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segunda-feira, 27 de novembro de 2023

Rankings mostram desempenhos de mandantes e visitantes no Brasileirão e na temporada 2023

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Os últimos 12 campeões foram os melhores visitantes do Brasileirão. Hoje, essa condição é do Flamengo, que no meio de semana recebe o Atlético-MG, o segundo melhor visitante
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Por Valmir Storti — Rio de Janeiro

Postado em 27 de novembro de 2023 às 14h00m

Post. N. - 4.775

Os últimos 12 campeões brasileiros foram o melhor visitante da competição, desde 2011. Neste ano, o Flamengo é o melhor visitante e está na vice-liderança da classificação geral, mas o quarto colocado Atlético-MG é atualmente o segundo melhor visitante.

O desempenho fora de casa tem sido tão determinante para ficar com o título do Brasileirão que em cinco dessas edições, o campeão não foi o melhor mandante, sendo que em três casos, não teve nem mesmo o segundo melhor desempenho caseiro, como mostra o gráfico abaixo, mas o líder Palmeiras está fazendo de tudo para reverter esse padrão, e o Botafogo ainda sonha em retomar a ponta e ficar com o título.

Colocação em casa e fora dos campeões nos pontos corridos — Foto: Infoesporte
Colocação em casa e fora dos campeões nos pontos corridos — Foto: Infoesporte

O melhor contra o segundo melhor visitante

O Flamengo está com a melhor campanha visitante do Brasileirão (9 V, 4 E, 5 D, 57,4%) e na quarta-feira recebe o segundo melhor forasteiro (7 V, 6 E, 4 D, 52,9%). Mesmo que o Atlético-MG vença na quarta-feira, ainda terá 55,6% de aproveitamento e permanecerá com a segunda campanha fora de casa, mas os dois jogam como visitantes na última rodada, o Flamengo contra o São Paulo, e o Atlético-MG contra o Bahia.

+ Veja a classificação do Brasileirão

Veja abaixo como está a classificação dos visitantes.

Como os times têm número de jogos diferente, a classificação está por aproveitamento percentual de pontos — Foto: Espião Estatístico
Como os times têm número de jogos diferente, a classificação está por aproveitamento percentual de pontos — Foto: Espião Estatístico

Palmeiras é o segundo melhor mandante

Com apenas o quinto melhor desempenho forasteiro, o líder Palmeiras é o segundo melhor visitante do Brasileirão (12 V, 2 E, 3 D, 74,5%). O melhor desempenho é do Fluminense (13 V, 4 E, 1 D, 79,6%), que com o título da Libertadores está usando o Brasileirão para não perder o ritmo de jogo já pensando no Mundial de Clubes.

Veja a classificação dos mandantes no Brasileirão.

Como os times têm número de jogos diferente, a classificação está por aproveitamento percentual de pontos — Foto: Espião Estatístico
Como os times têm número de jogos diferente, a classificação está por aproveitamento percentual de pontos — Foto: Espião Estatístico

Temporada 2023 reflete posições de mandantes do Brasileirão

Em toda a temporada 2023, o Fluminense é o clube que conseguiu o melhor desempenho caseiro, e o Palmeiras, o segundo, com o Grêmio na terceira colocação. As posições espalham o que os clubes conseguiram fazer no Brasileirão.

Salta aos olhos o desempenho do Cruzeiro, que em 24 partidas como mandante, venceu apenas cinco, quatro pelo Brasileirão e uma pela Copa do Brasil.

Como os times têm número de jogos diferente, a classificação está por aproveitamento percentual de pontos — Foto: Espião Estatístico
Como os times têm número de jogos diferente, a classificação está por aproveitamento percentual de pontos — Foto: Espião Estatístico

Cuiabá tem o melhor desempenho visitante entre a elite

No Brasileirão, o Cuiabá deu trabalho para muito mandante, derrotando, América-MG, Cruzeiro, Goiás, Fortaleza, Internacional, Coritiba, Botafogo e Bahia (por enquanto).É o quarto melhor visitante do Campeonato Brasileiro.

Mas como disputa competições em que seu nível técnico de Série A é muito desprorcional ao dos adversários, venceu seis dos oito jogos como visitante no Mato-Grossense e na Copa Verde. Foi campeão estadual, mas acabou eliminado nas semifinais da Copa Verde pelo Goiás.

Os destaques negativos foram Santos, Coritiba, Corinthians e América-MG, as quatro piores campanhas visitantes do ano. O Corinthians venceu sete dos 34 jogos fora de casa (21%), e o América-MG, apenas quatro dos 33 (12%).


Como os times têm número de jogos diferente, a classificação está por aproveitamento percentual de pontos — Foto: Espião Estatístico
Como os times têm número de jogos diferente, a classificação está por aproveitamento percentual de pontos — Foto: Espião Estatístico

*A equipe do Espião Estatístico é formada por: Gabriel Leonan, Guilherme Maniaudet, Guilherme Marçal, João Guerra, Leandro Silva, Roberto Maleson, Roberto Teixeira, Valmir Storti e Victor Gama.

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sábado, 25 de novembro de 2023

Bill Gates vê possibilidade de semana de 3 dias de trabalho com avanço da IA

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Cofundador da Microsoft disse em podcast que a tecnologia pode fazer com que as pessoas não tenham que 'trabalhar tanto'.
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Por g1

Postado em 25 de novembro de 2023 às 18h05m

Post. N. - 4.774

Bill Gates durante o Fórum Econômico Mundial, em maio de 2022 — Foto: Reuters/Arnd Wiegmann
Bill Gates durante o Fórum Econômico Mundial, em maio de 2022 — Foto: Reuters/Arnd Wiegmann

O experimento da semana de 4 dias de trabalho já é realidade em algumas empresas, mas, nesta semana, Bill Gates, um dos fundadores da Microsoft, levantou a possibilidade de uma jornada ainda menor, de três dias, com ajuda da tecnologia.

Em entrevista ao podcast "What Now?", o bilionário respondeu a uma pergunta do entrevistador Trevor Noah, sobre a inteligência artificial (IA) poder fazer pessoas perderem seus empregos.

"Se você diminuir o zoom, você sabe que o propósito da vida não é apenas trabalhar. Então, se você eventualmente conseguir uma sociedade onde você só tem que trabalhar três dias por semana ou algo assim, provavelmente está tudo bem se as máquinas puderem fazer toda a comida e outras coisas e não termos que trabalhar tanto", disse Bill Gates.

Na conversa, Trevor Noah comentou o fato de a tecnologia também ajudar a gerar empregos: "O computador substituiu o que tantas pessoas estavam fazendo como seus empregos e, ainda assim, por causa do computador, milhões e milhões de pessoas têm empregos", citou.

Bill Gates apontou que a relação da sociedade com o trabalho muda a cada geração e que, além do emprego, as pessoas podem usar seu tempo livre para outras ações positivas.

Em março deste ano, o bilionário disse em seu blog que o desenvolvimento da inteligência artificial (IA) é o avanço tecnológico mais importante em décadas e equiparou os recentes avanços à criação do microprocessador, do PC, da internet e do telefone celular.

"Isso mudará a maneira como as pessoas trabalham, aprendem, viajam, obtêm assistência médica e se comunicam umas com as outras", escreveu.

Empresas brasileiras testam semana de 4 dias

Empresas brasileiras testam semana de 4 dias

Nesta primeira fase, as empresas vão definir suas estratégias para se adaptarem diante da nova carga horária. A redução para a semana de 4 dias começa em seguida, em dezembro ou janeiro, mantendo o salário dos funcionários.

A iniciativa, que começou em 2019 na Nova Zelândia, ganhou força na pandemia, e é conduzida pela ONG britânica 4 Day Week Global e pela brasileira Reconnect Happiness at Work. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) será responsável por avaliar de forma qualitativa o processo no Brasil.

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sexta-feira, 24 de novembro de 2023

O que faz um engenheiro de dados? Profissão tem salário alto e deve bombar em 2024

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Quem tem essa ocupação é responsável pela organização do sistema digital que gerencia os dados de uma empresa e deve ganhar até R$ 24,1 mil no ano que vem, segundo pesquisa da recrutadora.
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Por Júlia Nunes, g1

Postado em 24 de novembro de 2023 às 07h10m

Post. N. - 4.773

Cientista de dados tem visão estratégica na análise de informações para a tomada de decisão — Foto: Toledo Prudente
Cientista de dados tem visão estratégica na análise de informações para a tomada de decisão — Foto: Toledo Prudente

Você sabe o que faz um engenheiro de dados? Esse profissional de tecnologia será um dos mais procurados pelas empresas em 2024, além de um dos mais difíceis de encontrar.

A informação é do Guia Salarial da recrutadora Robert Half, lançado neste mês, que aponta tendências de recrutamento e remuneração para o próximo ano no Brasil.

Os cargos de tecnologia chamam atenção no levantamento, com salários de até R$ 51,6 mil para diretores. No caso do engenheiro de dados, a remuneração média mensal para um profissional experiente deve ser de R$ 24,1 mil (veja a tabela abaixo).

Em resumo, o engenheiro de dados é responsável pela organização do sistema digital que gerencia os dados de uma empresa, explicam os especialistas ouvidos pelo g1.

Ele pode trabalhar em diversos segmentos, não apenas em empresas de tecnologia, e atua em conjunto com outros profissionais da área, como o cientista de dados. Muitas vezes, as funções até acabam se misturando.

O trabalho dos profissionais de dados vai ajudar a empresa a tomar decisões importantes, como definir quais clientes do banco merecem mais crédito no cartão, por exemplo, ou saber quantos medicamentos a farmácia precisa comprar no próximo mês.

E, para se tornar um engenheiro de dados, não é necessário fazer uma faculdade específica, mas tem que ter um excelente domínio de estatística e matemática, além de programação, alerta Ricardo Galiardi, profissional com 17 anos de experiência na área.

Nesta reportagem, você vai ver:

Ricardo Galiardi é arquiteto de dados, engenheiro de dados e cientista de dados. Há 33 anos no mercado de software, ele explicou ao g1 a diferença entre esses três cargos e as funções de cada um dentro de uma empresa.

  • O arquiteto de dados, segundo ele, é o profissional que monta a estrutura para gerenciar os dados da companhia. É ele quem vai pesquisar o custo de armazenamento desses dados no ambiente virtual e garantir que o processo seja feito de forma segura.
  • Já o engenheiro faz a coleta dos dados, seja em sites, fontes governamentais ou dentro das próprias empresas. A partir disso, organiza as informações dentro da estrutura que o arquiteto criou.
  • O cientista de dados, por sua vez, analisa os dados coletados e organizados no sistema para recomendar ações à empresa. “Ele faz aquela mágica dos dados, vê se vai vender mais, vender menos, qual produto é melhor”, afirma Galiardi.
Ricardo Galiardi tem 17 anos de experiência na área de dados — Foto: Arquivo pessoal
Ricardo Galiardi tem 17 anos de experiência na área de dados — Foto: Arquivo pessoal

As empresas que vão liderar as contratações de profissionais de tecnologia em 2024 são bancos, seguradoras, indústrias, de agronegócio, saúde e educação, de acordo com o levantamento da Robert Half.

Mas, para Elisa Rodrigues, especialista em recrutamento da companhia, o engenheiro de dados “existe ou deveria existir em toda empresa em grande porte”.

“E mesmo em empresas menores que lidam com um grande volume de dados. Elas precisam de uma pessoa para colocar ordem na casa, organizar esses dados em um local específico”, diz.

💳 BANCO - O Wesley Soares de Abreu tem 32 anos e trabalha como cientista de dados em um banco brasileiro. O trabalho dele é fazer modelos de crédito.

Ele explica um exemplo: "Eu tenho o histórico do cliente e sei que ele utiliza o cartão duas ou três vezes no mês, gastando uma média de tantos reais. Eu não tenho como analisar cliente por cliente, então vou atrás das bases que têm essas informações."

“Aí tem muito tratamento de dados e depois parto para análise do comportamento dos clientes. Eu vou pegar cada variável que eu tenho ali para entender se ele pode ter mais ou menos limite.”

💊 SAÚDE - Já o Galiardi trabalha para uma consultoria indiana que presta serviços para uma grande indústria farmacêutica no Reino Unido. Ele trabalha de casa e começa o expediente ainda na madrugada.

“Nossa missão é coletar dados de operação da indústria. Temos várias planilhas e um time que roda 24 horas por dia, 7 dias por semana, para processar esses dados. Temos informações dos consumidores, de servidores, operações de campo, máquinas, etc, e provemos relatórios para a diretoria da empresa tomar decisões”, conta.

Um dos objetivos desse trabalho, segundo ele, é tornar os dados acessíveis para todas as áreas da empresa, para que elas possam utilizá-los para melhorar os serviços.

“E não adianta mandar as informações só em forma de dados. Usamos relatórios, gráficos. O analista de negócio monta relatórios visuais com todos esses dados e oferece para o diretor que pediu a informação. Ele vai ter o dado de uma forma mais lúdica e dinâmica.”

🏛️ POLÍTICAS PÚBLICAS - O pesquisador Gabriel Gomes de Oliveira, que trabalha no Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer, vinculado ao governo federal, também citou o uso da ciência de dados nas políticas públicas.

“O andamento da Covid em cada região, adotar ações para minimizar os impactos… Isso foi feito através da análise de dados do Data SUS. Outra possibilidade é verificar a incidência de queimadas na Amazônia, como está o andamento, etc.”

O pesquisador Gabriel Gomes de Oliveira trabalha no Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer — Foto: Arquivo pessoal
O pesquisador Gabriel Gomes de Oliveira trabalha no Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer — Foto: Arquivo pessoal

E paga bem mesmo?

O levantamento da recrutadora Robert Half constatou que a remuneração mensal média de um especialista/cientista de dados deverá ser da seguinte forma em 2024:

Salário de especialista/cientista de dados

Salário inicial Salário médio Salário final
R$ 14.400 R$ 18.700 R$ 24.100

A pesquisa divide a faixa salarial das profissões em três possibilidades, sendo a primeira (“salário inicial”) para o candidato que é novo no trabalho ou ainda está desenvolvendo habilidades relevantes, e a última (“salário final”) para o profissional mais experiente, com especializações e certificações.

Dessa forma, o “salário médio” não representa a média salarial daquele cargo e, sim, o quanto ganha, em média, um candidato considerado intermediário nesses quesitos de qualificação e experiência.

O guia não citou especificamente o salário de um engenheiro de dados, mas segundo a Elisa Rodrigues, do recrutamento da empresa, a remuneração desses cargos costuma ser bastante parecida.

O cientista de dados Wesley Soares, que trabalha em banco, fez uma ressalva sobre os salários e disse que, em início de carreira, as vagas para cientista de dados costumam pagar entre R$ 5 mil e R$ 7 mil, metade do que é estimado na pesquisa da recrutadora.

“Em caso de PJ, pode até ganhar o dobro, mas é para compensar os benefícios da CLT”, comenta.

Segundo a especialista de recrutamento, os salários podem ser mais baixos do que os apresentados na pesquisa porque um profissional em início de carreira normalmente não começa em uma empresa já como engenheiro de dados e, sim, em cargos mais “júnior” relacionados à área, como o de analista de dados.

No caso de gerente de dados, citado na pesquisa com salários de R$ 21,6 mil a R$ 36,1 mil, a função no dia a dia é mais relacionada à liderança executiva.

“Ele tem toda a área de dados abaixo dele e monta toda a estratégia daquela área. Ele tem que ter um viés técnico, mas vai ter um time focado nos dados. Em muitas empresas grandes, que é onde muitos engenheiros de dados estão, provavelmente esse profissional vai responder a um gerente”, explica Elisa Rodrigues.

Para Ricardo Galiardi, da indústria farmacêutica, a área de dados paga bem e os profissionais quase não ficam desempregados.

“Mas tem um ‘porém’: ou você está em constante aprendizagem, entendendo que o mercado está evoluindo, ou cai fora”, ressalta Ricardo, que diz fazer uma nova certificação a cada três ou quatro meses.

O Gabriel, do CTI do governo, é formado em engenharia civil. O Wesley, do banco, é engenheiro de aeroespacial. E o Ricardo, da empresa estrangeira, se formou em engenharia elétrica.

“Hoje em dia você pode se formar em qualquer área e ir para a ciência de dados. Já vi gente formada em culinária no ramo, mas é claro que o curso que você faz ajuda”, comenta Wesley.

Para Ricardo, o primeiro caminho é aprender linguagem de programação, como Python e Java. Ter domínio de estatística e matemática também é essencial, além de conhecer a língua inglesa.

“Hoje existem inúmeros cursos para se tornar todos esses cargos da área de dados. Microsoft, Google, Amazon têm treinamentos pagos e não pagos. Algumas universidades também têm formação específica para engenheiro, cientista e arquiteto de dados”, orienta Ricardo.

Ele também disse que alguns provedores de ferramentas de dados fornecem certificados para quem domina aquele sistema e que “isso é muito exigido no mercado”.

“Às vezes, o projeto também precisa de um conhecimento extra”, pontua Gabriel. “Tem projeto de ciências de dados que envolve área química, de petróleo, então vai precisar de um engenheiro químico especializado em ciência da computação para atuar.”

De acordo com a especialista em recrutamento da Robert Half, o fato de não ser necessária uma formação específica para o engenheiro de dados contribui para a escassez do profissional no mercado.

“É uma profissão muito nova e cada vez mais pedida assim porque agora as empresas estão se deparando com um cenário onde elas precisam controlar os dados delas. [...] E a pessoa tem que querer entrar nessa área, tem que fazer cursos, saber programar. São muitos ‘poréns’ e você não encontra isso tudo num lugar só”, conclui.

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