mais usados em fraudes?

Os criminosos estão sempre utilizando novos temas em fraudes on-line. Logo, não adianta se basear apenas nos golpes que já foram realizados. Porém, para que se possa ter uma ideia, esses são alguns dos temas usados:

PENDÊNCIAS

  • Contas em atraso e pagamentos pendentes;
  • Boletos;
  • Inclusão do nome em serviço de proteção ao crédito;
  • Necessidade de atualização de cadastro;
  • Cancelamento serviço (e-mail, redes sociais e muitos outros) ou bloqueio de conta bancária;
  • Convocação para investigação policial, processo judicial ou semelhante;
VANTAGENS

  • Promoções falsas, incluindo produtos, serviços de internet, serviços financeiros, etc.;
  • Encomendas, produtos e presentes que não puderam ser entregues;
  • Admiradores secretos, confissões de amor;
ESCÂNDALOS

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