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quarta-feira, 5 de julho de 2017

TIM inclui pacote de proteção online em serviço de banda larga fixa


Fabiana Rolfini, 
2017/07/05, 11:30 
Postado em 05 de julho de 2017 às 23h00m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

A partir de agora, novos e atuais assinantes TIM Live podem contar com as vantagens do TIM Live PROTECT PLUS, serviço com aplicativos voltados para segurança e confiabilidade de sistemas, sem cobrança adicional.

A TIM anuncia novos benefícios para os clientes da sua internet fixa. A partir de agora, novos e atuais assinantes TIM Live podem contar com as vantagens do TIM Live PROTECT PLUS, um pacote de proteção online, com aplicativos voltados para segurança e confiabilidade de sistemas.

O serviço oferece quatro aplicativos para o uso da internet com segurança. O TIM Protect Segurança previne e elimina vírus de smartphones, tablets ou computadores, além de proteger os devices contra programas espiões

Já o TIM Protect Backup oferece a opção de armazenamento de arquivos e outros conteúdos digitais na nuvem, enquanto o TIM Protect Filhos permite aos pais monitorarem a localização das crianças e suas atividades na internet. Por fim, o TIM Protect Wi-Fi protege a conexão de aparelhos em redes públicas, bloqueia anúncios e garante segurança durante a navegação.

O TIM Live PROTEC PLUS reforça a proteção e confiabilidade da conexão, além de garantir um cuidado especial a outros usuários da família, como as crianças ou pessoas que não tenham tanta familiaridade com o uso seguro da internet, destaca Fabiano Ferreira, diretor de Residential Solutions da TIM Brasil.

A operadora ressalta ainda que a inclusão dos serviços não vai alterar o preço dos planos atualmente comercializados.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Novo SSD da Kingston promete ser 40 vezes mais rápido que HD

Modelo que pode custar até R$ 3.600 começa a ser vendido no Brasil em agosto
A Kingston anunciou nesta quarta-feira (28) o lançamento de um novo SSD no mercado brasileiro. O SSDNow KC1000 oferece até 960 GB de armazenamento e traz como um dos destaques a velocidade. O modelo no formato M.2 2280 com conexão PCIe X4 de terceira geração tem a promessa de ser duas vezes mais rápidos do que os SSDs que utilizam conexão SATA e até 40 vezes mais velozes do que os HDs mecânicos.

O SSDNow KC1000, lançado na Computex 2017 em maio, traz como público alvo usuários que querem extrair o máximo de performance que o dinheiro pode pagar. O modelo parte de R$ 1.049,90 para a versão com 240 GB, passando por R$ 1.849,90 para o de 480 GB e pode chegar a R$ 3.499,90 para o de 960 GB. As vendas estão previstas para começar em agosto.
KC1000 promete maior velocidade no carregamento de arquivos pesados (Foto: Divulgação/Kingston) (Foto: Kingston)
KC1000 promete maior velocidade no carregamento de 
arquivos pesados (Foto: Divulgação/Kingston) (Foto: Kingston)

O KC1000 traz as memórias MLC NAND Flash com suporte ao novo protocolo NVMe. O modelo pode chegar a 2.700 MB/s de leitura sequencial. Enquanto a versão de 240 GB chega a 900 MB/s de velocidade de escrita, as versões de maior capacidade oferecem até 1.600 MB/s.

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Já a leitura e escrita máxima pode chegar a 290,000/190,000 IOPS para a versão de menor capacidade e 290,000/190,000 IOPS para os modelos de 480 GB e 960 GB.

O controlador é o Phison PS5007-E7, considerado um dos mais eficientes da atual geração. Ele integra alguns dos SSDs flagship de outras marcas, como o Corsair MP500 e o PNY CS2030.
KC1000 também traz versão no formato HHHL (Foto: Divulgação/Kingston) (Foto: Kingston)
KC1000 também traz versão no formato HHHL 
(Foto: Divulgação/Kingston) (Foto: Kingston)

O SSD também conta com versões no formato HHHL. O preço é de R$ 1.149,90 para o modelo de 240 GB, R$ 1.949,90 para o de 480 GB e R$ 3.599,90 para o de 960 GB.

O novo SSD da Kingston é indicado para quem pretende melhorar a velocidade de carregamento em games, para quem trabalha com edição de vídeo, além de aplicações em realidade virtual e modelagem 3D.

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Contratos da telefonia fixa serão mantidos até Lei Geral ser aprovada


Tissiane Vicentin, 
2017/06/29, 18:00 
Postado em 04 de julho de 2017 às 21h30m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Os contratos de concessão da telefonia fixa serão mantidos nos termos da última revisão, ocorrida em 2011, até a aprovação da nova Lei Geral das Telecomunicações, em tramitação no Congresso Nacional. O prazo para a nova revisão se encerra dia 30.

Vamos esperar e trabalhar para aprovação, disse o secretário de Telecomunicações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), André Borges, nesta quinta-feira (29), durante anúncio oficial.

Ainda de acordo com o secretário, não há, no momento, condições jurídicas para a revisão do Plano Geral de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado Prestado no Regime Público (PGMU).

Nossa confiança é de que haverá o contexto necessário para que esse projeto [PLC 79/2016] seja, finalmente, aprovado, acrescentou.
Segundo ele, com a aprovação do projeto de lei, o setor privado será incentivado a realizar investimentos na infraestrutura de banda larga, transferindo recursos hoje destinados à telefonia fixa. 

Ele lembrou que a Lei Geral de Telecomunicações foi aprovada em 1997, período em que era predominante o uso da telefonia fixa no País, o que não ocorre atualmente, com a expansão do acesso à telefonia móvel.

O que estamos discutindo deveria ter se encerrado em 2015. Ocorre que o PLC vem sofrendo prorrogações sucessivas. Com isso, a decisão é que não há novo decreto, permanecendo o decreto, afirmou o presidente da Anatel, Juarez Quadros.