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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Cargo com maior crescimento previsto para 2026 paga de R$ 8 mil a R$ 30 mil; veja ranking

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Lista organizada pelo LinkedIn reúne as 25 profissões com maior potencial para o ano, com destaque para cargos ligados à tecnologia.
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Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Postado em 08 de Janeiro de 2.026 às 06h00m
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Os empregos que mais devem crescer em 2026, segundo o ranking do LinkedIn
Os empregos que mais devem crescer em 2026, segundo o ranking do LinkedIn

As profissões que mais devem crescer no Brasil em 2026 têm algo em comum: muitas estão ligadas à tecnologia. É o que aponta o novo ranking anual do LinkedIn, que reúne os cargos com crescimento mais acelerado no país.

Entre os 25 cargos listados, mais da metade envolve o uso intensivo de ferramentas tecnológicas, engenharia ou análise de dados, o que reflete um mercado de trabalho cada vez mais orientado por informação e automação. (veja o ranking abaixo)

Nesse cenário, um cargo se destaca: o de engenheiro de inteligência artificial, que lidera a lista.

  • 📎 A primeira colocação inclui também cargos relacionados, como engenheiro(a) de machine learning, engenheiro(a) de IA generativa e desenvolvedor(a) de IA. Apesar das diferenças nos nomes, essas funções compartilham uma base semelhante e atendem à mesma demanda.

Nos últimos anos, a popularização de soluções baseadas em IA acelerou a adoção da tecnologia por empresas de diferentes setores. O que antes aparecia como teste ou projeto piloto passou a integrar a operação diária.

O engenheiro de inteligência artificial desenvolve e mantém sistemas que utilizam IA em tarefas como análise de grandes volumes de dados, reconhecimento de padrões e previsões. Mais do que criar modelos, atua como elo entre a tecnologia e as necessidades práticas do negócio.

  • 💰 A média salarial de um engenheiro de inteligência artificial no Brasil gira em torno de R$ 8 mil, segundo dados do site Glassdoor. Ainda assim, há vagas que oferecem salários de até R$ 32 mil, especialmente para profissionais mais experientes ou envolvidos em projetos estratégicos.

As estimativas do Glassdoor têm como base salários informados de forma sigilosa por profissionais com esse cargo no Brasil até janeiro de 2026. Na prática, o valor final varia conforme o nível de senioridade, o setor da empresa e a complexidade das soluções desenvolvidas.

O avanço da carreira também aparece nos números. Dados exclusivos do LinkedIn repassados ao g1 mostram que a quantidade de profissionais com o cargo de engenheiro de inteligência artificial cresceu 48% na comparação anual no período analisado pela pesquisa.

Cargos diretamente ligados à tecnologia têm ganhado protagonismo porque atendem a uma demanda crescente por eficiência, automação e controle de risco, diz Guilherme Odri, editor-chefe do LinkedIn Notícias Brasil.

Segundo ele, a inteligência artificial deixou de ser exclusiva de áreas técnicas e passou a integrar o cotidiano de diferentes profissões. Mais do que dominar ferramentas específicas, espera-se que os profissionais saibam integrar essas tecnologias ao trabalho, avaliando impactos, ganhando produtividade e criando soluções inovadoras.

Odri conclui que esse cenário também impõe um desafio relevante: ampliar o acesso à qualificação em IA e garantir que a transformação tecnológica seja acompanhada de inclusão e desenvolvimento profissional em larga escala.

➡️ Abaixo, confira o ranking completo:

  1. Engenheiro(a) de Inteligência Artificial
  2. Auxiliar de Enfermagem
  3. Planejador(a) Financeiro(a)
  4. Consultor(a) Regulatório(a)
  5. Geofísico(a)
  6. Engenheiro(a) de Segurança de Processo
  7. Gerente de Sucesso do Cliente
  8. Cientista Agrícola
  9. Analista de Investimentos
  10. Engenheiro(a) de Confiabilidade
  11. Especialista em Dados
  12. Técnico(a) em Microbiologia
  13. Coordenador(a) de Pesquisa Clínica
  14. Gerente de Relações
  15. Gerente de Desenvolvimento de Negócios
  16. Líder de Produção
  17. Auditor(a) Interno(a)
  18. Gerente de Logística
  19. Recrutador(a)
  20. Gerente de Instalações (Facilities)
Onde estão as vagas?

A pesquisa do LinkedIn aponta que as cidades com o maior número de vagas para engenheiros de IA são São Paulo, Florianópolis e Recife, polos que reúnem empresas de tecnologia, centros de inovação e oferta de mão de obra qualificada.

Mas o caminho até o cargo costuma ser gradual. Antes de assumir a função, os profissionais geralmente passaram por áreas como engenharia de software, ciência de dados ou engenharia de dados. O tempo médio de experiência antes da contratação é de 3,6 anos, segundo o LinkedIn.

Outro fator que pesa na atratividade da carreira é a flexibilidade. Do total de vagas, 63,55% são remotas, enquanto 13,55% funcionam em modelo híbrido, ampliando as possibilidades para profissionais fora dos grandes centros.

  • 🔎 O levantamento também mostra que o avanço do trabalho remoto e híbrido ocorre de forma desigual. Ele é mais comum em cargos de tecnologia, dados, marketing e planejamento, enquanto funções industriais, laboratoriais e operacionais seguem majoritariamente presenciais.

Apesar da expansão, o avanço da IA também evidencia desafios como a baixa participação feminina. Em 2025, apenas 10,58% das contratações para o cargo de engenheiro de IA foram de mulheres, ante 89,42% de homens.

O dado aponta para questões estruturais, relacionadas ao acesso à formação técnica e à permanência de mulheres em carreiras tecnológicas ao longo do tempo.

Além da IA, aparecem em alta cargos ligados à análise de dados, confiabilidade, segurança de processos e eficiência energética — funções que dão suporte a decisões mais precisas e à redução de riscos nas empresas.

Outros setores

Mesmo com a tecnologia no centro das transformações, o ranking não se limita a esse universo. A área da saúde aparece com força, impulsionada pelo envelhecimento da população, pela ampliação dos serviços de diagnóstico e pelo avanço das pesquisas clínicas no Brasil.

Já nas áreas de finanças e gestão, ganham destaque cargos voltados ao planejamento, à análise de cenários e ao apoio a decisões de longo prazo — sinal de que as empresas também buscam profissionais capazes de organizar recursos e atuar em ambientes econômicos mais instáveis.

Como o ranking foi elaborado

A lista Empregos em alta foi elaborada a partir de dados do Gráfico Econômico do LinkedIn, que analisou milhões de vagas ocupadas por usuários da plataforma entre 1º de janeiro de 2023 e 31 de julho de 2025.

Para entrar no ranking, os cargos precisaram apresentar crescimento consistente na base de usuários, volume relevante de vagas anunciadas no último ano e avanço significativo até 2025.

Estágios, trabalhos temporários e funções concentradas em poucas empresas foram excluídos da análise. Funções semelhantes, com diferentes níveis de senioridade, foram agrupadas.

Ranking anual do LinkedIn reúne os cargos com avanço mais acelerado no país — Foto: Freepik
Ranking anual do LinkedIn reúne os cargos com avanço mais acelerado no país — Foto: Freepik

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Crise dos chips: impacto no preço de celulares e produtos é inevitável, diz Samsung

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Essencial para os eletrônicos, memória RAM está em falta no mercado. Fabricantes de chips priorizam componentes para IA, reduzindo a oferta para smartphones, notebooks e outros dispositivos.
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Por Darlan Helder, g1 — São Paulo

Postado em 05 de Janeiro de 2.026 às 18h25m
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O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
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Crise da memória RAM pode deixar celulares, notebooks e até carros mais caros no Brasil
Crise da memória RAM pode deixar celulares, notebooks e até carros mais caros no Brasil

Celulares, TVs e outros produtos eletrônicos podem ficar mais caros por causa da crise global de chips de memória RAM, afirmou TM Roh, CEO da Samsung.

Essencial para o funcionamento desses dispositivos, a memória RAM está em falta no mercado, o que tem elevado os custos de produção.

Especialistas ouvidos pelo g1 já haviam alertado, em dezembro, que celulares e outros eletrônicos podem ficar mais caros em 2026 por causa desse cenário.

"Como esta situação é sem precedentes, nenhuma empresa está imune ao seu impacto", disse Roh em entrevista à agência Reuters.

Na entrevista, o executivo não descartou o aumento dos preços de produtos como telefones celulares, TVs e eletrodomésticos e afirmou ser "inevitável" que eles sofram algum impacto.

Ao mesmo tempo, Roh afirmou que a Samsung, maior fabricante de TVs do mundo, trabalha em estratégias de longo prazo com parceiros para reduzir os efeitos da crise.

Samsung Galaxy S25 FE, lançado em 2025 — Foto: Darlan Helder/g1
Samsung Galaxy S25 FE, lançado em 2025 — Foto: Darlan Helder/g1

🤔 O que é a memória RAM

A memória RAM, sigla para Random Access Memory, armazena temporariamente os dados que o dispositivo está usando naquele momento.

Ao abrir um aplicativo ou jogo, as informações necessárias para seu funcionamento ficam na RAM. Quando o aparelho é desligado, esses dados são apagados, o que faz da RAM uma memória de curto prazo.

A memória RAM é medida em Megabytes (MB) ou em Gigabytes (GB). Quanto maior a quantidade, melhor tende a ser o desempenho. Um celular com 12 GB de RAM, por exemplo, consegue executar mais tarefas ao mesmo tempo do que um com 3 GB.

Embora seja mais associada a celulares e computadores, a memória RAM também está presente em outros dispositivos do dia a dia, como:

  • 🤳 smart TVs;
  • 📱 tablets;
  • 🎮 consoles de videogames;
  • ⌚ relógios inteligentes;
  • 🧹 aspiradores robô;
  • 🚗 carros;
  • 🖨️ impressoras.
Mercado concentrado em IA

O avanço da inteligência artificial está no centro dessa crise. Fabricantes passaram a direcionar investimentos e produção para chips mais avançados,usados em data centers de IA, reduzindo a oferta de memórias tradicionais.

Segundo Paulo Vizaco, diretor da Kingston no Brasil, os investimentos pesados em chips de inteligência artificial e grandes data centers reduziram a disponibilidade de componentes para a fabricação de memória RAM.

Vizaco afirma que as fabricantes passaram a priorizar memórias mais avançadas, usadas em data centers de IA, por serem mais lucrativas. Como resultado, a produção de modelos mais antigos caiu e os estoques diminuíram.

Preço maior ou memória menor

Com menos unidades disponíveis, a escassez dos chips pode gerar dois efeitos principais, segundo especialistas:

  1. 👎levar empresas a vender produtos com menos memória do que o ideal;
  2. 💰 encarecer dispositivos, como citado no início da reportagem.

O g1 pesquisou o preço de uma memória RAM DDR4 de 16 GB da linha Corsair Vengeance RGB Pro. Na plataforma de comparação de preços Zoom, o produto custava R$ 650 em 10 de novembro. A partir de 2 de dezembro, o valor passou a R$ 1.599, uma alta de cerca de 146%.

Valor de memória RAM passou de R$ 650 para R$ 1.590 em poucas semanas. — Foto: Reprodução/Zoom
Valor de memória RAM passou de R$ 650 para R$ 1.590 em poucas semanas. — Foto: Reprodução/Zoom

No Brasil, o impacto pode ser ainda maior por causa de fatores como câmbio, impostos e custos logísticos, segundo Márcio Andrey Teixeira, professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) e membro do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE).

Vizaco afirma ainda que consumidores podem começar a ver celulares com configurações mais simples sendo vendidos pelo mesmo preço de antes.

Em evento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), no início de dezembro, Mauricio Helfer, diretor da Dell no Brasil e que faz parte da entidade, afirmou que "setores como o de tecnologia e o automotivo correm o risco de sentir esses impactos, especialmente a partir de 2026".

"No passado, a escassez era pontual e ligada a problemas de produção em fábricas, agora temos um novo cenário devido à IA", completa Mauricio.

Cenário incerto

Segundo os especialistas ouvidos pelo g1, a crise pode se estender por alguns anos.

Paulo Vizaco, da Kingston, afirma que o cenário ainda é incerto. "Tudo é muito novo [o crescimento rápido da IA e o aumento da demanda]. Será preciso acompanhar o mercado com atenção", diz.

"Os preços já subiram nas últimas semanas. No médio prazo, precisaremos acompanhar o comportamento do mercado para entender o que irá acontecer. Na Kingston, nosso planejamento de longo prazo atua justamente para minimizar esses problemas e manter o abastecimento no Brasil o mais estável possível durante esse período", diz Vizaco.

A SK Hynix, fabricante sul-coreana de chips, afirmou a analistas que a escassez de memória pode durar até o fim de 2027, segundo a Reuters.

Ainda de acordo com a agência, um executivo do setor disse que o problema deve atrasar futuros projetos de data centers.

Memória RAM é uma características responsáveis por aumentar a velocidade do computador. — Foto: Michal A. Valasek/FreeImages
Memória RAM é uma características responsáveis por aumentar a velocidade do computador. — Foto: Michal A. Valasek/FreeImages


Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas
Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas

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sábado, 3 de janeiro de 2026

'Fazer muita coisa ao mesmo tempo é uma grande falácia': neurocientista explica efeitos de ser 'multitarefa'

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Neurocirurgião e professor da USP, Fernando Gomes falou em entrevista ao podcast O Assunto como o modo "fazer tudo ao mesmo tempo" pode causar sérios danos ao cérebro e ao corpo humano.
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Por g1 — São Paulo

Postado em 03 de Janeiro de 2.026 às 05h15m
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"Fazer muita coisa ao mesmo tempo é uma grande falácia". A afirmação é do neurocientista Fernando Gomes, entrevistado de Natuza Nery no episódio do podcast O Assunto da sexta-feira (2).

Na conversa, Fernando explicou quais as consequências para o cérebro humano, e para o corpo, de se ter uma rotina "multitarefa". (OUÇA A ENTREVISTA COMPLETA NO PLAYER ACIMA)

Neurocientista e neurocirurgião, Fernando é professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Ele diz que o cérebro humano tem a habilidade de fazer até nove itens "abertos ao mesmo tempo", mas explica: "quando você faz mais de uma coisa ao mesmo tempo, o produto final nem sempre é o melhor do que quando você faz uma tarefa por vez".

Ele exemplifica o que acontece quando uma pessoa "pula" de uma tarefa para outra, mudando rapidamente seu foco de atenção:

"Existe o um gasto metabólico muito grande. Você precisa de oxigênio, você precisa de glicose. E todo o fluxo sanguíneo cerebral terá que ser mudado conforme você permite que a sua atenção passe a funcionar não de uma forma concentrada e sustentada em uma só tarefa, mas em duas", diz.

Fernando resume as consequências desse processo: "Isso cansa. Leva o cérebro a um processo de exaustão."

Segundo ele, estimular o cérebro o tempo todo - navegando durante horas em redes sociais, por exemplo - afeta a memória a longo prazo e pode impactar também no aprendizado.

Na conversa, o professor cita também um estudo publicado pela Universidade Stanford em 2009.

"Esse estudo mostra que, apesar de conseguirmos realizar mais de uma coisa ao mesmo tempo, a pessoa que faz muitas coisas ao mesmo tempo tende a apresentar problemas relacionados com atenção seletiva e também com processo de memorização", lembra.

Fernando fala que fazer várias coisas ao mesmo tempo aumenta o "grau de alerta" do cérebro, impactando o funcionamento deste que é o principal órgão do nosso sistema nervoso.

Segundo ele, este processo leva ao acionamento do eixo hipotálamo e da hipófise adrenal, jogando mais adrenalina no organismo. "O que faz com que a pessoa fique com aquela percepção de maior atenção que a longo prazo se transforma numa liberação crônica e mais elevada do cortisol", diz. O cortisol é conhecido como "hormônio do estresse".

"A gente acha que fazer muita coisa ao mesmo tempo é um sinal de heroísmo. E, na verdade, a gente está subutilizando o nosso cérebro. E estamos nos ajoelhando a um elemento externo que nos cobra algo que só a gente mesmo pode falar: 'não!'". 
A importância do sono e de fazer "faxina mental"

Na conversa com Natuza, Fernando destaca também a importância do sono e de fazer uma "faxina mental".

"É preciso entender que há um pilar da saúde: o sono. O período do sono é um período mágico para o cérebro", diz.

O professor explica que, mesmo neste momento, o cérebro segue funcionando.

"Durante o período do sono, as experiências do dia anterior são organizadas no hipocampo e nos circuitos neurais. Durante o sono, o sistema glinfático, que basicamente faz a limpeza do tecido cerebral, entra em ação com mais vigor, levando neurotoxinas e produtos do metabolismo para fora da caixa craniana. Então, primeira coisa, entender que o sono é sagrado."

"É como se a gente pudesse descarregar toda a entrada que tivemos de dado e de informações", diz, sobre a importância de ter momentos de tédio e de "faxina mental", sem estímulos.

A epidemia do cérebro sobrecarregado
A epidemia do cérebro sobrecarregado

O que você precisa saber:

O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Amanda Polato, Sarah Resende, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Carlos Catelan. Apresentação: Natuza Nery.

O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

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