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terça-feira, 3 de novembro de 2020

Samsung anuncia Galaxy S20 FE, versão simplificada do seu topo de linha, por a partir de R$ 4.499

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Celular tem acabamento mais simples, mas possui processador potente da linha S20.  
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Por Alessandro Feitosa Jr, G1  
03/11/2020 11h24 Atualizado há 2 horas
Postado em 03 de novembro de 2020 às 13h35m

  *.- Post.N. -\- 3.866 -.*  

Galaxy S20 FE, celular simplificado da principal linha da Samsung. — Foto: Divulgação/Samsung
Galaxy S20 FE, celular simplificado da principal linha da Samsung. — Foto: Divulgação/Samsung

Samsung anunciou nesta terça-feira (3) a chegada do Galaxy S20 FE ao Brasil, com preços a partir de R$ 4.499. O modelo traz características do carro-chefe da marca como o processador potente, mas tem acabamento de plástico em vez de vidro.

O aparelho foi pensado para ser o mais acessível da linha de celulares de ponta da marca, substituindo o Galaxy S10e – que ainda é vendido na loja oficial por R$ 2.649. A novidade também concorre com o iPhone SE, que custa a partir de R$ 3.699.

Veja os preços no Brasil:

  • Galaxy S20 FE com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento: R$ 4.499;
  • Galaxy S20 FE com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento: R$ 4.999.
Comparativo entre os quatro celulares da linha Galaxy S20. — Foto: Editoria de Arte/G1
Comparativo entre os quatro celulares da linha Galaxy S20. — Foto: Editoria de Arte/G1

Diferenças

Uma das diferenças entre a versão "FE" (sigla para Fan Edition) e os modelos regulares do Galaxy S20, que chegaram ao Brasil em março, é o visual. O novo modelo tem bordas mais evidentes ao redor da tela – o display, inclusive, é plano e não conta com curvatura nas laterais presente nas outras versões.

O Galaxy S20 FE (esquerda) tem bordas maiores ao redor da tela do que o Galaxy S20 (direita). — Foto: Reprodução/Samsung
O Galaxy S20 FE (esquerda) tem bordas maiores ao redor da tela do que o Galaxy S20 (direita). — Foto: Reprodução/Samsung

O tela do novo smartphone tem 6,5 polegadas, a resolução é Full HD e ela conta com a tecnologia de atualização de 120Hz, que deixa as animações mais fluídas.

A fabricante também deixou de lado o acabamento de vidro na traseira, optando por um plástico fosco. São seis opções de cores: verde, azul, rosa, vermelho, laranja e branco. 

Câmeras

O conjunto de câmeras do Galaxy S20 FE ligeiramente diferente dos outros modelos da linha, embora também tenha três sensores.

Dois deles são de 12 megapixels, um principal e outro para fotos com ângulo de visão aberto. O terceiro sensor captura imagens com aproximação de 3x. A câmera para selfies tem 32 megapixels.

Nos outros celulares da linha Galaxy S20, a resolução é maior nas câmeras traseiras, e o zoom é mais potente – chega a 4x sem depender da ampliação digital. Além disso, o S20 FE filma em 4K, enquanto os outros chegam na resolução 8K.

Da esquerda para a direita: Galaxy S20 FE, Galaxy S20, Galaxy S20 Plus e Galaxy S20 Ultra. — Foto: Divulgação/Samsung
Da esquerda para a direita: Galaxy S20 FE, Galaxy S20, Galaxy S20 Plus e Galaxy S20 Ultra. — Foto: Divulgação/Samsung

Processador e memória

O processador do Galaxy S20 FE é o mesmo do restante da linha: um Exynos 990, fabricado pela própria Samsung, que concorre com os principais chips do mercado.

Completam as especificações técnicas 6 GB de RAM ou 8GB, e 128 GB ou 256 GB de armazenamento. A bateria é de 4.500 mAh, grande o bastante para aguentar usos variados do smartphone.

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segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Relógios de alguns celulares foram adiantados mesmo sem horário de verão; veja como corrigir

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Alguns aparelhos do sistema operacional Android não tinham a informação do cancelamento do horário de verão. É preciso desmarcar a opção 'Data e hora automáticas'.  
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Por G1  
01/11/2020 08h42 Atualizado há um dia
Postado em 02 de novembro de 2020 às 11h00m

  *.- Post.N. -\- 3.865 -.*  

Alguns aparelhos de celular alteraram a hora como se o horário de verão não tivesse sido cancelado — Foto: Arte/G1
Alguns aparelhos de celular alteraram a hora como se o horário de verão não tivesse sido cancelado Foto: Arte/G1

O relógio de alguns aparelhos de celular do sistema operacional Android foram adiantados automaticamente em uma hora à meia-noite deste domingo (1). Os aparelhos podem não ter a informação para evitar a alteração que seria feita se houvesse horário de verão, que foi cancelado pelo governo de Jair Bolsonaro em 2019.

Essa alteração automática de horários acontece principalmente em aparelhos com versões anteriores ao Android 10, que foi lançado no ano passado.

Falso horário de verão: celulares e computadores amanhecem com hora adiantada
Falso horário de verão: celulares e computadores amanhecem com hora adiantada

Há duas semanas alguns usuários já tinham relatado que seus celulares adiantaram o relógio. Isso aconteceu porque, até 2017, o horário do verão começava no mês de outubro. Em 2018, a última vez em que foi adotado, ele começou no 1º domingo de novembro.

Saiba corrigir

Nos aparelhos Android

  • Toque no ícone "Configurar";
  • toque na opção "Data e hora";
  • desmarque a opção "Data e hora automáticas";
  • configure manualmente a hora correta.

Os aparelhos que não fizerem mudanças no horário já foram atualizados pelos fabricantes, ou então estão seguindo regras enviadas pelas redes das operadoras de telefonia.

A mudança no horário de verão brasileiro impacta o banco de dados da Autoridade para Atribuição de Números de Internet (IANA), responsável por passar as informações para os smartphones.

Horário de verão

No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então presidente Getúlio Vargas. Sua versão de estreia durou quase seis meses, vigorando de 3 de outubro de 1931 a 31 de março de 1932.

No verão seguinte, a medida foi novamente adotada, mas, depois, começou a ser em períodos não consecutivos. Primeiro, entre 1949 e 1953, depois, de 1963 a 1968, voltando em 1985 até abril de 2019, quando foi revogado por decreto.

O período de vigência do horário de verão era variável, mas, em média, durava 120 dias.

No mundo, o horário diferenciado é adotado em 70 países — e atinge cerca de um quarto da população mundial. O horário de verão é adotado em países como Canadá, Austrália, México, Nova Zelândia, Chile, Paraguai e Uruguai.

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domingo, 1 de novembro de 2020

Brasileiro de 14 anos recebe R$ 130 mil como recompensa após ajudar Facebook a corrigir a falha no Instagram

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Problema teria permitido roubo de perfis por meio de links, mas descoberta trouxe solução sem deixar usuários em risco.  
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TOPO
Por Altieres Rohr
É fundador de um site especializado na defesa contra ataques cibernéticos
31/10/2020 07h00 Atualizado há um dia
Postado em 01 de novembro de 2020 às 15h00m


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O estudante mineiro Andres Alonso Bie Perez. — Foto: Arquivo Pessoal
O estudante mineiro Andres Alonso Bie Perez. — Foto: Arquivo Pessoal

O estudante mineiro Andres Alonso Bie Perez, de 14 anos, foi surpreendido no último dia 15 de setembro com a notícia de que receberia um prêmio de US$ 25 mil do Facebook como recompensa por descobrir uma falha de segurança no Instagram e comunicar o problema à equipe de segurança da empresa.

O Facebook, como muitas outras companhias, possui um programa de "bug bounty" para premiar e recompensar informações sobre vulnerabilidades em seus serviços.

Andres, que ficou sabendo da oportunidade assistindo a vídeos no YouTube, esperava receber no máximo US$ 1 mil pelo que tinha encontrado.

"Eu estava de boa e recebi a notificação do Facebook e o valor. Eu não esperava um valor tão alto", contou Andres ao blog.

O adolescente já pretendia dedicar um tempo para procurar falhas e participar do programa de "bug bounty" do Facebook, mas a descoberta que rendeu a ele o prêmio aconteceu enquanto criava um aplicativo de celular. "Naquele momento, eu não estava procurando", revela.

Quem decide o valor pago pelas falhas relatadas a esses programas de "bug bounty" é sempre a empresa. No caso do Facebook, o pagamento médio é de US$ 1,5 mil (cerca de R$ 8 mil).

A companhia confirmou o pagamento ao brasileiro e agradeceu a colaboração, além de destacar que a brecha não foi explorada em ataques.

"O pesquisador relatou um problema que poderia permitir o envio de um código malicioso por meio de um filtro Spark AR que poderia ceder acesso à conta do Instagram de uma pessoa por meio do cliente da web da plataforma. Graças ao relatório, corrigimos a falha e não encontramos evidências de abuso", disse a rede social ao blog.

Não foi a primeira vez que Andres participou desse tipo de programa, mas até então ele só tinha recebido palavras de agradecimento das empresas envolvidas.

Como foi descoberta a falha

Andres queria criar um aplicativo capaz de replicar certos filtros de imagem do Instagram que só estão disponíveis no computador – o que o obrigou a entender o funcionamento do serviço.

Quando analisou o método utilizado para criar esses filtros, ele percebeu que os links podiam ser manipulados para incluir qualquer código na página do Instagram.

Por regra, sites não podem permitir que outras pessoas controlem o código carregado na página – o que caracteriza uma vulnerabilidade.

"Eu estava fazendo um aplicativo que precisa integrar com os filtros do Instagram e precisava saber como ele criava os links dos filtros. Para isso eu tive que estudar o aplicativo e vi que tinha a possibilidade de ser [uma falha]. Eu testei e deu certo", explica. 
Pais incentivam: 'Ele faz o que gosta'

Andres iniciou os estudos em programação por conta própria há três anos. Começou a ter mais contato com computadores em um curso de design gráfico aos 9 anos e hoje conhece linguagens de programação para sites e aplicativos.

Em 2019, o adolescente ganhou medalha de prata na Olimpíada Brasileira de Informática (OBI) organizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC), mas largou o curso de programação após 6 meses porque o conteúdo estava repetindo tópicos que ele já tinha estudado pelos vídeos no YouTube.

A mãe de Andres, Helenice Luzia Perez, explica que a ideia de estudar design gráfico partiu do filho e que ele não tinha a mesma motivação para participar de outros tipos de cursos.

"Ele escolhe o que ele quer fazer. Porque, se eu colocasse por minha parte, ele não gostava, não estudava, falava que era chato. Eu acabei aprendendo com ele que ele tem que fazer o que ele gosta. E faço o possível, até corto despesas, para ele fazer os cursos na área dele, porque eu sei que ele é responsável. Quando ele fala que quer alguma coisa, ele vai levar a sério", conta a mãe.

Helenice diz que o filho não tinha interesse em estudar inglês quando era menor. Agora, Andres já enxerga os benefícios: o contato com a equipe de segurança do Facebook depende do idioma estrangeiro, que ele estuda há dois anos.

O adolescente diz que pretende continuar experimentando com a criação de aplicativos – para "ver se alguma ideia vai dar certo" –, mas quer aprofundar os conhecimentos em segurança digital para trabalhar na área.

O prêmio do Facebook pode ajudar. Uma fração do dinheiro foi usada para comprar um computador novo, mas Andres também pensa no futuro. "O restante eu vou guardar e investir uma parte", planeja.

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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