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quinta-feira, 10 de março de 2022

Os celulares que você mesmo pode desmontar e consertar

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Com um design modular, os celulares da Fairphone permitem que seus proprietários troquem, reparem e personalizem facilmente componentes como tela, bateria, portas USB e câmeras.
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TOPO
Por BBC

Postado em 10 de março de 2022 às 13h25m

Post. N. - 4.298

O Fairphone se tornou popular na Alemanha — Foto: Fairphone/BBC Brasil
O Fairphone se tornou popular na Alemanha — Foto: Fairphone/BBC Brasil

A cada quatro semanas, o cientista político Urs Lesse dedica seu tempo para ajudar as pessoas a consertar seus próprios telefones em sua cidade natal de Aachen, no oeste da Alemanha.

Mas ele não pode ajudar com qualquer marca de telefone, apenas uma chamada Fairphone. Nos últimos oito anos, Lesse tem sido um membro ativo de uma comunidade de usuários do Fairphone não remunerada. Ele organiza reuniões da comunidade local e ajuda nos reparos.

"Não conserto telefones se não for necessário, mas sempre fui altamente motivado a incentivar as pessoas a tentar consertar seus próprios Fairphones", diz ele. "Sempre foi uma questão de passar informações e tirar o medo das pessoas de ousar abrir o celular", explica.

Com um design modular, os celulares da Fairphone permitem que seus proprietários troquem, reparem e personalizem facilmente componentes como tela, bateria, portas USB e câmeras.

"O Fairphone 2 pode ser desmontado em menos de dois minutos", diz Lesse. "Havia modelos em que você nem precisava de ferramentas para remover a tela e recolocá-la você mesmo."

Reciclável, durável e reparável

Os clientes da Fairphone variam de programadores que foram atraídos pelas possibilidades do software do telefone a consumidores que procuram um produto mais sustentável.

A empresa começou em 2013 e segue estes princípios: obter matérias-primas de áreas de mineração menos danosas ao ambiente e onde não haja conflitos, fabricar produtos recicláveis, duráveis ​​e reparáveis.
Urs Lesse participa da comunidade de usuários do Fairphone — Foto: Urs Lesse/BBC Brasil
Urs Lesse participa da comunidade de usuários do Fairphone — Foto: Urs Lesse/BBC Brasil

De acordo com dados das Nações Unidas, um recorde de 53,6 milhões de toneladas de lixo eletrônico foi gerado em todo o mundo em 2019, 21% a mais do que cinco anos atrás, e os telefones celulares constituem uma parte significativa disso. Além disso, apenas 17% do lixo eletrônico foi reciclado naquele ano.

A Fairphone argumenta que, ao tornar os telefones fáceis de reparar, eles podem ter uma vida útil mais longa, gerar menos resíduos e, portanto, ter um impacto positivo no meio ambiente.

"Sabemos que ao aumentar a vida útil de um telefone em pelo menos dois anos, você obtém uma redução de 30% nas emissões de CO2", diz o cofundador da Fairphone, Miquel Ballester.

Produto de nicho

Até agora, a empresa holandesa vendeu cerca de 400 mil dispositivos, o que significa que é um player muito pequeno no mercado de smartphones.

"Fairphone ainda é um produto de nicho, que você não encontra em muitas lojas, por isso a rede comunitária é importante", diz Lesse.

Os celulares da marca ainda não estão disponíveis no Brasil, por exemplo, e não há previsão de lançamento por aqui.

No entanto, a Fairphone causou impacto na indústria, principalmente na Alemanha, onde obteve um apoio significativo.

A Alemanha concedeu à Fairphone inúmeras certificações e prêmios, incluindo o Prêmio Ambiental Alemão de 2016, o prêmio ambiental mais bem pago da Europa.

Ballester acredita que esse reconhecimento do governo, em oposição às recomendações da indústria, é uma das razões pelas quais a Fairphone conquistou tantos seguidores na Alemanha em comparação com outros mercados europeus.

Os alemães tendem a ser menos apegados ao status de grandes empresas e, portanto, mais inclinados a experimentar marcas europeias menores, diz a empresa.

Em Hamburgo, Ingo Strauch também se voluntaria para ajudar outros usuários. Ele diz que muitos citam como motivo para a escolha da marca a privacidade de dados do telefone e a facilidade de uso, mais do que seus benefícios ambientais.

A popularidade da empresa na Alemanha também pode ser devido ao poder de compra individual. "A Alemanha é um país rico. Por isso, a disposição de gastar mais por um produto aparentemente justo também é maior", diz Lesse.

Sigrid Kannengiesser diz que está se criando uma troca entre as marcas — Foto: Beate Koehler/BBC Brasil
Sigrid Kannengiesser diz que está se criando uma troca entre as marcas — Foto: Beate Koehler/BBC Brasil

Influenciando a sustentabilidade

A Fairphone diz que sua prioridade não é apenas o crescimento, mas que quer mudar a forma como a indústria funciona.

"Não queremos necessariamente nos tornar os maiores do setor, mas queremos nos tornar os mais influentes e garantir que outros fabricantes espelhem algumas das iniciativas que temos", diz Ballester.

Há alguma evidência de mudança de preferências na sociedade em geral, diz a professora Sigrid Kannengiesser, especialista em práticas de mídia e sustentabilidade na Universidade de Bremen, na Alemanha.

Kannengiesser aponta para o aumento dos repair cafes (cafés de reparação, em inglês) na Europa Ocidental e na América do Norte, locais com ferramentas disponíveis onde as pessoas se encontram para consertar objetos. Ela também cita o recente anúncio da Comissão Europeia que estabelece o direito de reparação - que obriga as empresas a garantir a possibilidade de reutilização e reparação de produtos.

"Consumidores, políticos, mas também alguns atores da economia entendem que nossas sociedades e o modo de vida de muitas pessoas devem se tornar mais sustentáveis", diz Kannengiesser.

Os grandes players do setor estão prestando atenção. No ano passado, a Apple lançou sua iniciativa de "reparo por autoatendimento", que dá aos clientes acesso a peças e ferramentas da Apple.

"O Self Service Repair destina-se a técnicos individuais com conhecimento e experiência para reparar dispositivos eletrônicos", disse a empresa norte-americana.

"Nunca será muito potente"

Mas como o modelo mais recente da Fairphone, o Fairphone 4, se compara a outros telefones?

Chris Hall, do site de dispositivos Pocket-lint.com, está muito otimista: "O Fairphone 4 é um dispositivo sólido de médio porte, mas sua vantagem única é a sustentabilidade, em vez de desempenho excepcional em qualquer outra área".

"É impressionante que ele ofereça alguma resistência à água, mas não seja protegido da mesma forma que outras marcas. Essa é uma pequena desvantagem, considerando que este é um dispositivo de médio porte", acrescenta.

"Como tal, embora ofereça um desempenho razoável, nunca será muito potente", diz ele.

Colaboração entre empresas

A Fairphone não é a única fabricante de telefones a focar na sustentabilidade. A Shiftphones - de propriedade familiar, com sede na Alemanha e fundada em 2014 - também desenvolveu um smartphone modular sustentável.

As vendas dobraram a cada ano nos últimos seis anos, mas a empresa também é um player pequeno, com 70 mil dispositivos vendidos.

O fundador e CEO da Shiftphones, Samuel Waldeck, acredita que a colaboração melhoraria a capacidade das duas empresas de influenciar seus concorrentes maiores.

"Acho que seria um sinal muito importante trabalharmos juntos, e também para o resto do mercado", diz.

"Toda a indústria está trabalhando contra você (...) se juntarmos forças teremos mais unidades, o que mudaria tudo.

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quarta-feira, 9 de março de 2022

Golpes em redes sociais crescem no Brasil; veja como não cair

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Depois que os perfis são hackeados, os criminosos passam a fazer anúncios e enganar seguidores. Modalidade se destaca entre as tentativas de fraudes que somaram mais de 4 milhões de casos no país em 2021, segundo dados da Serasa Experian - alta de 16,8%.
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Por Clara Velasco e Fernando Mancini, g1 e TV Globo

Postado em 09 de março de 2022 às 14h35m

Post. N. - 4.297

Especialistas dão dicas para evitar golpes digitais nas redes sociais
Especialistas dão dicas para evitar golpes digitais nas redes sociais

Basta uma navegada despretensiosa nas redes sociais para encontrar anúncios de produtos que vão de veículos a eletrodomésticos. Em geral, os preços são bem atrativos. Mas como saber se o produto existe mesmo ou não?

A dúvida surge porque uma modalidade de crime digital está crescendo e chamando a atenção nos últimos meses: é a invasão de redes sociais. Depois que os perfis são hackeados, os criminosos passam a fazer anúncios e aplicar golpes nos seguidores.

Foi o que aconteceu com o professor Carlos Rodrigues, de 57 anos. No dia 9 de fevereiro, enquanto aguardava por uma reunião, ele recebeu uma notificação de acesso ao seu perfil do Instagram. Ao ver o que tinha acontecido, já era tarde demais. "Descobri que haviam hackeado o meu Instagram e eu já não tinha mais acesso", diz.

A partir disso, vários anúncios de produtos que Carlos nunca teve foram publicados em sua rede social. Foram oferecidos produtos de eletrônicos como celular e console de videogame, bem como de móveis e eletrodomésticos.

Carlos conta que sua filha e seus sobrinhos desconfiaram dos anúncios assim que viram, já que ele não costumava fazer esse tipo de publicação.

"Eu nunca vendi nada no Instagram, aí começaram a vender produtos, eletrodomésticos. O meu perfil sempre foi de colocar coisas de família. Comemorações, conquistas, um perfil totalmente diferenciado do que estava acontecendo", diz.

Ele fez um boletim de ocorrência e começou a avisar a maior quantidade de conhecidos e seguidores sobre o golpe. Mas, mesmo assim, duas pessoas caíram nas fraudes dos criminosos.

"Uma pessoa chegou a efetuar uma parte de um pagamento de Playstation e perdeu [o dinheiro]. E tive uma outra colega que teve o Instagram dela hackeado porque eles mandaram em meu nome um link. Ela achou que fosse eu e acessou o link", diz Carlos.

Ele conta que tem medo do que os criminosos podem fazer com a sua conta. "Vai saber que tipo de publicação pode fazer, e pode até mesmo detonar a minha imagem perante toda uma sociedade", diz. "[Me senti] invadido, desrespeitado."

Anúncios começaram a ser postados na rede social de Carlos depois que sua conta foi roubada — Foto: Reprodução
Anúncios começaram a ser postados na rede social de Carlos depois que sua conta foi roubada — Foto: Reprodução

Em nota, o Instagram informou que trabalha na implementação de recursos que, quando acionados, são capazes de barrar a invasão de contas, bem como a detecção e a remoção de perfis falsos.

Casos aumentam no país

Assim como Carlos, muitos outros brasileiros são vítimas de golpes todos os dias. Só no ano de 2021, foram mais de 4 milhões de tentativas de fraudes no Brasil, segundo dados da Serasa Experian - um aumento de 16,8% em relação a 2020. Isso quer dizer que, a cada sete segundos, há uma tentativa de fraude no país.

"Esse tipo de golpe acontece basicamente explorando a confiança que os seguidores têm na conta. Esses seguidores não sabem que essa conta foi invadida, foi tomada por um criminoso", diz Hiago Kin, presidente da Associação Brasileira de Segurança Cibernética.

"Quanto menos seguidores a pessoa tem, a gente considera que as pessoas que seguem são mais de confiança. São familiares, são amigos, são pessoas próximas. Então esse tipo de golpe em particular é um golpe mais orientado à confiança que os seguidores têm na pessoa", diz Kin.

Os roubos de perfis costumam acontecer por conta de vazamentos de dados. Uma pessoa pode clicar em algum link fraudulento e fornecer as suas informações sem saber que se trata de um golpe, por exemplo.

Inclusive, o Brasil está entre os países com mais ataques de phishing (mensagens fraudulentas) do mundo, segundo um levantamento feita pela companhia de segurança digital Kaspersky. Considerando a proporção de usuários atacados em 2021, o Brasil está na primeira colocação do ranking, com 15,4% dos internautas registrando tentativas.

O advogado Luiz Augusto D'Urso, especialista em crimes digitais, diz que, desde novembro de 2021, houve um aumento muito grande de casos parecidos com o de Carlos. "No nosso escritório, tivemos um aumento de 1000% nos últimos quatro meses", diz.

Segundo D'urso, há dois perfis de vítima nestes golpes: o que tem a rede social roubada e a que se envolve com os anúncios feitos pelos criminosos.

"A vítima que faz a transferência para adquirir aquele produto do criminoso deve lavrar o boletim de ocorrência. Também deve ligar imediatamente para o banco da sua conta e também na conta do destino para denunciar a transação ilícita e solicitar o bloqueio das transferências", diz.

"O titular do perfil [da rede social] também deve fazer o boletim de ocorrência, uma vez que alguém está se passando por ele em sua conta e vitimando pessoas."

D'Urso ainda lembra que, no ano passado, golpes digitais tiveram suas penas ampliadas para até oito anos de prisão. "Já há previsão do crime em si. Por exemplo, o crime de invasão de dispositivo informático, o crime da fraude eletrônica e o de estelionato. (...). Mas o grande problema é encontrar esses criminosos. Então o país ainda carece de investimento público na polícia científica judiciária para que se investigue melhor os crimes da internet, os chamados cibercrimes", diz.

Dicas para evitar cair em golpes nas redes sociais

Diante do aumento dos casos, os especialistas dão algumas dicas de como evitar se tornar uma vítima desses golpes nas redes sociais:

  • Fazer confirmação em duas etapas: "As redes sociais disponibilizam opções de segurança além da própria senha, que são as chamadas confirmações em duas etapas ou autenticação de dois fatores. Então, além da senha, pode pedir a verificação através de uma mensagem de texto ou um aplicativo com token", diz D'urso.
  • Conversar com a pessoa antes de comprar algo anunciado na redes social: "O primeiro passo é você fazer perguntas para aquela pessoa, perguntas particulares. Isso é muito importante. Se for o caso, você pode ligar diretamente para essa pessoa", diz Kin. Dessa forma, você garante que está conversando com alguém de confiança, e não com um golpista.
  • Não emprestar dinheiro pela internet: "Não emprestar dinheiro por Whatsapp ou pela internet. Marque um encontro. (...) Quando você toma esse posicionamento, o golpista foge", diz.
  • Nunca passar a senha para outras pessoas Mesmo para familiares e pessoas próximas.
  • Ter cuidado antes de clicar em links desconhecidos: "Tem que ter muita cautela com links recebidos através destas plataformas, seja por rede social ou por aplicativo de mensagem", diz D'urso. Segundo ele, uma das formas mais comuns de roubar as redes sociais das pessoas é através do roubo de dados, que costuma acontecer quando as pessoas clicam em links suspeitos.
  • Evitar se expor: "É bom ficar atento a qualquer tipo de dado que você coloca na internet. rede social não exige nenhum tipo de informação oficial de dados pessoais, como nome completo ou CPF. Você pode colocar seu nome e a inicial do seu sobrenome, por exemplo", diz Kin.
  • Deixar seu perfil privado: "Quanto menos público for o seu perfil, menor é a chance de você ser vítima de um crime cibernético", diz Kin.
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terça-feira, 8 de março de 2022

O que é o WhatsApp Beta e como instalar no Android e no iPhone

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Versão costuma liberar novos recursos antes que eles fiquem disponíveis para todos os usuários. Aplicativo oferece número limitado de vagas para programa de testes.
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Por g1

Postado em 08 de março de 2022 às 07h05m

Post. N. - 4.296

WhatsApp — Foto: Reuters/Francis Mascarenhas
WhatsApp — Foto: Reuters/Francis Mascarenhas

Antes de lançar novos recursos oficialmente, o WhatsApp costuma testá-los com um grupo restrito de usuários. Isso é feito por meio da versão beta do aplicativo, que pode ser instalada no Android e no iPhone.

O WhatsApp Beta é a versão que permite aos desenvolvedores identificar erros e fazer ajustes necessários em novidades do aplicativo (veja abaixo como instalar). No Android e no iPhone, há um número limitado de vagas para usuários que receberão novos recursos antes dos demais.

A ideia de liberar novidades primeiro para um grupo menor de usuários é fazer com que eventuais problemas nessa atualização não causem transtornos para toda a base de usuários. No caso do WhatsApp, ela representa mais de 2 bilhões de pessoas.

É por meio da versão beta que são antecipadas mudanças como a que permite usar o WhatsApp Web mesmo que o celular esteja desconectado da internet. A opção começou a ser testada em julho de 2021 e foi levada para mais usuários em novembro daquele ano.

  1. Acesse a "Play Store";
  2. Pesquise por "WhatsApp";
  3. Na página do aplicativo, procure a seção "Participar do programa Beta";
  4. Clique em "Participar" e confirme a escolha nova janela que será exibida.

É possível que a área sobre a versão beta do mensageiro não esteja disponível na Play Store. Caso isso aconteça, a loja deverá apresentar um aviso de que "o programa Beta deste app atingiu o limite de participação", o que impedirá a instalação da versão de testes.

No momento da publicação desta reportagem, a versão beta do WhatsApp no Android não permitia a entrada de novos participantes.

Como entrar no WhatsApp Beta no iPhone

  1. Na App Store, pesquise pelo "TestFlight";
  2. Clique em "Obter";
  3. Em seguida, abra a página do WhatsApp no TestFlight;
  4. Clique em "Aceitar";
  5. Clique em "Instalar" e confirme a escolha.

O aplicativo também tem um número limitado de vagas para sua versão beta no iPhone. Por isso, é possível que a página do TestFlight informe que "esta versão beta já atingiu o limite de testers".

No momento da publicação, a página do WhatsApp no TestFlight não aceitava novos usuários na versão beta.

Procurado pelo g1, o WhatsApp confirmou que sua versão beta atingiu o limite de participação. "Os usuários do aplicativo podem acompanhar quando o programa de testes estiver disponível por meio do Google Play Store ou da App Store da Apple", disse a plataforma.

Saiba como se proteger de golpes no WhatsApp

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