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Objetivo do serviço é fornecer conexão de alta velocidade em regiões remotas do planeta, sem a necessidade infraestruturas terrestres. Empresa já lançou mais de 1.500 satélites e tem mais de 69.000 usuários ativos. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por France Presse Postado em 29 de junho de 2021 às 22h35m *.-Post.N. -\- 4.066-.*
Elon Musk, CEO da SpaceX — Foto: Reuters
O milionário Elon Musk, CEO da empresa espacial SpaceX, calculou nesta terça-feira (29) que investirá até US$ 30 bilhões a longo prazo em seu projeto de internet via satélite, a Starlink.
A empresa de exploração espacial SpaceX está desenvolvendo seu serviço
de internet via satélite, cujo objetivo é fornecer conexão de alta
velocidade em regiões remotas do planeta, sem a necessidade
infraestruturas terrestres.
A empresa já lançou mais de 1.500 satélites e conta, em uma dúzia de
países, com mais de 69.000 usuários ativos do seu serviço de conexão à
internet. A cifra que poderia superar os 500.000 usuários "daqui a doze
meses", afirmou Musk.
"A partir do mês de agosto, deveremos ter conectividade no conjunto do
planeta, com a exceção dos polos. Vamos nos dirigir realmente às regiões
muito pouco habitadas", explicou o empresário de origem sul-africana em
uma intervenção on-line no salão mundial de telefonia móvel (MWC),
realizado em Barcelona.
Quanto às finanças, ele explicou que "antes de ter uma tesouraria
positiva, provavelmente terá que investir pelo menos US$ 5 bilhões,
talvez 10 bilhões".
"E inclusive quando a tesouraria for lucrativa, continuaremos investindo para não ficarmos para trás nas inovações", disse.
Por isso, o investimento total de longo prazo poderia alcançar "entre
US$ 20 e 30 bilhões", avaliou Musk, cujo grande competidor, o fundador
da Amazon, Jeff Bezos, prevê investir 10 bilhões de dólares em seu
projeto concorrente de satélites chamado Kuiper.
A SpaceX, que opera a Starlink, pediu permissão às autoridades
reguladoras dos Estados Unidos para lançar até 42.000 satélites para
fornecer acesso à internet.
'Trem' de satélites da SpaceX já foi visto no Brasil; reveja
Passagem do Trem de Satélites da SpaceX sobre Brasília, registro de Leo Caldas
Computadores que possuem Windows 10 poderão instalar a nova versão gratuitamente, mas só no ano que vem. Novos PCs vão vir com sistema mais recente até o final de 2021. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por G1 28/06/2021 11h26 Atualizado há 2 horas Postado em 28 de junho de 2021 às 13h30m *.-Post.N. -\- 4.065-.*
VÍDEO: Windows 11 - O que há de novo no sistema da Microsoft
A Microsoft apresentou na última quinta-feira (24) o Windows 11, a nova versão do seu sistema operacional para computadores.
A data exata de lançamento ainda é uma incógnita, mas a companhia deu
uma previsão para os usuários em seu perfil oficial no Twitter.
“O Windows 11 está previsto para o final de 2021 e será distribuído ao longo de vários meses. A disponibilização da atualização para dispositivos Windows 10 em uso hoje começará em 2022, indo até o primeiro semestre do mesmo ano”, escreveu uma conta oficial da empresa.
Nesta segunda-feira (28), a empresa disponibilizou a versão prévia da
novidade para quem faz parte do programa "Insider", voltada para
desenvolvedores e usuários que querem testar novidades com antecedência.
Como saber se meu PC é compatível com Windows 11
A Microsoft disponibilizou um software que indica a compatibilidade do novo sistema, consultando todos os requisitos mínimos.
Baixe o programa de Verificação de integridade do PC (PC Health Check) no site da Microsoft;
Abra a ferramenta e clique em Verificar agora;
Na sequência, o app vai mostrar se o PC é compatível.
Quadrilhas têm conseguido acessar aplicativos de aparelhos desbloqueados para fazer transferências bancárias indevidas. Veja dicas de segurança para proteger senhas e dados pessoais e orientações sobre o que fazer se o smartphone for roubado ou furtado. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por Darlan Alvarenga, G1 27/06/2021 08h00 Atualizado há 2 horas Postado em 27 de junho de 2021 às 10h00m *.-Post.N. -\- 4.064-.*
Tela de celular com os ícones dos aplicativos dos maiores bancos do Brasil — Foto: Foto G1
Criminosos têm roubado celulares e conseguido esvaziar contas bancárias
acessando os aplicativos de bancos instalados nos aparelhos. Diante dos
relatos do novo golpe e de alertas feitos por instituições como Procon-SP e pela própria Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o G1
reuniu dicas para manter os aplicativos e o smartphone seguros, além de
orientações sobre o que fazer em caso de furto ou roubo e de
transferências bancárias indevidas.
Como funciona o golpe?
Os roubos costumam ocorrer em vias públicas ou no trânsito, durante o
uso do celular pelas pessoas. Dessa forma, os criminosos têm acesso ao
aparelho já desbloqueado, o que permite buscar as senhas ou dados
pessoais armazenados pelos próprios usuários no smartphone, sites e
email para tentar entrar nos aplicativos de bancos e limpar o dinheiro
das contas das vítimas ou fazer empréstimos.
O vereador de São Paulo Marlon Luz, por exemplo, teve o celular furtado
quando estava parado em um congestionamento, com a tela desbloqueada.
AoG1, ele contou que os criminosos desviaram R$ 67 mil de duas contas bancárias em menos de duas horas. Leia aquio relato.
Vereador de SP tem celular roubado e ladrões limpam conta bancária
O Procon-SP notificou no dia 18 junho instituições financeiras e as entidade que representam o setor,
pedindo explicações sobre métodos de segurança, exclusão de dados de
forma remota e rastreamento de operações disponibilizados aos clientes
vítimas de furto ou roubo. Os fabricantes de smartphones também foram
notificados para explicarem sobre os dispositivos de segurança dos
aparelhos para desbloqueio e acesso às informações.
Em nota, a Febraban (Federação Brasileira de
Bancos) disse que os
aplicativos "contam com o máximo de segurança em todas as suas etapa" e
que "não existe qualquer registro de violação" dessa segurança.
Como se proteger?
Para se proteger desse tipo golpe, é fundamental redobrar os cuidados
com as configurações de segurança do celular e dos aplicativos. Isso
porque o aparelho guarda muitas informações que podem permitir que os
criminosos recuperem ou mudem as senhas usando, por exemplo, dados
armazenados em e-mails, redes sociais ou outras ferramentas disponíveis
no smartphone.
O presidente da Associação Brasileira de Proteção de Dados (ABPDados),
Renato Opice Blum, explica que, quando um aparelho é roubado
desbloqueado, fica mais fácil para os bandidos violarem certas medidas
de segurança ou redefinirem senhas de acesso.
"Em
tese, se o celular tiver bloqueado, com uma senha relativamente
complexa e com a atualização do sistema operacional, isso por si só já
impediria ou deixaria muito difícil o acesso indevido. Mas se o
criminoso acessar o celular, ele vai ter também acesso ao SMS da pessoa,
muitas vezes ao email e pode conseguir alterar as senhas ou receber a
dupla autenticação para ingressar nos aplicativos", afirma.
Veja abaixo dicas de especialistas e recomendações da própria Febraban:
Use sempre uma configuração de bloqueio da tela de início do celular e opte pela opção de bloqueio automático mais rápida (30 segundos, por exemplo);
Mantenha o sistema operacional do celular atualizado e verifique sempre se há atualizações de aplicativos pendentes;
Nunca utilize o recurso de “lembrar/salvar senha” em navegadores e sites;
Jamais anote senhas em blocos de notas, e-mails, mensagens de WhatsApp ou outros locais do celular;
Procure usar senhas fortes e não repetir o código de acesso ao seu banco para uso em outros aplicativos, email ou sites de compras;
Utilize ferramentas de segurança adicionais como biometria, reconhecimento facial e dupla autenticação (a segunda senha) em apps e também o email;
Nas
configurações do aparelho, desative as notificações e funções que são
exibidas independentemente do bloqueio de tela inicial;
Coloque um PIN também no chip do celular.
Dessa forma, se o aparelho for reiniciado, será necessário inserir o
código pessoal para uso da linha e envio e recebimento de SMS.
O que fazer se o celular for roubado?
A primeira providência a ser tomada no caso de roubo ou perda, estando o aparelho desbloqueado ou não, é apagar os dados remotamente.
Isso pode ser feito acessando as páginas que a Apple (no caso do
iPhone) e o Google (para celulares com o sistema Android) criaram para
localizar dispositivos perdidos.
Só depois de ter os dados apagados, comunique a operadora de que o aparelho foi roubado, para que sua linha seja bloqueada. Se
você fizer isso antes de deletar os dados e a linha for cancelada e seu
smartphone ficar sem internet, o comando para limpar o dispositivo não
vai chegar.
As entidades de defesa do consumidor recomendam ainda entrar em contato
com o banco para o bloqueio do app e da conta, e que seja registrado
também um boletim de ocorrência.
Em resumo, a vítima deve:
acessar as páginas criadas pela Apple (no caso do iPhone) e pelo Google (para celulares com o sistema Android) para limpar todo o conteúdo do aparelho de maneira remota.
Notificar imediatamente o banco para que medidas de segurança sejam adotadas, como bloqueio do app do banco, da senha de acesso e da própria conta;
avisar à operadora de telefonia para o bloqueio imediato do chip e do
Imei (Identidade Internacional de Equipamento Móvel); a partir do
bloqueio, o aparelho ficará impedido de conectar a redes móveis;
trocar
as senhas e as configurações de autenticação das contas e dos
aplicativos instalados no smartphone, incluindo redes sociais e e-mail;
Acessar a ferramenta Registrato do Banco Central para verificar se os seus dados não foram utilizados para abertura de contas ou empréstimos. VÍDEO: Saiba o que fazer se seu celular for roubado
Vitima pode pedir ressarcimento do banco, diz Idec
O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) afirma que é
responsabilidade dos bancos garantir a segurança dos aplicativos e das
operações financeiras e explica que as vítimas que tiverem suas contas
limpas por esse tipo de golpe têm direito a pedir ressarcimento de um
eventual prejuízo.
"O
consumidor pode e deve entrar e contato com o banco para ser
ressarcido, inclusive porque o banco tem todo o aparato tecnológico para
identificar movimentações sucessivas ou em valor considerável que fogem
do padrão da pessoa, e tem condições de bloquear esse tipo de
transação", afirma o advogado do Idec Michel Roberto de Souza.
Segundo ele, cabe ao banco comprovar que não existiu alguma falha de segurança e que a culpa teria sido exclusiva do consumidor.
Os consumidores que enfrentarem algum problema com o banco neste tipo
de situação podem fazer também uma reclamação contra a instituição
financeira no site do Banco Centrale no Procon.
"Sempre
há a possibilidade também de entrar com uma ação no juizado especial de
pequenas causas e no valor e até 20 salários mínimos a pessoa não
precisa ser acompanhada de um advogado, pode se dirigir pessoalmente",
lembra Souza.
As entidades de defesa do consumidor cobram também explicações dos
bancos e das operadoras sobre eventuais brechas de segurança.
“O Procon-SP quer saber qual o grau de confiabilidade dos sistemas de
segurança e proteção das operadoras, plataformas e bancos, já que muitas
fraudes estão sendo praticadas”, afirmou, em nota, o diretor do órgão,
Fernando Capez. “Além disso, é essencial que essas empresas ofereçam um
acesso eficaz para que aquela pessoa que teve seu celular furtado ou
roubado seja atendida de imediato”, acrescentou.
O Procon-SP informou que pretende disponibilizar uma central com as
orientações para o consumidor se proteger das fraudes bancárias. A ideia
é que consumidor possa acessar um único número para fazer todos os
bloqueios.