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Segundo reportagem do jornal americano, a rígida política anti-Covid do governo chinês é um dos motivos para a decisão da marca americana. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por Reuters Postado em 22 de maio de 2022 às 14h25m Post. N. - 4.352
Apple quer aumentar a fabricação de seus produtos fora da China — Foto: Reprodução/Apple
AApple disse a alguns de seus fabricantes contratados que deseja aumentar sua produção fora da China, noticiou o Wall Street Journal, citando pessoas familiarizadas com o assunto.
A Índia e o Vietnã, que já são locais de produção da Apple, estão entre os países selecionados pela empresa como alternativas, acrescentou a reportagem.
A Apple
projetou no mês passado maiores problemas de fornecimento, uma vez que
os lockdowns contra Covid-19 desaceleraram a produção e a demanda na China.
Os organizadores do festival também firmaram uma parceria com o jogo 'Fortnite' para recriar o Palais des Festivals, centro de convenções que abriga o evento. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por RFI 21/05/2022 15h39 Atualizado há 18 horas Postado em 22 de maio de 2022 às 09h45m Post. N. - 4.351
Metaverso é ambiente de realidade virtual planejado pelo Facebook — Foto: Reprodução/Facebook
O metaverso e seus desdobramentos são o tema de duas revistas francesas
esta semana. Enquanto a "L’Obs" explora a entrada do icônico Festival
de Cannes neste "novo mundo", "Le Point" entrevista o "rei" do
metaverso, Andrew Bosworth, diretor tecnológico da Meta – empresa que
controla Facebook, Instagram e Whatsapp – que pretende converter 1 bilhão de pessoas para seu mundo paralelo até 2030.
Este ano, o Festival de Cinema de Cannes se abre às novas tecnologias,
ao lado de seu novo parceiro para esta 75ª edição, a mídia online Brut.
“O mundo do cinema está determinado a pular no trem do metaverso em
movimento”, escreve L’Obs. Com a mídia Brut como nova parceira, o
festival tem a ambição de integrar o fenômeno dos games "Fortnite", mas
também está se voltando para os NFTs.
75ª edição do Festival de Cannes começa nesta terça-feira (17) — Foto: LOIC VENANCE / AFP
Dentre as novidades do festival este ano há também uma parceria com o Youtube, a reinvenção de Cannes na mídia graças às redes sociais e a entrada no mundo dos videogames.
O universo de "Fortnite", um dos videogames mais populares do mundo
desenvolvido pela empresa americana Epic Games, já havia recebido shows
virtuais de artistas como Ariana Grande ou Travis Scott, que reuniram
mais de 12 milhões de espectadores.
Desta vez é o mundo do cinema que o videogame procura recriar. No
ambiente virtual, tem palmeiras, tendas brancas e o icônico Palais des
Festivals, tudo parece pronto para compartilhar o evento cinematográfico
do ano com jogadores de todo o mundo.
Com mais de 350 milhões de jogadores em 2020, segundo o portal de estatísticas Statista, o fenômeno é uma das melhores formas de atingir o alvo privilegiado desta edição: os jovens.
O estúdio francês Vysena, especializado no desenvolvimento de
experiências no Fortnite Creative desde abril de 2021, se encarregou da
recriação do Palais des Festivals e seus arredores no metaverso do jogo.
Esta não é a primeira aposta da equipe em termos de modelagem realista,
pois vários de seus membros já haviam participado da reconstrução de um
evento centrado no famoso discurso de Martin Luther King, "I have A
Dream"(Eu tenho um sonho).
Converter 1 bilhão de terráqueos ao metaverso
Já a revista Le Point conversa com o "rei" do metaverso, Andrew
Bosworth, diretor tecnológico da Meta. Ex-professor de Inteligência
Artificial de Mark Zuckerberg, também diplomado por Harvard, Bosworth assumiu recentemente o posto.
Ele é o craque deste mundo imersivo que está na origem da mudança do nome do Facebook para Meta e constitui a aposta mais arriscada para a rede social desde a sua criação, em 2004.
Andrew Bosworth é o diretor de tecnologia da Meta, controladora de Facebook, Instagram e WhatsApp — Foto: Divulgação/Meta
Mark Zuckerberg tem como objetivo converter 1 bilhão de terráqueos ao seu mundo paralelo até 2030 e essa ambição já lhe custou US$ 13 bilhões, informa a Reuters.
Enquanto o faturamento do Facebook
tende a estagnar, Andrew Bosworth afirma se preparar para a "era
pós-celular", em que as pessoas acessarão a rede por meio de acessórios
que vão desde pulseiras conectadas tipo CTRL-Labs até óculos Ray-Ban
Stories, que permitem o compartilhamento de vídeos capturados ao vivo
nas redes sociais, passando pelo capacete de realidade virtual Oculus
Quest.
O fã de "Star Trek", que se destacou como arquiteto do feed de notícias do Facebook, será julgado pelo sucesso dessa revolução do metaverso.
Em dezembro de 2021, a plataforma social de realidade virtual Horizon
Worlds foi lançada nos Estados Unidos e Canadá pela Meta. E, há poucos
dias, Zuckerberg entregou uma prévia do projeto Cambria, que facilitará o
acesso a esse mundo paralelo: um capacete que, aliado a um novo
software, permite ao usuário pegar objetos virtuais apertando os dedos
ou ver um treinador de ginástica aparecer à sua frente capaz de levar em
conta os movimentos de pernas e braços.
SpaceX, empresa do bilionário, deve oferecer internet em escolas de áreas remotas e monitorar o desmatamento da Amazônia. Empresário chegou ao Brasil nesta sexta (20) para um encontro com o presidente Jair Bolsonaro e outros membros do governo. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por g1 20/05/2022 12h04 Atualizado há 2 horas Postado em 20 de maio de 2022 às 14h05m Post. N. - 4.350
Ao lado do ministro das Comunicações, Fabio Faria, Elon Musk acena em chegada ao Brasil — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Elon Musk desembarcou no Brasil nesta sexta-feira (20) para um encontro com o presidente Jair Bolsonaro (PL)e
outros integrantes do governo brasileiro. A reunião deve ter como
assunto principal as iniciativas tecnológicas para a proteção da
Amazônia, incluindo o uso de satélites para levar internet e
monitoramento do desmatamento na região.
O encontro acontece em um resort de luxo no interior de São Paulo. Em
uma mensagem postada no Twitter nesta sexta, Musk se diz empolgado de
estar no Brasil e pela oportunidade de conectar 19 mil escolas em áreas rurais.
Sem dar detalhes, o bilionário também menciona que deve usar a
tecnologia de sua startup de transporte aeroespacial para monitoramento
ambiental a Amazônia.
A visita de Musk, que é o presidente-executivo da SpaceX e da Tesla, acontece depois de uma reunião do bilionário com o ministro das Comunicações brasileiro, Fabio Faria, realizada em novembro.
Fundada em 2002, aSpaceX
é uma startup voltada para o transporte aeroespacial que ganhou
destaque ao utilizar tecnologia para reaproveitar os foguetes usados
para transporte de cargas.
A companhia já realizou missões de turismo espacial e frequentemente
presta serviços para a agência espacial norte-americana (Nasa) no envio
de astronautas e suprimentos para a Estação Espacial Internacional (ISS,
na sigla em inglês).
O primeiro lançamento de um foguete da companhia só aconteceu em 2008.
Dez anos depois, a fim de testar seu foguete mais poderoso até então,
Musk mandou um carro da Tesla para o espaço.
SpaceX: 6 fatos sobre a missão que levou quatro civis para o espaço
Musk não estava a bordo, mas, com o sucesso da missão, ofuscou de certa
forma seus concorrentes no segmento, os também bilionários Jeff Bezos, dono na Amazon, e Richard Branson, da Virgin Galactic.
Divisão de internet por satélite
Um dos braços da SpaceX
é a Starlink, divisão voltada para o fornecimento de internet via
satélite. Nesse segmento, a empresa de Musk tem como uma de suas principais concorrentes a Blue Origin, de Jeff Bezos, que também oferece internet via satélite.
A SpaceX
trabalha para criar uma "constelações de satélites", que têm o objetivo
de levar conexão para áreas remotas em todo o planeta. A companhia já
lançou mais de 1.800 satélites desse tipo.
A intenção do governo é usar os satélites das empresas de Musk para
levar internet de alta velocidade para a região amazônica, conectando
escolas, unidades de saúde e comunidades indígenas em áreas remotas,
onde é mais difícil chegar internet por fibra óptica, por exemplo.
A meta do ministério é conectar 100% das escolas da região até o final do ano.
'Constelação' de satélites ocupará órbita terrestre baixa e ficará bem
mais próxima da Terra que os satélites geoestacionários — Foto: Arte/g1
Monitoramento ambiental
Outro tema comentado por Musk é a o uso da tecnologia da SpaceX
para ajudar na preservação da floresta amazônica e no desenvolvimento
da região. Mas ainda não há detalhes sobre como será realizada essa
colaboração.
Apesar da alta taxa de desmatamento detectada, com mais de 13 mil km² de desmatamento pela plataforma Prodes (leia abaixo os sistemas do Inpe), o monitoramento não resulta em fiscalização: dados divulgados em fevereiro deste ano apontam que apenas 1,3% dos alertas resultaram em açõesdo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama).
Para fazer a observação, já são usados três tipos de sistemas:
Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite(Prodes);
Detecção de Desmatamento em Tempo Real(Deter)
TerraClass, que mapeia o uso da terra após o desmatamento, em parceria com a Embrapa.
O Prodes levanta as taxas anuais de desmatamento. São usadas
aproximadamente 220 imagens do satélite americano Landsat-5/TM, que tem
de 20 a 30 metros de resolução espacial (ou seja, cada ponto da imagem
corresponde a uma área de 400 a 900m²).
Já o Deter é usado desde 2004 para detectar o desmatamento em "tempo
real" em áreas maiores do que 3 hectares (30 mil m²). O sistema serve de
alerta para dar apoio a ações de fiscalização do Ibama e não deve ser
entendido como taxa mensal de desmatamento.
Por fim, há a divulgação dos dados do TerraClass feita a cada dois
anos. O objetivo deste monitoramento é saber qual foi o uso da terra
após o desmatamento. O levantamento é feito em parceria com a Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
A atuação da empresa na Amazônia deve contribuir para desenvolvimento
da região. Há algumas semanas, o governo do Amazonas afirmou que mantinha contato com a empresa de tecnologia aeroespacial.
“Elon Musk
demonstrou interesse em trazer investimentos para cá e vamos trabalhar
para consolidar esse negócio. Venham conhecer a Amazônia. A Amazônia
está chamando vocês”, disse o governador do Amazonas, Wilson Lima sobre o
interesse do bilionário.
Segundo a "Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação nas escolas brasileiras"(TIC Educação 2020), a Região Norte tem o menor percentual de instituições de ensino com acesso à internet:
Centro-Oeste: 98%
Sul: 97%
Sudeste: 94%
Nordeste: 77%
Norte: 51%
A mesma pesquisa evidenciou que o problema não é apenas a falta de
acesso à rede, mas também a baixa porcentagem de colégios da região
Norte com computadores: só 63% têm alguma máquina para os alunos e
funcionários usarem. A média nacional está bem acima disso (87%).
Em dezembro passado, o governo federal lançou o Programa Internet Brasil,
criado para dar acesso gratuito à banda larga móvel para alunos
carentes de escolas públicas — a iniciativa tinha sido vetada por
Bolsonaro e depois foi criada por meio de Medida Provisória
Com investimento previsto de R$ 140 milhões, ela atenderá inicialmente somente seis municípios, todos no Nordeste, e exigirá que o estudante tenha aparelho celular, já que o acesso será pela distribuição de chips.
O leilão da internet 5G, realizado no ano passado, também tem como contrapartida o investimento na conexão das escolas. Foram garantidos R$ 3,1 bilhões para esse fim junto das operadoras que vão explorar o serviço: menos da metade do esperado, que era R$ 7,6 bilhões.
Quem é Elon Musk, bilionário eleito 'Personalidade do Ano' pela revista 'Time'