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segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

Apple se aproxima de US$ 4 tri em valor de mercado

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Big Tech passou Nvidia e Microsoft na corrida para alcançar o marco; salto está relacionado à inteligência artificial e ao iPhone. 
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Por Reuters

Postado em 23 de dezembro de 2024 às 16h15m

#.* Post. - Nº.\  5.029 *.#

Tim Cook, presidente-executivo da Apple — Foto: AP Photo/Jeff Chiu
Tim Cook, presidente-executivo da Apple — Foto: AP Photo/Jeff Chiu

A Apple está se aproximando de um valor de mercado de US$ 4 trilhões, impulsionada por investidores que comemoram o progresso da empresa em recursos de inteligência artificial como forma de melhorar as vendas do iPhone.

A empresa passou à frente da Nvidia e da Microsoft na corrida para alcançar o marco, graças a um salto de cerca de 16% nas ações desde o início de novembro, que adicionou cerca de 500 bilhões dólares ao valor de mercado da companhia.

Alta das ações da Apple reflete "o entusiasmo dos investidores pela inteligência artificial e a expectativa de que a tecnologia resultará em um superciclo de atualizações do iPhone", disse Tom Forte, analista do Maxim Group, que tem uma recomendação de "manter".

Avaliada em cerca de 3,85 trilhões de dólares no último fechamento, a Apple supera o valor combinado dos principais mercados de ações da Alemanha e da Suíça.

A empresa do Vale do Silício, impulsionada pelos chamados superciclos do iPhone, foi a primeira companhia dos EUA a atingir os marcos anteriores de trilhões de dólares.

Nos últimos anos, a Apple foi alvo de críticas por ter demorado a traçar sua estratégia de inteligência artificial, enquanto Microsoft, Alphabet, Amazon e Meta saíam na frente.

As ações da Nvidia, a maior beneficiária da IA, subiram mais de 800% nos últimos dois anos, em comparação com a quase duplicação do valor das ações da Apple durante o mesmo período.

No início de dezembro, a Apple começou a integrar o ChatGPT em seus dispositivos, após revelar planos em junho para integrar a tecnologia de IA generativa em todo o seu pacote de aplicativos.

A empresa espera que a receita geral aumente "de um a dois dígitos" durante seu primeiro trimestre fiscal - uma previsão de crescimento modesta para a temporada de compras de fim de ano - gerando dúvidas sobre o iPhone 16.

iPhone 16 é lançado com novo botão para controlar a câmera; veja preços no Brasil

No entanto, segundo os dados da Lseg, analistas esperam que a receita dos iPhones se recupere em 2025.

"Embora a demanda de curto prazo do iPhone ainda esteja fraca (...), ela é uma função dos recursos limitados do Apple Intelligence e da disponibilidade geográfica e, à medida que ambos se ampliarem, isso ajudará a impulsionar uma melhora na demanda do iPhone", disse Erik Woodring, analista do Morgan Stanley, em uma nota, reiterando a Apple como a "melhor escolha" da corretora para 2025.

A recente alta no valor das ações elevou a relação preço/lucro da Apple para o maior nível em quase três anos, de 33,5, em comparação com 31,3 da Microsoft e 31,7 da Nvidia, de acordo com dados da Lseg.

Meta AI no WhatsApp: o que é a nova ferramenta de inteligência artificial e como utilizar

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domingo, 22 de dezembro de 2024

Veja os locais do mundo onde a população está mais vulnerável ​​a inundações até o fim do século

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Levantamento foi realizado na plataforma Human Climate Horizons (HCH), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Climate Impact Lab. A pesquisa indica que 0,64% da população brasileira pode ser afetada por inundações até o fim do século.
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Por Artur Nicoceli, g1

Postado em 22 de  dezembro de 2024 às 06h00m

#.* Post. - Nº.\  5.028 *.#Inundações causadas pelo furacão Laura atingem área ao redor de rodovia no estado de Louisiana, nos EUA; foto de 28 de agosto — Foto: Gerald Herbert/AP Photo

Inundações causadas pelo furacão Laura atingem área ao redor de rodovia no estado de Louisiana, nos EUA; foto de 28 de agosto — Foto: Gerald Herbert/AP Photo

Um levantamento realizado na plataforma Human Climate Horizons (HCH), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Climate Impact Lab, apontou quais são as regiões ao redor do mundo que podem ter o percentual populacional mais afetado por inundações até o fim do século.

Os dados são derivados de observações de satélite, marégrafos e conjuntos de modelos do Sexto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). O documento se baseia em pesquisas sobre o efeito das mudanças climáticas na mortalidade, trabalho e demanda de energia, divulgados em 2022, informou o HCH, em nota.

💡 Vale destacar que apesar das regiões estarem no topo do índice, não quer dizer que, em números absolutos, esses países são os mais afetados – já que, por exemplo, 20% de mil pessoas é menor que 10% de 100 mil habitantes. Ou seja, os dados abaixo não são comparáveis.

Veja abaixo as regiões que podem ser mais afetadas:

  1. Guiana - 19,55% da população total do país;
  2. Ilhas Marshall - 18,89%;
  3. Suriname - 18,24%;
  4. Ilhas Turcas e Caicos - 12,39%;
  5. Maldivas - 12%;
  6. Ilhas Cocos - 10,39%;
  7. Quiribati - 9,35%;
  8. Tuvalu - 8,19%;
  9. Ilha de São Martinho - 7,58%;
  10. Guiana Francesa - 6,67%;
  11. Ilhas Salomão - 6,37%;
  12. Tonga - 5,67%;
  13. Vietnã - 5,63%;
  14. Seychelles - 5,29%; e
  15. Gibraltar - 5,11%.

O levantamento acima considerou o horizonte temporal de 2080 até 2099 e a partir de emissões intermediárias de gases de efeito estufa, que podem resultar em um aumento de temperatura até 2100 de aproximadamente 2,7ºC.

Essa projeção é próxima ao cenário estimado pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC) no ano passado, que indicou um aumento de temperatura global de 2,6ºC até 2100.

O HCH coleta dados de 24 mil regiões sobre resultados climáticos e socioeconômicos para projetar a população impactada.

🌎 Considerando as mesmas métricas, o Human Climate Horizons indica que 0,64% da população brasileira pode ser afetada por inundações até o fim do século.

☀️ Por que essas regiões podem sofrer inundações?

Especialistas entrevistados pelo g1 explicaram que existem dois grandes motivos para esses lugares estarem no topo de regiões afetadas por inundações:

  1. aumento do nível do mar; e
  2. quantidade de habitantes em zonas litorâneas.

Sobre o primeiro aspecto, a professora Kyssyanne Oliveira, da Universidade Federal do Espírito Santo, do Departamento de Oceanografia e Ecologia, explicou que o nível do mar sobe porque o oceano está aquecido.

"O excesso de calor gerado pelas emissões de gases do efeito estufa é absorvido pelo oceano, o que deixa as águas mais quentes e resulta no derretimento das geleiras e do gelo marinho, aumentando o nível do mar", declarou a professora

Ela destacou que por meses, as três grandes bacias oceânicas estiveram com temperaturas acima da média por longos períodos. Veja abaixo como ficou a temperatura diária da superfície do mar.

🌪️ Furacões e ciclones extratropicais

Os oceanos, cada vez mais aquecidos, atuam também como combustível para os furacões, permitindo que esses fenômenos se tornem ainda mais intensos.

As águas cada vez mais quentes fornecem uma fonte de combustível ideal para a tempestade. É como adicionar uma dose extra de cafeína ao café da manhã — não é o suficiente para fazer a tempestade acontecer, mas o suficiente para dar a ela um impulso extra
— Andra Jenn, cientista sênior da Lawrence Berkeley National Laboratory, que publicou um estudo analisando a relação entre o aquecimento do Oceano Atlântico Norte e a rápida intensificação dos furacões

Esses fenômenos tendem a soprar água em direção às regiões litorâneas – porém, a depender do local, as técnicas de drenagem podem não ser suficientes, acabando por inundar algumas regiões. Isso aconteceu, por exemplo, durante a passagem do furacão Milton, nos Estados Unidos, e no litoral do Rio Grande do Sul, em maio deste ano.

🌊 Assim como os furacões, a passagem de ciclones extratropicais ao longo da costa brasileira também reduz a pressão atmosférica ao nível médio do mar e sopra água em direção à costa, resultando em um aumento momentâneo do nível do mar – esse fenômeno dificulta a saída das águas dos rios durantes eventos extremos de cheia.


Drone grava ondas de até 8 metros no furacão Milton

🧑 Mais habitantes nas costas das regiões

Ricardo de Camargo, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP), destacou que as zonas litorâneas dessas regiões concentram uma maior densidade populacional do que as regiões centrais – por isso o percentual de habitantes afetados é alto.

❌ E se mais pessoas passarem a residir nesses locais ao longo dos próximos anos, maior poderá ser a porcentagem de pessoas que podem ser impactadas por inundações.

A três regiões que podem ter mais impacto até o final do século tem menos de um milhão de habitantes. Segundo o compilador de dados Worldometer, a população da Guiana em 2024 é estimada em 831.087 pessoas; das Ilhas Marshall, 36.973 habitantes; e Suriname, 634.431.

O g1 entrou em contato com o governo desses países para entender quantos habitantes moram nas zonas litorâneas, mas não teve retorno até a publicação.

"As pessoas tendem a morar em zonas litorâneas muitas vezes por questões de facilidade, trabalho esporádico ou até por viverem de recursos da pesca. De todo modo, vale destacar que toda essa população não chegou hoje a esses locais. Então, elas não sabiam que poderiam correr risco ao optarem por morar nessas regiões", diz o professor. 
🆘 O que pode ser feito para ajudar as pessoas?

Segundo os especialistas, todos os países que emitiram – e ainda emitem – gases de efeito estufa têm responsabilidade e deve pensar em soluções para não subir a temperatura ao redor do mundo. Para tal, eles sugerem algumas formas de contribuição:

  • A nível individual: indicam que o brasileiro opte, por exemplo, por utilizar mobilidade urbana ao invés de carro, reduza o consumo de energia elétrica e pressione os governos de terem políticas públicas voltadas para as questões climáticas.
  • A nível nacional: os países devem se responsabilizar em âmbito municipal, estadual e federal para auxiliem na redução dessas emissões. Eles sugerem melhorias no transporte público – para haver redução no uso de carro – e participação de eventos e organizações que pensem no futuro do planeta, como a Cúpula do Clima, também chamada de COP.

"Se você não tiver uma ação coordenada e conjunta [para não existir um aumento de temperatura], os impactos das ações isoladas não serão tão fortes. De todo modo, é preciso que cada indivíduo pense no futuro do planeta e haja para que todos consigam viver da melhor forma possível", destacou o professor do departamento de ciências atmosféricas.

Em novembro, os países participantes da 29ª conferência do clima da Organização das Nações Unidas (ONU), a COP29, entraram em acordo sobre o estabelecimento de um mercado global de carbono.

Essa decisão aconteceu meses após ter sido confirmado o aumento da temperatura global ultrapassou 1,5 ºC ao longo de um ano (de fevereiro de 2023 a janeiro de 2024).

🤝 O que é a COP?

A conferência do clima da ONU é um evento que reúne governos do mundo inteiro, diplomatas, cientistas, membros da sociedade civil e diversas entidades privadas com o objetivo de debater e buscar soluções para a crise climática causada pelo homem.

A conferência vem sendo realizada anualmente desde 1995 (exceto em 2020, por causa da pandemia) e o termo COP é uma sigla em inglês que quer dizer "Conferência das Partes", uma referência às 197 nações que concordaram com um pacto ambiental da ONU no início da década de 1990.

O tratado, chamado de Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (CQNUMC), tem como principal objetivo estabilizar a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera e, assim, combater a ameaça humana ao sistema climático da Terra, cada vez mais evidente nos últimos meses.

A próxima COP será em Belém, capital do Pará, no Brasil. Foi a cúpula da COP28 que oficializou a decisão de eleger a cidade como a sede da COP30, em 2025.

Com isso, o município se tornará o palco crucial para as discussões sobre mudanças climáticas e estratégias globais para combater os efeitos adversos do aquecimento global.

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sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

Órgão alemão determina que World exclua dados de íris escaneadas na União Europeia

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Decisão vem de um processo de revisão iniciado em 2023 que  concluiu não haver base legal suficiente para o procedimento de coleta. Projeto reclama de falta de clareza nas leis europeias.
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Por Redação g1

Postado em 20 de dezembro de 2024 às 06h00m

#.* Post. - Nº.\  5.027 *.#


Empresa quer escanear a íris de toda a população mundial para coletar dados

A BayLDA, autoridade de proteção de dados da Baviera, na Alemanha, determinou nesta quinta-feira (19) a exclusão de dados coletados pela World, empresa que tem escaneado a íris de milhares de pessoas pelo mundo em troca de dinheiro.

Para o órgão, não existe base legal suficiente para este tipo de coleta.

A World diz que atualmente, os códigos de íris não são mais armazenados e que os coletados anteriormente foram excluídos voluntariamente.

O projeto foi criado pelo bilionário Sam Altman, cofundador da OpenAI, criadora do ChatGPT, e tem coletado dados desde 2021, atuando em diversas parte do mundo, inclusive no Brasil.

O objetivo seria usar esses dados para diferenciar humanos de robôs no futuro, bem como autenticar o login de usuários em sites e aplicativos.

A BayLDA é responsável por analisar o tratamento de dados da World na União Europeia porque a sede do projeto no continente fica na Alemanha.

O órgão informou que começou a revisar a atuação da World em abril de 2023. Ao concluir o processo, determinou:

  • "a exclusão de determinados conjuntos de dados, até agora coletados sem base legal suficiente"
  • e que a World seja "obrigada a obter consentimento explícito para determinados passos de processamento no futuro".

Segundo a autoridade, essas determinações devem ser seguidas pela empresa em seus processamentos de dados em toda a Europa. A ordem "foi comunicada à empresa, que informou que irá contestar a decisão judicialmente", disse a BayLDA.

O que diz a World

A World informou ao g1 que os resultados da investigação conduzida pela BayLDA estão, "em grande parte, relacionados a operações e tecnologias que já foram descontinuadas ou substituídas em 2023".

"Em outras palavras, o parecer técnico emitido pela BayLDA se refere a práticas que já foram ajustadas pela World", disse a organização.

O órgão afirmou que, apesar de melhorias feitas pela World, "ainda são necessárias adaptações para alinhar o processamento de dados da empresa com os regulamentos aplicáveis". Entre outras coisas, o projeto deve "fornecer um procedimento de exclusão" um mês após a decisão final.

A World acrescentou que "atualmente, os códigos de íris utilizados para verificar o World ID de uma pessoa não são mais armazenados. E que "os códigos de íris coletados anteriormente foram excluídos voluntariamente, garantindo que nenhum dado pessoal seja mantido para o funcionamento do World ID".

Ela também afirmou que a decisão alemã indica "a urgente necessidade de estabelecer uma definição precisa e consistente de anonimização na União Europeia, capaz de garantir a proteção de dados pessoais na era da inteligência artificial (IA)".

Espanha

Em março, a Agência Espanhola de Proteção de Dados da Espanha já havia determinado a interrupção da coleta de dados pela World no país. A autoridade repercutiu a decisão nesta quinta e disse que a decisão alemã ratifica a medida adotada anteriormente.

Na decisão de março, a agência espanhola afirmou que o empreendimento da World pode ser uma violação das regras de proteção de dados da União Europeia. A decisão foi mantida pelo Tribunal Supremo da Espanha, rejeitando um recurso movido pelos proprietários da organização.

(Correção: o g1 errou ao informar que o órgão fiscalizador de proteção de dados da Espanha determinou nesta quinta-feira que a World exclua todos os dados de íris escaneadas no país. A decisão foi da autoridade de proteção de dados da Baviera, na Alemanha. A informação foi corrigida às 17h40).

Escaneamento no Brasil

No Brasil, a World está coletando dados em 20 pontos de São Paulo. Até o momento, a empresa afirma ter escaneado as íris de 189 mil pessoas no país, segundo dados desta quinta-feira (19) divulgados pela própria empresa.

Quem aceita oferecer seus dados ganha tokens da Worldcoin, moeda digital da empresa que pode ser convertida para o real.

O projeto levanta questionamentos sobre como vai tratar informações biométricas de milhões de pessoas e qual é a finalidade da coleta desses dados, que são considerados sensíveis pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

👁️ O que é o projeto

Segundo a organização, o escaneamento da íris tem como objetivo auxiliar na distinção entre humanos e robôs criados por inteligência artificial (IA). Entre os potenciais usos da inovação está a prevenção de perfis falsos em sites e redes sociais, por exemplo.

A ideia da World é que essa tecnologia ainda substitua o Captcha, uma ferramenta de segurança usada por vários sites para certificar que quem está acessando é um humano e não um robô (veja na imagem abaixo).

Teste do reCAPTCHA pode ser validado automaticamente em certas circunstâncias — Foto: Reprodução
Teste do reCAPTCHA pode ser validado automaticamente em certas circunstâncias — Foto: Reprodução

A estrutura da World tem três frentes:

  • 👁️ World ID, como é chamado o passaporte digital que transforma o registro da íris em uma sequência numérica;
  • 🪙 Token Worldcoin (WLD), a criptomoeda que será distribuída como recompensa para todos os inscritos;
  • 📱World App, o aplicativo que permite fazer transações com a criptomoeda.

A "foto" da irís da pessoa é tirada com a câmera Orb (veja na imagem abaixo) e é usada para criar um código numérico para identificar cada usuário e, de acordo com a World, é apagada logo em seguida.

Dispositivo usado para criar 'passaporte digital' da Worldcoin — Foto: Darlan Helder/g1
Dispositivo usado para criar 'passaporte digital' da Worldcoin — Foto: Darlan Helder/g1

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