Total de visualizações de página

terça-feira, 4 de julho de 2017

Contratos da telefonia fixa serão mantidos até Lei Geral ser aprovada


Tissiane Vicentin, 
2017/06/29, 18:00 
Postado em 04 de julho de 2017 às 21h30m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Os contratos de concessão da telefonia fixa serão mantidos nos termos da última revisão, ocorrida em 2011, até a aprovação da nova Lei Geral das Telecomunicações, em tramitação no Congresso Nacional. O prazo para a nova revisão se encerra dia 30.

Vamos esperar e trabalhar para aprovação, disse o secretário de Telecomunicações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), André Borges, nesta quinta-feira (29), durante anúncio oficial.

Ainda de acordo com o secretário, não há, no momento, condições jurídicas para a revisão do Plano Geral de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado Prestado no Regime Público (PGMU).

Nossa confiança é de que haverá o contexto necessário para que esse projeto [PLC 79/2016] seja, finalmente, aprovado, acrescentou.
Segundo ele, com a aprovação do projeto de lei, o setor privado será incentivado a realizar investimentos na infraestrutura de banda larga, transferindo recursos hoje destinados à telefonia fixa. 

Ele lembrou que a Lei Geral de Telecomunicações foi aprovada em 1997, período em que era predominante o uso da telefonia fixa no País, o que não ocorre atualmente, com a expansão do acesso à telefonia móvel.

O que estamos discutindo deveria ter se encerrado em 2015. Ocorre que o PLC vem sofrendo prorrogações sucessivas. Com isso, a decisão é que não há novo decreto, permanecendo o decreto, afirmou o presidente da Anatel, Juarez Quadros.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Klabin inaugura centro de tecnologia no Paraná


Tissiane Vicentin, 
2017/06/30, 11:00 
Postado em 03 de julho de 2017 às 23h35m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

A produtora e exportadora de papéis Klabin inaugurou um novo centro de tecnologia, localizado em Telêmaco Borba, no Paraná. O empreendimento faz parte da estratégia da empresa para investir fortemente em pesquisa, desenvolvimento e inovação pelos próximos três anos.

Até o momento, os planos nesse sentido englobam o investimento de R$ 70 milhões, encerrados em 2017, que também inclui a compra de equipamentos, atualização de laboratórios de pesquisa florestal, formação e contratação de técnicos e pesquisadores.

Estamos elevando as atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Klabin a um patamar ainda mais alto, comenta Francisco Razzolini, diretor de tecnologia da unidade de celulose da empresa.

O centro de tecnologia irá focar em pesquisa com relação à qualidade da madeira, ao desenvolvimento de novos produtos e aplicações; celulose, novas rotas tecnológicas com base florestal, e meio ambiente e sustentabilidade.

Dobra o número de malware visando dispositivos inteligentes em 2017


Tissiane Vicentin, 
2017/06/21, 10:00 
Postado em 03 de julho de 2017 às 23h00m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Em 2017, o número de malwares visando dispositivos inteligentes mais do que dobra. O montante de ameaças detectadas chega a 7 mil, de acordo com empresa de segurança Kaspersky Labs.

Ainda de acordo com levantamento da companhia, o Brasil está entre os cinco países com mais ataques.

Dispositivos inteligentes, como smartwatches, smart TVs, roteadores e câmeras, estão conectados entre si e formando o fenômeno crescente da Internet das Coisas (Na sigla em inglês, IoT), uma rede de dispositivos equipados com tecnologia que permite que eles interajam entre si ou com o ambiente externo.

Por causa do grande número e da variedade de dispositivos, a IoT se tornou um alvo atraente para os criminosos virtuais.

Ao invadir os dispositivos conectados, os criminosos conseguem espionar pessoas, chantageá-las e até torná-las discretamente seus cúmplices. E, pior ainda, botnets como Mirai e Hajime indicam que essa ameaça está em expansão.

Os especialistas da Kaspersky Lab têm pesquisado os malwares na IoT para analisar a gravidade do risco que representam. Eles prepararam iscas, os chamados honeypots: redes artificiais que simulam redes com diversos dispositivos da IoT (roteadores, câmeras conectadas, etc.) para observar as tentativas de ataque.

A maioria dos ataques registrada pelos especialistas da empresa visavam gravadores de vídeo digitais ou câmeras IP (63%), e 20% dos alvos eram dispositivos de rede, como roteadores, modems DSL, etc. Cerca de 1% dos alvos consistia em dispositivos que as pessoas usam normalmente, como impressoras e equipamentos inteligentes domésticos.

Os três países que tiveram mais ataques à dispositivos conectados foram China (17%), Vietnã (15%) e Rússia (8%), cada um apresentando um grande número de dispositivos da IoT infectados. Na sequência desta lista estão Brasil, Turquia e Taiwan, todos com 7%.