Marketing com visibilidade e transparência, focalizando com criatividade e competência a sua slogomarca, fazendo valer no detalhe do visual, o diferencial de retorno do seu investimento, com satisfação do cliente em primeiro lugar!... Excelência no atendimento, para a satisfação e o encantamento do consumidor-cliente!
Big Tech passou Nvidia e Microsoft na corrida para alcançar o marco; salto está relacionado à inteligência artificial e ao iPhone. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Reuters Postado em 23 de dezembro de 2024 às 16h15m #.*Post. - Nº.\ 5.029*.#
Tim Cook, presidente-executivo da Apple — Foto: AP Photo/Jeff Chiu
A Appleestá se aproximando de um valor de mercado de US$ 4 trilhões,
impulsionada por investidores que comemoram o progresso da empresa em
recursos de inteligência artificial como forma de melhorar as vendas do
iPhone.
A empresa passou à frente da Nvidia e da Microsoftna corrida para alcançar o marco, graças a um salto de cerca de 16% nas ações desde o início de novembro, que adicionou cerca de 500 bilhões dólares ao valor de mercado da companhia.
Alta das ações da Apple reflete "o
entusiasmo dos investidores pela inteligência artificial e a
expectativa de que a tecnologia resultará em um superciclo de
atualizações do iPhone", disse Tom Forte, analista do Maxim Group, que tem uma recomendação de "manter".
Avaliada em cerca de 3,85 trilhões de dólares no último fechamento, a Apple supera o valor combinado dos principais mercados de ações da Alemanha e da Suíça.
A empresa do Vale do Silício, impulsionada pelos chamados superciclos
do iPhone, foi a primeira companhia dos EUA a atingir os marcos
anteriores de trilhões de dólares.
Nos últimos anos, a Apple foi alvo de críticas por ter demorado a traçar sua estratégia de inteligência artificial, enquanto Microsoft, Alphabet, AmazoneMetasaíam na frente.
As ações da Nvidia, a maior beneficiária da IA, subiram mais de 800%
nos últimos dois anos, em comparação com a quase duplicação do valor das
ações da Apple durante o mesmo período.
No início de dezembro, a Applecomeçou a integrar o ChatGPT
em seus dispositivos, após revelar planos em junho para integrar a
tecnologia de IA generativa em todo o seu pacote de aplicativos.
A empresa espera que a receita geral aumente "de um a dois dígitos"
durante seu primeiro trimestre fiscal - uma previsão de crescimento
modesta para a temporada de compras de fim de ano - gerando dúvidas
sobre o iPhone 16.
iPhone 16 é lançado com novo botão para controlar a câmera; veja preços no Brasil
No entanto, segundo os dados da Lseg, analistas esperam que a receita dos iPhones se recupere em 2025.
"Embora a demanda de curto prazo do iPhone ainda esteja fraca (...), ela é uma função dos recursos limitados do Apple
Intelligence e da disponibilidade geográfica e, à medida que ambos se
ampliarem, isso ajudará a impulsionar uma melhora na demanda do iPhone",
disse Erik Woodring, analista do Morgan Stanley, em uma nota,
reiterando a Applecomo a "melhor escolha" da corretora para 2025.
A recente alta no valor das ações elevou a relação preço/lucro da Apple para o maior nível em quase três anos, de 33,5, em comparação com 31,3 da Microsoft e 31,7 da Nvidia, de acordo com dados da Lseg.
Levantamento foi realizado na plataforma Human Climate Horizons (HCH), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Climate Impact Lab. A pesquisa indica que 0,64% da população brasileira pode ser afetada por inundações até o fim do século. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Artur Nicoceli, g1 22/12/2024 05h00 Atualizado há uma hora Postado em 22 de dezembro de 2024 às 06h00m #.*Post. - Nº.\ 5.028*.#
Inundações causadas pelo furacão Laura atingem área ao redor de rodovia
no estado de Louisiana, nos EUA; foto de 28 de agosto — Foto: Gerald
Herbert/AP Photo
Um levantamento realizado na plataforma Human Climate Horizons (HCH),
do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Climate
Impact Lab, apontou quais são as regiões ao redor do mundo que podem ter o percentual populacional mais afetado por inundações até o fim do século.
Os dados são derivados de observações de satélite, marégrafos e
conjuntos de modelos do Sexto Relatório de Avaliação do Painel
Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). O documento se
baseia em pesquisas sobre o efeito das mudanças climáticas na
mortalidade, trabalho e demanda de energia, divulgados em 2022, informou
o HCH, em nota.
💡 Vale destacar que apesar das regiões estarem no topo do índice, não
quer dizer que, em números absolutos, esses países são os mais afetados –
já que, por exemplo, 20% de mil pessoas é menor que 10% de 100 mil habitantes. Ou seja, os dados abaixo não são comparáveis.
Veja abaixo as regiões que podem ser mais afetadas:
O levantamento acima considerou o horizonte temporal de 2080 até 2099 e
a partir de emissões intermediárias de gases de efeito estufa, que
podem resultar em um aumento de temperatura até 2100 de aproximadamente
2,7ºC.
O HCH coleta dados de 24 mil regiões sobre resultados climáticos e socioeconômicos para projetar a população impactada.
🌎
Considerando as mesmas métricas, o Human Climate Horizons indica que
0,64% da população brasileira pode ser afetada por inundações até o fim
do século.
☀️ Por que essas regiões podem sofrer inundações?
Especialistas entrevistados pelo g1 explicaram que existem dois grandes motivos para esses lugares estarem no topo de regiões afetadas por inundações:
aumento do nível do mar; e
quantidade de habitantes em zonas litorâneas.
Sobre o primeiro aspecto, a professora Kyssyanne Oliveira, da
Universidade Federal do Espírito Santo, do Departamento de Oceanografia e
Ecologia, explicou que o nível do mar sobe porque o oceano está
aquecido.
"O
excesso de calor gerado pelas emissões de gases do efeito estufa é
absorvido pelo oceano, o que deixa as águas mais quentes e resulta no
derretimento das geleiras e do gelo marinho, aumentando o nível do mar",
declarou a professora
Ela destacou que por meses, as três grandes bacias oceânicas estiveram
com temperaturas acima da média por longos períodos. Veja abaixo como
ficou a temperatura diária da superfície do mar.
As águas cada vez mais quentes fornecem uma fonte de combustível ideal
para a tempestade. É como adicionar uma dose extra de cafeína ao café da
manhã — não é o suficiente para fazer a tempestade acontecer, mas o
suficiente para dar a ela um impulso extra
— Andra Jenn, cientista sênior da Lawrence Berkeley National
Laboratory, que publicou um estudo analisando a relação entre o
aquecimento do Oceano Atlântico Norte e a rápida intensificação dos
furacões
Esses fenômenos tendem a soprar água em direção às regiões litorâneas –
porém, a depender do local, as técnicas de drenagem podem não ser
suficientes, acabando por inundar algumas regiões. Isso
aconteceu, por exemplo, durante a passagem do furacão Milton, nos
Estados Unidos, e no litoral do Rio Grande do Sul, em maio deste ano.
🌊 Assim como os furacões, a passagem de ciclones extratropicais ao longo da costa brasileiratambém
reduz a pressão atmosférica ao nível médio do mar e sopra água em
direção à costa, resultando em um aumento momentâneo do nível do mar –
esse fenômeno dificulta a saída das águas dos rios durantes eventos
extremos de cheia.
Drone grava ondas de até 8 metros no furacão Milton
🧑 Mais habitantes nas costas das regiões
Ricardo de Camargo, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e
Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP), destacou
que as zonas litorâneas dessas regiões concentram uma maior densidade
populacional do que as regiões centrais – por isso o percentual de habitantes afetados é alto.
❌ E se mais pessoas passarem a residir nesses locais ao longo dos próximos anos, maior poderá ser a porcentagem de pessoas que podem ser impactadas por inundações.
A três regiões que podem ter mais impacto até o final do século tem menos de um milhão de habitantes.
Segundo o compilador de dados Worldometer, a população da Guiana em
2024 é estimada em 831.087 pessoas; das Ilhas Marshall, 36.973
habitantes; e Suriname, 634.431.
O g1
entrou em contato com o governo desses países para entender quantos
habitantes moram nas zonas litorâneas, mas não teve retorno até a
publicação.
"As
pessoas tendem a morar em zonas litorâneas muitas vezes por questões de
facilidade, trabalho esporádico ou até por viverem de recursos da
pesca. De todo modo, vale destacar que toda essa população não chegou
hoje a esses locais. Então, elas não sabiam que poderiam correr risco ao
optarem por morar nessas regiões", diz o professor.
🆘 O que pode ser feito para ajudar as pessoas?
Segundo os especialistas, todos os países que emitiram – e ainda emitem
– gases de efeito estufa têm responsabilidade e deve pensar em soluções
para não subir a temperatura ao redor do mundo. Para tal, eles sugerem
algumas formas de contribuição:
A nível individual:indicam
que o brasileiro opte, por exemplo, por utilizar mobilidade urbana ao
invés de carro, reduza o consumo de energia elétrica e pressione os
governos de terem políticas públicas voltadas para as questões
climáticas.
A nível nacional: os países devem
se responsabilizar em âmbito municipal, estadual e federal para auxiliem
na redução dessas emissões. Eles sugerem melhorias no transporte
público – para haver redução no uso de carro – e participação de eventos
e organizações que pensem no futuro do planeta, como a Cúpula do Clima,
também chamada de COP.
"Se
você não tiver uma ação coordenada e conjunta [para não existir um
aumento de temperatura], os impactos das ações isoladas não serão tão
fortes. De todo modo, é preciso que cada indivíduo pense no futuro do
planeta e haja para que todos consigam viver da melhor forma possível",
destacou o professor do departamento de ciências atmosféricas.
Em novembro, os países participantes da 29ª conferência do clima da Organização das Nações Unidas (ONU), a COP29, entraram em acordo sobre o estabelecimento de um mercado global de carbono.
A conferência do clima da ONU é um evento que reúne governos do mundo
inteiro, diplomatas, cientistas, membros da sociedade civil e diversas
entidades privadas com o objetivo de debater e buscar soluções para a
crise climática causada pelo homem.
A conferência vem sendo realizada anualmente desde 1995 (exceto em
2020, por causa da pandemia) e o termo COP é uma sigla em inglês que
quer dizer "Conferência das Partes", uma referência às 197 nações que
concordaram com um pacto ambiental da ONU no início da década de 1990.
O tratado, chamado de Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a
Mudança do Clima (CQNUMC), tem como principal objetivo estabilizar a
emissão de gases de efeito estufa na atmosfera e, assim, combater a
ameaça humana ao sistema climático da Terra, cada vez mais evidente nos
últimos meses.
Marina Silva fala dos desafios do Brasil para a COP30
A próxima COP será em Belém, capital do Pará, no Brasil. Foi a cúpula
da COP28 que oficializou a decisão de eleger a cidade como a sede da
COP30, em 2025.
Com isso, o município se tornará o palco crucial para as discussões
sobre mudanças climáticas e estratégias globais para combater os efeitos
adversos do aquecimento global.
Decisão vem de um processo de revisão iniciado em 2023 que concluiu não haver base legal suficiente para o procedimento de coleta. Projeto reclama de falta de clareza nas leis europeias. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Redação g1 19/12/2024 16h37 Atualizado há um dia Postado em 20 de dezembro de 2024 às 06h00m #.*Post. - Nº.\ 5.027*.#
Empresa quer escanear a íris de toda a população mundial para coletar dados
A BayLDA, autoridade de proteção de dados da Baviera, na Alemanha, determinou nesta quinta-feira (19) a exclusão de dados coletados pela World, empresa que tem escaneado a íris de milhares de pessoas pelo mundo em troca de dinheiro.
Para o órgão, não existe base legal suficiente para este tipo de coleta.
A World diz que atualmente, os códigos de íris não são mais armazenados
e que os coletados anteriormente foram excluídos voluntariamente.
O objetivo seria usar esses dados para diferenciar humanos de robôs no
futuro, bem como autenticar o login de usuários em sites e aplicativos.
A BayLDA é responsável por analisar o tratamento de dados da World na União Europeia porque a sede do projeto no continente fica na Alemanha.
O órgão informou que começou a revisar a atuação da World em abril de 2023. Ao concluir o processo, determinou:
"a exclusão de determinados conjuntos de dados, até agora coletados sem base legal suficiente"
e que a World seja "obrigada a obter consentimento explícito para determinados passos de processamento no futuro".
Segundo a autoridade, essas determinações devem ser seguidas pela empresa em seus processamentos de dados em toda a Europa. A ordem "foi comunicada à empresa, que informou que irá contestar a decisão judicialmente", disse a BayLDA.
O que diz a World
A World informou ao g1
que os resultados da investigação conduzida pela BayLDA estão, "em
grande parte, relacionados a operações e tecnologias que já foram
descontinuadas ou substituídas em 2023".
"Em outras palavras, o parecer técnico emitido pela BayLDA se refere a
práticas que já foram ajustadas pela World", disse a organização.
O órgão afirmou que, apesar de melhorias feitas pela World, "ainda são
necessárias adaptações para alinhar o processamento de dados da empresa
com os regulamentos aplicáveis". Entre outras coisas, o projeto deve
"fornecer um procedimento de exclusão" um mês após a decisão final.
A World acrescentou que "atualmente, os códigos de íris utilizados para verificar o World ID de uma pessoa não são mais armazenados. E que "os códigos de íris coletados anteriormente foram excluídos voluntariamente, garantindo que nenhum dado pessoal seja mantido para o funcionamento do World ID".
Ela também afirmou que a decisão alemã indica "a urgente necessidade de estabelecer uma definição precisa e consistente de anonimização na União Europeia, capaz de garantir a proteção de dados pessoais na era da inteligência artificial (IA)".
Espanha
Em março, a Agência Espanhola de Proteção de Dados da Espanha já havia
determinado a interrupção da coleta de dados pela World no país. A
autoridade repercutiu a decisão nesta quinta e disse que a decisão alemã
ratifica a medida adotada anteriormente.
Na decisão de março, a agência espanhola afirmou que o empreendimento da World pode ser uma violação das regras de proteção de dados da União Europeia. A decisão foi mantida pelo Tribunal Supremo da Espanha, rejeitando um recurso movido pelos proprietários da organização.
(Correção: o g1
errou ao informar que o órgão fiscalizador de proteção de dados da
Espanha determinou nesta quinta-feira que a World exclua todos os dados
de íris escaneadas no país. A decisão foi da autoridade de proteção de
dados da Baviera, na Alemanha. A informação foi corrigida às 17h40).
Escaneamento no Brasil
No Brasil, a World está coletando dados em 20 pontos de São Paulo. Até
o momento, a empresa afirma ter escaneado as íris de 189 mil pessoas no
país, segundo dados desta quinta-feira (19) divulgados pela própria
empresa.
Quem aceita oferecer seus dados ganha tokens da Worldcoin, moeda digital da empresa que pode ser convertida para o real.
O projeto levanta questionamentos sobre como vai tratar informações
biométricas de milhões de pessoas e qual é a finalidade da coleta desses
dados, que são considerados sensíveis pela Lei Geral de Proteção de
Dados (LGPD).
👁️ O que é o projeto
Segundo
a organização, o escaneamento da íris tem como objetivo auxiliar na
distinção entre humanos e robôs criados por inteligência artificial
(IA). Entre os potenciais usos da inovação está a prevenção de perfis falsos em sites e redes sociais, por exemplo.
A ideia da World é que essa tecnologia ainda substitua o Captcha, uma ferramenta de segurança usada por vários sites para certificar que quem está acessando é um humano e não um robô (veja na imagem abaixo).
Teste do reCAPTCHA pode ser validado automaticamente em certas circunstâncias — Foto: Reprodução
A estrutura da World tem três frentes:
👁️ World ID, como é chamado o passaporte digital que transforma o registro da íris em uma sequência numérica;
🪙 Token Worldcoin (WLD), a criptomoeda que será distribuída como recompensa para todos os inscritos;
📱World App, o aplicativo que permite fazer transações com a criptomoeda.
A "foto" da irís da pessoa é tirada com a câmera Orb (veja na imagem
abaixo) e é usada para criar um código numérico para identificar cada
usuário e, de acordo com a World, é apagada logo em seguida.
Dispositivo usado para criar 'passaporte digital' da Worldcoin — Foto: Darlan Helder/g1