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sábado, 7 de março de 2026

Indonésia proibirá acesso às redes sociais a menores de 16 anos

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Medida entrará em vigor em 28 de março.
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TOPO
Por France Presse

Postado em 07 de Março de 2.026 às 09h00m
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Indonésia proibirá acesso às redes sociais a menores de 16 anos — Foto: Hollie Adams/Reuters
Indonésia proibirá acesso às redes sociais a menores de 16 anos — Foto: Hollie Adams/Reuters

O governo da Indonésia anunciou nesta sexta-feira (6) que proibirá o acesso de menores de 16 anos às redes sociais, citando riscos relacionados à pornografia, cyberbullying, fraudes e dependência da internet.

O anúncio é feito após diversos países adotarem medidas semelhantes ou iniciarem discussões sobre mudanças em suas legislações para restringir o uso entre adolescentes.

"Contas pertencentes a menores de 16 anos em plataformas de alto risco começarão a ser desativadas no YouTube, TikTok, Facebook, Instagram, Threads, X, Bigo Live e Roblox", afirmou a ministra das Comunicações, Meutya Hafid, em comunicado.

O governo intervém "para que os pais não precisem mais lutar sozinhos contra os gigantes dos algoritmos", acrescentou sobre a medida que entrará em vigor em 28 de março.

Austrália também proibiu acesso a redes sociais para menores de 16 anos
Austrália também proibiu acesso a redes sociais para menores de 16 anos

A proibição será implementada em etapas "até que todas as plataformas cumpram suas obrigações", declarou.

A AFP entrou em contato com o TikTok e o Google na Indonésia, mas eles se recusaram a comentar.

Hafid afirmou que o governo de Jacarta está ciente de que as novas regras "podem causar algum transtorno inicial", mas as defendeu como "a melhor medida (...) a ser tomada neste período de emergência digital".

"Adotamos essa medida para retomar o controle do futuro de nossas crianças. Queremos que a tecnologia humanize os seres humanos e não que sacrifique nossas crianças", acrescentou.

Em dezembro, a Austrália determinou que TikTok, YouTube e outras plataformas excluíssem as contas de menores de 16 anos; na França, os legisladores aprovaram um projeto de lei para proibir menores de 15 anos nas redes.

Dinamarca, Grécia e Espanha pressionam a União Europeia (UE) por medidas semelhantes. Um comitê de especialistas da UE foi lançado nesta semana discutir a questão.

A Índia confirmou recentemente que considera adotar ações semelhantes para proteger as crianças do abuso online.

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'Sei quem nos protege': trend exalta segurança de Dubai e gera críticas após ataques do Irã

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Vídeos que repetem mensagem de que moradores 'não têm medo' ganharam força após ataques iranianos. Usuários questionaram quantidade de vídeos idênticos.
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Por Redação g1

Postado em 07 de Março de 2.026 às 06h00m
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Trend de influenciadores sobre segurança de Dubai gera críticas nas redes
Trend de influenciadores sobre segurança de Dubai gera críticas nas redes

Influenciadores de Dubai têm repetido nos últimos dias uma trend que tenta promover a segurança dos Emirados Árabes, em meio a ataques do Irã.

"Você mora em Dubai, não tem medo?", diz a legenda. Ela é seguida por: "Não, porque eu sei quem nos protege".

A trend ganhou força depois que o Irã lançou ataques com mísseis e drones na região em resposta aos ataques dos EUA e de Israel, destacou a DW.

A maioria dos projéteis foi interceptada, mas destroços acabaram causando incêndios e danos em hotéis de luxo. Quatro pessoas também ficaram feridas no Aeroporto Internacional de Dubai.

Os vídeos ligam a proteção a Mohamed bin Rashid Al-Maktoum, emir de Dubai e primeiro-ministro dos Emirados Árabes, e seu filho Hamdan bin Mohammed Al-Maktoum, ministro da defesa do país.

Trend de influenciadores sobre segurança de Dubai gera críticas nas redes — Foto: Reprodução
Trend de influenciadores sobre segurança de Dubai gera críticas nas redes — Foto: Reprodução

Nos comentários, usuários mostraram estranhamento com a quantidade de vídeos idênticos e acusaram influenciadores de serem pagos para fazer propaganda do país, segundo a DW.

A atividade de influenciadores é regulada em Dubai. O Conselho de Mídia dos Emirados Árabes exige desde 2025 uma licença para criadores de conteúdo, aumentando a supervisão do governo.

Influenciadores em Dubai também precisam evitar qualquer postagem que possa prejudicar a ordem pública, a religião, a moral ou a reputação do Estado.

A Procuradoria-Geral dos Emirados Árabes reforçou que é proibido publicar conteúdo não verificado online. Qualquer informação deve vir apenas de canais oficiais.

Alguns influenciadores continuaram postando seu conteúdo de ostentação e insistiram que tudo continua seguro e normal.

"Tá tudo muito calmo. Igual sempre. Hoje foi bem tranquilo. Teve uma explosão de manhã. Fora isso, silêncio total", disse em um vídeo o influenciador alemão Fabio Menner.

Já a atriz alemã Nathalie Bleicher-Woth postou nos stories: "Eu não sei o que posso ou não posso falar. Por isso apaguei as outras coisas".

A influenciadora Zara Secret afirmou: "A gente não pode postar nada. Tive que apagar tudo".

Outros publicaram vídeos se abrigando em porões ou reagindo aos mísseis em tempo real. "Cara, a janela quase voou. É, um foguete caiu em algum lugar por aqui", postou Julian Zietlow, influenciador alemão.

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quarta-feira, 4 de março de 2026

Apple lança MacBook Neo, modelo 'popular' da marca; veja preços no Brasil

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Com valores a partir de R$ 7.299, o MacBook Neo passa a ser o mais barato da empresa no país. Até então, o notebook da Apple mais barato disponível era o MacBook Air de 13", vendido por R$ 14 mil.
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Por Henrique Martin, g1

Postado em 04 de Março de 2.026 às 12h15m
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Apple lança MacBook Neo, modelo 'popular' da marca
Apple lança MacBook Neo, modelo 'popular' da marca

A Apple lançou nesta quarta-feira (4) o MacBook Neo, um novo modelo da linha de notebooks MacBook com preço "popular", com o mesmo chip usado no Phone.

Esse foi o segundo anúncio de produtos mais em conta da companhia nesta semana - na segunda, foi a vez do iPhone 17e.

No Brasil, o modelo vai custar a partir de R$ 7.299 (com 256 GB de armazenamento) e R$ 8.499 (com 512 GB de armazenamento e teclado com identificação por impressão digital).

Com esses valores, o MacBook Neo passa a ser o mais barato da marca no país. Até então, o notebook da Apple mais barato disponível era o MacBook Air de 13", vendido por R$ 14 mil.

MacBook Neo exibido em evento da Apple em Nova York nesta quarta (04) — Foto: Shannon Stapleton/Reuters
MacBook Neo exibido em evento da Apple em Nova York nesta quarta (04) — Foto: Shannon Stapleton/Reuters

As configurações incluem tela de 13 polegadas "Liquid Retina" (resolução de 2.408 x 1.506 pontos), duas portas USB-C, uma saída para fone de ouvido, alto-falantes estéreo e webcam com resolução 1080p.

É o primeiro portátil da Apple a usar um processador de iPhone. Os MacBooks mais avançados vêm com chip Apple Silicon da linha M, o MacBook Neo vem com um processador A18 Pro, o mesmo usado no iPhone 16 Pro.

A fabricante diz que o MacBook Neo com A18 Pro é "até 50% mais rápido em tarefas cotidianas que um PC com o chip Intel Core Ultra 5 mais recente".

Segundo a Apple, a bateria do MacBook Neo tem duração estimada em até 16 horas.

O portátil será vendido nas cores prateado, blush (rosa), amarelo-cítrico e índigo (azul), com estrutura feita em alumínio.

Apple MacBook Neo — Foto: Divulgação
Apple MacBook Neo — Foto: Divulgação


MacBook Neo em 4 cores — Foto: Divulgação
MacBook Neo em 4 cores — Foto: Divulgação


Tela do MacBook Neo aberta — Foto: Divulgação
Tela do MacBook Neo aberta — Foto: Divulgação

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