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quarta-feira, 27 de dezembro de 2023

Celular Seguro: serviço do governo para inibir roubos bloqueou mais de 4,3 mil aparelhos em uma semana

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SP lidera o número de alertas por estado, com 1.125 ocorrências até o final da manhã desta quarta-feira (27), diz Ministério da Justiça. Veja abaixo como cadastrar seu telefone.
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Por g1

Postado em 27 de dezembro de 2023 às 19h10m

Post. N. - 4.799

Versão do Celular Seguro para Android — Foto: Reprodução
Versão do Celular Seguro para Android — Foto: Reprodução

Uma semana após ser lançado, o programa Celular Seguro já bloqueou 4.349 aparelhos roubados, furtados ou perdidos, segundo dados compartilhados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, a pedido do g1.

O órgão lançou o programa no dia 19 para facilitar o bloqueio de celulares roubados e, assim, inibir esse tipo de crime, que tem crescido no Brasil. Ainda há desafios a serem vencidos para que o serviço transforme um celular roubado em algo inútil, como quer o ministério.

São Paulo lidera o número de alertas de bloqueio, com 1.125 ocorrências até o final da manhã desta quarta-feira (27). Em seguida estão o Rio de Janeiro (494); Pernambuco (324); Bahia (308) e Minas Gerais (287).

Desde o seu lançamento, o Celular Seguro teve:

  • 579.883 inscrições de celulares;
  • 797.353 Cadastros de Pessoas Físicas (CPFs);
  • e 528.836 registros de pessoas de confiança.

O recurso, disponível em site e aplicativo, é uma "ponte" para acionar a operadora do celular. para bloquear a linha. e os bancos, para impedir o acesso indevido a aplicativos e contas.

Como funciona o serviço

Com o Celular Seguro, quem tiver o celular roubado, furtado ou perdido poderá avisar de uma só vez várias instituições parceiras do governo, como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e bancos.

O governo federal também prevê ampliar a parceria com operadoras de celular para bloquear o chip – e não apenas o celular – e impedir o recebimento de mensagens de texto que permitem recuperar senhas de redes sociais, por exemplo.

O usuário deve preencher um cadastro e usar o perfil gov.br. Caso haja perda ou roubo do celular, a ocorrência deve ser comunicada. É possível registrar 'pessoas de confiança'. Veja passo a passo.

Para que esse aviso seja enviado, é preciso registrar uma ocorrência no aplicativo. Mas não há garantia de bloqueio imediato. Há operadoras que dão prazo de um dia útil, e bancos falam em até meia hora.

  • 📞 A associação de telefonia ABR Telecom se comprometeu a repassar o pedido de bloqueio da linha em até 6 horas para as operadoras, que poderão levar mais 1 dia útil para efetivar a solicitação;
  • 💰 Alguns bancos participantes citam bloqueio imediato, mas outros têm prazo de até meia hora, a partir do recebimento do alerta feito pelo app.

Além disso, os aparelhos não ficam totalmente inutilizados. Para isso, seria preciso que os sistemas também fossem bloqueados, mas, entre os principais desenvolvedores, apenas o Google assinou um protocolo de intenções para adesão do projeto em breve.

O governo também prevê ampliar a parceria com operadoras para bloquear o chip – e não apenas o celular – e impedir o recebimento de mensagens de texto que permitem recuperar senhas de redes sociais, por exemplo. A expansão deverá ser implementada até 9 de fevereiro de 2024.

Passo a passo para usar o app Celular Seguro do governo — Foto: Bárbara Miranda/Arte g1
Passo a passo para usar o app Celular Seguro do governo — Foto: Bárbara Miranda/Arte g1

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The New York Times processa OpenAI, criadora do ChatGPT, e Microsoft por violação de direitos autorais

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Jornal norte-americano exige indenização dos prejuízos que podem chegar na casa dos bilhões de dólares, além de uma ordem para que as empresas deixem de utilizar seu conteúdo e apague os dados já compilados.
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TOPO
Por France Presse

Postado em 27 de dezembro de 2023 às 15h45m

Post. N. - 4.798

Prédio do New York Times em Nova York — Foto: Shannon Stapleton/Reuters
Prédio do New York Times em Nova York — Foto: Shannon Stapleton/Reuters

O jornal The New York Times entrou com uma ação judicial nesta quarta-feira (27) contra a OpenAI, criadora do ChatGPT, e a gigante Microsoft por violação de direitos autorais por utilizar seus artigos para alimentar seus modelos de Inteligência Artificial (IA).

Segundo a ação, as duas empresas "buscam se aproveitar do enorme investimento do Times em seu jornalismo, utilizando-o para criar produtos sem permissão ou pagamento". Trata-se de uma "violação de direitos autorais em termos de conteúdo e trabalho jornalístico", diz um trecho do documento.

Segundo a denúncia, o jornal estima em bilhões de dólares os danos sofridos e exige uma indenização, além de uma ordem para que as empresas deixem de utilizar seu conteúdo e apague os dados já produzidos.

Com o processo, o The New York Times, um dos grupos de imprensa mais respeitados dos Estados Unidos, optou por uma abordagem mais agressiva diante da repentino aumento dos chatbots de IA, em comparação com outros grupos de mídia como o alemão Axel Springer e agência Associated Press (AP) que assinaram acordos de conteúdo com a OpenAI.

Microsoft é um importante investidor da OpenAI e implementou rapidamente os avanços da IA em seus próprios produtos após o lançamento do chatbot de soluções em texto ChatGPT, em 2022.

Os modelos de IA das empresas foram alimentados durante anos com conteúdo disponível na Internet, assumindo que seria possível utilizá-los sem a necessidade de autorização ou compensação às fontes de origem.

"Estas ferramentas foram criadas e continuam utilizando jornalismo independente e conteúdo que estão disponíveis apenas porque nós e nossos colegas os produzimos, editamos e checamos com um alto custo e experiência considerável", destacou o porta-voz do Times.

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