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quarta-feira, 22 de março de 2023

'Canais fast' crescem como opção nas TVs conectadas

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Globo lança dois canais para fãs de gastronomia e esportes: Receitas FAST e GE FAST. Eles estão disponíveis gratuitamente no Globoplay e no Samsung TV Plus.
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Por g1

Postado em 22 de março de 2023 às 15h40m

Post. N. - 4.581

Globo lança canais Receitas FAST e ge FAST — Foto: Reprodução
Globo lança canais Receitas FAST e ge FAST — Foto: Reprodução

Os "canais fast" (ou "fast channels") vêm ganhando espaço nas TVs conectadas. Eles são um jeito de assistir a programas gratuitamente no streaming.

Já existem pelo menos 20 serviços deste tipo no mundo, muitos deles operados pelas principais empresas de mídia, somando mais de mil canais somente nos Estados Unidos.

O termo "fast", neste caso, não quer dizer "rápido" em inglês, mas vem da sigla “Free Ad-Supported Streaming Television", que destaca justamente que os conteúdos são gratuitos porque têm propaganda.

A experiência parece um pouco com a da TV aberta, só que no ambiente das plataformas digitais: os canais possuem uma programação pré-determinada (eles não são “on demand”, em que você decide a que horas assistir a um programa) e existem intervalos comerciais.

A Globo está lançando dois canais, para fãs de gastronomia e esportes: Receitas FAST e GE FAST. Eles estão disponíveis, de graça, para assinantes e não-assinantes, no Globoplay (na área de conteúdo ao vivo, na aba “Agora”).

E também estão no Samsung TV Plus, o streaming das smart TVs da marca.

No Receitas FAST dá para ver atrações como "Que marravilha! Aula de cozinha", "Diário do Olivier", e "Bela cozinha", além de novidades do Receitas.com, como "Receitas do Joaquim", "Receitas da Laura" e "Hackeando a cozinha com Felipe Bronze".

No GE FAST, a programação inclui eventos e documentários esportivos de diversas modalidades, como vôlei, basquete, ginástica, futsal, lutas, surfe e skate, com destaque para os programas do Canal Off como "Gigantes do surfe", "Contos do surfe", "Pela rua" e "Skate sem fronteiras".

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segunda-feira, 20 de março de 2023

Com nova rodada na Amazon, 'big techs' já demitiram 70 mil pessoas em 5 meses

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Só a Amazon já cortou quase 30 mil funcionários em apenas três meses. Cenário econômico enfraquecido e queda no número de anúncios explicam o mau momento.
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Por g1

Postado em 20 de março de 2023 às 15hh00m

Post. N. - 4.580

Facebook, Apple, Google e Microsoft — Foto: Montagem/Reuters
Facebook, Apple, Google e Microsoft — Foto: Montagem/Reuters

A Amazon anunciou nesta segunda-feira (20) uma nova rodada de demissões que irá afetar outros 9 mil trabalhadores. Em janeiro, a empresa já havia confirmado o corte de 18 mil funcionários.

Com o novo anúncio na gigante do varejo, as big techs Meta, Amazon, Microsoft e Alphabet (Google) já demitiram 70 mil funcionários em apenas 5 meses. Se somar com o Twitter, que não entra nesse grupo de big techs, esse número avança para 73.900.

Já a Apple é uma exceção, uma vez que foi a única empresa a não anunciar redução da força de trabalho nos últimos meses.

No caso das outras empresas, a desaceleração macroeconômica e a queda na receita com propaganda explicam o cenário negativo (entenda mais abaixo).

Quem demitiu e quantos foram desligados

O que explica esse cenário 🤔

Para começar a entender a situação delas, é preciso levar em conta as altas seguidas na taxa de juros nos últimos meses, nos Estados Unidos, para conter a inflação.

Além de impactar nas vendas, o cenário tem feito empresas diminuírem gastos com publicidade, o que afeta em cheio as gigantes da tecnologia que dependem de anúncios.

"Essas empresas cresceram muito em 2020, mas depois veio a queda. Na fase dura da pandemia, a digitalização aumentou. Todo mundo estava em casa, muitos recebem auxílio do governo, e as pessoas gastaram mais on-line", explica ao g1 Arthur Igreja, que é especialista em tecnologia e inovação e professor convidado da FGV.

"As big techs precisavam de pessoas para suportar a demanda, mas esse crescimento não se manteve após a flexibilização do isolamento causado pela Covid", completa.

"Dada a economia incerta em que residimos e a incerteza que existe no futuro próximo, optamos por ser mais simplificados em nossos custos e número de funcionários", disse Andy Jassy nesta segunda.

Demissões nas big techs: o que está acontecendo com Google, Microsoft, Meta e Amazon
Demissões nas big techs: o que está acontecendo com Google, Microsoft, Meta e Amazon

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sexta-feira, 17 de março de 2023

Desemprego vai a 8,4% no trimestre encerrado em janeiro, diz IBGE

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É a menor taxa de desocupação para este período desde o trimestre encerrado em janeiro de 2015. No trimestre imediatamente anterior, entre agosto e outubro, a taxa era de 8,3%.
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Por Raphael Martins, g1

Postado em 17 de março de 2023 às 11h00m

Post. N. - 4.579

Carteira de Trabalho. — Foto: Reprodução/Internet

Carteira de Trabalho. — Foto: Reprodução/Internet

A taxa de desemprego no Brasil subiu para 8,4% no trimestre móvel de novembro a janeiro, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (17) pelo IBGE. É a menor taxa de desocupação para este período desde o trimestre encerrado em janeiro de 2015 (6,9%).

No trimestre imediatamente anterior, entre agosto e outubro, a taxa era de 8,3% — considerado um resultado de estabilidade para o IBGE. Comparado ao mesmo trimestre de 2022, quando chegou a 11,2%, houve redução da desocupação de 2,9 pontos percentuais.

Neste trimestre fechado em janeiro, a população ocupada chegou a 9 milhões de pessoas em números absolutos. Na janela de um ano, portanto, a quantidade de pessoas desocupadas caiu em 3 milhões de pessoas.

“Essa estabilidade ainda seria uma repercussão da redução da procura por trabalho nos meses de novembro e dezembro de 2022 sobre o início de 2023", explica Adriana Beringuy, coordenadora da Pnad Contínua.

* Esta reportagem está em atualização

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