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quinta-feira, 15 de maio de 2025

Ibovespa fecha aos 139 mil pontos pela primeira vez e bate novo recorde; dólar fecha a R$ 5,67

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O principal índice de ações da bolsa brasileira fechou em alta de 0,66%, aos 139.334 pontos. A moeda norte-americana subiu 0,83%, cotada a R$ 5,6792.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 15 de Maio de 2.025 às 09h50m

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Ibovespa opera em alta nesta quarta-feira. — Foto: Pixabay
Ibovespa opera em alta nesta quarta-feira. — Foto: Pixabay

O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, encerrou o pregão em alta, atingindo 139 mil pontos e estabelecendo um novo recorde nesta quinta-feira (15). O dólar também subiu, fechando cotado a R$ 5,67, em um dia de reajustes após ter caído ao menor patamar desde outubro do ano passado.

Ao longo do pregão, o mercado reagiu à declaração do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de que a equipe econômica do governo está avaliando novas medidas para cumprir a meta das contas públicas e o chamado "arcabouço fiscal". (leia mais abaixo)

Além disso, investidores repercutiram o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, a queda nos preços do petróleo no mercado internacional e a divulgação de novos dados positivos do varejo brasileiro.

Nos EUA, Powell declarou que as autoridades do Fed consideram necessário reavaliar os principais fatores relacionados ao emprego e à inflação em sua atual estratégia de decisão de juros, por conta dos possíveis impactos da nova política de tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump.

"Podemos estar entrando em um período de choques de oferta mais frequentes e potencialmente mais persistentes — um desafio difícil para a economia e para os bancos centrais", disse Powell.

Por isso, o mercado está atento aos acordos comerciais que o governo Trump tem feito com os principais parceiros dos EUA, em especial a trégua tarifária com a China. Isso traria mais previsibilidade, e tiraria o receio do Fed em baixar os juros americanos, ajudando as bolsas mundo afora.

Veja abaixo o resumo dos mercados.

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair

💲Dólar

O dólar fechou em alta de 0,83%, cotado a R$ 5,6792. Veja mais cotações.

Com o resultado, acumulou:

  • alta de 0,83% na semana;
  • ganho de 0,04% no mês; e
  • perda de 8,10% no ano.

Na véspera, a moeda americana fechou em alta de 0,42%, cotado a R$ 5,6324.

📈Ibovespa

O Ibovespa fechou em alta de 0,66%, aos 139.334 pontos.

Com o resultado, o índice acumulou:

  • alta de 2,08% na semana;
  • avanço de 3,17% no mês; e
  • ganho de 15,85% no ano.

Na véspera, o índice fechou em queda de 0,39%, aos 138.423 pontos.

O que está mexendo com os mercados?

Nesta quinta-feira, os investidores reagiram às declarações de Haddad sobre o controle das contas públicas. Ele admitiu que a equipe econômica está avaliando novas medidas para cumprir a meta deste ano e também o arcabouço fiscal — conjunto de regras aprovado em 2023.

O ministro, no entanto, rechaçou, durante entrevista a jornalistas, a ideia de que o governo esteja preparando um novo "pacote fiscal".

"As únicas medidas que estão sendo preparadas, para levar ao conhecimento do presidente – [na reunião] que seria hoje, mas em função do falecimento do Pepe Mujica [ex-presidente do Uruguai] passou para a semana que vem – são medidas pontuais para cumprimento da meta fiscal como fizemos no ano passado", disse Haddad.

"Neste ano, estamos identificando onde estão alguns gargalos e problemas, tanto do ponto de vista da receita como da despesa, e vamos apresentar pro presidente. Não dá nem para chamar de pacote, porque são medidas pontuais", completou o ministro.

Além disso, o mercado monitorou uma série de indicadores econômicos no Brasil e nos Estados Unidos.

Por aqui, o IBGE divulgou que o volume de vendas do comércio varejista em março

  • Na série com ajuste sazonal, houve crescimento de 0,8%, frente a fevereiro. No mês anterior, a variação havia sido de 0,5%.
  • Na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista caiu 1% frente a março de 2024. O acumulado no ano foi de 1,2% enquanto o acumulado nos últimos 12 meses registrou crescimento de 3,1%.

Nos Estados Unidos, o foco está na divulgação de dois índices:

  • O índice de preço ao produtor de abril, importante indicador de inflação, caiu 0,5% no mês passado, depois de estabilidade em março. Economistas consultados pela Reuters previram alta de 0,2% do índice.
  • Os pedidos semanais de auxílio-desemprego permaneceram estáveis em 229 mil em dado com ajuste sazonal na semana encerrada em 10 de maio. Os pedidos têm ficado em uma faixa de 205 mil a 243 mil neste ano, consistente com um nível historicamente baixo de demissões.

Além disso, o mercado financeiro global também reage à perspectiva de um possível acordo nuclear entre EUA e Irã, que poderia aliviar as sanções e aumentar a oferta do petróleo, o que fez os preços da commodity caírem pelo mundo.

No fechamento, o petróleo tipo Brent teve queda de 2,36%, cotado a US$ 64,53 por barril, enquanto o petróleo WTI recuou 2,42%, a US$ 61,62 por barril.

Discurso de Powell

Além disso, os investidores também repercutem o discurso de Jerome Powell, presidente do Fed. Segundo o banqueiro central, a instituição pode precisar reconsiderar os principais elementos relacionados a empregos e inflação em sua atual abordagem de política monetária.

A abordagem atual do Fed para os juros é a mesma desde 2020, período em que a economia ainda estava marcada pela pandemia — e, segundo o banqueiro central, a revisão da política monetária por parte do Fed vai refletir a avaliação da instituição sobre as mudanças do ambiente econômico desde então.

"Em nossa reunião da semana passada, tivemos uma opinião semelhante sobre a meta de inflação média. Garantiremos que nosso novo comunicado seja robusto em relação a uma ampla gama de ambientes e desenvolvimentos econômicos", completou.

*Com informações da agência de notícias Reuters.

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quarta-feira, 14 de maio de 2025

Bem de perto: como tirar fotos de detalhes com o celular

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Função macro está presente na maioria dos smartphones e permite criar imagens a poucos centímetros do objeto fotografado. Mas requer um pouco de técnica – veja as dicas.
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Por Henrique Martin, g1

Postado em 14 de Maio de 2.025 às 06h30m

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Morangos em copo de refrigerante, foto vencedora de prêmio da Apple feita com iPhone 13 Pro — Foto: Ashley Lee/Apple/Divulgação
Morangos em copo de refrigerante, foto vencedora de prêmio da Apple feita com iPhone 13 Pro — Foto: Ashley Lee/Apple/Divulgação

Tirar foto de uma mosca, do detalhe de uma planta ou até mesmo de um olho bem de perto é menos complicado do que parece.

🔎 O recurso de macrofotografia – ou apenas macro – está presente em grande parte dos celulares mais novos.

📱 Essa técnica permite capturar imagens muito de perto de objetos pequenos e revelar detalhes até então invisíveis a olho nu.

Veja a seguir como fazer.

Detalhe de copo com bolhas em sua estrutura, visto em modo macro com o Samsung Galaxy S25 Ultra — Foto: Henrique Martin/g1
Detalhe de copo com bolhas em sua estrutura, visto em modo macro com o Samsung Galaxy S25 Ultra — Foto: Henrique Martin/g1

O primeiro passo é descobrir se a câmera do celular oferece a função.

Detalhe de cabo de carregamento de notebook visto em foto macro feita com um iPhone 14 Pro — Foto: Henrique Martin/g1
Detalhe de cabo de carregamento de notebook visto em foto macro feita com um iPhone 14 Pro — Foto: Henrique Martin/g1

O jeito mais simples de descobrir é abrir a câmera, aproximar a poucos centímetros de um objeto e ver se aparece na tela o símbolo de uma flor, como mostra a imagem abaixo em um iPhone.

No canto direito inferior está o símbolo da flor, para alertar que o modo macro foi ativado no iPhone — Foto: Henrique Martin/g1
No canto direito inferior está o símbolo da flor, para alertar que o modo macro foi ativado no iPhone — Foto: Henrique Martin/g1

O mesmo símbolo é válido para smartphones de outras marcas, como Samsung, Motorola, Xiaomi, entre outras.

Os aparelhos alternam entre o modo macro e o normal sem precisar mudar nas configurações.

Olho de gato fotografado em modo macro com o Galaxy S25 Ultra — Foto: Henrique Martin/g1
Olho de gato fotografado em modo macro com o Galaxy S25 Ultra — Foto: Henrique Martin/g1

Para fotografar muito bem em macro, é preciso seguir algumas recomendações, de acordo com os fotógrafos Paulo Barba e Luca Pucci.

  1. Chegue muito perto do objeto com a câmera. Alguns aparelhos permitem chegar até a 2 ou 3 cm de distância.
  2. Tenha uma boa iluminação no local, para garantir o melhor foco e definição. Se precisar, pode usar a lanterna de outro celular para ajudar.
  3. Alinhe a altura da câmera com o objeto, evitando tirar uma foto por cima. Se precisar, coloque o celular de ponta-cabeça.
  4. Centralize o detalhe e toque na tela para travar o foco.
  5. Use o flash para complementar a iluminação e destacar as cores.

Veja na sequência uma lista de smartphones que tiram fotos em modo macro. Em maio, os produtos custavam de R$ 2.100 a R$ 12.500 nas lojas da internet pesquisadas.

iPhone 16
iPhone 16
iPhone 16 Pro Max
iPhone 16 Pro Max
Motorola Moto Edge 60 Fusion
Motorola Moto Edge 60 Fusion
Oppo Reno 11F
Oppo Reno 11F
Samsung Galaxy A56
Samsung Galaxy A56
Samsung Galaxy S25 Ultra
Samsung Galaxy S25 Ultra
Xiaomi 14T
Xiaomi 14T

Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

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terça-feira, 13 de maio de 2025

Microsoft demite mais de 6 mil funcionários, diz site; brasileiros são afetados

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Demissões afetam cerca de 3% da força de trabalho global, segundo o portal The Verge. 'Continuamos a implementar as mudanças organizacionais necessárias para posicionar melhor a empresa', disse um porta-voz da empresa ao site.
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Por Darlan Helder, Lara Castelo, g1

Postado em 13 de Maio de 2.025 às 16h25m

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Sede da Microsoft  — Foto: REUTERS/Charles Platiau
Sede da Microsoft — Foto: REUTERS/Charles Platiau

A Microsoft demitiu nesta terça-feira (13) mais de 6 mil funcionários, o que representa cerca de 3% de sua força de trabalho, segundo o portal The Verge.

O g1 conversou com duas funcionárias da Microsoft no Brasil, que disseram que há brasileiros entre os demitidos. O g1 entrou em contato com a empresa e aguarda posicionamento.

"Fui recentemente impactada por um processo de reestruturação na Microsoft e, com isso, estou aberta a novas oportunidades", escreveu uma profissional brasileira em rede social.

As demissões também foram confirmadas por um porta-voz da companhia ao The Verge.

"Continuamos a implementar as mudanças organizacionais necessárias para posicionar melhor a empresa para o sucesso em um mercado dinâmico", afirmou Pete Wootton.

O último desligamento na Microsoft ocorreu há cerca de um ano, quando a companhia demitiu cerca de 1 mil funcionários das áreas de realidade mista — que desenvolve os óculos HoloLens — e da Azure, seu serviço de computação em nuvem.

"Ajustes organizacionais e da força de trabalho são uma parte necessária e regular da gestão do nosso negócio", disse Craig Cincotta, porta-voz da Microsoft, ao portal de tecnologia The Verge na ocasião.

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