Total de visualizações de página

sexta-feira, 31 de março de 2023

Virgin Orbit, empresa de lançamentos espaciais, demitirá cerca de 85% da equipe

<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>


Decisão sobre os cortes de funcionários foi o resultado da 'incapacidade da empresa de garantir um financiamento significativo'.
<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>
TOPO
Por Reuters

Postado em 31 de março de 2023 às 13h05m

Post. N. - 4.588

Prédio da Virgin Orbit em Long Beach, Califórnia — Foto: Mike Blake/ Reuters
Prédio da Virgin Orbit em Long Beach, Califórnia — Foto: Mike Blake/ Reuters

A Virgin Orbit, empresa de lançamentos espaciais do bilionário britânico Richard Branson, disse na quinta-feira (30) que está demitindo cerca de 85% do quadro de funcionários porque não foi capaz de levantar novos investimentos.

A medida vai impactar cerca de 675 funcionários e boa parte das demissões devem ocorrer até 3 de abril. A empresa espera arcar com encargos relacionados de cerca de US$ 15 milhões, informou em um documento regulatório.

A decisão foi o resultado da "incapacidade da empresa de garantir um financiamento significativo", disse o documento. As ações da empresa caíram 38% no after market.

Segundo o site "The Verge", a empresa, que tem como objetivo ofertar opções mais em conta de lançamento de satélites, vem encontrando dificuldades para obter financiamento e competir com SpaceX (de Elon Musk) e Blue Origin, da Amazon.

O anúncio de demissão em massa vem duas semanas após a Virgin Orbit dispensar quase todos os seus 750 funcionários em 15 de março, no que um porta-voz chamou de "pausa operacional", enquanto a empresa buscava financiamentos que lhe permitisse se concentrar na melhoria do projeto de foguetes.

Um pequeno grupo de funcionários voltou ao trabalho em 23 de março para se concentrar no trabalho de motores de foguetes, disse um e-mail para a equipe na época.

A empresa abriu o capital em 2021 por meio de uma SPAC, captando US$ 255 milhões a menos do que o esperado. Além da recente dificuldade em levantar recursos, o fracasso no lançamento de um foguete em janeiro aumentou a pressão sobre a empresa.

Desde novembro, o Virgin Group, de Branson, concedeu US$ 50 milhões em financiamento à empresa de lançamento de satélites em dívidas garantidas por seus equipamentos e outros ativos em caso de falência, de acordo com documentos regulatórios.


Assista:

VÍDEO: Veja os melhores momentos do voo de Richard Branson ao espaçoVÍDEO: Veja os melhores momentos do voo de Richard Branson ao espaço
------++-====-----------------------------------------------------------------------=======;;==========--------------------------------------------------------------------------------====-++-----

quinta-feira, 30 de março de 2023

Fundador da dona do TikTok perde quase US$ 13 bilhões de fortuna, diz site

<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>


Segundo a Bloomberg, valor de mercado da ByteDance caiu em investimento feito em março. Mudança fez estimativa sobre o patrimônio de Zhang Yiming cair para US$ 42,3 bilhões.
<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>
Por g1

Postado em 30 de março de 2023 às 17h00m

Post. N. - 4.587

Zhang Yiming, fundador e CEO da ByteDance, dona do TikTok — Foto: Shannon Stapleton/Reuters
Zhang Yiming, fundador e CEO da ByteDance, dona do TikTok — Foto: Shannon Stapleton/Reuters

O cofundador da ByteDance, Zhang Yiming, perdeu US$ 12,6 bilhões em sua fortuna, de acordo com um levantamento da Bloomberg. A queda aconteceu seis meses depois que a empresa dona do TikTok recomprou ações de investidores.

A transação feita em setembro de 2022 teve valores que fizeram a ByteDance ser avaliada em US$ 300 bilhões. Mas um negócio com investidores dos Emirados Árabes Unidos em março passou a avaliar a empresa em US$ 220 bilhões, segundo a Bloomberg.

A nova estimativa fez o patrimônio de Zhang Yiming cair de US$ 54,9 bilhões para US$ 42,3 bilhões. Há dois anos, a quantia estava em US$ 60 bilhões, o que fazia o empresário ser uma das pessoas mais ricas da Ásia.

Em depoimento ao congresso americano, o presidente-executivo do TikTok, Shou Zi Chew, disse que os fundadores detêm cerca de 20% da ByteDance. A Bloomberg afirma que a porcentagem é menor que os números reportados nos últimos anos.

Assim como boa parte das empresas de tecnologia, a chinesa ByteDance tem encontrado dificuldades para driblar as altas taxas de juros e a forte inflação.

Além disso, a empresa se vê pressionada com países banindo o popular aplicativo em celulares de servidores públicos. França, Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia e outras nações adotaram essa medida.

Os governos alegam que têm restringido o acesso a rede social porque a ByteDance pode entregar dados de usuários ao governo da China, o que representaria um risco para a segurança nacional de seus países. A empresa nega as acusações.

"Entendo que haja preocupações decorrentes da crença imprecisa de que a estrutura corporativa do TikTok o torna dependente do governo chinês ou que ele compartilha informações sobre usuários dos EUA com o governo chinês. Isso é enfaticamente falso", declarou Shou Zi Chew em depoimento aos congressistas dos Estados Unidos.

------++-====-----------------------------------------------------------------------=======;;==========--------------------------------------------------------------------------------====-++-----

terça-feira, 28 de março de 2023

Justiça mantém obrigação da Apple de vender iPhone com carregador no Brasil

<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>


Caso a empresa mantenha a venda do aparelho sem o cabo, a venda dos celulares deve continuar suspensa no Brasil. Apple alega que parou de vender o carregador para reduzir emissões de carbono.
<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>
Por g1

Postado em 28 de março de 2023 às 17h20m

Post. N. - 4.586

Advocacia-Geral da União afirma que, na prática, Apple continuou a vender do jeito que queria — Foto:  Thiago Lavado/g1
Advocacia-Geral da União afirma que, na prática, Apple continuou a vender do jeito que queria — Foto: Thiago Lavado/g1

A Justiça Federal manteve a obrigação da Apple de vender qualquer modelo de iPhone junto ao carregador de bateria.

Caso a empresa mantenha a venda do aparelho sem o cabo, a venda dos celulares deve continuar oficialmente suspensa no Brasil, seguindo determinação do Ministério da Justiça.

A decisão, do dia 14 de março, é da desembargadora Daniele Maranhão, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU).

O órgão federal fez o pedido contra um recurso da Apple, que tentava suspender decisão do Ministério da Justiça, em setembro de 2022, de interromper a venda do aparelho sem o carregador.

O ministério alegou que a prática pode incluir diversas irregularidades contra o consumidor, entre elas a venda de produto incompleto, transferência de responsabilidade a terceiros e venda casada (ou seja, obrigar o cliente a fazer outra compra na fabricante para poder usar o celular).

No pedido, a AGU ainda ressaltou que, na prática, a empresa continuou a venda do jeito que queria mesmo após receber multas dos Procons de São Paulo, Fortaleza, Santa Catarina e Caldas Novas (GO), além de algumas decisões contrárias na Justiça.

A Apple afirmou, na época da suspensão, que interrompeu a venda de carregador para diminuir emissões de carbono (veja abaixo o comunicado completo). O g1 procurou a Apple para um novo posicionamento, mas não teve resposta até a publicação desta matéria.

A empresa anunciou a decisão de parar de vender o carregador junto aos celulares em outubro de 2020, no anúncio do novo iPhone 12, afirmando que a decisão faz parte de "seus objetivos ambientais".

Em janeiro de 2021, repetindo a iniciativa da Apple, a Samsung decidiu não incluir o carregador de parede e o fone de ouvido – somente o cabo USB.

A Samsung usou a mesma justificativa da concorrente, e disse que a decisão tem fins ambientais. Na época, a empresa passou a disponibilizar para o consumidor a opção de resgatar o carregador na página “Samsung para você”.

Em outubro de 2021, o Ministério da Justiça e Segurança Pública notificou a Apple e a Samsung por não seguirem orientações para justificar a falta de carregadores em seus celulares.

Já em maio de 2022, a Senacon, orientou as mais de 900 unidades do Procon no Brasil a iniciarem processos administrativos contra a Apple e a Samsung pela venda de celulares sem carregadores.

Alguns meses depois, em agosto, os carregadores dos novos aparelhos Galaxy Z Flip 4 e Z Fold 4 voltaram a ser incluídos na caixa.

Ministério da Justiça aplica multa de R$ 12 milhões à Apple e veta a venda de iphone sem carregador; ASSISTA

Ministério da Justiça aplica multa de R$ 12 milhões à Apple e vetada a venda de iphone sem carregadorMinistério da Justiça aplica multa de R$ 12 milhões à Apple e vetada a venda de iphone sem carregador

O que diz a Apple

Em nota enviado ao g1 na época da determinação do Ministério da Justiça, em setembro de 2022, a Apple afirmou que a medida foi tomada para reduzir emissões de carbono.

"Na Apple, consideramos nosso impacto nas pessoas e no planeta em tudo o que fazemos. Adaptadores de energia representaram nosso maior uso de zinco e plástico e eliminá-los da caixa ajudou a reduzir mais de 2 milhões de toneladas métricas de emissões de carbono - o equivalente a remover 500.000 carros da estrada por ano. Existem bilhões de adaptadores de energia USB-A já em uso em todo o mundo que nossos clientes podem usar para carregar e conectar seus dispositivos. Já ganhamos várias decisões judiciais no Brasil sobre esse assunto e estamos confiantes de que nossos clientes estão cientes das várias opções para carregar e conectar seus dispositivos.”

------++-====-----------------------------------------------------------------------=======;;==========--------------------------------------------------------------------------------====-++-----