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sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Xiaomi lança nova linha Redmi 8 e diz que terá 250 produtos no Brasil

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Linha é composta por 4 modelos. Empresa também confirma que venderá seus celulares em lojas da operadora Vivo. 
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 Por Thiago Lavado, G1  

 Postado em 08 de novembro de 2019 às 19h45m  
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013


A chinesa Xiaomi anunciou nesta quinta-feira (7) a nova linha de smartphones Redmi 8. São quatro modelos: Note 8, Note 8 Pro, Redmi 8 e Redmi 8a.

Além dos modelos, a empresa confirmou que terá uma linha de 250 produtos disponíveis para os clientes brasileiros.

Veja as especificações e preços abaixo:
Xiaomi Note 8 — Foto: Divulgação
Xiaomi Note 8 — Foto: Divulgação

Redmi Note 8 - a partir de R$ 1.799
  • tela de 6,3 polegadas
  • 4 GB de RAM
  • 64 GB de memória
  • processador Snapdragon 665
  • câmera quádrupla de 48 megapixels
  • câmera frontal é de 13 megapixels.
  • A bateria de 4.000 mAh
No Brasil, ele terá duas especificações:
  • 6 GB de RAM e 64 GB de memória
  • 6 GB de RAM e 128 GB de memória
Note 8: a câmera frontal é de 13 megapixels — Foto: Thiago Lavado/G1 
Note 8: a câmera frontal é de 13 megapixels — Foto: Thiago Lavado/G1

Nesta sexta-feira, a Xiaomi irá vender 150 unidades do aparelho por um preço promocional, de R$ 1.299. O preço é inferior ao do Note 7, na ocasição do lançamento. Ele será vendido em três cores: azul, preto e branco.
Redmi Note 8 Pro — Foto: Divulgação 
Redmi Note 8 Pro — Foto: Divulgação

Redmi Note 8 Pro - a partir de R$ 2.299
  • tela de 6,53 polegadas
  • processador Helio G90T
  • câmera quádrupla de 64 megapixels
  • câmera frontal é de 20 megapixels
  • A bateria é de 4.500 mAh
No Brasil, ele terá duas especificações:
  • 6 GB de RAM e 64 GB de memória
  • 6 GB de RAM e 128 GB de memória
Note 8 tem câmera quádrupla de 64 megapixels — Foto: Thiago Lavado/G1 
Note 8 tem câmera quádrupla de 64 megapixels — Foto: Thiago Lavado/G1

Assim como o Note 8, o Pro também terá uma promoção de lançamento, com preços de R$ 1.599.

O Note 8 Pro ainda tem chip NFC, que permite o pagamento e outras funcionalidades por aproximação. Ele será vendido em três cores: verde, cinza e branco.

A Xiaomi diz que os modelos podem ficar até dois dias sem serem carregados. Eles ainda acompanham um carregador rápido.
8 pro: a Xiaomi diz que os modelos podem ficar até dois dias sem ser carregado — Foto: Thiago Lavado/G1 
8 pro: a Xiaomi diz que os modelos podem ficar até dois dias sem ser carregado — Foto: Thiago Lavado/G1

Redmi 8
  • tela de 6,22 polegadas
  • processador Snapdragon 439
  • câmera dupla de 12 megapixels
  • câmera frontal de 8 megapixels
  • A bateria é de 5.00 mAh
Redmi note 8 tem câmera dupla de 12 megapixels — Foto: Thiago Lavado/G1 
Redmi note 8 tem câmera dupla de 12 megapixels — Foto: Thiago Lavado/G1

Redmi 8a
  • tela de 6,22 polegadas
  • processador Snapdragon 439
  • câmera traseira de 12 megapixels
  • câmera frontal de 8 megapixels
  • A bateria é de 5.00 mAh
A empresa também anunciou que irá comercializar seus celulares nas lojas da operadora de telefonia Vivo.

Segundo dados da IDC, a Xiaomi é a quarta colocada entre as marcas que mais vendem smartphones no mundo.

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Twitter anuncia fim de publicidade política na rede social

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Segundo Jack Dorsey, presidente da empresa, pagar para aumentar o alcance de um discurso político pode ter consequências que a democracia não está preparada para lidar.
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 Por Thiago Lavado, G1  

 Postado em 30 de outubro de 2019 às 22h35m  
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Logo na sede do Twitter — Foto: Marisa Allegra William/Twitter/Divulgação
Logo na sede do Twitter — Foto: Marisa Allegra William/Twitter/Divulgação

O presidente do Twitter, Jack Dorsey, afirmou nesta quarta-feira (30) que não vai mais permitir que publicidade política seja veiculada na plataforma.

Segundo Dorsey, a decisão foi motivada porque uma mensagem política ganha alcance quando as pessoas decidem seguir uma conta ou compartilhar conteúdo político. Pagar por esse alcance remove o aspecto de decisão do usuário, forçando as pessoas a ver mensagens políticas direcionadas. Segundo o executivo, essa não é uma decisão que deve ser comprometida pelo dinheiro.

"Publicidade política na internet é um desafio totalmente novo para o discurso cívico: otimização baseada em aprendizado de máquina, micro-direcionamento, informações sem checagem e vídeos falsos. Tudo isso em grande velocidade, sofisticação e escala arrebatadoras", disse Dorsey em sua conta no Twitter.
Jack Dorsey, presidente-executivo do Twitter. — Foto: Lucas Jackson/Reuters
Jack Dorsey, presidente-executivo do Twitter. — Foto: Lucas Jackson/Reuters


O executivo afirmou que, embora a publicidade na internet seja algo muito poderoso e efetivo para os anunciantes, esse poder traz riscos significativos para a política, já que poderia ser usado para influenciar votos e afetar as vidas de milhões de pessoas.

Dorsey afirmou ainda que esses desafios vão afetar toda a comunicação na internet, não apenas as publicidades políticas. "É melhor focar nos problemas básicos, sem ter que adicionar o fardo que o dinheiro traz."

A decisão final de como a plataforma irá lidar com isso será divulgada no dia 15 de novembro. Dorsey disse que haverá exceções, como publicidade que incentive as pessoas a se registrar para votar — nos EUA o voto não é obrigatório e um registro prévio é requerido para participar. O fim das publicidades políticas entrará em vigor no dia próximo dia 22.

Facebook tem opinião diferente
No último dia 17 de outubro, o presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, havia feito um discurso público, defendendo a rede social pela decisão de não retirar anúncios políticos, mesmo que contenham mentiras — o que gerou bastante polêmica nos EUA.
Mark Zuckerberg falou de liberdade de expressão em discurso na Universidade Georgetown, em Washington — Foto: Reprodução
Mark Zuckerberg falou de liberdade de expressão em discurso na Universidade Georgetown, em Washington — Foto: Reprodução

"Nós não checamos os fatos em anúncios políticos. Não fazemos isso para ajudar políticos, mas porque nós acreditamos que as pessoas deveriam ver por elas mesmas o que os políticos estão dizendo", afirmou Zuckerberg na ocasião.

Em sua publicação, Dorsey demonstrou uma visão diferente da de Zuckerberg, que citou liberdade de expressão de políticos locais e com baixa expressividade como um dos motivos da manutenção desse tipo de publicidade.

"Isso não é sobre liberdade de expressão. É sobre pagar por alcance. E pagar para aumentar o alcance de um discurso político tem ramificações significativas que a estrutura democrática atual pode não estar preparada para lidar. Vale a pena dar um passo atrás", disse.

Regulação da publicidade política
Dorsey disse ainda que é preciso olhar pra frente para discutir a regulação de publicidades de políticos, o que ele considera algo muito difícil de fazer.

"Transparência em anúncios é progresso, mas não é o bastante", afirmou. "A internet traz capacidades inteiramente novas, e reguladores precisam pensar no futuro e assegurar um funcionamento justo das regras".

O executivo disse ainda que sabe que o Twitter é apenas uma parte pequena do ecossistema de publicidade e que já testemunhou muitos movimentos sociais conseguirem grande alcance sem a necessidade de publicidade.

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Uber vai deixar tela do celular do passageiro colorida para ajudar a encontrar motorista

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Recurso LED vai funcionar como uma espécie de 'sinalizador'. Testes acontecem em Campinas, Brasília, Recife, Salvador e Vitória.
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 Por G1  

 Postado em 29 de 2019 às 20h35m  

GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Com novidade que deixa tela com cores vibrantes vai ficar mais fácil para motoristas encontrarem passageiros. — Foto: REUTERS/Shannon StapletonCom novidade que deixa tela com cores vibrantes vai ficar mais fácil para motoristas encontrarem passageiros. — Foto: REUTERS/Shannon Stapleton

Às vezes, pode ser difícil de encontrar o motorista da Uber, principalmente em lugares cheios de gente, como a saída de grandes eventos. Para tentar resolver esse problema, a empresa apresentou nesta terça-feira (29) um novo recurso que deixa a tela do celular colorida, como uma espécie de "sinalizador".

Funciona assim: o passageiro clica na opção "LED" (nome do recurso no aplicativo) depois de pedir uma viagem. Isso vai deixar a tela com um tom vibrante e permite que o passageiro aponte o celular para os motoristas, que poderão identificar com mais precisão onde está a pessoa que pediu um carro.
A cor é gerada aleatoriamente e o motorista é avisado qual é a cor que foi designada para o passageiro que vai embarcar. As informações que a Uber já apresenta para ajudar na identificação, como modelo do veículo e placa, continuam disponíveis.

Por enquanto, essa novidade, que já existe nos Estados Unidos, está em teste em 5 cidades brasileiras — Campinas, Brasília, Recife, Salvador e Vitória.
Uber LED permite que passageiro utilize o celular como um sinalizador luminoso. — Foto: Divulgação/Uber 
Uber LED permite que passageiro utilize o celular como um sinalizador luminoso. — Foto: Divulgação/Uber