Marketing com visibilidade e transparência, focalizando com criatividade e competência a sua slogomarca, fazendo valer no detalhe do visual, o diferencial de retorno do seu investimento, com satisfação do cliente em primeiro lugar!... Excelência no atendimento, para a satisfação e o encantamento do consumidor-cliente!
Em 2020, a dona do Facebook comprou a plataforma de GIFs por cerca de US$ 400 milhões, mas o negócio foi contestado pelo órgão de concorrência do Reino Unido. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 Postado em 23 de maio de 2023 às 14h00m Post. N. - 4.628
Meta havia compra a Giphy em 2020. — Foto: REUTERS/Dado Ruvic
A empresa de banco de fotos Shutterstock disse nesta terça-feira (23) que comprou a plataforma de imagens animadas Giphy daMeta por US$ 53 milhões (cerca de R$ 264 milhões).
O regulador antitruste do Reino Unido deu a ordem no ano passado para a Meta vender o Giphy por preocupações de o negócio dificultar a concorrência, prejudicando especialmente Snapchat e Twitter.
O Giphy tem o maior repositório mundial de imagens animadas, conhecidas como GIFs, e stickers que são usados em plataformas como Facebook, Instagram, TikTok e Microsoft Teams.
O conteúdo, que também inclui material oficial de empresas de mídia
como Disney e Netflix, acumula 15 bilhões de impressões diárias.
Em 2020, aMeta teria pagado US$ 400 milhões pelo Giphy. Um ano depois, o negócio foi contestado pela Autoridade de Concorrência e Mercados no Reino Unido (CMA),
na primeira vez que um regulador britânico forçou um gigante de
tecnologia dos Estados Unidos a vender uma empresa já adquirida.
A
Shutterstock disse que o Giphy adicionará receita "mínima" este ano e
lançará esforços para aumentar o faturamento a partir de 2024.
"Este é um próximo passo empolgante na jornada da Shutterstock como uma
plataforma criativa de ponta a ponta", disse o presidente-executivo da
empresa, Paul Hennessy.
O acordo com o Giphy permitirá o acesso a cerca de 1,7 bilhão de
usuários diários, disse a Shutterstock. As ações da empresa subiram até
4% no pré-mercado.
Com o contrato, a companhia de Bezos receberá US$ 3,4 bilhões para desenvolver veículo que transportará astronautas na missão lunar em 2029. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 19/05/2023 15h02 Atualizado há 2 dias Postado em 22 de maio de 2023 às 06h00m Post. N. - 4.627
Uma renderização do módulo de pouso Blue Moon, da Blue Origin, que levará astronautas à Lua — Foto: Divulgação/Blue Origin
A Blue Origin, empresa espacial do bilionário Jeff Bezos, conseguiu fechar um contrato com a Nasa
para desenvolver um módulo de pouso lunar para a missão Artemis V,
programada para 2029. A companhia de Bezos concorria com a empresa de
defesa Dynetics.
Em comunicado nesta sexta-feira (19), a Nasa informou que a Blue Origin
irá projetar, desenvolver e testar o módulo de pouso Blue Moon para
atender aos padrões "do sistema de pouso humano da Nasa para expedições
de astronautas à superfície lunar".
Com o contrato, a Blue Origin receberá US$ 3,4 bilhões e, antes do
Artemis V, ela terá de fazer uma "missão de demonstração" sem
tripulantes. A data ainda não foi revelada.
"Estamos em uma era de ouro dos voos espaciais humanos, que é possível
graças às parcerias comerciais e internacionais da Nasa. Juntos, estamos
fazendo um investimento na infraestrutura que abrirá o caminho para
pousar os primeiros astronautas em Marte", disse o administrador da
Nasa, Bill Nelson.
"A Blue Origin e seus parceiros já estão trabalhando e animados para
estar nesta jornada com a Nasa", disse a Blue Origin em comunicado.
O anúncio desta sexta-feira em Washington era muito aguardado pela Blue
Origin, que havia participado sem sucesso em outras concorrências,
segundo a agência Reuters.
Pesquisadores do Instituto de Economia identificaram relação entre palavras contidas em tweets e casos e mortes por Covid-19 no Brasil. Ao todo, foram analisados mais de 510 mil posts. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Gabriella Ramos, g1 Campinas e Região 20/05/2023 05h00 Atualizado há 02 horas Postado em 20 de maio de 2023 às 07h00m Post. N. - 4.626
Twitter pode ser usado para mapear e controlar epidemias emergentes, aponta pesquisa da Unicamp — Foto: Dado Ruvic/ Reuters
Uma pesquisa conduzida no Instituto de Economia (IE) da Unicamp,
em parceria com a Universidade do Texas, nos Estados Unidos,
identificou a relação entre palavras contidas em tweets e a evolução de
casos e mortes provocadas pela Covid-19 no Brasil. As postagens nas
redes sociais poderiam, inclusive, ajudar a prever e controlar outras
epidemias emergentes, segundo os pesquisadores.
Os resultados da pesquisa foram publicados recentemente no Jornal da
Unicamp. Coordenador do estudo, o professor Alexandre Gori Maia explica
que a ideia era explicar como o comportamento das pessoas influenciaria a
dinâmica da pandemia. Ao todo, foram analisados mais de 510 mil tweets,
publicados em novembro de 2020, em 3.599 municípios brasileiros.
"Nós
procuramos menções que tivessem as relações mais fortes com os casos de
Covid um mês depois. Pegamos primeiro quais eram os temas mais
debatidos no Twitter no mês e, depois, nós fizemos o que chamamos de
análise de sensibilidade, relacionando cada um desses temas aos casos de
Covid um mês depois", detalha.
Temas e palavras-chave
Eventualmente, foram selecionados cinco temas que apresentaram
correlações mais fortes com a pandemia: a Covid-19; intervenções não
farmacológicas, como o uso de máscara e isolamento social; opiniões
relacionadas à saúde; opiniões políticas; e discussões sobre a vacina.
A partir da definição dos temas, o grupo passou a monitorar a
incidência de palavras-chave para traduzir a relação entre os termos e a
disseminação do vírus. Entre as 14 palavras-chave utilizadas no estudo,
estavam "quarentena", "isolamento", "máscara", "vacinação", "CoronaVac"
e "comunismo".
"Quando
havia um debate muito forte numa determinada localidade sobre Covid,
isso expressava a percepção de risco das pessoas em relação ao avanço da
pandemia. ‘Ah, eu descobri que meu primo está com Covid e vou comentar
no Twitter’. A partir dessa frequência, nós conseguimos identificar que
houve um avanço da pandemia um mês depois", explica.
Maia destaca que a principal vantade do uso das redes sociais para
acompanhamento de epidemias é a possibilidade de acesso em tempo real às
informações. A partir das percepções da população no dia a dia, seria
possível prever o avanço da pandemia em determinada localidade.
"Nós percebemos que quanto maior o uso, as discussões relacionadas aos
temas de vacina, normalmente havia um menor número de casos de Covid um
mês depois. Essas discussões estavam refletindo as percepções dos
comportamentos de saúde das pessoas", destaca o pesquisador.
O professor Alexandre Gori Maia, coordenador do estudo — Foto: Antonio Scarpinetti/Unicamp Aplicações futuras
O pesquisador destaca que, no futuro, o mapeamento de epidemias pelas
redes sociais poderia ser utilizado para aperfeiçoar modelos
epidemiológicos. "O número de casos registrados no hospital ou testes
positivos poderia complementar [os tweets], para passar uma informação
mais precisa e identificar com uma antecedência maior possíveis focos",
afirma.
"Por
exemplo, se eu identificar muitos comentários de discussão sobre Covid
ou sobre aversão às medidas de isolamento social numa determinada
localidade, isso permitiria que o agente tentasse entender o que está
acontecendo ali. [...] Eu não eu não precisaria, por exemplo, fazer uma
política com uma intervenção muito ampla. Eu focalizaria e pouparia
recursos", diz Maia.
Maia ressalta que a análise dos dados também poderia ser utilizada em
situações nas quais testes não estejam disponíveis em tempo real, ou
quando não há testes em massa, para acompanhar as percepções das pessoas
e do comportamento em relação à epidemia, que podem resultar no maior
ou menor número de casos no futuro.