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sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

Como tirar o status 'online' do Instagram e usar o aplicativo sem ninguém saber

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Recurso oferece mais privacidade para navegar na rede social. Mas lembre-se: se ele é desativado, você também não pode ver se outras pessoas estão online.
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Por g1

Postado em 01 de dezembro de 2023 às 07h30m

Post. N. - 4.780

Instagram permite tirar o status 'online' — Foto: Arquivo Pessoal
Instagram permite tirar o status 'online' — Foto: Arquivo Pessoal

É comum que algumas pessoas prefiram manter a privacidade ao acessar as redes sociais. Afinal, a partir de recursos simples, outros usuários podem obter informações pessoais importantes.

O status "online" do Instagram é um exemplo: com ele, outras pessoas podem acompanhar se você está usando a rede, além de verificar se sua conta está ativa ou não.

Se você é do grupo dos que se sentem desconfortáveis com essa exposição, lá vai uma dica: o recurso pode ser desativado. Dessa forma, o seu status será invisível para os outros usuários.

Abaixo, o g1 mostra o passo a passo para desativar o status "online" no Instagram, no celular e no computador.

⚠️ Mas atenção: assim que a informação for removida, você também deixará de saber se outras pessoas estão online ou não.

📱 No celular

  1. Abra o seu perfil no Instagram;
  2. No lado direito superior, toque no ícone de três linhas;
  3. Clique em "Configurações e privacidade";
  4. Abra "Mensagens e respostas ao story";
  5. Selecione "Mostrar status de atividade";
  6. Desative o recurso "Mostrar status da atividade".
Aprenda a tirar status 'online' do Instagram no celular — Foto: Arquivo pessoal
Aprenda a tirar status 'online' do Instagram no celular — Foto: Arquivo pessoal

💻 No computador

  1. Abra o Instagram no navegador;
  2. No canto inferior ao lado esquerdo, clique no ícone de três linhas;
  3. Clique em "Configurações";
  4. Selecione "Como os outros podem interagir com você";
  5. Desative o recurso "Mostrar status da atividade".
Aprenda a tirar o 'online' do status no Instagram Web — Foto: Arquivo Pessoal
Aprenda a tirar o 'online' do status no Instagram Web — Foto: Arquivo Pessoal

Aprenda a criar o seu personagem 'Disney Pixar', nova trend das redes sociais
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Como denunciar posts nas redes sociais

Como denunciar postagens no Instagram, TikTok e Kwai e em outras redes sociais
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quinta-feira, 30 de novembro de 2023

Elon Musk acusa de chantagem empresas que anunciam no X

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Bilionário disparou ofensas em uma entrevista durante evento promovido pelo jornal The New York Times.
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TOPO
Por James Clayton

Postado em 30 de novembro de 2023 às 15h10m

Post. N. - 4.779

Elon Musk — Foto: Getty Images via BBC
Elon Musk — Foto: Getty Images via BBC

Em declarações explosivas nesta quarta-feira (29/11), Elon Musk criticou os anunciantes que deixaram o X (antigo Twitter), alertando que eles acabariam com a plataforma de rede social.

Em um evento em Nova York, ele acusou empresas que aderiram a um boicote publicitário contra o site de tentar chantageá-lo.

"Vão se *****", disse o bilionário em uma entrevista durante evento promovido pelo jornal The New York Times.

Algumas empresas interromperam seus anúncios no X depois que Musk foi acusado de antissemitismo em uma postagem na própria rede social.

O chefe da Tesla e da SpaceX pediu desculpas por essa postagem, dizendo que poderia ser a coisa “mais idiota” que ele já compartilhou online.

Mas foi a sua resposta a uma pergunta sobre o boicote publicitário por parte de empresas como a Disney, a Apple e a Comcast que causou agitação durante o evento que reúne líderes dos mundos dos negócios, da política e da cultura.

“Não quero que eles anunciem”, disse Musk no DealBook Summit do New York Times.

"Se alguém vai me chantagear com publicidade ou dinheiro, vão se *****!."

"Vá se *****. Está claro? Espero que esteja", diz Musk. "Ei, Bob, se você está na plateia, é assim que me sinto."

Aparentemente, ele estava se referindo ao presidente-executivo da Disney, Bob Iger, que participou de um painel no evento no início do dia.

No mesmo evento em que Musk falava, estava Linda Yaccarino, presidente-executiva da X, que foi acusada de tentar trazer de volta os anunciantes à plataforma.

Em sua entrevista, Musk também disse que os anunciantes poderiam acabar com o X.

“O que este boicote publicitário vai fazer é matar a empresa”, disse ele. “O mundo inteiro saberá que esses anunciantes mataram a empresa e documentaremos isso detalhadamente”, acrescentou.

Yaccarino repostou a fala de Musk em sua conta no X, classificando o episódio como uma "entrevista sincera". A presidente-executiva disse ainda que o "X está permitindo uma independência de informação que é desconfortável para algumas pessoas".

"Somos uma plataforma que permite que as pessoas tomem suas próprias decisões", escreveu.

Musk e Linda Yaccarino em um evento de marketing em abril, nos Estados Unidos — Foto: Rebecca Blackwell/AP
Musk e Linda Yaccarino em um evento de marketing em abril, nos Estados Unidos — Foto: Rebecca Blackwell/AP

Musk visitou Israel depois de, no mês passado, parecer apoiar uma teoria da conspiração antissemita em sua conta no X.

“Sinto muito por aquele tuíte… pode ser literalmente a pior e mais idiota postagem que já fiz”, disse ele nesta quarta.

O boicote, porém, não está relacionado apenas a esse post. Antes mesmo do incidente, muitos anunciantes já haviam decidido gastar seu dinheiro em outro lugar.

Em uma entrevista à BBC em abril, Musk disse que “quase todos eles [anunciantes] ou voltaram ou vão voltar”.

Três meses depois, ele reconheceu em uma postagem no X que a receita publicitária havia caído 50%.

Pouco antes, o grupo de monitoramento progressista Media Matters publicou um relatório que afirmava ter encontrado provas de que anúncios no X estavam sendo colocados ao lado de conteúdo nazista.

O X diz que o relatório do grupo “deturpou a experiência real do usuário de X”, a fim de “minar a liberdade de expressão e enganar os anunciantes”. A plataforma entrou com uma ação judicial contra a Media Matters.

É difícil imaginar que os comentários de Musk podem fazer com que os anunciantes recuem.

Não está claro quanto da receita da X vem atualmente de anúncios, porque se trata de uma empresa privada que não publica mais relatórios trimestrais. Mas antes de Musk assumir o comando da empresa, a publicidade representava cerca de 90% da receita do Twitter.

Biógrafo de Elon Musk fala sobre rompimento do bilionário com filha
Biógrafo de Elon Musk fala sobre rompimento do bilionário com filha
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quarta-feira, 29 de novembro de 2023

Google chega a acordo com Canadá e pagará R$ 360 milhões por ano a empresas jornalísticas do país

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Empresa ameaçava bloquear notícias em resultados de busca do país. Acordo põe fim ao entrave envolvendo a Lei de Notícias Online do país, que obriga gigantes da tecnologia a compartilharem suas receitas de publicidade com veículos de notícias canadenses.
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TOPO
Por Reuters

Postado em 29 de Novenbro de 2023 às  20h40m

Post. N. - 4.778

Google — Foto: Andrew Kelly/Reuters/Arquivo
Google — Foto: Andrew Kelly/Reuters/Arquivo

O Canadá e o Google firmaram acordo para manter exibir notícias nos resultados de pesquisas do país. O buscador se comprometeu a pagar ao todo 100 milhões de dólares canadenses por ano (cerca de R$ 360 milhões) para veículos jornalísticos do país.

Segundo fontes da agência France Presse, o governo de Justin Trudeau buscava obter 172 milhões de dólares canadenses (R$ 432 milhões).

O acordo prevê que o Google negocie com um único grupo que representaria todos os meios, o que permitiria limitar os riscos de litígio, segundo a CBC/Radio-Canada.

A decisão põe fim ao entrave envolvendo o Google, formalmente uma empresa da Alphabet, e a lei de notícias online do Canadá. A regra determina que grandes empresas de internet devem compartilhar sua receita de publicidade com veículos de notícias canadenses.

"Após semanas de discussões produtivas, tenho o prazer de anunciar que encontramos um caminho a seguir com o Google para a implementação da Lei de Notícias Online", disse a ministra do Patrimônio, Pascale St-Onge, em comunicado.

Parte de uma tendência global para as gigantes de internet pagarem por notícias, a Lei de Notícias Online foi aprovada pelo parlamento canadense em junho. Agora, o governo finaliza as regras para divulgá-las até o prazo final de 19 de dezembro.

O Google havia afirmado que bloquearia as notícias em sua plataforma e que a lei canadense era mais rigorosa do que legislações da Europa e da Austrália. A empresa também havia alegado que poderia ficar exposta a uma responsabilidade potencialmente ilimitada com a nova regra.

Em outubro, uma entidade setorial de notícias do Canadá apoiou algumas das preocupações do Google sobre a nova lei.

A Meta, outra gigante de internet que é alvo da lei, já bloqueou o compartilhamento de notícias no Facebook e no Instagram em função de preocupações com a legislação.

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