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sábado, 7 de outubro de 2017

Siemens é contratada para um importante projeto no sistema do Metrô de Porto Alegre


João Miguel Mesquita, 
2017/10/06, 11:14 
Postado em 07 de outubro de 2017 às 16h25m


Este projeto abrangerá o desenvolvimento do projeto executivo, fornecimento, montagem e instalação, comissionamento, colocação em operação e treinamento da Subestação Retificadora Sapucaia e da Cabine de Seccionamento Luiz Pasteur no sistema do Metrô de Porto Alegre.

A Siemens Brasil informou a imprensa que venceu a licitação para o Projeto com a Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S.A – Trensurb – que abrangerá o fornecimento, a instalação e o comissionamento de soluções na área de eletrificação ferroviária para alimentação de trens em Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre. 

Com valor de R$ 18,5 milhões, o Projeto prevê a reconstrução da subestação retificadora e de uma cabine de seccionamento, soluções fornecidas pela Siemens Brasil.

O Metrô de Porto Alegre é operado pelo governo federal por meio da empresa Trensurb que há 32 anos é responsável pelo transporte metropolitano. Com apenas uma linha o metrô abrange 22 estações, percorre 43,4km e transporta 228 mil usuários por dia.

Riverbed anuncia solução que leva Microsoft Azure para escritórios remotos


Bit Magazine, 
2017/10/06, 11:00 
Postado em 07 de outubro de 2017 às 16h00m


A Riverbed, anunciou o RiverbedÒ SteelFusionÔ Azure-Ready Edge, solução que pretende estender a flexibilidade e os benefícios do armazenamento de cloud Azure até a borda da rede, ou seja, principalmente em escritórios remotos ou filiais. 

Com o suporte do Microsoft Hyper-V de virtualização de máquina, o SteelFusion Azure-Ready Edge dará a escritórios remotos acesso direto para o uso da nuvem como uma camada de armazenamento, permitindo que os dados sejam providos, protegidos e recuperados diretamente da Azure.

O SteelFusion da Riverbed continua a oferecer simplicidade para tarefas complexas associadas a operações de TI remotas e, agora, o SteelFusion Azure-Ready Edge terá a capacidade de expandir os investimentos em um data center privado para a nuvem Azure ou uma combinação híbrida para todos os locais da ponta do negócio. O lançamento proporciona maior agilidade, segurança de dados, desempenho de aplicativos e flexibilidade de infraestrutura.

Arquiteturas híbridas estão se tornando o padrão da indústria à medida que as organizações buscam eliminar custos com modelos capex e, em alguns casos, substituem arquiteturas de data centers tradicionais por infraestrutura baseada em nuvem. No entanto, enquanto a tecnologia de cloud aumenta a escala e a eficiência, ainda não foram fornecidas operações de TI simplificadas em escritórios remotos e filiais.

O aumento da nuvem e os serviços de internet criaram mais complexidade e custo associados ao gerenciamento de TI na ponta. De acordo com a ESG Research Data, 91% dos executivos de TI corporativos responsáveis pela tomada de decisão de escritórios remotos ou filiais( remote or branch office – ROBO) indicaram que a cloud aumentou a complexidade de gestão de TI.

O SteelFusion Azure-Ready Edge elimina a complexidade associada ao gerenciamento de aplicações e serviços híbridos em filiais com uma plataforma definida por software que centraliza dados remotos e processos operacionais na nuvem ou num ambiente híbrido. A solução também acelera backup, recuperação e habilitação de novos serviços, firewalls, arquivos, impressões e aplicações relacionadas aos negócios das unidades remotas.

“Mais de 1.200 empresas escolheram a SteelFusion como uma plataforma de TI de edge, aumentando drasticamente as operações para escritórios remotos. Valorizamos nosso relacionamento de longa data com a Microsoft e, com o SteelFusion Azure-Ready Edge, forneceremos aos clientes mais opções para gerenciar a TI na ponta.Com esta solução, as organizações poderão perceber instantaneamente os benefícios do uso do armazenamento em nuvem Azure, onde quer que façam negócios”, disse Paul O’Farrell, vice-presidente sênior e gerente geral de SteelHead, SteelFusion e SteelConnect da Riverbed.

Este anúncio aprimora o lançamento do SteelFusion, que ocorreu em março de 2016, com o suporte para Azure por meio do Microsoft StorSimple. O SteelFusion agora expande o uso da nuvem e amplia o relacionamento do Microsoft com o Azure-Ready Edge.

“Estamos vendo mais e mais empresas implementando uma estratégia para a nuvem como prioridade. A Microsoft Azure ajuda os clientes a alcançar a eficiência, a escalabilidade e os benefícios de redução de custos necessários para manter o ritmo na era digital.Com o Riverbed SteelFusion, estaremos ampliando os mesmos benefícios da nuvem Azure para a ponta da rede, que continua a ser um componente crítico para o sucesso contínuo no cenário de TI distribuída atual”, afirmou Tad Brockway, diretor de programa de parceiros da Microsoft.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Como as Fintechs estão rompendo nossos tabus com dinheiro


por Adriano Meirinho *, 
2017/10/06, 16:08 
Postado em 06 de outubro de 2017 às 23h00m


Podemos gostar da ideia de ter dinheiro e do que ele compra, mas já ficou claro o quanto os brasileiros estão insatisfeito com bancos, não gostam de lidar com contas, fazer investimentos, financiar ou conseguir um cartão de crédito.

Lidar com o dinheiro é muito mais visto como uma obrigação do que como uma atividade satisfatória do cotidiano. E não é para menos: filas, burocracia, falta de transparência, lerdeza, mau atendimento, taxas e juros bancários altíssimos – esses e outros sintomas estão em praticamente todas as instituições ligadas ao nosso dinheiro.
Para romper com todos esses tabus já internalizados em nossas mentes, nasceram as fintechs.

Fintech, a tecnologia a favor do nosso dinheiro 
Desmontando os padrões tradicionais de movimentar o dinheiro, as Financial Technologies são tecnologias aplicadas dentro do segmento de serviços financeiros para otimizar e agilizar processos, democratizando o acesso aos serviços financeiros com custos/taxas inferiores aos modelos tradicionais e, em sua maioria, já arcaicos.

Alguns exemplos famosos disso são os pagamentos e transferências online, como por meio do Paypal, empréstimos e financiamentos a partir do Crowdfunding e bancos sem agência, como o Neon e disrupções no modelo de cartões de crédito, como o Nubank.

Normalmente especializadas em um único segmento de mercado ou até em um só produto, as fintechs conseguem entregar serviços de melhor qualidade, menor preço e trazer mais satisfação aos clientes.

O movimento disruptivo das fintechs
Segundo uma matéria da Forbes, o investimento em fintechs foi de 930 milhões de dólares em 2008 para mais de 12 bilhões em 2015. No Brasil já são mais de 244 fintechs com recursos de fundos de investimento que já passam os 1 bilhão de dólares.

Os benefícios? Menos burocracia, custos menores e mais comodidade para abrir uma empresa, fazer transações bancárias, receber um cartão de crédito, conseguir um financiamento, comprar online, entre outras coisas.

Usando tecnologias como as bitcoins (criptomoedas), blockchain, automatização, aplicativos e softwares, as fintechs estão rompendo com grandes corporações a favor de um atendimento rápido, centrado no usuário e flexível às mudanças de cada tempo. Bom atendimento, transparência e pulsão disruptiva à mudanças que beneficiam o cliente, esse tem sido o principal resultado das fintechs.

Os bancos ainda continuam sendo “o mal necessário” e aquilo que permite o empréstimo de crédito financeiro por meio das fintechs, pois estão sujeitos às normas do Banco Central, que exerce papel de controlador monetário. O que assusta e concorre com essas instituições, entretanto, é a falta de medo das startups de correrem riscos (menores, em proporção aos bancos) em favor da inovação e o quanto isso tem dominado o mercado para serviços mais específicos.

O Instituto Data Popular apontou um volume de sub-bancarizados e desbancarizados de cerca de 50 milhões de brasileiros, ou quase 40% da população adulta. Diante de um cenário de fechamento de mais de 60 mil postos bancários físicos só em 2017 e da falta de disposição para investir na abertura de novas agências e correspondentes, quem vai atender as dezenas de milhões de pessoas que não tem e não querem ter uma conta bancária?

Como co-fundador de uma fintech e entusiasta de um mercado financeiro mais fácil, transparente, barato, seguro e acessível, essa é a minha aposta.
* Adriano Meirinho é CMO do Celcoin, aplicativo que transforma os smartphones de micro e pequenos empreendedores em "maquineta" de pagamentos de boletos e recargas de créditos.