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sexta-feira, 30 de junho de 2023

Apple bate novo recorde e alcança US$ 3 trilhões de valor de mercado

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Analistas ouvidos pela agência Reuters acreditam que a expectativa pela redução da taxa de juros nos EUA e o otimismo do mercado com o potencial da inteligência artificial têm favorecido a dona do iPhone.
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Por g1

Postado em 30 de junho de 2023 às 12h25m

Post. N. - 4.663

Logo da Apple — Foto: Unsplash/ Zhiyue
Logo da Apple — Foto: Unsplash/ Zhiyue

A Apple bateu seu próprio recorde na manhã desta sexta-feira (30) e atingiu o valor de mercado de US$ 3 trilhões, segundo o índice Nasdaq.

O bom resultado surge um dia após o iPhone, seu principal produto, completa 16 anos.

O valor de mercado das ações da Apple ultrapassou brevemente os US$ 3 trilhões em negociações no dia 3 de janeiro de 2022, mas encerrou a sessão ligeiramente abaixo desse patamar.

Os ganhos mais recentes nos papéis da empresa mais valiosa do mundo seguem a forte recuperação de vários pesos pesados de tecnologia em Wall Street este ano, impulsionados pela expectativa de que o Federal Reserve está se aproximando do fim de sua campanha de aumentos de juros e pelo otimismo com o potencial da inteligência artificial.

"Não houve realmente nenhuma informação fundamental nova que pudesse apoiar o movimento das ações", disse Thomas Martin, gestor sênior de portfólio da Globalt Investments à agência de notícia Reuters.

A aproximação da Apple à marca dos US$ 3 trilhões segue o lançamento, em 5 de junho, de um caro dispositivo de realidade aumentada, sua aposta mais arriscada desde a introdução do iPhone.

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quarta-feira, 28 de junho de 2023

Elon Musk treina jiu-jítsu brasileiro para ir ao ringue com Zuckerberg

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Dono da Tesla e o presidente-executivo da Meta usaram as redes sociais para se desafiarem em uma luta no cage ('jaula', em inglês), que são palcos de combate de artes marciais mistas ou MMA.
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Por g1

Postado em 28 de junho de 2023 às 11h30m

Post. N. - 4.662

Elon Musk treina jiu jitsu com professor — Foto: Reprodução/Instagram
Elon Musk treina jiu jitsu com professor — Foto: Reprodução/Instagram

O lutador e professor Lex Fridman publicou na noite de terça-feira (27) imagens treinando jiu-jítsu brasileiro com Elon Musk, para a luta que deve acontecer com o dono do Facebook, Mark Zuckerberg.

Os bilionários da tecnologia vêm se desafiando nas redes sociais para uma luta no cage ("jaula", em inglês"), que são palcos de combate de artes marciais mistas ou MMA. O embate entre os dois bilionários ainda não tem data marcada.

"Ontem, fiz um treino improvisado com Elon Musk por algumas horas. Estou extremamente impressionado com a força, poder e habilidade dele, nos pés e no chão. Foi épico", escreveu Lex Fridman no Instagram.

Segundo o jornal britânico "The Independent", Friedman é faixa preta em jiu-jítsu brasileiro e já até treinou com Zuckerberg antes. (veja vídeo ao final da reportagem).

"Aqui está um vídeo destaque de @zuck e eu treinando jiu-jítsu. Estou ansioso para treinar com o Elon também. É inspirador ver os dois treinando artes marciais", diz o professor na publicação.

Fridman disse que espera que os dois bilionários continuem treinando artes marciais, mas que não lutem no cage.

Luta entre Elon Musk e Mark Zuckerberg — Foto: G1
Luta entre Elon Musk e Mark Zuckerberg — Foto: G1


Mark Zuckerberg treina com professor de Jiu-jítsuMark Zuckerberg treina com professor de Jiu-jítsu
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CEOs da Microsoft e da Activision devem depor nos EUA nesta quarta a favor da fusão entre as empresas

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Acordo obteve a aprovação de muitas jurisdições, mas foi contestado pela FTC nos Estados Unidos e pela Autoridade de Mercados e Concorrência da Grã-Bretanha.
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TOPO
Por Reuters

Postado em 28 de junho de 2023 às 09h50m

Post. N. - 4.661

Empresa de games tem em seu portfólio jogos como 'Call of Duty', 'Overwatch', 'Warcraft', 'Candy Crush' e a franquia de Tony Hawk. Caso a compra seja concluída, ela se torna a maior aquisição do mercado de jogos. — Foto: Dado Ruvic/Ilustração/Imagem de arquivo/Reuters
Empresa de games tem em seu portfólio jogos como 'Call of Duty', 'Overwatch', 'Warcraft', 'Candy Crush' e a franquia de Tony Hawk. Caso a compra seja concluída, ela se torna a maior aquisição do mercado de jogos. — Foto: Dado Ruvic/Ilustração/Imagem de arquivo/Reuters

Com as autoridades antitruste dos Estados Unidos determinadas a impedir que a Microsoft compre a Activision Blizzard, fabricante de "Call of Duty", os dois executivos-chefes das empresas devem testemunhar nesta quarta-feira (28) que o acordo de US$ 69 bilhões será bom para os jogadores.

A Federal Trade Commission (FTC) pediu para um juiz interno decidir o caso - tradicionalmente, quem perde na Justiça Federal muitas vezes não recorre à decisão. Aquisição foi temporariamente bloqueada em 15 de junho (relembre).

Espera-se que o CEO da Activision Blizzard, Bobby Kotick, testemunhe na manhã desta quarta, seguido pelo CEO da Microsoft, Satya Nadella, à tarde.

O caso, que está sendo ouvido no tribunal federal de San Francisco, será decidido pela juíza Jacqueline Scott Corley.

A FTC diz que a transação daria à Microsoft acesso exclusivo aos jogos da Activision, deixando a Nintendo e a Sony Group de fora.

Para lidar com as preocupações antitruste, a Microsoft se ofereceu para licenciar o blockbuster "Call of Duty" para rivais.

A Microsoft argumentou que é melhor financeiramente licenciar os jogos para todos os interessados.

O acordo obteve a aprovação de muitas jurisdições, mas foi contestado pela FTC nos Estados Unidos e pela Autoridade de Mercados e Concorrência da Grã-Bretanha.

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terça-feira, 27 de junho de 2023

Google vai mapear favelas para facilitar entregas e atendimentos de emergência

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Objetivo é registrar endereços de 20 favelas até o fim de 2023. Iniciativa será feita por meio dos chamados Plus Codes, padrão de endereços digitais criado pela empresa para funcionar como o CEP.
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Por Victor Hugo Silva, g1

Postado em 27 de junho de 2023 às 14h30m

Post. N. - 4.660

Placa com código Plus Code, do Google Maps, na Favela dos Sonhos, em Ferraz de Vasconcelos (SP) — Foto: Laércio Barauna/naPorta
Placa com código Plus Code, do Google Maps, na Favela dos Sonhos, em Ferraz de Vasconcelos (SP) — Foto: Laércio Barauna/naPorta

Entregar encomendas ou prestar atendimentos de emergência em favelas é mais difícil quando o local não tem endereço. Pensando nisso, o Google anunciou nesta terça-feira (27) que vai mapear algumas dessas regiões com endereços digitais conhecidos como Plus Codes.

Os Plus Codes são um padrão de código com letras e números que funcionam como o CEP e ajudam a encontrar locais (saiba mais abaixo).

Eles estão sendo levados para favelas, mas já estão disponíveis em áreas que já estão mapeadas: por exemplo, o MASP, que fica na Avenida Paulista, pode ser encontrado pelo código C8QV+CJ Bela Vista, São Paulo - SP.

A iniciativa envolve uma parceria do Google com a naPorta, empresa que viabiliza entregas em favelas e que será responsável pelo mapeamento, e a ONG Gerando Falcões, que vai promover o serviço para moradores.

A meta do Google é mapear 20 favelas até o fim de 2023, chegando a 10 mil novos endereços digitais.

A empresa espera impactar até 40 mil pessoas neste período e vai começar esta etapa pelas favelas Cidade de Deus, em Ferraz de Vasconcelos (SP), e da Tubulação, em Poá (SP).

Em 2022, o Google já tinha anunciado outras parcerias para mapear outras três favelas: Paraisópolis, em São Paulo, e a Favela dos Sonhos e Itaprata, ambas em Ferras de Vasconcelos.

Como funcionam os Plus Codes

Os Plus Codes transformam coordenadas de latitude e longitude em códigos com letras e números. O padrão foi criado pelo Google e pode ser usado gratuitamente por terceiros.

O recurso já pode ser encontrado no Google Maps, abaixo do endereço oficial. No caso das favelas que serão mapeadas, os moradores poderão passar os códigos para amigos ou serviços que sejam compatíveis com a tecnologia.

Plus Codes já aparecem em endereços registrados no Google Maps — Foto: Reprodução
Plus Codes já aparecem em endereços registrados no Google Maps — Foto: Reprodução

'Máquina do tempo' do Google viraliza após usuários encontrarem fotos antigas de parentes que já morreram. Entenda:

Fotos antigas no Street View: entendaFotos antigas no Street View: entenda
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Tela de 2 polegadas e imagens coloridas: como era o primeiro celular com câmera da história

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Kyocera Visual Phone VP-210 foi apresentado em 1999, em Tóquio, no Japão. O aparelho permitia tirar até 20 selfies de apenas 0,11 megapixels de resolução e fazer videochamadas com amigos e familiares.
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Por Darlan Helder, g1

Postado em 27 de junho de 2023 às 06h30m

Post. N. - 4.659

Kyocera VP-210, primeiro celular com câmera do mundo. — Foto: Reuters e Kyocera
Kyocera VP-210, primeiro celular com câmera do mundo. — Foto: Reuters e Kyocera

O primeiro celular do mundo foi revelado nos anos 70. Ele, porém, não tinha tela, não tirava fotos, era pesado e custava caro. Com o passar do tempo, a coisa foi mudando e, nos anos 1990, o Japão revelou o Kyocera VP-210, considerado o primeiro celular com câmera do planeta.

Também conhecido como Visual Phone VP-210, o dispositivo tinha apenas uma lente frontal, além de botões físicos e uma tela colorida bem pequena.

Segundo a agência Reuters, o aparelho foi mostrado ao mundo pela primeira vez em 17 de maio de 1999, em Tóquio. Durante uma coletiva de imprensa, a Kyocera apresentou o que seria um novo sistema de telefone pessoal, que transmitia e recebia imagens coloridas.

O objetivo era colocar o produto nas lojas do Japão no final de julho daquele ano. Confira as principais características:

  • 📱 O VP-210 tinha uma tela LCD colorida de apenas 2 polegadas. Para se ter ideia, os celulares modernos, que não têm mais teclado físicos, saem de fábrica com tela entre 5 e 7 polegadas;
  • 🎥 Ele transmitia imagens em tempo real a uma taxa de cerca de 2 quadros por segundo – o iPhone, por exemplo, pode filmar em até 60 quadros por segundo;
  • 📂 Armazenava até 20 imagens em JPEG (abreviação para Joint Photographic Experts Group), formato de imagem que surgiu no fim dos anos 80 quando fotógrafos começaram a usar câmeras digitais, e que é usado até hoje;
  • 📸 Produzia imagens de 0,11 megapixel (MP) de resolução, segundo a BBC – o iPhone 14 Pro pode tirar fotos com até 48 megapixels;
  • 🖼️ O VP-210 podia enviar e receber e-mails com imagens. Era possível mandar as fotos para um computador ou a outros dispositivos eletrônicos da época;
  • 🤑 No lançamento, ele foi anunciado por 40.000 ienes, cerca de R$ 1.388 na cotação atual.

Em entrevista à CNN americana, o então executivo de marketing da Kyocera, Hajime Kimura, afirmou naquele ano que "as pessoas poderiam usar o telefone não apenas para falar visualmente com seus colegas. Ele também seria útil para fins profissionais".

"Por exemplo, se um construtor leva esse telefone para um local em construção, ele pode mostrar como é o lugar para as pessoas na sede usando esse telefone. Assim, eles podem fazer negócios verificando a situação em tempo real", completou.

"O VP-210 surgiu durante o auge das câmeras digitais. Ele nasceu em um momento em que a indústria japonesa estava muito ativa, principalmente no setor de câmeras", diz ao g1 Marcelo Zuffo, professor e coordenador do centro interdisciplinar de tecnologias interativas da USP.

"Comparado com as imagens de hoje, ele tinha uma resolução para lá de sofrível. A tecnologia de internet também não tinha chegado aos celulares. Estávamos no 2G e começando a falar de 3G. Ele usava um protocolo específico e primitivo, uma variação do SMS", diz Zuffo.

Samsung e Sharp também tiveram destaque

Apesar de a Kyocera ser a pioneira, outras empresas se destacaram na corrida dos primeiros celulares com câmera. Em 2000, a sul-coreana Samsung lançou o SCH-V200, um telefone que era equipado uma câmera de apenas 0,3 megapixel.

Assim como o VP-210, o Samsung permitia armazenar até 20 fotos, segundo a empresa. As imagens podiam ser conferidas na tela LCD de 1,5 polegada ou transferidas para um computador usando um cabo.

Também apresentado em 2000, outro celular que marcou o setor foi o Sharp J-SH04. Ele tinha um sensor fotográfico de 0,11 MP e as imagens podiam ser enviadas a familiares e amigos por meio de e-mail.

Em seu site, porém, a Sharp defende que o J-SH04 foi o "primeiro telefone móvel equipado com câmera da indústria", colocando ainda mais lenha na fogueira nessa discussão.

Mas no fim, esses aparelhos deram a direção para onde a indústria de celulares tinha que seguir, analisa o professor Marcelo Zuffo.

Visual Phone VP-210 é o primeiro celular com câmera — Foto: Divulgação/Kyocera
Visual Phone VP-210 é o primeiro celular com câmera — Foto: Divulgação/Kyocera

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segunda-feira, 26 de junho de 2023

Como excluir sua conta do WhatsApp

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Ação é irreversível e o app de mensagens não consegue restaurar depois; veja como funciona no Android e no iPhone (iOS).
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Por g1

Postado em 26 de junho de 2023 às 07h05m

Post. N. - 4.658

Logo WhatsApp — Foto: REUTERS/Thomas White
Logo WhatsApp — Foto: REUTERS/Thomas White

Para quem deseja dar um tempo do WhatsApp ou migrar para outro app de mensagens, é possível apagar a conta em alguns passos simples, que são realizados dentro do próprio aplicativo.

Antes de fazer esse procedimento, é importante saber que a ação é irreversível e que não é possível restaurar uma conta excluída, mesmo que o procedimento tenha sido feito por acidente.

Confira como apagar conta do WhatsApp:

  1. Na tela inicial, toque em (ícone de três pontos no topo da tela) ou Configurações (iPhone);
  2. Toque em "Conta";
  3. Selecione "Apagar minha conta";
  4. Insira seu número de telefone em formato internacional – ex: +55 (99) 99999-9999;
  5. Clique novamente em "Apagar minha conta";
  6. Selecione o motivo pelo qual você está excluindo o WhatsApp;
  7. Selecione "Apagar minha conta" para concluir.

O processo para apagar seus dados do WhatsApp pode levar até 90 dias para ser concluído.

Após esse período, uma cópia dos dados ainda pode ser armazenada pela empresa. Mas ela não poderá ser acessada pelo usuário.

Ao confirmar a ação, a pessoa apaga a conta no WhatsApp, o histórico de mensagens e remove seu usuário de todos os grupos em que era listado no aplicativo. Usuários que mantêm o histórico de mensagens no Google Drive ou no iCloud perdem esse arquivo.

Mesmo com a exclusão da conta, as informações e os dados de grupos criados ou mensagens enviadas não serão apagadas para outros usuários.

Como apagar sua conta no WhatsApp — Foto: Reprodução
Como apagar sua conta no WhatsApp — Foto: Reprodução


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sábado, 24 de junho de 2023

Facebook e Instagram vão impedir acesso a notícias no Canadá após aprovação de lei

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Legislação prevê que gigantes da tecnologia paguem por conteúdos jornalísticos que são compartilhados nas redes. A Alphabet, dona do Google, também terá que negociar com as empresas de mídia.
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Por g1

Postado em 24 de junho de 2023 às 11h00m

Post. N. - 4.657

Whatsapp, Facebook e Instagram — Foto: Lionel Bonaventure/AFP
Whatsapp, Facebook e Instagram — Foto: Lionel Bonaventure/AFP

A Meta, dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp, disse que vai bloquear o acesso a notícias no Canadá após o Senado do país aprovar a Lei de Notícias Online que prevê que as "big techs" remunerem veículos de comunicação pelo conteúdo deles compartilhados em suas plataformas.

A Alphabet, dona do Google, também terá que negociar com as empresas de mídia. Segundo a Associated Press, a Meta não deu detalhes do cronograma para essa mudança, mas disse que vai retirar notícias locais de suas plataformas antes de a lei entrar em vigor, daqui a seis meses.

"Compartilhamos repetidamente que, para cumprir o Projeto de Lei C-18, que foi aprovado hoje no Parlamento, o conteúdo de veículos de notícias, incluindo editores de notícias e emissoras, não estará mais disponível para as pessoas que acessam nossas plataformas no Canadá", confirmou Lisa Laventure, chefe de comunicações da Meta no Canadá.

O Google, que chegou a testar o bloqueio de acesso a notícias para alguns usuários canadenses antes da aprovação da lei, disse ao site The Verge que, agora, busca conversar com o governo para encontrar uma possível solução.

Até agora, o governo federal do Canadá rejeitou as sugestões para fazer mudanças, segundo a Reuters.

Desde 2008, mais de 450 sites de notícias fecharam no Canadá, enquanto as gigantes da tecnologia vêm ganhando mais espaço, o que também motivou a criação da lei, segundo a agência France Presse.

"Elas [as empresas de mídia social] podem desempenhar um papel importante no apoio à produção de notícias e informações confiáveis", afirmou o parlamento canadense durante as discussões.


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