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sábado, 24 de junho de 2017

Lenovo lança PC workstation com Core i7 e peso de um MacBook


Gipope-Marketing

Computador tem corpo compacto e hardware poderoso para edição de imagens e vídeos
PCs desktop têm perdido popularidade no mundo, mas a Lenovo tem uma nova opção para atrair usuários ávidos por portabilidade. 

A workstation P320 Tiny é um computador tradicional, em formato de torre, com um conjunto de especificações potente em um corpo pequeno. Mesmo com hardware dedicado a profissionais o modelo pesa os mesmos 1,3 kg de um MacBook Air, da Apple.

O lançamento chega aos EUA e à Europa por a partir de US$ 800, ou R$ 2.670 na conversão sem considerar impostos.
Computador da Lenovo é compacto e poderoso (Foto: Divulgação/Lenovo)
Computador da Lenovo é compacto e poderoso 
(Foto: Divulgação/Lenovo)

O lançamento da Lenovo atrai pelo tamanho compacto. A CPU mede apenas 3,5 cm de espessura e 18 cm de largura e profundidade. Ao contrário do peso, as dimensões do PC são maiores do que as de um MacBook, mas ainda assim são consideradas mínimas para tanta potência interna.

No coração, o P320 Tiny traz o processador i7-7700T, chipset topo de linha da Intel para essa categoria de máquina. Ela ainda vem com alta capacidade gráfica proporcionada pela GPU Nvidia Quadro P600, que não chega a entregar o desempenho da GTX 1080, mas é mais do que suficiente para tarefas de edição de imagem e vídeo. O chip gráfico também oferece boa compatibilidade com softwares de renderização 3D em programas com o AutoCad.

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As demais configurações do computador incluem até 32 GB de memória RAM DDR4 e 2 TB de armazenamento por meio de dois discos SSD independentes. A conectividade também é generosa, com seis portas USB 3.0, entradas de áudio frontais, Ethernet Gigabit e impressionantes seis DisplayPort para ligar a máquina a múltiplos monitores.
PC da Lenovo é vendido por a partir de US$ 800 (Foto: Divulgação/Lenovo)
PC da Lenovo é vendido por a partir de US$ 800
 (Foto: Divulgação/Lenovo)

O preço de US$ 800 (R$ 2.670) vale para o modelo de entrada do Lenovo P320 Tiny, que não traz a melhor GPU nem 32 GB de memória.
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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Amazon adquire rede de alimentos Whole Foods por US$ 13,7 bilhões


Tissiane Vicentin, 
2017/06/16, 15:00 
Postado em 22 de junho de 2017 às 21h55m
Gipope-Marketing

A Amazon anunciou um acordo de fusão com a Whole Foods Market pelo valor de US$ 13,7 bilhões – ou US$ 42 por ação. A empresa é uma gigante dos alimentos dos Estados Unidos.

Depois de apostar na AmazonFresh, uma sessão de alimentos dentro da própria Amazon.com, e anunciar a Amazon Go, um supermercado conceito que permite às pessoas entrar e pagar sem a necessidade de passar em um caixa, a empresa parece estar alimentando ainda mais seus esforços no ramo – que deverão ser bastante lucrativos para a gigante da tecnologia, uma vez que as vendas anuais no setor para os EUA contabilizam um valor entre US$ 700 bilhões e US$ 800 bilhões.

“Milhões de pessoas amam o Whole Foods Market, porque ele oferece os melhores alimentos orgânicos e naturais, e eles fazem ser divertido comer de forma saudável”, afirma Jeff Bezos, CEO e fundador da Amazon. 

“A Whole Foods tem conquistado consumidores há praticamente quatro décadas e feito um excelente trabalho, o qual queremos que continue a ser feito.”

Para John Mackey, CEO e cofundador da Whole Foods Market, o movimento apresenta uma oportunidade de aumento de valor para investidores, e também uma expansão da missão da companhia, trazendo “a mais alta qualidade, experiência, conveniência e inovação aos nossos consumidores”, disse.

Até o momento, a ideia é de que o supermercado continue operando suas lojas com a mesma marca, bem como manter sua rede de parceiros global. A transação ainda está sujeita a aprovação e está prevista para ser concluída já no segundo semestre deste ano.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Cidades inteligentes ainda são desafio para o Brasil, diz pesquisador


Tissiane Vicentin, 
2017/06/16, 16:00 
Postado em 20 de junho de 2017 às 23h15m
Gipope-Marketing

O desenvolvimento de cidades inteligentes ainda é um desafio para o Brasil, na opinião de Vinicius Garcia, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) de Campinas. Isso porque há, ainda, falta de experiências no desenvolvimento de soluções em grande escala.

Para ele, é necessário um macroambiente de implantação dessas experiências. “Precisamos da união de evolução tecnológica, políticas públicas, maturidade de mercado e comportamento social [abertura da sociedade] compatíveis”, afirma o estudioso durante debate realizado na Campus Party, que acontece nesta semana, em Brasília. Essa é a primeira vez que o evento é levado ao Distrito Federal.

Na opinião de Vitor Lippi, deputado do PSDB-SP e criador da Frente Parlamentar Mista em Apoio às Cidades Inteligentes e Humanas, é preciso o desenvolvimento de políticas públicas para dar suporte às iniciativas nesse sentido.

O Brasil já está trabalhando em políticas para o desenvolvimento de um Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT), por exemplo, mas ainda está nos primeiros passos. 

“Estamos muito atrasados e precisamos nos adequar”, disse, complementando que a primeira coisa a ser endereçada seria a conectividade da população – no País, mais de 10 milhões de domicílios representam demanda de banda larga reprimida.

* Com informações da Agência Brasil