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Dono do antigo Twitter pediu para que usuários que se sentirem prejudicados no emprego entrem em contato com a equipe da rede social. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 Postado em 07 de agosto de 2023 às 07h15m Post. N. - 4.698
Elon Musk fez publicação no "X", antigo Twitter — Foto: REUTERS/Dado Ruvic
O bilionário Elon Musk
anunciou neste domingo (6) que vai financiar despesas jurídicas de
pessoas que se sentirem injustiçadas por empregadores por postarem ou
curtirem algo no "X" — antigo Twitter.
Em um post na rede social, a qual é dono, Musk afirmou que não haverá
limites para o financiamento das custas processuais. Ele pediu para que
os usuários entrem em contato com a equipe do X.
“Se
você foi tratado injustamente por seu empregador por postar ou curtir
algo nesta plataforma, financiaremos suas despesas processuais",
escreveu.
Depois de 6 meses de idas e vindas, Elon Musk concluiu a compra do
Twitter no dia de 27 de outubro de 2022. Segundo a agência Reuters, ele
pagou US$ 44 bilhões pela empresa.
Em julho do ano passado, quando Musk desistiu do negócio, o Twitter o
processou. Por determinação judicial, ele tinha até o dia 28 do mesmo
mês para concluir a compra. Do contrário, um novo julgamento seria
marcado para novembro.
Após a compra, a rede social passou por uma série de transformações,
recebeu críticas, fez um corte severo no número de funcionários e mudou
algumas políticas de uso da plataforma (também foi e voltou algumas
vezes em decisões).
A mais recente mudança na plataforma foi a alteração no nome e
logotipo. O Twitter passou a se chamar X, e a rede social deu adeus ao
simpático passarinho azul que foi símbolo da plataforma por anos.
Série da GloboNews explica o que é Agente de Inteligência Artificial Generativa (Gaia) e como essa tecnologia pode revolucionar a humanidade. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 05/08/2023 10h00 Atualizado há uma hora Postado em 05 de agosto de 2023 às 11h00m Post. N. - 4.697
Inteligência Artificial: entenda o que está por vir com as novas interações com as máquinas
O Conexão GloboNews, daGloboNews,
iniciou uma série de reportagens que vai mostrar durante todo o mês de
agosto as novas interações entre homens e máquinas provocadas pelo
avanço da Inteligência Artificial (IA).
A primeira parada foi em Nova York(EUA), onde a interação com as máquinas já começa a chegar com mais força ao público.
Em uma rede de fast food, o atendimento no drive-thru já é realizado
por uma Inteligência Artificial e a reportagem da GloboNews foi testar. O
repórter Daniel Silva Pinto fez o pedido dele, mas mudou de ideia
algumas vezes para testar a máquina e acabou refazendo o pedido. Deu tudo certo.
A tecnologia que a humanidade experimenta em 2023 é resultado de uma
longa jornada, iniciada nos anos 1980 e 1990, passando pelo surgimento
do computador pessoal e da internet. Depois vieram os smartphones,
reconhecimento de voz, veículos autônomos e a conexão na nuvem.
Inteligência Artificial Generativa
Agente de Inteligência Artificial Generativa, da sigla GAIA em inglês. — Foto: GloboNews
Toda essa tecnologia que o mundo começou a experimentar no fim de 2022 com o ChatGPT já tem um nome e uma sigla em inglês: GAIA, que são as iniciais de Agente de Inteligência Artificial Generativa. Segundo o reitor do Ibmec, Samuel Barros, essa revolução tecnológica logo estará em toda parte.
"Além
de estar na sua casa, estará no seu carro, no seu relógio, computador,
no elevador do seu ambiente do trabalho, vai te sugerir um cafezinho,
vai te lembrar do horário do seu voo um dia antes e vai sugerir o
agendamento do táxi para ir ao aeroporto. Vai transformar a sua vida em
algo ainda mais simples", fala Barros.
Segundo a ferramenta, por exemplo, Orlando Moreira foi "um lendário
cameraman brasileiro que trabalhava na TV Globo" e que "morreu em 2009".
Moreira, no entanto, está bem vivo e filmou parte desta reportagem especial.
Inteligência Artificial disse que o câmera Orlando Moreira morreu em 2009, mas a informação é falsa. — Foto: GloboNews
O problema é que a inteligência artificial generativa pode inventar algumas informações quando não tem a base necessária. Esse é o alerta do escritor e especialista em tecnologia Martin Ford.
"A Inteligência Artificial pode gerar todo tipo de mídia inventada,
falsa. E o que talvez seja ainda mais assustador é a habilidade de gerar
mídias desse tipo de vídeo", conta.
Vídeo criado por inteligência artificial usa o rosto do presidente dos
EUA, Joe Biden, no corpo de um dançarino. — Foto: GloboNews
A Inteligência Artificial é alimentada pelas criações de pessoas que,
nem sempre, estão dispostas a ceder sua genialidade de graça. Esse é o
caso da comediante Sarah Silverman, que está processando a empresa que
fez o ChatGPT, a OpenAI, de ter copiado todo o conteúdo de um de seus
livros.
A comediante Sarah Silverman processa a OpenAI pelo uso sem autorização de sua obra. — Foto: GloboNews
A preocupação com o uso da inteligência artificial chegou ao Conselho
de Segurança das Nações Unidas, acostumado a discutir guerras. Mas o uso
nocivo da tecnologia já acende o alerta para eventuais ataques
terroristas.
"O
uso mal-intencionado de sistemas de Inteligência Artificial com
objetivos terroristas, criminosos ou de Estado poderia causar níveis
terríveis de morte, confusão, trauma generalizado e dano psicológico
grave, por qualquer parâmetro inimaginável", explica António Guterres,
secretário-geral da ONU.
Segundo a agência, tanto as aplicações militares ou não-militares podem ter consequências sérias para a paz mundial.
Conheça empresas que fizeram descobertas científicas ou criaram inovações tecnológicas consideradas verdadeiramente disruptivas. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por BBC 04/08/2023 08h55 Atualizado há uma hora Postado em 04 de agosto de 2023 às 09h55m Post. N. - 4.696
Na América Latina, existem 340 startups de 'deep tech' — Foto: GETTY IMAGES
Tudo começou como uma pequena startup na Costa Rica dedicada a inovar
na área de implantes mamários. Mas hoje a Establishment Labs é uma
empresa listada na Bolsa de Valores de Nova York Nasdaq com uma
avaliação de mercado de US$ 1,8 bilhão.
Usando inteligência artificial, a chilena NotCo está substituindo
alimentos de origem animal por alternativas à base de plantas, enquanto a
empresa argentina Bioceres se dedica a revolucionar a forma como os
alimentos são cultivados.
Na área de tecnologia espacial, a empresa argentina Satellogic cria
constelações de satélites de alta resolução e baixo custo para observar a
Terra.
O que essas empresas têm em comum? Elas fizeram descobertas científicas
ou criaram inovações tecnológicas consideradas verdadeiramente
disruptivas.
Ao contrário de outras empresas que desenvolvem aplicativos para
smartphones ou inovações para um produto ou modelo de negócios, essas
startups fazem inovação tecnológica pura, conhecida como deep tech ou
tecnologia profunda.
'Sem precedentes'
A Establishment Labs é a empresa de tecnologia profunda com maior valor de mercado na América Latina — Foto: GETTY IMAGES
“Estamos vendo uma explosão de inovação de Big Tech na América Latina”,
diz Ignacio Peña, autor do estudo Deep Tech: a nova onda, do BID Lab.
“É algo inédito em sua magnitude”, disse o pesquisador à BBC News
Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC. "A tecnologia permite que
você faça coisas que não eram possíveis antes, como diagnosticar câncer
com uma gota de sangue."
A biotecnologia responde por mais de 60% da inovação de tecnologia
profunda na região, seguida pela inteligência artificial, com 11%.
Existem outros setores emergentes com menos desenvolvimento, como
nanotecnologia, tecnologias limpas, tecnologia espacial, mobilidade
avançada ou robótica.
Algo interessante que aconteceu nos últimos anos, explica Peña, é que
os custos de algumas dessas inovações caíram, abrindo caminho para que
elas se disseminem.
A empresa Satellogic criou constelações de satélites de baixo custo e alta resolução — Foto: GETTY IMAGES
A maioria das startups de deep tech na região está na Argentina, Brasil
e Chile, países que representam 80% do total latino-americano.
Por valor de mercado, a liderança é ocupada pelos mesmos três países mais a Costa Rica.
A Argentina tem o maior número de startups de deep tech na região (103
startups, 30% do total, principalmente em estágios iniciais de
desenvolvimento).
Foi o berço da Auth0, empresa de cibersegurança vendida em 2021 por US$
6,5 bilhões, que alcançou o maior valor da história entre as startups
de deep tech da região.
No país sul-americano, duas em cada três empresas se dedicam à
biotecnologia, enquanto a empresa Satellogic lidera o emergente setor de
tecnologia espacial.
Uma das políticas que tem impactado positivamente no desenvolvimento da
tecnologia profunda no país está relacionada à Lei do Empreendedorismo
de 2017 e ao grande número de fundos de capital de risco que têm
investido em empresas nascentes.
Brasil
O setor de startups 'deep tech' na América Latina está avaliado em US$ 8 bilhões — Foto: GETTY IMAGES
Com 101 startups emergentes, o Brasil ocupa o segundo lugar na região
em desenvolvimento de deep tech, quase no mesmo nível da Argentina.
Embora o número não seja tão surpreendente em relação ao tamanho do
país, as startups brasileiras têm alcançado um alto valor de mercado.
De fato, 37 empresas valem mais de US$ 10 milhões e o setor de biotecnologia representa mais da metade das empresas.
O Brasil tem grande potencial de crescimento, tendo em vista que
concentra quase 80% dos pesquisadores da região, mais da metade das
patentes e 40% do total de investimentos de capital de risco da América
Latina.
Chile
As startups chilenas de tecnologia profunda acumulam o maior valor de mercado em toda a região — Foto: GETTY IMAGES
As startups chilenas que desenvolvem tecnologia profunda acumulam o
maior valor de mercado de toda a região, apesar de sua economia ser
menor que a do Brasil e da Argentina.
Juntas, as chilenas estão avaliadas em cerca de US$ 2 bilhões, um quarto do valor total dessas empresas em toda a região.
O Chile tem 3,4 startups por milhão de habitantes, sinal de que o setor conquistou uma boa posição em nível regional.
A NotCo, empresa que utiliza tecnologia artificial para desenvolver
seus alimentos, é a mais bem-sucedida do país no setor de Deep Tech.
Embora mais da metade das empresas estejam no setor de biotecnologia, a
inteligência artificial lidera a tecnologia avançada do país em termos
de valor, principalmente devido ao rápido crescimento da NotCo.
Já a Costa Rica aparece no mapa da deep tech devido ao sucesso da
startup mais valiosa da região: a Establishment Labs, que concentra 97%
do valor de mercado do setor naquele país.
O que acontece com México e Colômbia?
México e Colômbia estão atrasados nessa área, em relação aos vizinhos da região — Foto: GETTY IMAGES
Duas das maiores economias da região, México e Colômbia, estão
atrasadas no desenvolvimento de startups de deep tech, com uma das
menores concentrações desse tipo de empresa na América Latina.
É surpreendente que o México, com um grande setor de manufatura e
capital de risco, mal tenha 0,2 startups de tecnologia profunda por
milhão de habitantes.
Assim como o México, a Colômbia também tem apenas 0,2 startups por
milhão de habitantes, com apenas nove empresas dedicadas à tecnologia
profunda.
Na América Latina, as estimativas indicam que a biotecnologia
continuará liderando o setor de deep tech devido ao vínculo direto da
região com a agricultura e a produção de alimentos, sua biodiversidade e
um número significativo de profissionais dedicados a esse campo.
E embora ainda haja um longo caminho a percorrer, "há uma grande
oportunidade de crescimento", diz Marcelo Cabrol, chefe de
Escalabilidade, Conhecimento e Impacto do BID Lab.
"Isso não é ficção científica. A tecnologia profunda vai melhorar a vida da maioria da população.”