Total de visualizações de página

terça-feira, 30 de agosto de 2022

Como salvar cartão de crédito nas carteiras digitais de Google e Apple?

<<<===+===.=.=.= =---____---------   ----------____---- -----____::____   ____= =..= = =..= =..= = =___   ____::____------ -----_____----------   ---------____---.=.=.=.= +====>>>


Aplicativos podem ser usados para fazer pagamentos por aproximação e compras na internet. Eles também guardam documentos como passagens aéreas e ingressos de cinema.
<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>
Por g1

Postado em 30 de agosto de 2022 às 08h00m

Post. N. - 4.426

Aplicativos de carteira digital do Google e da Apple podem ser usados para fazer pagamento por aproximação e compras online — Foto: Naipo.de/Unsplash
Aplicativos de carteira digital do Google e da Apple podem ser usados para fazer pagamento por aproximação e compras online — Foto: Naipo.de/Unsplash

O Google e a Apple têm aplicativos de carteiras digitais que permitem salvar cartões de crédito e débito, além de informações como passagens aéreas e ingressos de cinema. Os apps são alternativas mais seguras e práticas do que armazenar documentos sem proteção no aparelho.

Nos dois aplicativos, os dados do cartão não ficam expostos para qualquer pessoa. Eles são usados em pagamentos por aproximação e compras online e, para concluir a transação, é preciso usar algum método de segurança ativado no celular, como senha, impressão digital ou reconhecimento facial.

Por outro lado, se o número e a senha ficarem em um local desprotegido como um aplicativo de notas no celular, qualquer um com acesso ao seu celular pode fazer compras indevidas em seu nome. Veja como funcionam os dois aplicativos.

Carteira do Google

A Carteira do Google foi apresentada em julho deste ano como uma versão repaginada do aplicativo Google Pay, que já permitia salvar cartões de débito e crédito. Agora, o serviço também é capaz de armazenar comprovantes de vacinação e ingressos para eventos.

Para cartões de pagamento, o serviço tem parcerias com Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, BTG, C6 Bank, Itaú, Banco Inter, Digio, Neon, Next, Nubank, XP, Visa e Mastercard.

O aplicativo está disponível para Android e Wear OS, sistema do Google para relógios inteligentes. É possível usar o aplicativo em locais que aceitem o Google Pay, serviço de pagamentos da empresa.

Para adicionar um cartão na Carteira do Google, busque no aplicativo do banco pelo botão "Adicionar à Carteira do Google" ou "Adicionar ao GPay". Outra opção é seguir estes passos:

  1. Na tela inicial da Carteira do Google, toque em "Adicionar à Carteira";
  2. Em seguida, selecione a opção "Cartão de pagamento";
  3. Toque em "Novo cartão de crédito ou débito" (ou escolha um dos cartões salvos na sua conta);
  4. Se for adicionar um novo cartão, posicione-o na moldura (ou selecione "Informar detalhes manualmente");
  5. Clique em "Salvar";
  6. Aceite os termos do emissor do cartão;
  7. Conclua a verificação no aplicativo do banco.

Para fazer o pagamento, basta desbloquear a tela do celular, aproximá-lo do leitor de pagamentos por alguns segundos (não é preciso abrir o aplicativo Carteira do Google) e, se necessário, seguir as instruções que aparecerão na tela.

Também é possível armazenar cartões de embarque de voos, dados de programas de fidelidade e vales-presente. O aplicativo suporta cartões de transporte público, mas a opção não está disponível no Brasil.

O Carteira (também chamado de Wallet) é o aplicativo da Apple que serve para guardar informações como cartões de crédito e débito, ingressos, cartões de embarque e comprovantes de vacinação. O serviço criptografa os dados e os mantém nos servidores da Apple.

Como adicionar cartão na Carteira (Wallet) da Apple — Foto: Reprodução/Apple
Como adicionar cartão na Carteira (Wallet) da Apple — Foto: Reprodução/Apple 

Os itens que você salva ficam associados à sua ID Apple e podem ser acessados nos dispositivos da empresa em que sua conta está configurada.

Os cartões salvos na Carteira podem fazer pagamentos pelo Apple Pay. A empresa tem parcerias com Banco do Brasil, Banco Original, Bradesco, BTG, Digio, Itaú, Next, Nubank, Porto Seguro, Sodexo, XP, Visa, Mastercard e Elo.

Veja como salvar um cartão na Carteira (Wallet) da Apple:

  1. Toque no botão "Adicionar +";
  2. Escolha "Cartão de Débito ou Crédito";
  3. Toque em "Continuar";
  4. Posicione o cartão na moldura ou selecione "Inserir Dados Manualmente";
  5. Aceite os termos do emissor do cartão;
  6. Conclua a verificação no aplicativo do banco.

Para pagar, clique duas vezes no botão à direita (se o iPhone tiver Face ID) ou no botão Home (se o celular tiver Touch ID). Depois, aproxime o aparelho próximo do leitor de pagamentos até que ele mostre um "OK" e um sinal de verificação na tela.

Para mudar a forma de pagamento, toque no cartão padrão para ver outros cadastrados em sua conta.

------++-====-----------------------------------------------------------------------=======;;==========--------------------------------------------------------------------------------====-++-----

segunda-feira, 29 de agosto de 2022

Instagram limita conteúdo sensível para adolescentes; veja como conferir

<<<===+===.=.=.= =---____---------   ----------____---- -----____::____   ____= =..= = =..= =..= = =___   ____::____------ -----_____----------   ---------____---.=.=.=.= +====>>>


Todos jovens com menos de 16 anos que criarem conta terão configuração padronizada para filtrar conteúdos prejudiciais. Contas antigas dessa faixa etária serão incentivadas a aderir.
<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>
Por g1

Postado em 29 de agosto de 2022 às 13h40m

Post. N. - 4.425

Instagram reduz conteúdo sensível para adolescentes — Foto: Divulgação/Instagram
Instagram reduz conteúdo sensível para adolescentes — Foto: Divulgação/Instagram

O Instagram anunciou que começará a limitar o conteúdo sensível para todo adolescente menor de 16 anos que criar uma conta no aplicativo.

Os jovens dessa idade que já tinham contas receberão mensagens da plataforma com incentivo a aderir à nova configuração do controle de conteúdo sensível, chamada de "Menos'".

Os outros adolescentes que criarem a conta agora terão a configuração automaticamente padronizada para "Menos". A atualização, anunciada na última quinta-feira (25), deve estar disponível para todos nas próximas semanas.

Com a alteração, a plataforma diz que será mais difícil para jovens encontrarem conteúdo sensível ou contas que tragam prejuízo a esse público por meio das abas de pesquisa, exploração, hashtags e reels.

Diversas pesquisas já mostraram que o uso de redes sociais pode causar distúrbios mentais em jovens e adolescentes.

Um vazamento de documentos, chamado de "Facebook Papers", mostrou que os executivos do próprio Instagram sabiam do efeito "tóxico" da rede social em adolescentes.

Novas diretrizes

O Instagram também anunciou que testa novas formas de incentivar adolescentes a cuidar da segurança e privacidade dentro da plataforma.

"Mostraremos os comandos solicitando que os adolescentes analisem as configurações, incluindo: controlar quem pode recompartilhar o conteúdo deles, quem pode enviar mensagem e entrar em contato com eles, qual conteúdo eles podem ver e quanto tempo passam no Instagram", afirmou a empresa.

O controle de conteúdo sensível tem três opções no Instagram: "Mais", "Padrão" e "Menos". A opção "Mais" não está disponível para menores de 18 anos.

Onde mudar o controle de conteúdo sensível

  1. Acesse seu perfil;
  2. Toque no menu "Configurações" no canto superior direito;
  3. Toque em "Conta";
  4. Toque em "Controle de conteúdo sensível". Essa parte trará as opções disponíveis de configuração ("Mais", "Padrão" ou "Menos"), de acordo com sua idade.
Como fazer o 'Foto Random', colagem de fotos popular no Instagram e TikTok:

------++-====-----------------------------------------------------------------------=======;;==========--------------------------------------------------------------------------------====-++-----

domingo, 28 de agosto de 2022

Facebook tem acordo preliminar em processo por escândalo da Cambridge Analytica

<<<===+===.=.=.= =---____---------   ----------____---- -----____::____   ____= =..= = =..= =..= = =___   ____::____------ -----_____----------   ---------____---.=.=.=.= +====>>>


Em 2018, usuários da plataforma acusaram a rede social de violar as regras de proteção da privacidade ao compartilhar seus dados com terceiros, incluindo para Cambridge Analytica.
<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>
TOPO
Por France Presse

Postado em 28 de agosto de 2022 às 10h25m

Post. N. - 4.424

Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook — Foto: Reuters via BBC
Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook — Foto: Reuters via BBC

O Facebook chegou a um acordo preliminar em um processo contra a empresa com um pedido de indenização por permitir a terceiros, incluindo a empresa Cambridge Analytica, acesso aos dados privados de usuários.

De acordo com um documento judicial apresentado na sexta-feira em um tribunal de San Francisco, o Facebook afirma que prepara um "princípio de acordo" e solicita a suspensão do processo por 60 dias para "concluir o acordo por escrito e apresentá-lo ao tribunal".

A rede social não informou o valor nem os termos do acordo na ação coletiva.

Procurada pela AFP, a Meta - matriz do Facebook - afirmou que "não tinha comentários para compartilhar neste momento".

O acordo foi anunciado depois que o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, e a ex-diretora de operações Sheryl Sandberg, que anunciou sua demissão em junho após 14 anos na empresa, foram convocados a prestar depoimento no tribunal em setembro por este caso.

Em um processo iniciado em 2018, usuários do Facebook acusaram a rede social de violar as regras de proteção da privacidade ao compartilhar seus dados com terceiros, incluindo a empresa Cambridge Analytica, ligada à campanha presidencial de Donald Trump em 2016.

A Cambridge Analytica - que interrompeu as atividades a partir desta data - coletou e utilizou, sem consentimento, os dados pessoais de 87 milhões de usuários do Facebook por meio de um acesso concedido pela plataforma.

A informação obtida foi usada para desenvolver um software e influenciar os eleitores americanos a favor de Trump.

Em julho de 2019, as autoridades federais anunciaram uma multa de 5 bilhões de dólares ao Facebook por "enganar" os usuários e determinaram uma supervisão independente da gestão de dados pessoais.

Desde a explosão do escândalo da Cambridge Analytica, o Facebook removeu o acesso aos seus dados de milhares de aplicativos, restringiu a quantidade de informações disponíveis para os desenvolvedores em geral e facilitou para os usuários a configuração das permissões para compartilhar dados pessoais.

------++-====-----------------------------------------------------------------------=======;;==========--------------------------------------------------------------------------------====-++-----