Marketing com visibilidade e transparência, focalizando com criatividade e competência a sua slogomarca, fazendo valer no detalhe do visual, o diferencial de retorno do seu investimento, com satisfação do cliente em primeiro lugar!... Excelência no atendimento, para a satisfação e o encantamento do consumidor-cliente!
Com nova ferramenta, criador da transmissão poderá ser acompanhando por mais 3 pessoas falando simultaneamente na tela. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por G1 01/03/2021 15h04 Atualizado há 36 minutos Postado em 21 de março de 2021 às 15h45m *.-Post.N. -\- 3.969-.*
Nova ferramenta "Salas ao Vivo" do Instagram permite live com até 4 pessoas — Foto: Divulgação
O Instagram
lançou nesta segunda-feira (1) o novo recurso "Salas ao Vivo" que
permite até 4 pessoas transmitindo simultaneamente em uma live.
Desse modo, além do criador da sala, mais 3 pessoas poderão ser adicionadas para também falarem durante a transmissão.
"Salas ao Vivo" do Instagram permite até 4 pessoas transmitindo em live — Foto: Divulgação
De acordo com a rede social, o objetivo foi o de oferecer uma opção
alternativa para a criação de conteúdo, "proporcionando uma maneira
rápida e simples de se conectar com sua comunidade e público e trazer
mais pessoas para a conversa".
O recurso está disponível para Android e iOS, disse a empresa.
O principal conselheiro econômico do presidente Joe Biden descreveu o bitcoin como "uma forma extremamente ineficiente de fazer transações" e disse "a quantidade de energia consumida no processamento dessas transações é impressionante". ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por BBC Postado em 28 de fevereiro de 2021 às 14h35m *.-Post.N. -\- 3.968-.*
Bitcoin usa mais energia do que muitos países — Foto: EPA
Todos nós já ouvimos as histórias dos novos milionários por causa do bitcoin. Elon Musk está entre os últimos que aderiram à compra da criptomoeda.
Sua empresa de carros elétricos Tesla teve um lucro de mais de US$ 900 milhões depois de comprar US$ 1,5 bilhão em bitcoins no início de fevereiro.
Esse anúncio ajudou a empurrar a cotação da criptomoeda para mais de US$ 58 mil.
Mas não é apenas o preço do ativo digital que atingiu um pico histórico. Isso também acontece com a sua pegada energética. E levou a um questionamento de Musk, à medida que a escala do impacto ambiental da moeda se tornava mais clara.
Isso também levou a novos críticos de alto nível questionando a moeda
digital nesta semana, incluindo a secretária do Tesouro dos EUA, Janet
Yellen.
O
principal conselheiro econômico do presidente Joe Biden descreveu o
bitcoin como "uma forma extremamente ineficiente de fazer transações" e
disse que "a quantidade de energia consumida no processamento dessas
transações é impressionante".
O gasto de energia
Não está claro exatamente quanta energia o bitcoin usa.
As
criptomoedas são, por padrão, difíceis de se rastrear, mas o consenso é
que a mineração de bitcoins é um negócio que consome muita
eletricidade.
O Centro de Finanças Alternativas da Universidade de Cambridge (CCAF),
que estuda o crescente negócio de criptografia, estima que o consumo
total de energia do bitcoin está entre 40 e 445 terawatts-hora (TWh) por
ano, com uma estimativa média de cerca de 130 terawatts-hora.
O consumo de eletricidade do Reino Unido é de pouco mais de 300 TWh por
ano, enquanto a Argentina usa aproximadamente a mesma quantidade de
energia que a melhor estimativa do CCAF para bitcoin.
E a eletricidade que os mineradores de bitcoin usam vem predominantemente de fontes poluentes.
A equipe do CCAF pesquisou as pessoas que administram a rede bitcoin em todo o mundo sobre o uso de energia e descobriu que cerca de dois terços vem de combustíveis fósseis.
A tecnologia
O enorme poder de computação e, portanto, o uso de energia, está
embutido na maneira como a tecnologia blockchain que sustenta a
criptomoeda foi projetada.
Ela é baseada em uma vasta rede descentralizada de computadores.
São os chamados "mineiros" que permitem a criação de novos bitcoins,
mas também verificam e registram de forma independente cada transação
realizada na moeda.
A mineração de bitcoins produz grandes custos de energia — Foto: Getty Images
Na verdade, bitcoins são a recompensa que os mineiros recebem por manter esse registro com precisão.
Funciona como uma loteria que sai a cada 10 minutos, explica Gina Pieters, professora de economia da Universidade de Chicago e pesquisadora da equipe do CCAF.
Os
centros de dados em todo o mundo estão competindo para compilar e
enviar esse log de transações de uma forma que seja aceitável para o
sistema.
Eles também precisam adivinhar um número aleatório.
O primeiro a enviar a inscrição e o número correto ganha o prêmio; este se torna o próximo bloco no blockchain.
No momento, eles são recompensados com seis Bitcoins e um quarto, avaliados em cerca de US$ 50 mil cada.
Assim que uma loteria termina, um novo número é gerado e todo o processo é reiniciado.
O jogo
Quanto mais alto o preço, diz o professor Pieters, mais os mineiros vão querer entrar no jogo.
"Eles querem obter essa receita e é isso que vai incentivá-los a
introduzir máquinas cada vez mais potentes para adivinhar esse número
aleatório e, portanto, você verá um aumento no consumo de energia", diz
ele.
E há outro fator que impulsiona o consumo crescente de energia do bitcoin.
Elon Musk foi um dos últimos bilionários a investir em criptomoeda — Foto: Reuters
O software garante que sempre leva 10 minutos para resolver o
quebra-cabeça, portanto, se o número de mineiros aumentar, o
quebra-cabeça se torna mais difícil e é necessário mais poder de
computação.
Portanto, o bitcoin é projetado para incentivar um maior esforço de computação.
A ideia é que quanto mais computadores competem para manter o
blockchain, mais seguro ele se torna, porque qualquer um que queira
tentar minar a moeda deve controlar e operar pelo menos tanto poder de
computação quanto o resto dos mineiros juntos.
O que isso significa é que, conforme
o bitcoin se torna mais valioso, o esforço computacional investido em
criá-lo e mantê-lo e, portanto, a energia consumida, aumenta
inevitavelmente.
O rastreio
Podemos rastrear quanto esforço os mineiros estão fazendo para criar a moeda.
Atualmente
estima-se que estão fazendo 160 cálculos de quintilhões por segundo, ou
seja, 160.000.000.000.000.000.000, caso alguém esteja se perguntando.
E esse vasto esforço computacional é o calcanhar de Aquiles da
criptomoeda, diz Alex de Vries, fundador do site Digiconomist e
especialista em Bitcoin.
Todos os milhões e milhões de cálculos que são necessários para manter o
sistema funcionando não estão realmente fazendo nenhum trabalho útil.
"São cálculos que não servem para outro propósito, são imediatamente
descartados de novo. No momento estamos usando muita energia para fazer
esses cálculos, mas também a maior parte vem de energia fóssil", diz de
Vries.
O grande esforço que isso requer também torna o bitcoin inerentemente difícil de escalar, ele argumenta.
"Se o bitcoin fosse adotado como moeda de reserva global, o preço
provavelmente estaria na casa dos milhões, e esses mineiros terão mais
dinheiro do que todo o orçamento federal [dos EUA] para gastar em
eletricidade", acrescenta.
"Teríamos que dobrar nossa produção global de energia apenas para Bitcoin."
O lado obscuro
Vries diz que também limita o número de transações que o sistema pode processar a cerca de cinco por segundo.
Isso não o torna uma moeda útil, argumenta. E essa opinião é
compartilhada por muitas figuras eminentes das finanças e da economia.
As
duas características essenciais de uma moeda de sucesso são que ela
permite de forma eficaz as trocas e servem como uma reserva estável de
valor, diz Ken Rogoff, professor de economia da Universidade
Harvard em Cambridge, Massachusetts, e ex-economista-chefe do Fundo
Monetário Internacional (FMI).
E ele acredita que bitcoin não é nada disso.
Nas últimas semanas, o preço do bitcoin atingiu níveis históricos — Foto: Getty Images
"O fato é que não é muito usado na economia legal agora. Sim, uma
pessoa rica vende para outra pessoa, mas isso não é um uso final. E sem
isso você realmente não tem um futuro de longo prazo."
Para ele, o bitcoin existe quase exclusivamente como um veículo para especulação.
A bolha está prestes a estourar?
"Esse é o meu palpite", diz o professor Rogoff, e faz uma pausa. "Mas eu realmente não poderia dizer quando."
Equipamento foi desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos, e levado para estação na Índia. O lançamento está previsto para às 1h54. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por G1 Vale do Paraíba e Região 27/02/2021 08h00 Atualizado há 2 horas Postado em 27 de fevereiro de 2021 às 10h00m *.-Post.N. -\- 3.967-.*
Primeiro satélite totalmente brasileiro, Amazônia 1 é lançado neste domingo na Índia — Foto: Divulgação/Governo Federal
O primeiro satélite completamente brasileiro, o Amazônia 1, será lançado na madrugada deste domingo (28). O equipamento foi desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos, e levado para a Índia, onde vai ser lançado. O satélite é o terceiro a formar o sistema Deter e vai auxiliar na observação e monitoramento do desmatamento na região amazônica.
O Amazônia 1 é o primeiro satélite observação terrestre completamente projetado e operado pelo Brasil. O projeto começou há oito anos e teve investimento de R$ 400 milhões e envolvimento de diversos pesquisadores.
O satélite tem quatro metros de comprimento e no espaço vai ficar a uma altitude 752 quilômetros. Em órbita, ele vai tirar fotos em alta resolução de todo o território nacional e terá órbita com rota entre os polos norte e sul.
Do espaço, o equipamento vai enviar sinal para três estações de monitoramento no Brasil. Uma em Cuiabá (MT), a outra em Alcântara (MA) e a terceira em Cachoeira Paulista (SP), e todos os movimentos do satélite serão coordenados de uma outra estação, que fica no Inpe, em São José dos Campos.
Satélite Amazônia 1 será lançado na Índia
Amazônia 1: satélite brasileiro do Inpe entra em fase final de testes antes de lançamento — Foto: André Luis Rosa/TV Vanguarda
Após oito anos para construção, com ameaças de paradas no projeto por falta de orçamento, ele foi concluído para testes em dezembro de 2020. No Inpe, o equipamento passou por uma bateria de análises até a liberação para transporte, no mesmo mês.
Satélite Amazônia 1 foi transportado para Índia em dezembro — Foto: André Rosa/TV Vanguarda
Inicialmente, o lançamento estava previsto para o dia 22 de janeiro, mas a data foi remarcada. A mudança foi feita a pedido da equipe de lançamento, que solicitou mais tempo para as etapas finais de preparação. Com isso, a data foi alterada para este domingo (28), às 1h54 da manhã, no horário de Brasília.
O Inpe vai transmitir o lançamento, com uma cerimônia online marcada para começar às 1h24 deste domingo. Embarcaram para acompanhar o envio do satélite o diretor do Inpe, Clézio de Nardin, e o Ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes.
Sede do Inpe fica em São José dos Campos — Foto: Wilson Araújo/TV Vanguarda
Verba
Pouco antes do lançamento, oInpe suspendeu asbolsas de 107 pesquisadoresno instituto por falta de verba. A modalidade de bolsas cortadas é a PCI, que mantém pesquisadores em atividades de trabalho, não só pesquisa, dentro do instituto.
A medida atingiu sete pesquisadores do setor do Amazônia 1, envolvidos nas etapas finais e plano de vôo do lançamento. Sem recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia, eles estavam impedidos de trabalhar e, com isso, o lançamento do equipamento estaria em risco.
O G1 pediu ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) detalhes sobre a fala do ministro e aguardava retorno até a publicação da reportagem.