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Empresa de foguetes do bilionário comprou a de inteligência artificial do mesmo dono; proposta é integrar tecnologia, satélites e conectividade para criar data centers no espaço. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Redação g1 Postado em 02 de Fevereiro de 2.026 às 23h20m . #.*Post. - Nº.\ 5.341*.# .
SpaceX, xAI, X, Starlink... entenda a relação entre empresas de Musk
“A SpaceX
adquiriu a xAI para formar o motor de inovação verticalmente integrado
mais ambicioso da Terra (e fora dela), reunindo IA, foguetes, internet
espacial, comunicações diretas para dispositivos móveis e a principal
plataforma mundial de informação em tempo real e liberdade de
expressão”, disse Musk no comunicado em que oficializou o negócio.
Segundo Musk,“no longo prazo, a IA baseada no espaço é, obviamente, a única forma de escalar". “No espaço, é sempre ensolarado", disse o bilionário.
No comunicado oficial, Musk demonstrou otimismo na incorporação de data centers no espaço, mas não divulgou um cronograma e nem deu mais detalhes sobre o projeto.
Segundo ele, "dentro de dois e três anos, a forma de menor custo para
gerar computação de IA será no espaço"."Só essa eficiência de custos
permitirá que empresas inovadoras avancem no treinamento de seus modelos
de IA e no processamento de dados em velocidades e escalas sem
precedentes", reforçou o dono da SpaceX.
Musk ainda afirmou que lançar "um milhão de satélites que operem como
data centers orbitais" ajudará a humanidade a se tornar uma civilização
"capaz de aproveitar toda a energia do Sol".
Além disso, oferecerá tecnologia de IA para "bilhões de pessoas", garantindo "o futuro multiplanetário da humanidade”.
Elon Musk — Foto: David Swanson/Reuters
Data centers no espaço
O processamento de IA no espaço, alimentado por energia solar, poderia
reduzir o custo de geração do poder computacional usado para operar e
treinar modelos de IA como o Grok, da xAI, segundo a agência Reuters.
Outras empresas também estão dando passos para construir data centers
orbitais. Elas alegam que a alternativa é mais barata e menos
prejudicial ao meio ambiente, mas ainda precisam provar que realmente funciona em escala comercial.
Para eles, o espaço vai se firmar em breve como o principal local para administrar grandes volumes de informações.
"Minha
expectativa é que, dentro de dez anos, quase todos os novos data
centers sejam construídos no espaço devido às limitações que enfrentamos
para obter energia na Terra e do alto custo dessa energia,", disse
Philip Johnston, cofundador da Starcloud.
Jeff Bezos, dono da empresa aerospacial Blue Origin, concorrente da SpaceX, e fundador da Amazon, também se mostrou entusiasta dessa tendência. Segundo ele, as estruturas devem superar as instaladas na Terra porque terão acesso a energia solar contínua.
"É
difícil saber exatamente quando -- são mais de dez anos, e aposto que
não são mais de 20 anos. Mas vamos começar a construir esses gigantescos
data centers no espaço", disse Bezos no ano passado.
Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas
Desde os anos 1950, a trajetória da IA tem sido marcada pelos mesmos dilemas: medo de que máquinas substituam humanos, a tendência de humanizar a tecnologia e o apego emocional por ela e promessas ambiciosas que raramente se cumprem. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Luiz Fernando Toledo 31/01/2026 07h12 Atualizado há uma dia Postado em 01 de Fevereiro de 2.026 às 08h15m . #.*Post. - Nº.\ 5.340*.# .
Joseph Weizenbaum, criador do primeiro chatbot, Eliza, de 1966. — Foto: Getty Images via BBC
Recorrer a um chatbot (como o ChatGPT, Gemini ou Claude) em busca de
terapia, ou até mesmo de um novo amigo, pode soar como uma história
controversa dos nossos tempos, coisa do século 21.
Mas não é uma questão exatamente inédita.
Desde os anos 1950, a trajetória da inteligência artificial tem sido
marcada pelos mesmos dilemas: medo de que máquinas substituam humanos, a
tendência de humanizar a tecnologia, o apego emocional que muitas
pessoas desenvolvem por ela e as promessas ambiciosas que raramente se
cumprem — mas que continuam a atrair investimentos e atenção.
O cenário do século passado e de agora são diferentes, no entanto, em
um aspecto principal: o tanto de dinheiro e recursos que se está
investindo nessas tecnologias nos dias atuais.
"Existe
uma diferença de que hoje estamos em um contexto do capital financeiro e
dos investimentos que essas empresas atraem, o espaço que elas
conseguem junto a governos", disse à BBC News Brasil Bernardo Gonçalves,
pesquisador de inteligência artificial, filósofo e tecnologista do
Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC).
"Mas as questões, eu diria que são as mesmas", completa.
Em entrevista à reportagem, Gonçalves fez um resgate dos debates
históricos em torno da inteligência artificial, de momentos em que
cientistas projetaram o futuro e os problemas da IA — muitos debates que
ainda permanecem vivos.
Para Bernardo Gonçalves, pesquisador de inteligência artificial,
questões sobre a IA permanecem as mesmas há mais de 50 anos. — Foto:
Arquivo pessoal via BBC
O apego emocional às máquinas
O professor do MIT e cientista Joseph Weizenbaum criou um programa, ainda na década de 60, que é hoje considerado o primeiro chatbot a se tornar conhecido no mundo.
Batizado de Eliza, o programa rodava em um computador IBM 7094, uma máquina de grande porte, que à época custava milhões de dólares, e era capaz de simular conversas.
O programa seguia um conjunto de regras pré-definidas para analisar o que era digitado e responder de forma automática.
No fundo, a máquina não entendia o que estava sendo dito, mas imitava uma conversa.
Em um dos testes, Weizenbaum programou Eliza para agir como uma
terapeuta. O chatbot reformulava o que o "paciente" dizia, transformando
frases em perguntas, o que criava a ilusão de diálogo.
PACIENTE: Meu namorado me fez vir aqui.
ELIZA: Seu namorado te fez vir aqui.
PACIENTE: Ele diz que estou deprimida a maior parte do tempo.
ELIZA: Lamento que você esteja deprimida.
Naquela época, como relatou Weizenbaum em um capítulo de livro, alguns
pesquisadores começaram a prever que, no futuro, máquinas poderiam
oferecer terapia de verdade, até mesmo em hospitais.
O
próprio criador da tecnologia se espantou com essa possibilidade. "Sem
dúvida há técnicas para facilitar a projeção do terapeuta na vida do
paciente. Mas que fosse possível a um psiquiatra defender que esse
componente crucial do processo terapêutico pudesse ser substituído, isso
eu não tinha imaginado", escreveu.
O interesse por Eliza era tanto que, certa vez, sua secretária pediu
que ele saísse da sala para poder ter uma conversa particular com o
programa.
"Por mais inteligentes que as máquinas possam vir a ser, há certos atos
de pensamento que devem ser tentados apenas por seres humanos", disse
ele no livro Computer Power and Human Reason, em 1976.
A tendência de tratar máquinas como pessoas
Turing questionava se máquinas podem pensar e antecipou críticas da
época, publicadas em jornais ingleses. — Foto: Getty Images via BBC
No artigo considerado pioneiro na discussão sobre inteligência artificial, Computing Machinery and Intelligence(1950), o cientista britânico Alan Turing propôs a pergunta que ecoa até hoje: as máquinas podem pensar?
Antecipando objeções que já circulavam na imprensa britânica, Turing reuniu no artigo algumas das críticas mais comuns.
Havia as teológicas, segundo as quais "pensar é uma função da alma
imortal do homem", e as filosóficas, que argumentavam que "somente
quando uma máquina for capaz de escrever um soneto ou compor um concerto
a partir de pensamentos e emoções sentidos — e não pela simples
combinação de símbolos — poderemos concordar que ela é igual ao cérebro
humano".
Talvez tenha sido essa última objeção, sobre a consciência e a criação genuína, a que mais inquietou seus contemporâneos.
O pesquisador Bernardo Gonçalves lembra que esses críticos diziam que
os termos usados por Turing, que faziam alusões ao cérebro ou ao
pensamento humano, eram inadequados.
"O
Turing já tinha sido exposto como uma pessoa que estimulava o uso de
certos termos que outros eram contra, como cérebro eletrônico ou se
referir à capacidade de armazenamento de uma máquina como memória."
Anos
depois da publicação do artigo de Turing, uma conferência na Dartmouth
College, em 1956, ficaria conhecida como o momento denascimento do termo "inteligência artificial".
E o conceito tentou evitar justamente essa definição que mistura máquinas e mentes humanas.
"Eles definiram o campo como: máquinas que se comportam de tal forma
que, se fosse um humano, seria dito que são inteligentes", lembra
Gonçalves.
"Essa
tradição de antropomorfizar continua até hoje, impulsionada por
histórias de Hollywood que combinam a ideia de IA com antigas
representações de criações humanas, que de repente ganham vida", afirma a jornalista Karen Hao em seu livro Império da AI (Empire of AI), que conta a história e os bastidores da criação e evolução da OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT.
"Desenvolvedores de IA falam com frequência sobre como seus softwares
aprendem, leem ou criam, como os humanos. Isso não só alimentou a
percepção de que as tecnologias atuais de IA são muito mais capazes do
que realmente são, como também se tornou uma ferramenta retórica para
que empresas evitem responsabilidade legal", argumenta, citando exemplos
de artistas e escritores que processaram essas empresas por não terem
dado consentimento de uso de suas obras para treinar os modelos de
linguagem.
Gonçalves avalia que a crítica de Karen Hao é muito semelhante à feita nos anos 50.
Ele lembra de um debate entre Turing e o matemático Douglas Hartree na década de 40, que já foi tema de um de seus artigos.
Em outubro de 1945, poucos meses após o fim da 2ª Guerra Mundial, Alan
Turing foi contratado pelo Laboratório Nacional de Física britânico
(National Physical Laboratory, ou NPL) para liderar o projeto de
construção de uma máquina de computação.
A iniciativa buscava consolidar a posição do Reino Unido na corrida tecnológica que emergia do pós-guerra.
O projeto recebeu o nome de Automatic Computing Engine (ACE) e se
tornaria um dos primeiros computadores eletrônicos programáveis da
história.
Era um momento em que governos e cientistas começavam a vislumbrar usos civis e militares
para essas novas máquinas capazes de armazenar instruções em memória,
avanço decisivo em relação aos computadores criados durante o conflito.
"Depois
da guerra se constroem os computadores capazes de armazenar um programa
em memória", lembra Gonçalves. "Havia interesse em financiar esses
projetos no contexto militar".
Máquinas para ajudar os humanos ou substituí-los?
Tradição de antropomorfizar IA continua até hoje, diz a jornalista Karen Hao, autora do livro Empire of AI. — Foto: BBC
Na proposta apresentada ao NPL, Turing incluía algumas das suas primeiras reflexões sobre o futuro da computação.
Entre elas, a ideia de que máquinas poderiam aprender tarefas complexas, como jogar xadrez.
Já Douglas Hartree era considerado um dos principais especialistas em
computação do Reino Unido e se tornaria membro do comitê executivo do
próprio Laboratório Nacional de Física (NPL).
Enquanto Turing olhava para o futuro filosófico das máquinas, tentando
compreender se elas poderiam, um dia, pensar, Hartree mantinha a cabeça
na aplicação prática daquelas invenções.
Em 1946, ele publicou um artigo na revista Nature advertindo para o uso
exagerado de metáforas humanas ao descrever computadores.
"Parece-me
que a distinção é importante e que o termo cérebro eletrônico a
obscurece e é enganoso, pois atribui à máquina capacidades que ela não
possui; e é por isso que espero que o uso desse termo seja evitado no
futuro", escreveu.
Hartree temia que expressões como essa criassem a ilusão de que as
máquinas pudessem replicar a mente humana, confusão que desviaria a
atenção do verdadeiro propósito da computação: o de ampliar a capacidade
de cálculo e auxiliar o raciocínio humano, não substituí-lo.
Turing chegou a prever que seria tão fácil fazer uma pergunta a uma
máquina quanto a uma pessoa no futuro. Hartree, por outro lado, via
nesse entusiasmo um risco moral e político: acreditava que desprezar a
razão humana e superestimar a das máquinas poderia abrir caminho para
formas de autoritarismo, como aquelas que a Europa acabara de
testemunhar.
Turing, vale lembrar, ajudou os Aliados e teve papel-chave na guerra,
ao quebrar o código secreto nazista, que permitiu ler as mensagens
navais alemãs cifradas com a máquina Enigma.
Uma máquina de criptografia Enigma modelo I é vista em Bletchley Park,
perto de Milton Keynes, ao norte de Londres, em 26 de outubro de 2023 —
Foto: Getty Images via BBC
'São tecnologias que deslocam poder'
Para o pesquisador Bernardo Gonçalves, as disputas em torno da
inteligência artificial têm a ver com o poder e quem irá exercê-lo.
"Por
que temos controvérsia? Essa analogia com o humano, no fundo, é uma
expansão do espaço da máquina na sociedade, que vai impactar no espaço
do humano. Por exemplo, no que é um posto de trabalho", diz.
A própria história da computação, destaca Gonçalves, mostra como essas
transformações sempre tiveram efeitos sociais concretos. Nos anos 1940 e
1950, o termo "computador" ainda designava pessoas, em especial
mulheres, que realizavam cálculos complexos.
"Temos aí uma informação histórica que funciona como uma cápsula do
tempo. A própria profissão de computador foi extinta pela construção
dessas máquinas", explica.
Com o avanço da automação, essas tecnologias passaram a concentrar poder e alterar estruturas de trabalho. "Estamos falando de coisas que têm uma repercussão social muito forte e clara", afirma.
"São tecnologias de automação que deslocam poder, fazem impacto na vida das pessoas, na economia."
O ciclo de promessas e frustrações com a IA
O CEO da OpenAI, Sam Altman, testemunha perante a Comissão do Senado
para o Comércio, Ciência e Transportes no Senado americano. — Foto:
Getty Images via BBC
Nos anos 1970, o Reino Unido viveu um "inverno da IA", após o
matemático James Lighthill publicar um relatório afirmando que o campo
"vivia de especulações sem fundamento".
"Faz-se todo um glamour, mas não se alcançam esses resultados. Promete-se ir muito longe", afirma Gonçalves.
"Alguns pesquisadores começaram a dizer: a gente precisa parar de prometer tudo isso, porque depois isso queima a área."
Hoje, segundo ele, o ciclo se repete, agora impulsionado por empresas
de tecnologia com alcance global e orçamentos bilionários.
"A
polarização é tão forte que parece que ou esses sistemas vão logo se
transformar em superinteligências e tomar o poder, ou são burros,
estúpidos, meros papagaios estocásticos. Mas, na verdade, a área segue
se desenvolvendo."
Mesmo com o ceticismo de parte da comunidade científica, Gonçalves
destaca que o poder econômico e político dessas corporações sustenta o
ritmo das inovações.
"Desde 2022, quando surge o ChatGPT, esses sistemas vêm melhorando. E
aí não estou falando do que se promete, mas do que de fato se observa."
"É um tipo de pesquisa que, se bem-sucedida, tem impacto muito grande.
Você poder automatizar mais e mais atividades intelectuais, de
escritório, que foram as mais preservadas da automação das primeiras
revoluções industriais, que eram mais mecânicas", diz.
Empresa diz que veículo detectou rapidamente a criança e freou antes do impacto; vítima teve ferimentos leves. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Reuters 31/01/2026 00h00 Atualizado há um dia Postado em 01 de Fevereiro de 2.026 às 06h00m . #.*Post. - Nº.\ 5.339*.# .
g1 testa o Waymo, o carro autônomo do Google, nos Estados Unidos
Um táxi-robô autônomo da Waymo, empresa da Alphabet (dona do Google),
atropelou uma criança perto de uma escola primária na Califórnia (EUA)
nesta quinta-feira (29). A criança sofreu ferimentos leves.
Cerca de uma semana depois, nesta quinta-feira (29), a Administração
Nacional de Segurança Rodoviária (NHTSA) dos EUA informou que abriu uma
investigação sobre o caso. O Conselho Nacional de Segurança nos
Transportes (NTSB) também anunciou que investigará o incidente.
Em publicação no blog oficial, a Waymo afirmou que vai cooperar com as
investigações e disse que o veículo detectou rapidamente a criança e
freou bruscamente (veja mais abaixo).
O caso reacendeu preocupações sobre a segurança dos táxis-robôs, cujo número vem crescendo nos Estados Unidos.
O Comitê de Comércio do Senado americano já tinha marcado para 4 de
fevereiro uma audiência sobre carros autônomos, com a participação do
diretor de segurança da Waymo, Mauricio Peña.
🚸 Como foi o incidente
Segundo a agência de segurança de trânsito dos EUA, a criança
atravessou a rua correndo em direção à escola, surgindo por trás de um
SUV estacionado em fila dupla. O atropelamento ocorreu durante o horário de entrada e saída dos alunos.
A agência informou que havia outras crianças, um guarda de trânsito e vários veículos estacionados em fila dupla na região.
A
Waymo afirmou que a criança “entrou repentinamente na via por trás de
um SUV alto, movendo-se diretamente para a trajetória do veículo”.
Segundo a empresa, o carro autônomo detectou a criança assim que ela apareceu e reduziu a velocidade de cerca de 27 km/h para menos de 10 km/h antes do impacto.
A Waymo afirmou ainda que simulações indicam que um motorista humano totalmente atento, na mesma situação, teria atingido o pedestre a cerca de 22 km/h.
Veículo autônomo da Waymo em Los Angeles, na Califórnia — Foto: Alexandre Lopes/g1 Santos
Após a colisão, segundo a empresa, a criança se levantou, caminhou até a
calçada e a Waymo acionou o serviço de emergência 911. O veículo
permaneceu parado e só deixou o local após liberação da polícia.
A NHTSA iniciou uma avaliação preliminar para apurar se o veículo operava com cautela adequada, considerando a proximidade com a escola e a presença de pedestres vulneráveis.
A agência disse que vai analisar o comportamento esperado do veículo em zonas escolares, incluindo respeito aos limites de velocidade, além da resposta da empresa após o impacto.
No mesmo dia do acidente, o NTSB abriu outra investigação envolvendo a
Waymo após robôs-táxi da empresa ultrapassarem ônibus escolares parados
em Austin, no Texas, pelo menos 19 vezes desde o início do ano letivo.
Em dezembro,
a Waymo fez recall de mais de 3 mil veículos para atualizar o software
que permitia ultrapassagens indevidas de ônibus escolares durante
embarque e desembarque de alunos — situação que aumenta o risco de acidentes. A NHTSA já havia aberto uma investigação sobre o tema em outubro.
A Waymo afirmou que não houve colisões nesses casos.
O Distrito Escolar Independente de Austin informou que cinco incidentes
ocorreram em novembro, mesmo após atualizações de software.
O sistema escolar chegou a pedir que a empresa suspendesse as operações
perto das escolas nos horários de entrada e saída dos alunos, mas disse
à Reuters que a Waymo recusou o pedido.