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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Transformação digital é estratégica para economia, diz diretora do MCTIC


Tissiane Vicentin, 
2017/05/30, 15:00 
Postado em 31 de maio de 2017 às 17h00m
Gipope-Marketing

A era digital pode contribuir para alavancar o desenvolvimento do País, de acordo com Miriam Wimmer, diretora de Políticas e Programas Setoriais em Tecnologias da Informação e Comunicação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Mas, ressalta a especialista, é preciso definir estratégias de atuação por meio de políticas públicas.

Para isso, é preciso, antes, defender um norte comum a todas as esferas e tratar a transformação digital como estratégica para o crescimento econômico. A educação é um dos eixos centrais, afirmou Miriam, durante o workshop Educação na Era Digital: 

contribuições para a Estratégia Digital Brasileira (EDB). Os desafios nas salas de aulas, desde a relação com os conteúdos, material didático, conectividade, são novos. Com esse evento, queremos ajudar a apontar os caminhos. Queremos ter um documento bastante rico apontando os desafios que temos e quais são as medidas que podem ser tomadas para superá-los, completa.

De acordo com o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Rossieli Soares da Silva, a conectividade nas escolas brasileiras ainda é muito baixa. 

A média de escolas que têm alguma conexão é de 60%, mas a qualidade da conectividade é baixa, o que não permite que seja utilizada para fins pedagógicos. O grande desafio é uma conexão de alta qualidade que permita aos alunos usar a internet e outras ferramentas digitais. Recentemente, fizemos uma pesquisa e 67% das escolas disseram que o grande desafio para o uso de tecnologias é a qualidade da conexão e a manutenção da rede.

Segundo Rossieli, o MEC está construindo uma agenda para aumentar as áreas com infraestrutura de banda larga.
No Distrito Federal, a meta é melhorar a infraestrutura das redes de internet em todas as escolas públicas até 2018

Localmente, o governo do Distrito Federal tem trabalhado em levar mais fibra óptica às escolas. Estamos mapeando as cerca de 700 escolas urbanas e rurais do Distrito Federal para melhorar a conectividade até o próximo ano. Já ligamos 16 escolas com alta conectividade, com velocidade de 100 megabytes. Temos também um plano de capacitação dos professores com o foco na inserção digital no ensino, afirmou o subsecretário de Educação do Distrito Federal, Marcelo Ataíde.

* Com informações do MCTIC

Câmara analisa regras para operações com moedas virtuais


Tissiane Vicentin, 
2017/05/30, 11:00 
Postado em 31 de maio de 2017 às 16h20m
Gipope-Marketing

A Câmara dos Deputados instaurar uma comissão especial nesta terça-feira, 30/05, com o intuito de analisar regras para operações que envolvam criptomoedas, como o bitcoin, bem como programas de milhagens para companhias aéreas.

De acordo com o Projeto de Lei 2303/15, do deputado Aureo (SD-RJ), que será analisado pelo novo colegiado, essas operações deverão ser fiscalizadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). A instalação do colegiado estava prevista para a semana passada, mas a reunião não foi realizada por falta de quórum.

Segundo o relator do projeto, o objetivo é reduzir os riscos das moedas virtuais contra a estabilidade financeira da economia, diminuindo a possibilidade de elas financiarem atividades ilegais e proteger o consumidor contra eventuais abusos.

Já para as milhagens, a proposta é que as transações sejam aprovadas na definição de arranjos de pagamento sob a supervisão do Banco Central. Como programas de milhagem também podem ser compreendidos como um tipo específico de moeda virtual, é importante uma discussão e legislação mais clara sobre o assunto, de acordo com parlamentares.

Segundo Expedito Netto, além de esclarecer possíveis lacunas sobre o assunto que ainda gera muitas dúvidas, um dos focos da comissão vai ser o papel da moeda virtual na arrecadação do Estado.

Ele relata que é essencial estudar como será a cobrança de impostos de quem usa o bitcoin. Eu acredito que precisamos dar essa cobrança no Brasil. Este ano, por exemplo, quem possuía um capital de R$ 35 mil em bitcoins, o que equivale a 3,5 bitcoins, teve de declarar no Imposto de Renda, pois isso é necessário. 

Precisamos estudar a cobrança desses impostos principalmente no Imposto de Renda.

* Com informações da Agência Câmara

Empiricus investe em Salesforce para conscientizar clientes sobre investimentos


Tissiane Vicentin, 
2017/05/31, 11:00 
Postado em 31 de maio de 2017 às 16h00m
Gipope-Marketing

A Empiricus, consultoria de investimentos independente, adotou o uso da tecnologia Salesforce com o intuito de conscientizar clientes sobre as melhores opções de investimentos no mercado. Ao todo, a empresa conta com 160 mil assinantes de conteúdos proprietários e fornece informações para mais de 1,6 milhão de investidores tomarem decisões.

A empresa brasileira publica informações financeiras de forma independente, e produz relatórios com recomendações de investimentos para que clientes escolham por si próprios as melhores aplicações financeiras do mercado e multiplicarem seu patrimônio.

Com um modelo 100% digital, a companhia precisava de uma solução robusta que a permitisse entrar em contato com seu público e engajá-lo de forma fácil e rápida, independentemente do canal. 

Encontramos na Marketing Cloud da Salesforce a solução de que precisávamos. Ela nos ajuda especialmente na parte de disparos de e-mail, onde a montagem é simples e a ferramenta permite grande volume de envio, com fácil segmentação, comenta Beatriz Nantes, chefe de operações da Empiricus.

Hoje, a Marketing Cloud está implementada nos departamentos de Operações e Marketing Interno. Como benefícios provenientes da adoção da ferrameta, Beatriz aponta ganhos na entrega dos e-mails e na melhoria das segmentações para leitores de produtos pagos, ambas as métricas difíceis de medir em termos quantitativos, mas de extrema importância para o nosso negócio, comenta a executiva.

Com os bons resultados, a Empiricus ampliou as soluções Salesforce na empresa, tendo implementado o Sales Cloud e o Service Cloud com o suporte da parceira Salesforce BeeCloud nas áreas de relacionamento com o leitor e televendas.

Para o futuro, a companhia pretende adquirir a solução Salesforce Einstein para seu programa de envio de e-mails. Para o departamento de televendas, a ideia é implementar o ChatBots para atendimento ao cliente, para potencializar os canais de comunicação.

Por fim, os planos englobam a ampliação do Marketing Cloud para possibilitar jornadas completas dos seus clientes usando SMS, e-mail e Push Notification, com as devidas integrações no CRM.

Segundo Daniel Hoe, diretor de marketing da Salesforce para América Latina, a Empiricus está em linha com as demandas da Era do Cliente, que traz um público muito mais conectado e exigente. 

Apoiado por Salesforce, a Empiricus é um exemplo de empresa que se conecta aos clientes de forma inovadora com o uso de canais digitais para educar as pessoas em gestão de investimentos, destaca Hoe. 

Isso ocorre em um meio totalmente digital, com base na análise de milhões de engajamentos ao longo de um mês, finaliza o executivo.

Evolução na forma de consumir conteúdo de TV requer infraestrutura para acompanhar essa demanda


José Eduardo Leão de Freitas - Level 3 Communications Brasil, 
2017/05/30, 16:00 
Postado em 31 de maio de 2017 às 15h40m
Gipope-Marketing

Há algumas décadas, rádio e televisão eram as fontes mais relevantes para ter acesso a notícias, novelas, seriados e outros conteúdos, de acordo com o interesse dos espectadores. No entanto, essa dinâmica sofreu diversas alterações e, atualmente, com o aprimoramento da tecnologia, há um novo player no mercado: os serviços de streaming on-line.

Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017, o setor perdeu 105,4 mil assinantes, uma queda de 0,56%.

Somente em fevereiro de 2017, 95.161 assinantes deixaram a TV paga, uma queda de 0.51% quando comparado aos dados de Janeiro deste ano. Já nos últimos 12 meses, 382,833 pessoas desistiram de seus pacotes, o que representa uma baixa de 2,02% para o mercado.

Denominado como OTT (Over-The-Top), a ideia traz um novo cenário de evolução, bastante rápida e com provedores focados em reproduzir uma transmissão linear semelhante à TV. 

Entretanto, a mídia de distribuição de transmissão foi otimizada por muitos anos para fornecer uma experiência confiável, escalável e consistente, seja entregue de forma over-the-air, via satélite ou cabo. A internet é um meio de best-effort e um trabalho de engenharia considerável é necessário para entregar a mesma experiência e sustentar modelos de monetização.

Um dos elementos do fluxo de trabalho de vídeo que tem grande impacto na experiência é o dispositivo do usuário final e o player de vídeo rodando naquele dispositivo. 

Em uma única hora, a Level 3 identificou 3.325 clientes únicos consumindo conteúdo de vídeo de seu CDN. Mesmo em dispositivos como Roku, com poucas versões de hardware, a Level 3 identificou 32 variantes distintas baseadas em diferentes versões de firmware, cada uma com suas próprias características de performance.

Localização e rede podem causar um impacto na performance tão grande quanto dispositivo de usuários finais e player de vídeo em um dispositivo. Além disso, é importante lembrar que a infraestrutura atual da internet não suportaria audiências com alto número de usuários. 

Os maiores eventos globais de streaming atraem audiências de cerca de 10 milhões de usuários simultâneos e nós estamos vendo algumas redes de ISP se esforçando para lidar com o pico de usuários. 

Para ter sucesso na entrega de uma experiência consistente, confiável e sem falhas, é necessário um investimento considerável em infraestrutura e alguma evolução em tecnologias (compressão, transporte, players, etc.) para acompanhar este crescimento.

Não há dúvidas de que isto acontecerá. Há 5 anos, os maiores eventos atraíam apenas 1 milhão de usuários simultâneos e, cinco anos antes disso, vídeo em HD nem era possível para streaming na internet. 

Percorremos um longo caminho em um período muito curto e não há sinais de que este ritmo de inovação da internet irá diminuir. O desafio hoje é manter a inovação em tecnologia no ritmo adequado para acompanhar o crescimento da demanda.

* José Eduardo Leão de Freitas é diretor de conectividade, mídia e IP da Level 3 Communications Brasil

700 MHz para banda larga móvel é liberada para sete capitais brasileiras


Tissiane Vicentin, 
2017/05/31, 11:30 
Postado em 31 de maio de 2017 às 15h00m
Gipope-Marketing

O Grupo de Implantação do Processo de Distribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired) aprovou a entrada em operação do sinal de banda larga móvel na faixa de 700 MHz para sete capitais. A aprovação ocorreu em reunião realizada nesta terça-feira, 30/5, na sede da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

As cidades escolhidas foram: Boa Vista (RR), Fortaleza (CE), Macapá (AP), Natal (RN), Rio Branco (AC), Recife (PE), Maceió (AL), e outras 67 cidades.


Os municípios da lista devem, agora, entrar em um período denominado mitigação preventiva de interferências, no qual a população será informada sobre como agir em caso de interferência do sinal da banda larga móvel na TV aberta. Nesse caso, a população poderá contatar o site da TV Perfeita, que atuará em possíveis interferências de sinal.

Este período de mitigação, anterior à entrada em operação da banda larga móvel nos municípios, dura em média 30 dias, mas pode apresentar variações de acordo com a especificidade técnica de cada localidade. 

Após o término do processo, a Anatel permitirá que a banda larga móvel na faixa de 700 MHz entre em operação nestas localidades.

O Gired ressalta que Recife e Maceió ainda necessitam alterar canais de radiodifusão para o início do processo de mitigação. Nas demais cidades, o período de mitigação preventiva já pode ser iniciado.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Windows Phone desaparece da loja da Microsoft e tem futuro incerto no Brasil


Por Aline Batista, da redação

Empresa não confirma atualizações no sistema para celulares vendidos no país
O futuro do Windows nos celulares permanece em dúvida. Apesar de o Windows 10 Mobile existir de fato, a Microsoft não apresentou novidades para o sistema em sua conferência anual para desenvolvedores, batizada de Build. Durante o evento foi revelado que o Windows 10 já está em mais de 500 milhões de dispositivos pelo mundo, incluindo PCs e smartphones. Mas parou por aí a menção aos dispositivos móveis.

A atitude mais recente da empresa reforça uma postura adotada no ano passado, quando o vice-presidente Terry Myerson disse que o sistema para smartphones não era o foco da companhia para aquele ano. 

Também em 2016, um comunicado interno vazou para a imprensa com as intenções de investimentos em celulares apenas em "mercados importantes" – lista da qual o Brasil não faz parte. Logo, os internautas concluíram que o país já não estava mais nos planos da Microsoft para o Windows Phone.

Windows Phone: sistema da Microsoft tem futuro incerto no Brasil (Foto: Fabricio Vitorino/TechTudo)
Windows Phone: sistema da Microsoft tem futuro incerto 
no Brasil (Foto: Fabricio Vitorino/TechTudo)

Aplicativo do TechTudo: receba as melhores dicas e últimas notícias no seu celular.

Poucos aparelhos e poucos apps
Aqui no país, os aparelhos produzidos pela Nokia viraram sinônimo de Windows Phone. Em 2014, a linha ganhou o nome de Microsoft Lumia, quando a empresa foi comprada pela Microsoft, e o sistema operacional continuou sendo o destaque. Outras companhias chegaram a utilizar Windows em seus smartphones, como a Alcatel e a Panasonic

Entretanto, a maioria desses aparelhos nunca foi comercializada no país. Os usuários brasileiros que queriam um smartphone com a plataforma sempre recorreram aos modelos fabricados pela própria Microsoft.

Hoje em dia, a companhia desistiu de vender os celulares com Windows. Os produtos Lumia não figuram mais no site oficial da empresa. Em outras lojas virtuais, a lista de modelos é pequena: Lumia 640, 640 XL, 435, 535, 930, 635, 550, 532 e 925. Os preços variam de R$ 280 e R$ 898, a depender da ficha técnica do aparelho.
Loja da Microsoft no Brasil não vende mais celulares com Windows Phone (Foto: Luciana Maline/TechTudo)
Loja da Microsoft no Brasil não vende mais celulares 
com Windows Phone (Foto: Luciana Maline/TechTudo)

A principal característica do Windows, tal qual existe atualmente, são os chamados aplicativos universais, que funcionam da mesma maneira, não importando se o usuário faz o acesso de um computador, smartphone, tablet ou até mesmo de um Xbox. A Microsoft adotou essa arquitetura para facilitar a vida dos programadores, pois em tese ao desenvolver um programa, ele funcionaria em múltiplos dispositivos.

Já o principal problema enfrentado pelos donos de telefones com o sistema é a demora nas atualizações dos aplicativos e a ausência de de muitos deles. Por exemplo, apps como YouTube, Snapchat e Tinder, que são populares no Android e iPhone (iOS), não possuem versões para Windows Phone.

Futuro incerto
Além disso, o futuro do sistema é incerto. Em maio foi anunciado o Windows 10 Creators Update, uma atualização geral que também vai chegar a poucos modelos vendidos no Brasil.

Entre as novidades da nova versão estão as melhorias no visual, desinstalação de apps nativos e possibilidade de recuperar apps em outros aparelhos. Na Build deste ano, a empresa não anunciou updates especificamente para os celulares.
Celulares com Windows Phone no Brasil não devem receber atualizações (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)
Celulares com Windows Phone no Brasil não devem receber 
atualizações (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)

Pesquisas recentes confirmam a decadência do sistema da Microsoft na vertente para telefones. Um relatório da consultoria Gartner mostrou que, no fim do ano passado, o Windows Phone respondeu por apenas 0,3% de todos os 432 milhões de smartphones vendidos no mundo.

Outro relatório, do início do ano, já não discrimina mais o total de usuários de Windows Phone devido à baixa adesão – ele entra no bolo de "outros", os sistemas que responderam por 0,2% das vendas no planeta.

A situação é similar ao levantar dados especificamente do mercado brasileiro. Um levantamento da consultoria Kantar, divulgado com exclusividade pelo TechTudo, mostrou que o Windows Phone estava presente em apenas 2% dos smartphones comprados ao longo de 2016.

Em setembro do ano passado, o site ZDNet divulgou que a Microsoft iria acabar com a linha de celulares Lumia. No entanto, essa atitude não significaria o fim do sistema operacional móvel, que poderia continuar a ser usado em outros aparelhos. A empresa admitiu que passava por mudanças em sua divisão mobile, mas negou que iria abandonar os smartphones.

O TechTudo entrou em contato com a Microsoft para saber dos planos da companhia para o Windows Phone. A empresa confirma novas atualizações, mas os updates não devem chegar para os usuários brasileiros. Em uma nota curta, a fabricante disse o seguinte: 

"Continuaremos desenvolvendo o Windows 10 Mobile e a dar suporte a telefones como Lumia 950 e Lumia 950 XL, além de aparelhos da Acer, Alcatel, HP, Trinity e Vaio". Nenhum dos modelos e marcas citados é vendido oficialmente no país.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Varejista catarinense Koerich expande mercado e passa a atender RS e PR


Tissiane Vicentin, 
2017/05/29, 11:30 
Postado em 29 de maio de 2017 às 23h35m
Gipope-Marketing

O movimento faz parte da estratégia da empresa de atuar por meio on-line, a qual teve início em 2010, quando o presidente da companhia, Antonio Koerich, aderindo ao mercado on-line.

Na época, a Koerich inaugurou sua plataforma desenhada para atender ao público, vendendo inicialmente para as cidades onde a empresa já possuía lojas físicas e,
O movimento faz parte da estratégia da empresa de atuar por meio on-line, a qual teve início em 2010, quando o presidente da companhia, Antonio Koerich, aderindo ao mercado on-line.

Na época, a Koerich inaugurou sua plataforma desenhada para atender ao público, vendendo inicialmente para as cidades onde a empresa já possuía lojas físicas e, desde então, a empresa vem registrando crescimento nas vendas online na casa de dois dígitos.

Este novo momento era uma de nossas metas a médio prazo. Calcados por nossas experiências, agora damos esse novo passo, carregando o nosso jeito Gente Nossa de ser, explica Koerich, completando que o e-commerce deu tamanho resultado para a empresa nos últimos anos, que é algo que não pode mais ser deixado de lado. 

Montamos uma estratégia focada no consumidor, com agilidade e facilidade. Já estamos planejando nosso centenário, e se queremos projetar marca temos que acompanhar este movimento [on-line].

De acordo com Valeria Bitencourt, gerente de e-commerce do Koerich, móveis, seguidos da linha branca e dos eletrônicos continuam sendo carros-chefes das vendas on-line da companhia.

Evolução
O presidente da empresa afirma que a escolha do Rio Grande do Sul e Paraná para ampliar sua capilaridade também foi estratégica. 


Estamos chegando em grandes mercados, com marcas consolidadas. Precisamos ser certeiros em nosso posicionamento, portanto, escolhemos esses estados pela questão logística, maior proximidade para atendimento das demandas e realinhamento, justifica.

A empresa aposta nas duas regiões também por apresentarem culturas similares. São economias pujantes, em franco desenvolvimento, são mercados efervescentes, crescendo e que apostamos muito, completa.

Recentemente, a companhia também anunciou novo Centro de Distribuição Koerich, na cidade de Biguaçu, na região da Grande Florianópolis, com investimento inicial na ordem de R$ 35 milhões.

Os planos agora englobam a estruturação de toda a operação para iniciar os trabalhos em todo o sudeste já a partir de 2018 e, na sequência, a longo prazo, a atuação nacional.

CIAB 2017: Stefanini lança portfólio com foco na jornada financeira digital


Tissiane Vicentin, 
2017/05/29, 17:00 
Postado em 29 de maio de 2017 às 23h00m
Gipope-Marketing

Em tempos de mobilidade e com o aumento do uso de aplicativos bancários em tablets e celulares, a Stefanini irá apresentar um novo portfólio de ferramentas. O objetivo é trazer às instituições financeiras que priorizam experiências diferenciadas para seus clientes novas possibilidades que podem ajudá-las em sua transformação digital.

Em uma das demonstrações, o visitante poderá simular a abertura de um financiamento de automóvel pelo smartphone, além de acompanhar todo o processo por trás da operação – cadastro, andamento do pedido, autorização e liberação do financiamento.

Nosso objetivo é mostrar como as tecnologias da Stefanini se integram à jornada financeira do cliente, tornando a experiência mais rápida e eficiente, afirma Maristela Ramalho, líder de projetos da Stefanini Business Consulting, explicando que quem visitar o estande da Stefanini poderá acompanhar todo o fluxo da operação do ponto de vista do cliente e do banco.

Durante o evento, a empresa também demonstrará a contratação de um seguro automativo pelo smartphone. Hoje, a Stefanini pode oferecer a plataforma de serviço e integrar todas as informações com uma solução multicanal, que utiliza ferramentas que proporcionam inteligência por meio de analytics, clusterizações para disparo assertivo de campanhas e inteligência artificial.

Também como parte dessa tendência de digitalização de bancos, o Grupo Stefanini vem trabalhando na construção de um ecossistema que permite, inclusive, a abertura de um banco digital em até 90 dias. 

Estamos inseridos em mundo digital, em que há uma grande demanda por eficiência, otimização de custos e conveniência para o consumidor. 
Os clientes querem soluções que agreguem valor e que estejam onde o cliente está. Por isso, estamos focados em oferecer ferramentas que permitam uma verdadeira transformação do negócio de nossos clientes, afirma Marco Stefanini, fundador e CEO global da Stefanini.

Tendência
Além dessas ferramentas, a empresa está trabalhando em ofertas focadas no segmento financeiro, tais como automação de captura de documentos, Blockchain e gamification:

Brasil e UE trabalham para desenvolver projetos de pesquisa em TI


Tissiane Vicentin, 
2017/05/29, 18:00 
Postado em 29 de maio de 2017 às 22h15m
Gipope-Marketing

Nesta segunda-feira, 29/05, especialistas brasileiros e europeus deram início à avaliação dos projetos da 4ª Chamada Coordenada Brasil-União Europeia em TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação). A reunião aconteceu em Brasília.

Durante três dias de trabalho, serão analisadas 50 propostas inscritas nas áreas de Internet das Coisas (IoT), tecnologia 5G e Computação em Nuvem. Dessas, seis projetos serão escolhidos no edital lançado em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), e apoio e supervisão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

O objetivo é promover a pesquisa e o desenvolvimento em áreas estratégicas de TIC, por meio de consórcios entre instituições científicas e tecnológicas e empresas brasileiras e europeias. 

As chamadas permitem um intercâmbio gigantesco entre sistemas de ciência e tecnologia europeu e brasileiro, além do trabalho conjunto que é realizado entre as instituições de pesquisa das duas partes, afirmou José Gontijo, diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital da Secretaria de Política de Informática, durante a abertura do encontro.

Para o representante da Delegação da Comissão Europeia no Brasil, Carlos Oliveira, o trabalho conjunto traz um resultado tangível e prepara o Brasil e a Europa para os desafios deste século. 

O objetivo é oferecer às pessoas e aos países uma economia mais competitiva e melhores condições de vida, de emprego e prosperidade para todos os envolvidos nos dois lados do Atlântico.

Ele ressaltou que a nova chamada conjunta ocorre no ano em que são celebrados os 10 anos da parceria estratégica entre a União Europeia e o Brasil.

As chamadas coordenadas em TIC fazem parte do Acordo Brasil-União Europeia de Cooperação Científica e Tecnológica, firmado em 2004. Até agora, foram lançadas quatro chamadas (2010, 2012, 2015 e 2017), que receberam 192 propostas de trabalho. Desse total, foram selecionados 20 projetos conjuntos de pesquisa e desenvolvimento.

* Com informações do MCTIC

domingo, 28 de maio de 2017

Cinco celulares intermediários com leitor de impressões digitais


Galaxy, Motorola, Quantum, LG e Zenfone estão na lista; preços começam em R$ 999
O leitor de impressões digitais é um recurso que acrescenta mais uma camada de segurança ao smartphone, além de tornar mais prático o desbloqueio do celular. 

Os leitores biométricos estrearam no iPhone 5S, lançado em 2013, e logo se tornaram um item obrigatório na ficha técnica de telefones top de linha. Quatro anos depois, a função já aparece em diversos smartphones intermediários, como Moto G5 e Galaxy J7 Prime.

A lista a seguir traz cinco celulares intermediários com sensores de impressões digitais. Os preços variam entre R$ 999 e R$ 1.599, provando assim que não são apenas os aparelhos mais avançados do mercado que contam com tal função. Veja qual dos aparelhos se adequa melhor ao seu perfil e bolso.

Moto G5, da Motorola (R$ 999)

Moto G5 é o celular intermediário da Motorola (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)
Moto G5 é o celular intermediário da Motorola (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)

O Moto G5, quinta geração do celular intermediário da Motorola, traz o leitor de impressões digitais na parte frontal, junto ao botão Home. Essa é a localização preferida da maioria dos usuários, por ser mais intuitiva.

Ele possui uma tela de 5 polegadas com resolução Full HD (1920 x 1080 pixels), processador Snapdragon 430, memória RAM de 2 GB e armazenamento interno de 32 GB, que pode ser expandido para até 128 GB com um cartão microSD. Essa configuração de hardware entrega um desempenho de baixo para mediano, sendo suficiente para aqueles usuários que não exigem tanto de um smartphone.

Além disso, temos uma relativamente pequena bateria, com apenas 2.800 mAh. Como ponto positivo, o seu preço: R$ 999 no site da fabricante. Em algumas lojas do varejo, o aparelho já pode ser encontrado por cerca de R$ 850. Confira nossas impressões do aparelho no review.
Review do Moto G5: vídeo traz a análise completa do smartphone intermediário
Review do Moto G5: vídeo traz a análise completa do smartphone intermediário

Quantum MUV UP (R$ 999)

Quantum MUV UP é um smartphone brasileiríssimo (Foto: Ana Marques/TechTudo)
Quantum MUV UP é um smartphone brasileiríssimo (Foto: Ana Marques/TechTudo)

A empresa brasileira Quantum também possui um celular com sensor de impressões digitais, com preço abaixo de R$ 1 mil, o Quantum MUV UP. Ao contrário do concorrente Moto G5, o leitor biométrico deste modelo fica localizado na traseira, logo abaixo da câmera.

Ele traz um processador MediaTek MT6753 octa-core de 1,3 GHz, que trabalha em conjunto com memória RAM de 3 GB. Em relação ao armazenamento, o telefone traz 32 GB internos, expansíveis para até 128 GB via cartão microSD. A bateria também é um pouco maior, chegando a 3.000 mAh. A tela, por sua vez, é de 5,5 polegadas com resolução HD e tecnologia TruView II.

Apesar de ter melhor especificação técnica em alguns aspectos, o MUV UP deve ter desempenho similar ao Moto G5, devido ao processador de baixo desempenho da MediaTek.

LG K10 Pro (R$ 1.499)

LG K10 Pro 2017 tem como diferencial a caneta stylus (Foto: Ana Marques/TechTudo)
LG K10 Pro 2017 tem como diferencial a caneta stylus (Foto: Ana Marques/TechTudo)

Com um preço um pouco mais elevado, está o LG K10 Pro, versão mais potente do LG K10 Novo da LG. O leitor de impressões digitais do telefone também fica localizado na parte traseira, bem abaixo da câmera.

O smartphone traz um processador MediaTek MT6750 octa-core de 1,5 GHz. Além disso, ele oferece 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento interno, que pode ser expandido para até 2 TB via cartão microSD. A tela, apesar de grande (5,7 polegadas), possui resolução baixa, HD (1280 x 720 pixels).

Um diferencial deste smartphone é que ele possui uma caneta stylus, chamada de Smart Pen Pro. O acessório pode ser usado para fazer anotações, desenhos e também para navegar pelo sistema. O preço sugerido deste aparelho é de R$ 1.499.

Zenfone 3, da Asus (R$ 1.499)

Zenfone 3 tem sensor de impressões digitais abaixo da câmera  (Foto: Ana Marques/TechTudo) 
Zenfone 3 tem sensor de impressões digitais abaixo da câmera (Foto: Ana Marques/TechTudo)

O Zenfone 3 é a alternativa da Asus, que oferece um hardware mais potente pelo mesmo preço de R$ 1.499. Seu leitor de impressões digitais também está localizado na parte traseira.

O celular pode ser encontrado em duas variantes: uma com tela de 5,2 polegadas e outra com display de 5,5. Ambas possuem resolução Full HD (1920 x 1080 pixels)

Seu processador é um Snapdragon 625 e a quantidade de memória RAM varia de acordo com o modelo, podendo ter 3 GB ou 4 GB. No quesito armazenamento interno, estão disponíveis opções com 32 GB ou 64 GB, expansíveis via cartão microSD em até 2 TB.

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Galaxy J7 Prime, da Samsung (R$ 1.599)

Galaxy J7 Prime tem processador octa-core e 3 GB de memória RAM (Foto: Aline Batista/TechTudo)
Galaxy J7 Prime tem processador octa-core e 3 GB de memória RAM (Foto: Aline Batista/TechTudo)

O último aparelho da lista é o Galaxy J7 Prime, da Samsung. O sensor de impressões digitais deste intermediário está localizado na parte frontal, embutido no botão Home.

Lançado em 2016, o J7 Prime conta com uma tela de 5,5 polegadas com resolução Full HD (1920 x 1080 pixels) e proteção Gorilla Glass 3. O smartphone tem um processador Exynos 7870 octa-core de 1,6 GHz e 3 GB de RAM. Ele ainda possui 32 GB de armazenamento interno, expansíveis via cartão microSD para até 256 GB. Sua bateria é a maior dentre os aparelhos exibidos nesta lista, com 3.300 mAh.

O preço sugerido deste smartphone é de R$ 1.599, mas ele já é encontrado por R$ 1.200.