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terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Aquisição da fabricante de chips Arm pela Nvidia é cancelada após 'desafios regulatórios'

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Negócio foi anunciado em setembro de 2020 e foi avaliado em cerca de US$ 40 bilhões. Softbank, atual dona da Arm, vai listar a companhia na bolsa de valores.
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Por g1

Postado em 08 de fevereiro de 2022 às 13h15m

Post. N. - 4.269

Sede da Nvidia, em Santa Clara, Califórnia, nos Estados Unidos — Foto: REUTERS/Robert Galbraith
Sede da Nvidia, em Santa Clara, Califórnia, nos Estados Unidos — Foto: REUTERS/Robert Galbraith

A aquisição da fabricante de chips britânica Arm pela concorrente americana Nvidia foi cancelada após "desafios regulatórios", segundo um comunicado conjunto das companhias desta terça-feira (8).

O acordo, avaliado em US$ 40 bilhões, havia sido anunciado em setembro de 2020, mas sofreu resistência de reguladores do Reino Unido e dos Estados Unidos.

Em agosto passado, o órgão regulador britânico disse que o negócio poderia prejudicar a concorrência e enfraquecer rivais. Alguns meses depois, a Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC, na sigla em inglês) também afirmou que a aquisição poderia "sufocar a concorrência em tecnologias de nova geração".

A Arm é responsável pela tecnologia de processadores utilizada em praticamente todos os smartphones do mercado, incluindo iPhones e telefones Android. Recentemente, a Apple também passou a utilizar a arquitetura da Arm nos chips de seus computadores, deixando de lado a tecnologia x86, da Intel.

Com a aquisição descartada, a Softbank, atual dona da Arm, disse que planeja listar a empresa na bolsa de valores.

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Twitter testa botão de 'dislike' ao redor do mundo

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Opção de indicar que usuário 'não gostou' de determinada resposta a tuíte vai aparecer para algumas pessoas no iPhone e em celulares Android.
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Por g1

Postado em 07 de fevereiro de 2022 às 14h35m

Post. N. - 4.268

Recurso de 'downvote' no Twitter está sendo testado ao redor do mundo — Foto: Divulgação/Twitter
Recurso de 'downvote' no Twitter está sendo testado ao redor do mundo — Foto: Divulgação/Twitter

O Twitter está testando um botão de "dislike" (ou "não gostei") nas respostas aos tuítes. O recurso, também chamado de "downvote", foi anunciado na última quinta-feira (3) e vai aparecer somente para alguns usuários no iPhone e em celulares Android.

O botão, representado com uma seta para baixo, aparece nas respostas a um determinado post. Ele fica ao lado do ícone de coração (curtir) e sua contagem não é exibida.

A plataforma também garante o anonimato dos usuários que decidirem reprovar um conteúdo – os nomes não ficam públicos e nem o autor da resposta fica sabendo.

A opção já vinha sendo testada com algumas pessoas no iPhone. De acordo com o Twitter, a experiência até aqui mostrou que as pessoas usaram o botão em respostas que consideraram ofensivas ou irrelevantes.

Ao jornal "Washington Post", um representante da plataforma disse que, por enquanto, "os downvotes não vão impactar a ordem na qual as respostas são exibidas". No entanto, a plataforma afirma que o recurso deve ajudá-los a informar quais conteúdos as pessoas querem ver.

Recentemente, o YouTube decidiu esconder o número de "dislikes" dos vídeos para evitar assédio e ações coordenadas.

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sábado, 5 de fevereiro de 2022

Regulador britânico volta a multar Meta, dona do Facebook, por questão ligada à compra do Giphy

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Nova sanção está ligada ao fato da empresa não ter declarado demissão de três funcionários.
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TOPO
Por France Presse

Postado em 05 de fevereiro de 2022 às 10h25m

Post. N. - 4.267

Logo da Giphy, que foi comprada pelo Facebook. — Foto: Divulgação

O regulador da concorrência britânico (CMA) impôs nesta sexta-feira (4) uma nova multa de 1,5 milhão de libras à Meta, dona do Facebook e do Instagram, por descumprimento de suas obrigações no âmbito de sua fusão com o Giphy, especialista em animações curtas na internet (os chamados gifs).

Em outubro, a Meta já havia recebido uma primeira multa de 50,5 milhões de libras (US$ 68,5 milhões).

De acordo com a CMA, esta nova sanção está ligada ao fato da Meta não ter declarado "a demissão de três funcionários que ocupavam cargos chave" e "o remanejamento de seus cargos", enquanto a empresa estava obrigada a fazê-lo como parte da investigação do regulador sobre a fusão.

"Esta não é a primeira vez que a Meta não informa a CMA sobre mudanças de pessoal, o que aconteceu várias vezes em 2021", acrescentou o regulador em comunicado.

A multa "levará em consideração a natureza e a gravidade da infração".

Segundo a Meta, os funcionários em questão estavam baseados nos Estados Unidos.

"Lamentamos a decisão da CMA de nos multar devido à saída voluntária de funcionários com sede nos Estados Unidos", disse um porta-voz da empresa, acrescentando que a Meta pagaria o que lhe é pedido.

O Facebook havia anunciado em maio de 2020 esta aquisição estimada em US$ 400 milhões, cujo objetivo era integrar ao Instagram a imensa biblioteca do Giphy, que permite pesquisar, compartilhar e criar imagens gif animadas, muito utilizadas na internet.

No final de novembro de 2021, o regulador britânico ordenou que a gigante americana das redes sociais vendesse sua subsidiária Giphy porque sua fusão "poderia prejudicar usuários e anunciantes da rede social no Reino Unido".

A CMA também temia que o Meta mudasse os critérios de acesso a imagens animadas, forçando os rivais TikTok, Twitter ou Snapchat "a compartilhar mais dados de usuários".

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