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segunda-feira, 1 de maio de 2023

Rio Web Summit: veja destaques do maior evento de tecnologia e inovação do mundo

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Pela primeira vez fora da Europa, o Web Summit vendeu os 17 mil ingressos disponíveis. Entre os 300 palestrantes convidados estão Ayo Tometi, do Black Lives Matter, Amrapali Gan, CEO do OnlyFans, e a chefe global do Airbnb, Catherine Powell.
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Por Raoni Alves, g1 Rio

Postado em 01 de maio de 2023 às 07h00m

Post. N. - 4.607

Rio de Janeiro recebe um dos maiores eventos de tecnologia do mundo
Rio de Janeiro recebe um dos maiores eventos de tecnologia do mundo

Com o intuito de reunir startups de tecnologia e potenciais investidores de todo o mundo, o Web Summit, o maior evento de tecnologia e inovação do mundo, chega ao Rio de Janeiro nesta segunda-feira (1) prometendo movimentar o setor no país.

O Web Summit Rio 2023 acontece no Riocentro, na Zona Oeste, até quinta (4), e contará com mais 100 horas de palestras, masterclasses e sessões de networking para os participantes.

O evento oferece um espaço de interação entre os profissionais do mercado, empreendedores, influenciadores, investidores e o público em geral.

A mesa de abertura, às 16h desta segunda-feira no palco principal, terá a presença de Ayo Tometi, co-fundadora do Black Lives Matter; David Vélez, CEO do Nubank; e do apresentador da TV Globo Luciano Huck.

Mais de 700 startups estarão presentes no Riocentro. Ao todo, são 300 palestrantes convidados. Confira alguns dos destaques:

  • Ayo Tometi, co-fundadora do Black Lives Matter;
  • Amrapali Gan, CEO do OnlyFans;
  • Catherine Powell, chefe global do Airbnb;
  • David Vélez, CEO do Nubank;
  • Roberto Marinho Neto, CEO da Globo Empreendimentos;
  • Jose Ulisses Correia e Silva, primeiro-ministro de Cabo Verde;
  • Txai Suruí, porta-voz internacional dos povos indígenas brasileiros;
  • Howard Wright, VP do Amazon Web Services;
  • Gabriel Braga, CEO do QuintoAndar;
  • Luiza Trajano, presidente do Magazine Luiza;
  • KondZilla, cineasta e fundador do canal KondZilla;
  • Luciano Huck, apresentador da TV Globo;
  • Bianca Andrade (Boca Rosa), influenciadora;
  • Cássia Kozyrkov, cientista chefe de decisões do Google;
  • Maju Coutinho, apresentadora da TV Globo;
  • Cecília Oliveira, co-fundadora do The Intercept Brasil;
  • Deco, ex-jogador de futebol e fundador da D20 Esportes;
  • Tarciana Medeiros, CEO do Banco do Brasil;
  • Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú Unibanco.;
  • Amanda Ribas, lutadora do UFC;
  • Bruno Gagliasso, ator e BMV global;
  • João Barbosa, co-fundador do Gympass;
  • Pia Sundhage, treinadora da seleção brasileira de futebol feminino;
  • Fabrício Werdum, ex-campeão do UFC;
  • Natália Guitler, campeã mundial de Teqball;
  • Reinaldo Rabelo, CEO Mercado Bitcoin;
  • Emma Goldberg, repórter Futuro do Trabalho, do Jornal New York Times;
  • Bernardo Ivo Cruz, Secretário de Internacionalização do Governo de Portugal;
  • Pedro Dória, CEO Meio;
  • Daniel Moczydlower, CEO Embraer-X
Veja todos os palestrantes no site do Web Summit Rio. Confira a programação completa clicando aqui.

Web Summit, o maior evento de tecnologia e inovação do mundo, começa nesta segunda no Rio. (Imagem de 2022) — Foto: Divulgação
Web Summit, o maior evento de tecnologia e inovação do mundo, começa nesta segunda no Rio. (Imagem de 2022) — Foto: Divulgação

Impacto global

A primeira edição do Web Summit aconteceu em 2009, em Dublin, na Irlanda, quando cerca de 400 pessoas participaram da conferência. Desde então, o evento de tecnologia e inovação só vem crescendo.

Após sete edições na Irlanda, em 2016, o Web Summit se transferiu para Lisboa, em Portugal. O sucesso foi tanto que em 2018 o governo português anunciou uma parceria com os organizadores para mais dez edições da conferência na capital portuguesa.

Em 2019, os números do encontro explodiram. A edição daquele ano reuniu mais de 70 mil pessoas de 150 países e consolidou o Web Summit como uma das maiores experiência de networking e conteúdo do planeta.

Com a pandemia da Covid, o evento de forma presencial foi suspenso. A edição de 2020 aconteceu de forma remota, mas não deixou de registrar números bastante expressivos.

Foram mais de 100 mil participantes em uma plataforma online. No ano seguinte, a conferência voltou a ter a opção presencial, mas não descartou a participação online.

Web Summit Rio deve contar com cerca de 20 mil pessoas, a edição de 2028, pode ter até 70 mil, segundo o levantamento da SMDEIS. — Foto: Divulgação
Web Summit Rio deve contar com cerca de 20 mil pessoas, a edição de 2028, pode ter até 70 mil, segundo o levantamento da SMDEIS. — Foto: Divulgação

Já a edição de 2022 voltou a quebrar recordes. Segundo os organizadores, mais de 2 mil startups, de cerca de 100 países, puderam apresentar suas ideias para 1,2 mil investidores. Os principais temas debatidos foram Inteligência Artificial (IA), o futuro do trabalho e o machine learning, que é o desenvolvimento de algoritmos para sistemas de computadores realizarem tarefas sem instruções explícitas.

R$ 1,2 bilhão no Rio em 6 anos

Pela primeira vez fora da Europa, o Web Summit Rio tem potencial de injetar cerca de R$ 1,2 bilhão na economia carioca nos próximos seis anos. Essa é a estimativa da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Simplificação do Rio de Janeiro (SMDEIS).

Após confirmar a realização da edição de 2023 na cidade, a Prefeitura do Rio pretende fechar uma parceria com os organizadores para que o evento tenha a cidade como sede até 2028.

Imagem aérea do Riocentro, na Zona Oeste do Rio  — Foto: Reprodução/ TV Globo
Imagem aérea do Riocentro, na Zona Oeste do Rio — Foto: Reprodução/ TV Globo

Números do Web Summit Rio: (Estimativa SMDEIS):

  • R$ 1,2 bilhão de impacto econômico no município (6 anos);
  • 17 mil ingressos vendidos no evento de 2023;
  • 3 mil turistas estrangeiros (2023);
  • 6 mil turistas brasileiros (2023);
  • o setor hoteleiro deve ter um impacto de R$ 6 milhões por dia (2023);
  • o setor da alimentação, com bares e restaurantes, deve receber um impacto direto de R$ 2,3 milhões por dia (2023);
  • os turistas brasileiros deverão movimentar a economia com R$ 595,2 milhões (6 anos);
  • e os turistas estrangeiros deverão proporcionar um impacto de R$ 425,0 milhões (6 anos);

Na opinião do prefeito Eduardo Paes (PSD), eventos como esse podem fazer do Rio "a capital de inovação e tecnologia do Brasil".

"É muito importante a vinda do Web Summit para o Rio, unindo o setor de tecnologia com o turismo. (...) As seis edições (2023-2028) do Web Summit Rio tem um potencial de atrair mais de 800 mil pessoas de público, movimentando a economia em R$ 1,2 bilhão. Nos seis anos previstos para o evento, há o potencial da Prefeitura arrecadar quase R$ 100 milhões com o ISS do Turismo no mês do evento de cada ano", disse o prefeito.

Rio Web Summit: veja destaques do maior evento de tecnologia e inovação do mundo — Foto: Divulgação
Rio Web Summit: veja destaques do maior evento de tecnologia e inovação do mundo — Foto: Divulgação

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domingo, 30 de abril de 2023

Veja quais países discutem se 'big techs' devem pagar por notícias exibidas no seu feed

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Austrália foi o primeiro país do mundo a discutir e aprovar a medida. No Brasil, PL das Fake News prevê que gigantes da tecnologia paguem por conteúdos jornalísticos que são compartilhados nas redes.
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Por g1

Postado em 30 de abril de 2023 às 08h25m

Post. N. - 4.606

Whatsapp, Facebook e Instagram — Foto: ARUN SANKAR / AFP
Whatsapp, Facebook e Instagram — Foto: ARUN SANKAR / AF

O texto do PL das Fake News foi protocolado pelo deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) na noite desta quinta-feira (27). Entre os tópicos apresentados, o projeto prevê que as plataformas digitais paguem pelos conteúdos produzidos por empresas jornalísticas que são compartilhados nas redes sociais.

Meta (dona de Facebook, Instagram e WhatsApp) e Alphabet (controladora do Google), que fazem parte do bloco de "big techs", são contra. TikTok e Twitter também se mostram descontentes com o texto.

Países que apoiam a medida defendem a valorização do jornalismo profissional, que vem sendo um instrumento de combate às notícias falsas que circulam nas redes sociais.

A proposta não está sendo discutida apenas no Brasil. Austrália, Canadá, Nova Zelândia e Indonésia se mostram a favor da remuneração:

Austrália

A Austrália foi o primeiro país do mundo a forçar as "Big Techs" a pagarem pelo conteúdo jornalístico que é compartilhado em suas plataformas. A lei foi aprovada em 2021 e, naquele ano, os veículos de comunicação faturaram US$ 200 milhões com a decisão, segundo o jornal "Financial Times".

A medida gerou resistência das companhias de tecnologia, especialmente Meta e Alphabet. Em resposta, a empresa de Mark Zuckerberg chegou a bloquear compartilhamento e visualização de notícias por lá.

O Google ameaçou bloquear o buscador no país, mas voltou atrás, anunciando acordos com a mídia australiana.

Canadá

No Canadá, tramita o projeto de lei "Online News Act" ("Lei de notícias on-line", em tradução livre) que também obriga Alphabet e Meta a firmarem acordos com veículos para o financiamento de matérias compartilhadas nas plataformas.

Desde 2008, mais de 450 sites de notícias fecharam no Canadá, enquanto as gigantes da tecnologia vêm ganhando mais espaço, o que também motivou a criação da lei, segundo a agência France Presse.

"Elas [as empresas de mídia social] podem desempenhar um papel importante no apoio à produção de notícias e informações confiáveis", afirma o parlamento canadense.

No início do ano, o Google começou a bloquear o acesso a alguns sites de notícias no país como parte de um teste caso o projeto seja aprovado.

Nova Zelândia

Em dezembro de 2022, a Nova Zelândia anunciou que irá colocar em pauta a discussão, dizendo, ainda, que vai se basear nas propostas da Austrália e do Canadá.

"Não é justo que grandes plataformas digitais como Google e Meta hospedem e compartilhem notícias locais de graça. Custa produzir as notícias e é justo que paguem", disse o ministro das comunicações do país, Willie Jackson.

O parlamento da Nova Zelândia tem o Partido Trabalhista como maioria, o que deve favorecer a aprovação da lei, de acordo com a agência Reuters. A votação deve ocorrer este ano, segundo o jornal The Wall Street Journal.

Indonésia

A Indonésia também vem se inspirando na Austrália e espera, ainda neste primeiro semestre, aprovar a legislação que financia veículos jornalísticos, segundo a agência Reuters.

"Esperamos que a nova lei nivele o campo de jogo entre mídia e empresas de tecnologia em termos de fornecimento de conteúdo e geração de lucro, disse o membro do Conselho de Imprensa da Indonésia, Arif Zulkifli.

A lei proposta estabelece que o conselho de imprensa da Indonésia poderá determinar os preços cobrados e atuar como "mediador" em caso de conflitos.

O que dizem as plataformas sobre o PL

Em nota, a Meta, dona do Facebook, disse que não permite atividades fraudulentas, e que é preciso um debate amplo para garantir uma lei que melhore, e não piore a internet.

E em uma carta aberta, o Google disse que trabalha diariamente para enfrentar essas questões, mas que o projeto de lei pode trazer riscos à segurança dos usuários, e merece mais espaço de discussão e debate.

Na semana passada, um conjunto de associações que representam empresas de jornalismo divulgou um manifesto em que defendeu o PL das Fake News. Segundo as empresas, o projeto é necessário "diante dos efeitos dramáticos da desinformação e do discurso de ódio" na sociedade.

Afirmou ainda que a valorização do jornalismo profissional serve como "antídoto a essa epidemia social".

"Como já ocorre em outros países, a remuneração da atividade jornalística por plataformas de tecnologia pode ser um elemento decisivo para a formação de um ecossistema jornalístico amplo, diverso e saudável, capaz de se opor à difusão da desinformação e dos discursos de ódio", afirmam as empresas no manifesto.

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sexta-feira, 28 de abril de 2023

Viasat tenta lançar hoje satélite de internet com maior capacidade do mundo

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Remarcada pela segunda vez, missão está prevista para as 20h30 (horário de Brasília); g1 transmite ao vivo
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Caderno de Tecnologia
https://g1.globo.com/inovacao/
Postado em 28 de abril de 2023 às 10h15m

Post. N. - 4.605

Resumo

Últimas atualizações

Após duas tentativas frustradas de lançamento, a SpaceX informou que, nesta sexta, "a previsão do tempo é 50% favorável na abertura da janela e melhora para 70% no final". A missão está prevista para acontecer por volta das 20h30, com uma janela de cerca de uma hora a partir deste horário.

A SpaceX, dona da nave que será usada para lançar o satélite da Viasat, afirmou que "devido ao clima desfavorável, a equipe está se retirando do lançamento do Falcon Heavy desta noite". Missão foi remarcada para sexta-feira (28), por volta das 20h30 (horário de Brasília).

A probabilidade de tempo favorável ao lançamento nesta quinta-feira (26) é de 60%, o que anima os lançadores que viram o tempo ruim de ontem causar o adiamento do voo.

A Viasat, empresa americana de telecomunicações, deve lançar nesta quinta-feira (27) o primeiro dos três satélites ViaSat-3. Ele será usado para cobrir as Américas, mas os outros dois cobrirão o restante do planeta.

Segundo a empresa, os equipamentos terão foco na área rural e oferecerão velocidade de download de 100 megabits por segundo (Mbps). O primeiro satélite deverá entrar em operação no Brasil no segundo semestre de 2023.

Imagem ilustrativa do ViaSat-3, satélite com maior capacidade de tráfego do mundoImagem ilustrativa do ViaSat-3, satélite com maior capacidade de tráfego do mundo (Foto: Divulgação/Viasat)

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