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A empresa informou que os dois serviços contam com os 'principais aprendizados e avanços do ChatGPT', mas que conseguem ser ainda mais 'precisos e capazes' <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 Postado em 09 de fevereiro de 2023 às 07h45m Post. N. - 4.553
Microsoft anuncia Bing e Edge com inteligência artificial do ChatGPT — Foto: Divulgação/Microsoft
A Microsoft anunciou em um evento ontem (7) que o navegador Edge e o buscador Bing contarão com inteligência artificial e recursos do ChatGPT, robô conversador da OpenAI.
Bing e Edge poderão ajudar o usuário a ter pesquisas mais completas,
repostas mais precisas e uma interface de bate-papo o ajuda a
compreender melhor uma informação.
"A
nova geração leva os principais aprendizados e avanços do ChatGPT e
GPT-3.5 - e é ainda mais rápida, mais precisa e mais capaz", disse Yusuf
Mehdi, vice-presidente corporativo e diretor de marketing de consumo.
A empesa diz que a nova versão do buscador pode auxiliar a pessoa a
escrever um e-mail, se preparar para uma entrevista de emprego ou até
fornecer dicas quando ela precisar montar um roteiro de férias.
"O novo Bing também cita todas as suas fontes, para que você possa ver
links para o conteúdo da Web que ele faz referência", diz a empresa.
"Com a Barra Lateral do Edge, você pode solicitar um resumo de um longo
relatório financeiro para obter as principais conclusões e, em seguida,
usar a função de bate-papo para solicitar uma comparação com as
finanças de uma empresa concorrente", explicou a Microsoft.
"Ele pode ajudar você a explicar novas descobertas do Telescópio
Espacial James Webb da Nasa para uma criança de 9 anos, ou aprender mais
sobre os melhores atacantes do futebol no momento", disse Sundar
Pichai, presidente-executivo da Alphabet, empresa dona do Google.
Gigantes como Microsoft, Google, Amazon, e Facebook já dispensaram dezenas de milhares de funcionários, em meio a um período de juros mais altos. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por BBC 07/02/2023 07h34 Atualizado há 2 horas Postado em 07 de fevereiro de 2023 às 09h35m Post. N. - 4.552
A Apple é responsável por 20% das vendas mundiais de smartphones, mas
detém 80% dos lucros gerados pelo setor — Foto: GETTY IMAGES via BBC
Com aumento dos juros, o crescimento mundial será reduzido
drasticamente este ano, segundo previsões de organismos internacionais. E
muitas empresas de Wall Street já sabem que isso irá resultar em redução das vendas e dos lucros.
Nesse cenário, quase todos os gigantes norte-americanos da tecnologia adotaram a mesma estratégia: reduzir custos. Microsoft, Google, Amazon, Tesla, Facebooke Nvidia, entre muitas outras empresas, estão dispensando simultaneamente dezenas de milhares de funcionários.
A Amazon irá dispensar 18 mil trabalhadores; a Microsoft, 10 mil; e a Salesforce demitirá 8 mil pessoas. O Twitter perdeu mais de 50% da sua renda e a Alphabet(dona da Google) irá dispensar cerca de 12 mil funcionários.
A lista de empresas de tecnologia que anunciaram cortes na sua folha de pagamentos também inclui Netflix,
Stripe, Snap, Coinbase, Robinhood, Peloton, Lyft e muitas outras. Cada
empresa tem suas próprias razões, mas elas fazem parte do boom
tecnológico que chegou ao ápice durante a pandemia, depois de anos de
progressos extraordinários.
Mas, em meio a toda esta tormenta, a Apple é exceção entre as demissões em massa promovidas no setor de tecnologia.
A empresa vem evitando, até agora, os grandes cortes de pessoal e
investimentos, depois de um período de crescimento cauteloso.
Os analistas concordam que a Apple encontra-se em posição diferente dos
seus pares porque foi mais estratégica com relação ao seu crescimento, o
que a preparou melhor para um possível cenário de recessão econômica.
Elon Musk conduziu grandes cortes de pessoal em duas das suas empresas, a Tesla e o Twitter — Foto: GETTY IMAGES via BBC
Entre setembro de 2021 e setembro de 2022, a empresa contratou apenas
10 mil novos funcionários, aumentando seu quadro de 154 mil para 164 mil
empregados em tempo integral, segundo documentos apresentados à
Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos(SEC, na sigla em inglês) e analisados pela publicação norte-americana Business Insider.
Este número é muito menor que as dezenas de milhares de funcionários contratados pela Amazon, Meta e Google no mesmo período.
Mais serviços, menos hardware
Outra razão que mantém as contas da Apple no azul é a aposta da empresa
por serviços e produtos Premium, em comparação com outros setores de
negócios mais concentrados em hardware, como os iPhones, iPads e
computadores.
“A ação [negociada na bolsa de valores] mais valiosa do mundo é um
símbolo de grande parte dos desafios e oportunidades enfrentados pelas
grandes empresas tecnológicas hoje em dia”, explica Ben Laidler,
estrategista de mercados globais da plataforma de investimentos eToro.
“Ela promoveu grandes mudanças, saindo do hardware em direção aos serviços, como o Apple Pay e Apple Music.”
“Este setor duplicou sua proporção com relação à receita nos últimos
anos, impulsionando um aumento significativo da margem de lucro”,
prossegue ele, “o que, por sua vez, ajudou a Apple a manter valorização
acima do mercado, ao contrário de muitos dos seus homólogos das grandes
empresas tecnológicas”.
Analistas indicam que o peso dos consumidores individuais irá diminuir
no futuro, em comparação com as empresas — Foto: GETTY IMAGES via BBC
Laidler acredita que a Apple também soube aproveitar o aumento da demanda de produtos premium de luxo.
“Com
seus iPhones de US$ 1.000 [cerca de R$ 5,2 mil], ela detém 20% das
vendas globais de smartphones, mas recebe 80% dos lucros do setor”,
afirma ele. “Isso está ajudando a compensar a brutal redução atual da
demanda de smartphones.”
Além disso, acredita-se que 60% das vendas no exterior sejam beneficiadas pela queda do dólar.
A deslocalização
Considerando que o aumento das tensões entre os Estados Unidos e a China
pode reduzir os lucros das empresas tecnológicas americanas que detêm
fontes de receita ou capacidade de fabricação no gigante asiático, “a
Apple reduziu drasticamente o excesso de dependência da China na sua
cadeia de fornecimento”, afirma Laidler.
“Depois do Vietnã, a Apple acelerou a diversificação da sua cadeia de
fornecimento na Índia e seus principais fornecedores, Pegatron e
Foxconn, aumentaram sua produção nos últimos anos”, segundo
Jacques-Aurélien Marcireau, codiretor de renda variável, e Bing Yuan,
analista de renda variável internacional da empresa de gestão de ativos
Edmond de Rothschild AM.
“O
objetivo de longo prazo da Apple é transferir para a Índia 40% a 45% da
montagem do iPhone, contra o percentual atual de um único dígito e de
25% em 2025”, afirmam eles.
Tim Cook assumiu o posto de Steve Jobs como diretor-executivo da Apple em 24 de agosto de 2011 — Foto: GETTY IMAGES via BBC
Segundo a Bloomberg, a Apple está desenvolvendo internamente novos
chips e modems, para tentar reduzir a dependência de fornecedores como a
Qualcomm e a Broadcom.
“Olhando para o futuro, é provável que os modelos de negócios digitais
orientados ao consumidor tenham resultados abaixo dos modelos de
negócios orientados às empresas”, afirma Trevor Noren, estrategista de
investimentos temáticos da empresa de gestão de ativos Wellington
Management.
“Segundo
as estimativas da International Data Corporation, a datasfera
empresarial crescerá com mais que o dobro de rapidez da datasfera de
consumo”, segundo Noren.
Por fim, é preciso recordar que o diretor-executivo da Apple, Tim Cook,
aceitou há pouco tempo uma redução do seu pacote salarial em 40%,
depois que apenas 64% dos acionistas aprovaram o plano de distribuição
de lucros de 2022.
Redução de funcionários ocorre enquanto a fabricante de PCs lida com a queda na demanda e se prepara para a incerteza econômica. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Reuters 06/02/2023 08h52 Atualizado há uma hora Postado em 06 de fevereiro de 2023 às 10h00m Post. N. - 4.551
Fabricante de PCs lida com a queda na demanda — Foto: Reprodução/ Unsplash
A Dell anunciou nesta segunda-feira (6) que irá cortar cerca de 6.650 empregos, ou 5% de sua força de trabalho global, enquanto a fabricante de PCs lida com a queda na demanda e se prepara para a incerteza econômica.
A empresa se junta a um grupo de companhias americanas que vão da Goldman Sachs à Alphabet, dona do Google,
que anunciaram recentemente milhares de cortes de empregos para ajudar a
superar a desaceleração da demanda à medida que os gastos dos
consumidores e das empresas encolhem devido à alta inflação e ao aumento
das taxas de juros.
"O
que sabemos é que as condições do mercado continuam a se deteriorar com
um futuro incerto", escreveu o co-CEO Jeff Clarke em um memorando aos
funcionários.
Os movimentos da Dell até agora para navegar em um ambiente econômico
desafiador, incluindo a pausa na contratação externa, limitação de
viagens e redução de gastos com serviços externos, "não são mais
suficientes", disse Clarke no memorando, que a empresa tornou público.
As demissões nos Estados Unidos atingiram uma alta de mais de dois anos
em janeiro, com as empresas de tecnologia cortando empregos no segundo
ritmo mais alto já registrado para se preparar para uma possível
recessão, mostrou um relatório nesta quinta-feira.
A Dell tinha cerca de 133.000 funcionários em 28 de janeiro de 2022,
dos quais cerca de um terço estava baseado nos Estados Unidos.
Demissões nas big techs: o que está acontecendo com Google, Microsoft, Meta e Amazon