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sábado, 27 de dezembro de 2025

China propõe regras para ferramentas de inteligência artificial que simulam humanos

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Governo divulgou neste sábado, para consulta pública, conjunto de sugestões de normas para reforçar supervisão de serviços de IA.
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TOPO
Por Ryan Woo, Liangping Gao

Postado em 27 de Dezembro de 2.025 às 15h45m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
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China divulgou um conjunto de regras para reforçar a supervisão de IA projetadas para simular personalidades humanas  — Foto: Foto/ TJGO
China divulgou um conjunto de regras para reforçar a supervisão de IA projetadas para simular personalidades humanas — Foto: Foto/ TJGO

O órgão regulador cibernético da China divulgou neste sábado (26), para consulta pública, um conjunto de sugestões de regras para reforçar a supervisão a serviços de inteligência artificial (IA) projetados para simular personalidades humanas e envolver os usuários em interações emocionais.

A medida ressalta o esforço do governo local para lidar com a rápida implantação da IA voltada ao consumidor, fortalecendo os requisitos éticos e de segurança.

As regras propostas se aplicariam a produtos e serviços de IA oferecidos ao público na China que apresentam traços simulados de personalidade humana, padrões de pensamento e estilos de comunicação. Eles interagem com os usuários emocionalmente por meio de texto, imagens, áudio, vídeo ou outros meios.

A minuta estabelece uma abordagem regulatória exigindo que os provedores alertem os usuários contra o uso excessivo e intervenham quando os usuários mostrarem sinais de dependência.

De acordo com a proposta, os provedores de serviços seriam obrigados a assumir responsabilidades de segurança durante todo o ciclo de vida do produto e estabelecer sistemas para revisão de algoritmos, segurança de dados e proteção de informações pessoais.

A minuta também visa os possíveis riscos psicológicos. Espera-se que os provedores identifiquem os estados dos usuários e avaliem suas emoções e seu nível de dependência do serviço. Se os usuários apresentarem emoções extremas ou comportamento viciante, os provedores deverão tomar medidas necessárias para intervir, segundo o documento.

As medidas estabelecem limites para conteúdo e conduta, afirmando que os serviços não devem gerar conteúdo que ponha em risco a segurança nacional, espalhe rumores ou promova a violência ou a obscenidade.

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segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Spotify afirma que hackers invadiram seu catálogo de músicas; usuários não foram afetados

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Cerca de 86 milhões de músicas foram copiadas pelos piratas; Spotify diz que contas dos invasores foram removidas.
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TOPO
Por France Presse

Postado em 22 de Dezembro de 2.025 às 22h45m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
. #.*     Post. - Nº.\  5.307     *.# .

O Spotify anunciou nesta segunda (22) que desativou as contas de um grupo de hackers ativistas que alegavam ter "copiado" milhões de arquivos de música e metadados do serviço de streaming.

O grupo Anna's Archives afirmou em uma publicação de blog que copiou 86 milhões de músicas do Spotify e os metadados de 256 milhões de músicas - um processo conhecido como "scraping" - para criar um "arquivo de conservação" aberto para músicas.

O Anna's Archives alegou que os 86 milhões de arquivos de música representavam mais de 99,6% das reproduções do Spotify, enquanto as cópias de metadados representavam 99,9% de todas as músicas da plataforma.

A violação, que não afeta os usuários do Spotify, significa que, em teoria, qualquer pessoa poderia usar as informações para criar seu próprio arquivo de música gratuito, embora, na prática, seriam rapidamente processadas pelos detentores dos direitos autorais.

"O Spotify identificou e desativou as contas de usuários maliciosos envolvidos no scraping ilegal", disse a empresa em um comunicado enviado à AFP.

"Implementamos novas medidas de segurança para combater esses tipos de ataques de violação de direitos autorais e estamos monitorando ativamente qualquer atividade suspeita", afirmou a empresa.

"Desde o primeiro dia, apoiamos a comunidade artística na luta contra a pirataria e estamos trabalhando ativamente com nossos parceiros do setor para proteger os criadores e defender seus direitos", acrescentou o Spotify.

Os melhores álbuns de 2025 (com notas)
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