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sábado, 22 de outubro de 2022

Conheça sete medidas simples para economizar a bateria do seu celular

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Ativar o modo avião, reduzir o brilho da tela, fechar aplicativos em segundo plano são algumas das ações que ajudam seu smartphone a ter energia por mais tempo.
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Por g1

Postado em 22 de outubro de 2022 às 13h00m

Post. N. - 4.466

Medidas simples podem economizar a bateria do seu celular. — Foto: Reprodução/TV Globo
Medidas simples podem economizar a bateria do seu celular. — Foto: Reprodução/TV Globo

Pode ser uma ligação importante perdida, uma foto marcante que não foi registrada, um vídeo de um momento especial que seria registrado. Você consegue contar quantas vezes o fim da bateria do seu celular já te atrapalhou?

Pensando nisso, o g1 mostra sete medidas simples que podem ser tomadas para garantir que você não acabará com seu celular apenas como um peso morto no seu bolso – ou nas suas mãos.

1) Entrar no modo de "Economia de energia"

O modo "Economia de energia" é uma das principais maneiras de poupar a energia do celular. — Foto: Altieres Rohr/G1
O modo "Economia de energia" é uma das principais maneiras de poupar a energia do celular. — Foto: Altieres Rohr/G1

O modo de economia de energia é a maneira mais rápida e direta de poupar o celular. Ao ativá-lo, o usuário faz com que o aparelho coloque em operação ajustes automáticos que prolongam a vida da bateria, como limitação da velocidade do processador e brilho de tela.

Nos aparelhos Android, a opção pode ser encontrada ao abrir a área de "Configurações" e, então, a de "Economia de bateria". No iPhone, acesse "Ajustes" e, depois, escolha "Modo de pouca energia".

Reduzir o brilho da tela é uma boa maneira de economizar energia. — Foto: Pixabay
Reduzir o brilho da tela é uma boa maneira de economizar energia. — Foto: Pixabay

Diminuir o brilho da tela é uma das maneiras mais eficazes para poupar bateria. A dica é não deixar a iluminação em nível máximo para que o aparelho tenha energia por mais tempo.

No Android, é possível controlar o brilho de tela pelas "Configurações" ou pela área de notificações que é exibida ao deslizar o dedo do topo da tela para baixo. No iPhone, o procedimento pode ser feito pela "Central de Controle" ou pela seção de "Ajustes".

Desativar o Bluetooth é uma das medidas recomendadas para economizar energia. — Foto: Sten Ritterfeld / Unsplash
Desativar o Bluetooth é uma das medidas recomendadas para economizar energia. — Foto: Sten Ritterfeld / Unsplash

A regra é simples: não está utilizando o Bluetooth? Deixe-o desligado.

Nos aparelhos Android, o Bluetooth pode ser desligado na tela de notificações ou em "Configurações". No iPhone, o ajuste é acessado pela "Central de Controle".

4) Modo noturno

Deixar o celular em "Modo noturno" reduz o consumo de bateria. — Foto: Reprodução
Deixar o celular em "Modo noturno" reduz o consumo de bateria. — Foto: Reprodução

Uma vez ativado, o "Modo noturno" escurece interfaces de aplicativos que são compatíveis com esse visual e oferece economia de energia em comparação ao modo normal.

No Android, o "Modo noturno" pode ser acessado nas "Configurações". Já no iPhone, o procedimento está em "Ajustes".

5) Desativar os acessos à localização
Desative a localização dos aplicativos para ter mais energia na bateria. — Foto: Reprodução
Desative a localização dos aplicativos para ter mais energia na bateria. — Foto: Reprodução

Alguns aplicativos, como mapas, coletam dados de localização a todo instante, o que exige mais processamento e, consequentemente, gasta mais energia. O usuário deve checar quais são esses aplicativos e, se achar necessário, desativá-los a coleta dessas informações.

Nos aparelhos Android, isso pode ser feito ao acessar "Configurações" e, então, "Aplicativos". Já no iPhone, basta entrar em "Ajustes" e depois em "Privacidade".

6) Fechar aplicativos em segundo plano

Para economizar, feche aplicativos que estão rodando em segundo plano. — Foto: Helton Simões Gomes/G1
Para economizar, feche aplicativos que estão rodando em segundo plano. — Foto: Helton Simões Gomes/G1

Além de causar uma sobrecarga na memória do telefone, manter aplicativos rodando em segundo plano consome o pacote de dados e a bateria do aparelho. Se a ideia é economizar estes recursos, o ideal é desligá-los.

Em celulares Android, toque no quadrado que aparece na parte inferior da tela e, depois, selecione a opção "Fechar tudo". No iPhone, o fechamento acontece ao arrastar a tela para cima e, em seguida, arrastar as janelas dos apps para cima.

7) Ativar o "Modo avião"

Ligar o "Modo avião" é a medida mais extrema para poupar bateria. O usuário deve saber que, uma vez que estiver ativada, essa configuração impede a navegação na internet e o recebimento de mensagens – isso só será possível se o usuário estiver em um voo que ofereça esse tipo de conexão.

Nos aparelhos Android, o "Modo avião" está na tela de notificações ou em "Configurações", enquanto no iPhone, está em "Ajustes" ou "Central de Controle".

Ativar o "Modo avião" é uma das maneiras mais eficientes de poupar a bateria do aparelho. — Foto: Reprodução
Ativar o "Modo avião" é uma das maneiras mais eficientes de poupar a bateria do aparelho. — Foto: Reprodução

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sexta-feira, 21 de outubro de 2022

Populares nos anos 90, disquetes ainda são vendidos em loja dos EUA

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Equipamentos de armazenamento de dados foram criados no final da década de 1960 e caíram em desuso após a chegada de CDs, DVDs e pen drives.
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Por g1

Postado em 21 de outubro de 2022 às 13,40m

Post. N. - 4.465

A loja nos EUA que ainda vende disquetes
A loja nos EUA que ainda vende disquetes

O disquete, relíquia dos anos 90 para salvar informações, ainda resiste. Um americano de 73 anos que atua nesse ramo diz vender cerca de 500 dispositivos por dia e que o negócio está em expansão, apesar de alternativas mais modernas como armazenamento em nuvem.

Tom Persky é o proprietário da loja de reciclagem de disquetes Floppydisk.com, que fica na Califórnia. A empresa recebe e formata dispositivos usados e, então os vende para quem ainda precisa dessa tecnologia.

Os disquetes foram criados no final da década de 1960 e, mais de três décadas depois, caíram em desuso para soluções como CDs, DVDs e pen drives, que também perderam espaço para meios virtuais de armazenamento.

Em entrevista à Reuters, Persky contou que os disquetes são usados em várias áreas, como a indústria metalúrgica e o setor têxtil, que têm máquinas antigas que usam esses dispositivos. Eles também são comprados pela indústria aeronáutica, especialmente para manutenção de aeronaves.

"Se você construiu um avião há 20 ou 30 anos ou até mesmo 40 anos, você usaria um disquete para obter informações de alguns dos aviônicos [eletrônica de aeronaves] desse avião", conta.

"Os disquetes são muito confiáveis, muito estáveis. Além disso, eles têm a característica adicional de não serem muito hackeáveis", diz Persky.

Loja tem milhares de disquetes usados, que são formatados e revendidos para quem ainda precisa deles — Foto: Reuters/Alan Devall
Loja tem milhares de disquetes usados, que são formatados e revendidos para quem ainda precisa deles — Foto: Reuters/Alan Devall

Ele conta que, nos anos 90, trabalhou com desenvolvimento de software em uma empresa do setor tributário que duplicava seu sistema em disquetes. Após ser desligado, ele passou a investir no equipamento e diz ser apaixonado.

"Quando eu vejo um ícone de 'salvar', vejo um disquete. Mas a maioria das pessoas vê apenas um ícone de 'salvar'", diz Persky. "Estarei aqui enquanto as pessoas continuarem querendo ter esses discos. Mas não é para sempre".

Além de computadores antigos que ainda têm leitores de disquete para formatá-los, a loja usa outro aparelho com uma esteira magnética que apaga as informações em poucos segundos. Depois, os itens são etiquetados rapidamente em outra máquina.

O tipo de disquete mais comum é o de 3,5 polegadas, capaz de armazenar até 1,44 megabyte. Mas a loja de Persky tem outros padrões, como o de 8 polegadas da década de 1960, que em versões mais modernas suporta apenas 1 megabyte.

Um exemplar de 8 polegadas no estoque da loja tem uma etiqueta indicando que se trata de uma gravação do debate entre John F. Kennedy e Richard Nixon para a eleição presidencial americana de 1960.

Loja de reciclagem de disquetes usa computadores antigos para formatar dispositivos e revendê-los — Foto: Reuters/Alan Devall
Loja de reciclagem de disquetes usa computadores antigos para formatar dispositivos e revendê-los — Foto: Reuters/Alan Devall

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quinta-feira, 20 de outubro de 2022

Como comprar o monitor correto

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Tamanho da tela, frequência de atualização, resolução e até recursos extras como TV devem ser levados em conta.
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Por Henrique Martin, g1

Postado em 20 de outubro de 2022 às 08h00m

Post. N. - 4.464

Como escolher um monitor — Foto: g1
Como escolher um monitor — Foto: g1

Os monitores para o computador vão além de trabalhar e estudar. Eles servem também para ver filmes e séries por streaming, navegar na web e jogar. Mas qual a opção certa a fazer na hora da compra, com opções que incluem até sintonizador de TV?

O Guia de Compras selecionou 8 modelos de monitores com diversas configurações – do uso geral ao gamer, do ergonômico ao com alta resolução de tela – para ajudar na escolha.

Os tamanhos de tela variam de 18,5 a 27 polegadas e os preços variavam de R$ 500 a mais de R$ 3.000 nas lojas da internet em outubro. Para comparação de tamanho, um tablet como iPad tem uma tela de 10 polegadas e grande parte dos smartphones mais recentes, 6 polegadas.

Veja a lista a seguir e as dicas para fazer a opção correta – incluindo as explicações dos termos técnicos – no final da reportagem.

Acer CB242Y

Acer CB242Y — Foto: Divulgação
Acer CB242Y — Foto: Divulgação

O Acer CB242Y é um monitor para uso geral e para games de 23,8 polegadas com resolução Full HD (a mais comum entre os modelos desta lista), taxa de atualização de 75 Hz e 1 milissegundo de tempo de resposta. Vem com suporte que permite ajuste de inclinação, altura e rotação, além de poder ser montado na parede. Também conta com conexões HDMI e VGA.

Nas lojas on-line, seu preço era de R$ 1.500 na segunda semana de outubro.

🛒 Onde comprar o produto:

AOC 24B1XHM — Foto: Divulgação
AOC 24B1XHM — Foto: Divulgação

Com uma tela de 23,8 polegadas, o AOC 24B1XHM conta com resolução Full HD, 6 ms de tempo de resposta, conexões HDMI e VGA e 75 Hz de taxa de atualização. Seu suporte é fixo e ainda pode ser montado na parede. É um modelo indicado para uso geral.

Custava R$ 1.000 nas lojas da internet em outubro.

🛒 Onde comprar o produto:

Asus VG248QG — Foto: Divulgação
Asus VG248QG — Foto: Divulgação

O modelo de monitor gamer da Asus traz tela de 24 polegadas Full HD com 0,5 ms de tempo de resposta – o mais veloz desta lista – e tela com 165 Hz de taxa de atualização – a maior taxa entre os monitores deste guia.

Seu suporte permite ajuste de inclinação, altura e rotação e encaixes para suporte de parede. Tem certificação G-Sync para uso em PCs com placas de vídeo da Nvidia e conexões HDMI, DisplayPort e DVI.

Seu preço era de R$ 1.900 nas lojas online em outubro.

🛒 Onde comprar o produto:

Dell S2421HN  — Foto: Divulgação
Dell S2421HN — Foto: Divulgação

Modelo de 23,8 polegadas e com resolução Full HD, o Dell S2421HN traz conexão HDMI e um suporte com ajuste de ângulo em uma tela com 75 Hz de taxa de atualização e 4 ms de tempo de resposta.

O modelo é compatível com a tecnologia AMD FreeSync, podendo ser usado por gamers que tenham placas de vídeo compatíveis em seus computadores.

O modelo custava R$ 2.000 nas lojas online em outubro.

🛒 Onde comprar o produto:

Lenovo ThinkVision T22i — Foto: Divulgação
Lenovo ThinkVision T22i — Foto: Divulgação

O Lenovo ThinkVision T22i é um monitor Full HD de 21,5 polegadas com conexão HDMI e 6 ms de tempo de resposta, com ajuste de ângulo e altura. A fabricante não indica qual a taxa de atualização da tela.

O monitor custava R$ 1.300 nas lojas on-line em outubro.

🛒 Onde comprar o produto:

LG Ergo 27QN880-B — Foto: Divulgação
LG Ergo 27QN880-B — Foto: Divulgação

Modelo mais caro desta lista – R$ 4.000 nas lojas da internet em outubro –, o LG Ergo é um monitor de 27 polegadas com um suporte que, ao ser fixado a uma mesa, permite ajustes e movimento do dispositivo em vários níveis e ângulos – incluindo girar a tela em 90 graus.

O monitor conta com resolução QHD (2.560 x 1.440 pontos) – a maior entre as telas desta lista –, alto-falantes embutidos, portas HDMI e USB-C/DisplayPort e tem tempo de resposta de 5 ms e 75 Hz de atualização da tela.

🛒 Onde comprar o produto:

Philips 193V5LHSB2 — Foto: Divulgação
Philips 193V5LHSB2 — Foto: Divulgação

Já o monitor da Philips é uma tela de 18,5– a menor desta lista e a mais barata, custando R$ 630 nas lojas on-line em outubro – com resolução HD (a mais baixa entre os monitores listados), conector HDMI, suporte com ajuste de inclinação e 5 ms de tempo de resposta, com 60 Hz de taxa de atualização.

🛒 Onde comprar o produto:

Samsung Smart Monitor M5 — Foto: Divulgação
Samsung Smart Monitor M5 — Foto: Divulgação

O Samsung Smart Monitor M5 é uma tela de 24" Full HD que também atua como Smart TV, permitindo ver filmes e séries via streaming sem precisar conectar um computador.

O modelo roda o sistema operacional Tizen, que é o mesmo presente nos televisores da marca – vem até com alto-falantes integrados e controle remoto na caixa.

Tem tempo de resposta de 14 ms e taxa de atualização de 60 Hz. Vem com conexão HDMI e tem suporte ao padrão AirPlay, da Apple, para espelhar a tela de iPhones e Macs.

Nas lojas on-line, o monitor custava R$ 1.200 em outubro.

🛒 Onde comprar o produto:

No que prestar atenção na hora da compra

TAMANHO DA TELA: ter espaço na mesa para instalar o monitor e avaliar as atividades de uso – trabalho, estudo, jogos, streaming – é essencial para definir o tamanho da tela.

Os tamanhos mais utilizados hoje ficam entre 19 e 24 polegadas – porém ainda existem opções de 15" para quem tem pouco espaço e vão até mais de 55" em telas gamers de alta definição.

Para jogar, 24" é o tamanho padrão de telas usado em campeonatos profissionais, de acordo com Leonardo Almeida, gerente de produtos da LG.

Quem tem mais espaço e necessita de um campo maior de visão pode optar por um monitor do tipo ultrawide, que amplia a área de trabalho – e dá para ver em maior formato uma planilha do Excel, por exemplo. Uma solução assim pode substituir dois monitores lado a lado.

"A tela maior oferece mais conforto, sobretudo para executar mais de uma tarefa ao mesmo tempo", explica Arthur Sperk, gerente de acessórios da Dell Technologies.

RESOLUÇÃO: quanto maior a resolução do monitor, maior a quantidade de detalhes na tela. Modelos com resolução HD são os mais básicos, os Full HD (1080p), o padrão mais utilizado e telas 2K (1440p) ou 4K (2160p), as mais caras– vale notar que, quanto maior a resolução, mais caro será o produto.

TEMPO DE RESPOSTA E TAXA DE ATUALIZAÇÃO: esses números são importantes para quem procura um monitor para jogar no PC.

O tempo de resposta mede quantas vezes uma imagem consegue alterar sua sequência de cores na tela, medido em milissegundos.

Quanto menor for o tempo de resposta, a imagem vai ser mais clara, definida e com a impressão de ser mais "rápida". Isso é importante para quem busca um monitor para jogar – 5 milissegundos (ms) é o tempo de resposta mais comum, mas é possível encontrar modelos com 3ms e até mesmo 1ms ou menos – que pode ser a diferença entre dar um golpe certeiro ou ser atingido em um jogo importante.

Já a taxa de atualização mostra quantas vezes uma imagem pode ser atualizada por segundo e é medida em hertz (Hz). Uma tela de 60Hz "pisca" 60 vezes por segundo, por exemplo.

"Quanto mais alto for esse número, mais rápida é a reprodução de qualquer mudança na imagem, o que é uma vantagem durante as partidas e torneios. Hoje, o padrão para jogos competitivos, sobretudo em e-sports, é de 144Hz, mas já existem movimentos e competições para adoção de taxas mais altas, como 240Hz", completa Sperk, da Dell.

ERGONOMIA: Escolher um monitor com ajuste de altura e ângulo de visão torna o ambiente mais confortável e ergonômico para trabalhar ou jogar em casa. Vale seguir a combinação com a mesa, PC e cadeira: o monitor deve ficar sempre na altura dos olhos e o mouse e teclado, na altura dos cotovelos dobrados. A cadeira precisa encaixar embaixo da mesa e a coluna deve estar recostada na cadeira, com os pés apoiados no chão.

RECURSOS ADICIONAIS: também é importante checar as portas de conexão entre o monitor e outros dispositivos – o padrão costuma ser o conector HDMI, também presente nas TVs, mas PCs mais antigos podem ter conexões DVI e VGA, menos comuns.

Uma porta com o padrão Thunderbolt ou DisplayPort (que usam o conector USB-C) pode ser útil para conectar notebooks mais modernos que não têm muitas opções de saída de vídeo ou até mesmo espelhar a tela do celular.

Modelos mais recentes da Samsung e da Motorola têm modos especiais que transformam o smartphone em um desktop de bolso, com uma área de trabalho que lembra a de um computador convencional ao ser ligado a uma tela.

LG e Samsung também oferecem modelos de monitores com Smart TV integrada, dispensando o PC para ver séries, e até mesmo um sintonizador de TV digital. "Muitos consumidores optam por um modelo desses para usar como uma televisão mesmo", conclui Almeida, da LG.

VEJA A PLACA DE VÍDEO: para gamers, é recomendável checar a marca da placa de vídeo do computador e comprar um monitor compatível com ela – no caso da AMD, deve-se checar por telas com tecnologia FreeSync e, para placas da NVidia, com a tecnologia G-Sync.

Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

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