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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Chevrolet dá descontos de até R$ 10 mil na Black Friday



"Bônus vão de R$ 3 mil a R$ 10 mil e variam de acordo com o modelo escolhido. A promoção é válida apenas para as compras realizadas nas concessionárias da marca."



*#.||.#* Por Luisa Medeiros || 29/11/2013




A Chevrolet dá descontos durante a Black Friday. Os principais jornais do Brasil trazem nesta sexta-feira, dia 29, anúncios de página inteira, meia página e nos classificados comunicando sobre os descontos que variam entre R$ 10.000,00, R$ 5.000,00 e R$ 3.000,00.

 O bônus de R$ 3.000,00, será concedido na compra do modelo Onix, que passará de R$ 44.890,00 para R$ 41.890,00. Já o desconto de R$ 5.000,00 será válido para o modelo Cruze sedã, cujo preço é de R$ 73.190,00 e passará para R$ 68.190,00. O Trailblazer terá o desconto de R$ 10.000,00, passando de R$ 162.800,00, para R$ 152.890,00.

A promoção é válida apenas para as compras efetuadas nesta sexta. Para participar, o consumidor deve ainda levar o recorte do jornal para a concessionária no ato da compra do veículo, seguindo as recomendações descritas na peça publicitária ou fazer a reserva do veículo desejado por meio do site da "Black Friday Chevrolet".

Black Friday: Extra, PontoFrio e CasasBahia lideram ranking de queixas



"ReclameAqui está monitorando em tempo real as reclamações dos consumidores. Usuários criam Tumblr apontando falhas e preços maquiados em diversas lojas."




*#.||.#* Por Bruno Garcia || 29/11/2013




A Black Friday ainda está pela metade, mas algumas marcas já estão em destaque como campeãs de queixas na web: Extra, PontoFrio e CasasBahia lideram o ranking no ReclameAqui, que está monitorando em tempo real as postagens dos usuários. 

Até as 12:35 desta sexta-feira, dia 29, os três e-commerces estavam com 228, 183 e 106 reclamações cadastradas na plataforma. Americanas.com e Submarino aparecem nas posições seguintes, com 67 e 53 queixas iniciadas. Somando todas as questões envolvendo o Black Friday, o ReclameAqui contabiliza uma nova entrada a cada 25 segundos.

Em apenas seis horas, as três primeiras colocadas no ranking já bateram os próprios recordes de queixas por dia. O Extra.com.br, por exemplo, teve o seu pico de reclamações no dia 25 de fevereiro, quando recebeu 135 avaliações negativas. 

Apesar do índice, as lojas mais citadas pelo Reclame Aqui são também as com melhor reputação. Extra, PontoFrio e Casas Bahia têm reputação regular, com mais de 75% de solução nas reclamações postadas nos últimos 12 meses. Americanas.com e Submarino por sua vez, têm reputação ótima, com índice de solução de casos de 91% e 89,1% cada.

E-consumidores criam Tumblr para apontar falhas
Os e-consumidores criaram um blog na plataforma Tumblr para denunciar erros nas lojas virtuais, descontos maquiados e produtos com preços equivocados. 

O Friday Fiasco traz imagens e indicações postadas pelos próprios usuários. Entre as publicações, destacam-se ofertas "inusitadas", como uma agenda de 2011 em promoção no Walmart, cobrança de frete irregular no Shoptime e problemas no check out em diversas lojas. Em alguns casos, produtos estão sendo indicados com descontos de R$ 0,10, como o DVD Meu Malvado Favorito: de R$ 99,90 por R$ 99,80 no PontoFrio. 

Os problemas de acesso aos sites participantes também são frequentes: Vivo, Submarino e Americanas são algumas das lojas onde o acesso aos links das promoções estão difíceis. Há também as reclamações sobre preços que foram reajustados nas últimas semanas. 

MagazineLuiza, Leader e Kabum são algumas das citadas no Friday Fiasco. Para escolher uma forma de pagamento, alguns consumidores também encontram dificuldades: o Extra, por exemplo, é acusado de retirar do ar a opção de boleto bancário. 
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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Marcas precisam de mensuração mais completa no meio digital



"Nova ferramenta da Nielsen em parceria com o Ibope propõe métricas que olham para a segmentação das ações de Marketing nas plataformas online, ao invés de apenas medir views."




*#.||.#* Por Bruno Garcia || 27/11/2013



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Com o amadurecimento da presença das marcas no mundo digital, as métricas também evoluem e torna-se  importante medir o quando um determinado público-alvo foi atingido por uma ação de Marketing, ao invés de que olhar apenas para a quantidade de visualizações de uma peça publicitária, por exemplo. 

Com um investimento maior nesta área, as empresas buscam metodologias que permitam precisão no cálculo do ROI. O volume de recursos aplicado no digital vem aumentando, mas ainda há certa dificuldade em trabalhar com todos estes dados e entender os seus resultados.

Enquanto em outras plataformas de mídia já existem ferramentas consolidadas, o digital possui uma série de métricas que no final nem sempre se cruzam e também não conseguem apontar quem viu a comunicação da empresa e comprou um produto ou serviço. Por isso, o maior desafio para as organizações é mensurar com precisão estes resultados, tornando o cálculo de retorno sobre o investimento mais concreto.

Antes os canais virtuais estavam mais atentos à quantidade de impressões, mas a partir de agora o desafio será monitorar a efetividade neste meio. “Na medida em que as práticas se tornam mais complexas, o próprio mercado começa a demandar métricas mais robustas. 

Tanto que estamos sendo muito bem recebidos com a nossa nova ferramenta, que chega em momento certo, pois o grande questionamento é como fazer para avançar. Será que é preciso investir mais ou menos? O objetivo é oferecer embasamento com recortes precisos deste cenário digital”, afirma Thiago Moreira, Diretor de Digital da Nielsen, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Nielsen traz ferramenta global para o Brasil
A Nielsen apresentou na semana passado o Nielsen Online Campaign Ratings, ferramenta destinada a monitorar os resultados de ações publicitárias em plataformas digitais. A solução já é oferecida em outros países, como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Itália, Canadá e Alemanha.  A sua introdução no mercado nacional aproveita o rápido crescimento dos investimentos no digital, além da proximidade de eventos como Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016. 

A inovação presente na solução é a sua capacidade de fornecer dados sobre quem é o público impactado pela marca. As informações são adquiridas a partir de bancos de dados do Facebook e do Serasa Experian,  o que garante maior precisão nos resultados.  “A mensuração no digital pode ser extremamente acurada e isso gera muitos benefícios. 

É possível fazer uma medição precisa em todos os formatos e plataformas online e não importa quão grande ou pequena seja uma campanha. Isso gera resultados para os anunciantes muito mais confiáveis que em qualquer outro sistema”, explica Steve Hasker, Presidente Global de Produtos da Nielsen, em entrevista ao portal.

Entendendo quem é o consumidor impactado e como se chega até ele, as marcas terão melhores condições para otimizar os recursos investidos, outro ponto chave para ter estratégias de Marketing digital mais assertivas. “O primeiro benefício gerado por este tipo de mecanismo é que ele permite averiguar com precisão para quem e como o conteúdo está sendo entregue. A partir destas informações, é possível usar melhor todos os recursos que são investidos. 

Muito dinheiro é gasto nestas plataformas e otimizar este orçamento é um passo importante para o amadurecimento das estratégias. Mas para isso, a empresa precisa entender como causar o maior impacto, da maneira mais efetiva e com a melhor entrega para o seu público alvo”, explica Steve Hasker.

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Mobile também precisa ser mensurado
Outro desafio para o Marketing digital é monitorar a entrega nas plataformas móveis. Hoje estes dados ainda não são medidos pela Nielsen, mas o recurso está sendo testado nos Estados Unidos e deve estar disponível para outros países a partir de 2014. 

"Esta plataforma está em testes para avaliar a publicidade no mobile. Isso permitirá que as marcas possam olhar com transparência para como as suas comunicações estão impactando tanto em navegadores para smartphones e tablets, quanto via aplicativos”, avisa Thiago Moreira,  Diretor de Digital da Nielsen.

Com a penetração cada vez maior de dispositivos móveis na população brasileira, este será um recurso cada vez mais valioso para as companhias que atuam no mercado nacional. A quantidade de tablets vendidos no país aumentou em 228% nos últimos 12 meses, de acordo com a GFK, enquanto os smartphones aumentaram em 75 %, segundo o mesmo levantamento. 

“O Brasil é um mercado chave e está amadurecendo muito rapidamente. O mais importante é que a marca tenha uma perspectiva correta de quanto está gastando, para quem está conseguindo realmente entregar seus anúncios e com isso torne todas as suas ações bem mais efetivas no ecossistema digital”, argumenta Steve Hasker.

As empresas brasileiras estão mais sofisticadas em suas estratégias de Marketing Digtial, não deixando nada a desejar para as práticas de organizações internacionais. “Esses atributos combinados com eventos de grande porte como a Copa do Mundo e as Olimpíadas criam oportunidades muito boas. E esse também é um dos elementos que nos levou a trazer esta ferramenta para o país agora”, complementa Hasker.

Vídeos ganharão mais força em 2014
O próximo passo na evolução do digital serão os vídeos online. Cada vez mais empresas focarão seus esforços na produção de conteúdo que será veiculado em plataformas de streaming. A mudança gera boas oportunidades. 

“Esta é uma tendência muito forte, pois é uma ferramenta que vem ganhando força tanto no Brasil quanto no mundo. Com certeza será muito importante o mercado olhar com maior atenção para a publicidade em vídeo a partir de agora”, comenta Moreira.

O conteúdo em vídeo, se bem produzido, é capaz de gerar mais engajamento entre os usuários. Quando atinge seus objetivos, entrega entretenimento e utilidade para o consumidor, prendendo a sua atenção por um período bem maior que em um formato publicitário tradicional. 

“Tivemos uma chance de conversar com alguns dos maiores produtores de conteúdo e anunciantes. Outras empresas estão chegando, pois este é um mercado extremamente importante. Acreditamos que este é o momento ideal para as marcas olharem com atenção para este segmento”, avalia Steve Hasker.

Com as novas opções que se apresentam, o cenário se torna mais complexo, envolvendo um número maior de variáveis. Isso reforça a necessidade de ferramentas de medição aptas a avaliar toda essa informação. 

“Com essa evolução, todos ganham. Os anunciantes serão capazes de avaliar se suas campanhas estão atingindo seus públicos-alvo e os veículos poderão negociar seus espaços de forma mais efetiva”, completa Thiago Moreira.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Nós percebemos as marcas como pessoas?



"Seria a relação entre marcas e consumidor uma metáfora das relações humanas? Confira um novo modelo de gestão de marca que apresenta esse questionamento."




*.#||#.* Por Publicidade || 26/11/2013



A GfK, empresa mundialmente reconhecida na área de pesquisa, apresentou em São Paulo o seu novo modelo global para Desenvolvimento de Marcas. Elaborado com a colaboração da Drª. 

Susan Fournier, PhD em Marketing e professora de Branding em MBAs nas universidades de Boston e Harvard, o modelo foi validado pela aplicação em 11 categorias e 250 marcas, em países tão diferentes quanto Alemanha, Espanha, China e Estados Unidos. 

“Os modelos para gerenciamento de marcas estão ultrapassados. Qualquer modelo que fale sobre as marcas já não tem relevância, uma vez que na sociedade atual o consumidor fala com as marcas”, afirma Felipe Mendes, Diretor Geral da GfK Consumer Experiences no Brasil. 

“Outro aspecto fundamental é que a relação com as marcas é muito mais dinâmica que antes, e as métricas clássicas do ‘Funil de Marcas’ já não bastam para se desenhar uma estratégia real de Desenvolvimento de Marcas. 

É preciso planejar a evolução das relações entre consumidor e marca”, diz Leandro Toledo, Diretor da Unidade de Brand & Customer Experience da GfK.  

O pilar fundamental do novo modelo é a constatação de que a relação entre as marcas e os consumidores atuais é uma metáfora das relações interpessoais - inerentemente emocionais e sociais, aspectos que também são os motivadores mais importantes do comportamento do consumidor. 

Segundo o modelo, entre as 27 relações universais encontradas, existem marcas com que nos relacionamos como se fossem “Um parceiro para uma noite só”, enquanto outras funcionam como um “Guru” ou mesmo “Um velho amigo”. 

“Esse tipo de linguagem é facilmente assimilado pelas agências de publicidade, por exemplo. É mais fácil para um criativo receber um briefing de uma marca de tecnologia que diga: para estimular a interação com a minha marca nas lojas, quero que ela deixe de ser vista como ‘Um conhecido chato’ e passe a ser vista como um ‘Colega com quem flerto’. 

O mesmo ocorre com presidentes e diretores financeiros: mobiliza muito mais dizer ‘nossa marca é vista como um conhecido chato’ do que dizer ‘nosso nível de experimentação ainda é de apenas 14%’”, complementa Felipe. 

Parte fundamental dessa ferramenta de análise chamada CBR (Customer Brand Relationship) é a identificação das relações que melhor impulsionam o crescimento ou o declínio do vínculo com o consumidor. Isso permite que os gestores de marca efetivamente desenhem o caminho que querem percorrer com suas marcas na busca por market share. 

Um caso real 
O CBR foi aplicado a um estudo sobre automóveis em um importante mercado europeu, onde a marca BMW está presente há muitos anos.



Avaliando as principais emoções que a BMW transmite hoje, percebe-se que a segunda mais importante (20% das menções) é ser “Um amigo de longa data”, enquanto a primeira mais importante é ser um “Parceiro próximo e admirado”, com 32% das menções. Com isso, pode-se afirmar que a marca se relaciona com muita confiança com os consumidores desse mercado. 
Ford e Porsche possuem o mesmo nível (11%) de “Um amigo de longa data”, mas enquanto a primeira construiu esta relação mais pela proximidade (“Parceiro próximo e admirado”, 38%), a segunda se relacionou por sensações mais ativas e aspiracionais (“Herói”, 36%), sustentando seu posicionamento premium price neste mercado. 

“É neste momento que o gerente da marca define elementos-chave, alinhados com o contexto social da marca, para se aprofundar em seu posicionamento estratégico. O modelo é utilizado para entender a evolução das marcas, inclusive levando em conta novos players que entrem neste ambiente social”, acrescenta Leandro. 

Por exemplo, a Kia tem apresentado uma relação mais distante (“Estranho”, 41%) neste mercado. Mesmo quando atinge um nível de “Conhecimento ocasional” (10%), tem dificuldades para elevar sua relação ao nível de “Parceiros próximos” (10%). 

Se uma marca apresenta um alto nível de “Relação rompida” (33%, no caso), decisões sobre a qualidade das experiências vividas nos serviços prestados pela empresa podem ser discutidas pela diretoria da mesma. 
“É neste momento que o gerente da marca define elementos-chave, alinhados com o contexto social da marca, para se aprofundar em seu posicionamento estratégico. O modelo é utilizado para entender a evolução das marcas, inclusive levando em conta novos players que entrem neste ambiente social”, acrescenta Leandro. 

“A conclusão a que chegamos, quando avaliamos todos os desafios que as marcas enfrentam hoje, é que existem dois aspectos fundamentais:
• é indispensável alinhar as percepções sobre a marca entre os diferentes stakeholders (consumidores, clientes, sociedade), além de construir um plano que integre marketing, vendas, serviço ao consumidor, pós-venda, agências de comunicação e mídia etc.;

• apesar das muitas atividades realizadas no mercado, a relação dos consumidores l com as marcas evolui em ritmos diferentes e por razões muitas vezes não facilmente identificáveis. É importante ter, no longo prazo, um foco de monitoramento que considere essa complexidade.

“Por essas duas razões, acreditamos que entender as marcas pelo prisma de como o consumidor se relaciona com ela é uma fonte poderosa de geração de insights para diretores de marketing das empresas de ponta”, completa Felipe Mendes. 

Entre em contato conosco para ter mais informações sobre o CBR:
Leandro Toledo
Brand and Customer Experience Director
leandro.toledo@gfk.com leandro.toledo@gfk.com
+ 55 11 2174 3959

Visite nosso site www.gfk.com/br/ e siga a GfK no Twitter https://twitter.com/GfK_en

Itaú, Bradesco e Banco do Brasil são as mais marcas valiosas



"Ranking da Interbrand avalia as 25 marcas mais poderosas do país, mas pela primeira vez o valor somado das maiores apresentou uma queda, encolhendo 1%."




#.*||*.# Por Bruno Garcia || 26/11/2013



O Itaú, o Bradesco e o Banco do Brasil são as marcas mais valiosas do país. Os três bancos lideram o ranking da Interbrand, que enumera as 25 com maior valor de mercado. 

Skol e Petrobras complementam a lista das cinco primeiras. O Itaú vale R$ 19,3 bilhões; o Bradesco, R$ 14 bilhões; o Banco do Brasil, R$ 11,8 bilhões; Skol, R$ 9,3 bilhões; e Petrobras, R$ 8,7 bilhões. 

No geral, o valor das 25 maiores sofreu uma queda de 1%. Juntas elas estão avaliadas em R$ 94,9 bilhões, resultado de uma perda acumulada de R$ 2,4 bilhões em relação à análise feita no ano passado. 

As três primeiras sofreram uma desvalorização: 13% para o Itaú, 7% o Bradesco e 3% o Banco do Brasil. A Petrobras também perdeu 18% do seu valor no período.

Em compensação, outras empresas expandiram. A Hering é pelo terceiro ano consecutivo a marca que mais cresceu. com valorização de 58%. 

Brahma e Casas Bahia surgem na sequência como as que mais aumentaram em valor na comparação com a lista de 2012, com 42% cada, enquanto a Cielo cresceu 35%. O setor de vestuário é um dos principais destaques, com um crescimento médio de 30,1%. 

A análise da Interbrand leva em conta resultados financeiros, com a geração de valor dos produtos e serviços vinculados à empresa, o papel da marca e sua influência no processo de escolha do cliente, e a força da marca, que representa a sua capacidade de superar a concorrência e garantir demanda e ganhos ao longo do tempo.

Veja o ranking completo:

PosiçãoMarcaValor de Marca          (R$ milhões)Variação
1 Itaú 19.329 -13%
2 Bradesco 14.085 -7%
3 Banco do Brasil 11.839 -4%
4 Skol 9.399 11%
5 Petrobras 8.736 -18%
6 Natura 7.455 2%
7 Brahma 7.201 42%
8 Antarctica 3.134 29%
9 Vivo 2.632 24%
10 BTG Pactual 1.924 Nova no ranking
11 Cielo 1.172 35%
12 Casas Bahia 993 42%
13 Renner 842 -10%
14 Lojas Americanas 757 14%
15 Caixa 702 3%
16 Oi 699 19%
17 Extra 621 6%
18 Hering 616 58%
19 Ipiranga 607 Nova no ranking
20 Porto Seguro 475 Nova no ranking
21 Totvs 382 29%
22 Havaianas 375 23%
23 Pão de Açúcar 347 1%
24 Ponto Frio 346 28%
25 Arezzo 294 Nova no ranking

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Nike apresenta novo uniforme da Seleção Brasileiro



"Marca promoveu evento no Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro. Modelos estão em pré-venda por R$ 329,90, versão idêntica a dos jogadores, e R$ 229,90, versão torcedor."




*#.||.#* Por Bruno Garcia || 25/11/2013



A Nike apresenta o novo uniforme da Seleção Brasileira de Futebol. Ele será usado pelos jogadores na Copa do Mundo de 2014 e foi mostrado oficialmente neste domingo, dia 24, em evento organizado pela marca, no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. 

A partida de estreia do novo uniforme está marcada para o dia 5 de março de 2014, quando a seleção enfrentará a África do Sul. 

A camisa está disponível para pré-venda no e-commerce da empresa e chega às lojas de todo o Brasil a partir de 4 de dezembro, em duas versões: uma idêntica a dos jogadores, ao preço sugerido de R$ 329,90, e uma para torcedores, com preço sugerido de R$ 229,90.
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Idosos ficam mais tempo no computador em casa do que os jovens


"Faixa de 55 anos consome mais de 50 horas por mês no computador, enquanto jovens de 12 a 17 utilizam cerca de 30 horas. Levantamento é da Nielsen IBOPE."




*#.||.#* Por Bruno Garcia || 25/11/2013




Os idosos já somam mais tempo de uso dos computadores que os jovens quando o assunto é acesso à internet em casa. Uma pesquisa da Nielsen IBOPE aponta que as pessoas da faixa de 55 a 64 anos de idade registraram média individual de tempo de 53 horas e 12 minutos no mês nos desktops domiciliares. 

No mesmo período, o tempo médio de um jovem de 12 a 17 anos foi de 30 horas e 30 minutos. O número de páginas vistas e o número de sessões por mês também é maior entre os internautas de mais idade. 

Em outubro, o público de 55 a 64 anos foi ao computador em média 48 vezes no mês, enquanto a faixa de 12 a 17 anos somou 20 sessões por pessoa. O grupo de 55 a 64 anos representa 8,1% do total de 46,7 milhões de usuários ativos domiciliares. Os adolescentes de 12 a 17 anos, representam 11,8%.
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domingo, 24 de novembro de 2013

Samsung lidera preferência popular neste Natal



"Eletrônicos são os itens preferidos para presente de 7% das pessoas e o celular comum lidera o ranking. Marca sul-coreana só não mantém hegemonia com aparelhos de som."




#.*||*.# Por Lilian Calmon || 22/11/2013



A Samsung lidera a preferência popular na maioria dos segmentos de produtos neste Natal. Os eletrônicos são os itens preferidos para presente de 7% das pessoas, sendo o celular comum o líder do ranking e a marca sul-coreana é a mais lembrada, seguida por Nokia e LG.

Entre os smartphones, a Samsung também é a principal escolha dos brasileiros, com a LG e a Apple ocupando a segunda e terceira colocações.

A Samsung mantém sua hegemonia em televisores, notebooks, câmeras fotográficas e filmadoras e tablets, ficando em terceiro lugar apenas no momento da compra de aparelhos de som, produtos liderados pela LG e, depois, Sony. 

A pesquisa nacional de intenção de consumo foi feita pela agência Hello Research com 1.200 pessoas em 70 cidades de todas as regiões do país. 

Cerca de 82% dos entrevistados afirmam que irão adquirir ao menos um presente, o que representa um aumento de 7% nas compras de final de ano em relação ao mesmo período do ano passado. 

Veja o ranking em cada categoria:

1. Televisores
Samsung
LG
Sony

2. Notebooks
Samsung
LG

3. Câmeras fotográficas e filmadoras
Samsung
Sony
LG

4. Tablets
Samsung
LG

5. Aparelhos de som
LG
Sony
Samsung


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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Head & Shoulders reúne Pelé e Joel Santana em novo vídeo



"Ação marca o lançamento da nova embalagem do xampu da P&G, que traz a camisa 10 da Seleção Brasileira. Evento contou com a participação de ex-jogadores como Rivellino e Rivaldo."




*#.||.#* Por Bruno Garcia || 22/11/2013



O Head & Shoulders lança uma nova embalagem em homenagem à camisa 10 da Seleção Brasileira de Futebol. Para o lançamento, a marca da P&G publicou mais um vídeo com o técnico Joel Santana, desta vez interagindo com Pelé e com o ex-goleiro Marcos. 

A empresa também promoveu um evento que contou com a participação de alguns craques que já vestiram a camisa 10 para representar o Brasil, como Rivellino, Rivaldo, Djalminha e o próprio Pelé. Os ex-jogadores participaram de um bate-papo comandado pelo jornalista Mauro Beting. Assista ao vídeo com Joel Santana e Pelé abaixo: 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Nova marca, Bento Store inagura sua primeira loja



"Empresa é especializada em lunch boxes e lunch bags. Empreendimento é fruto de uma sociedade entre Carlos Ferreirinha, Sócio da MCF Consultoria, e Carlos Otávio da Costa."




*.#||#.* Por Bruno Garcia || 21/11/2013


bento store, carlos ferreirinha, mcf consultoria, lunch bagsA Bento Store inaugura a sua primeira loja no final de novembro. A marca é fruto da sociedade entre Carlos Ferreirinha, Sócio da MCF Consultoria, e Carlos Otávio da Costa, e tem como foco lunch boxes e lunch bags. 

O nome vem do bentô, tradicional marmita japonesa, e a iniciativa pretende trazer para o Brasil o conceito de portabilidade de alimentos e bebidas por meio de produtos com design diferenciado e que reflitam um estilo de vida. Para isso, foram investidos cerca de R$ 2,1 milhões em pesquisa de hábitos e de consumo e na busca por fornecedores selecionados.

Após quase dois anos no desenvolvimento do modelo de negócios, foram escolhidos como fornecedores marcas dos Estados Unidos, França, Inglaterra, Escandinávia, Alemanha, Taiwan, Espanha, Itália e Suíça. 


A primeira fase do projeto envolve a abertura da flagship store no bairro do Jardins, em São Paulo, e uma segunda unidade no Rio de Janeiro, no próximo ano. Outras capitais como Recife também podem receber uma loja até o final de 2014. Um e-commerce também está nos planos da empresa.

A dupla visualizou a oportunidade de negócio ao perceber que não existia nada de parecido no mercado brasileiro, pois os produtos oferecidos para esta finalidade não traziam qualquer elemento atrativo. Ao contrário: as tradicionais marmitas não gozam de prestígio nem possuem qualquer apelo ligado a design ou lifestyle. 


A Bento Store pretende aproveitar também a maior sofisticação do consumidor brasileiro para consolidar a cultura das lunch bags. “É um novo projeto que vem de dois anos de muito trabalho. Tenho a segurança em afirmar que a conceituação do mesmo é inédita não somente no Brasil, mas no mundo”, afirma Carlos Ferreirinha, Sócio da Bento Store.

O projeto do ponto de venda também busca oferecer uma experiência diferenciada aos seus visitantes e assim tangibilizar o conceito da marca, que é uma nova possibilidade de relacionamento com a refeição, aliando praticidade, design e diversão. A loja conceito foi desenvolvida pela arquiteta Letícia Nobell.

O espaço terá um portfólio selecionado de produtos, enquanto o e-commerce trará cerca de 10 mil opções para compra. “É um projeto de caráter realmente inédito e inovador no mundo pelo formato e conceito. Iniciamos por uma loja e ecommerce ao mesmo tempo e todos os esforços para novembro/dezembro ainda deste ano”, explica Carlos Ferreirinha.

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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Brasileiro gastará quase 30% a mais no Natal deste ano


"Melhora do poder de compra deve alavancar vendas. Computadores, notebooks e tablets são os itens mais desejados, de acordo com levantamento da SPC Brasil."

*#.||.#* Por Bruno Garcia || 20/11/2013


O brasileiro gastará quase 30% a mais na compra de presentes para o Natal deste ano. Um levantamento da SPC Brasil em parceria com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra um cenário positivo para o comércio varejista: o consumidor terá um gasto médio de R$ 111,39 por compra, o que representa um aumento de 28,64% em relação ao Natal de 2012. A quantidade de itens comprados subiu de 4,1 para 4,4 presentes por consumidor — alta de 7,31%.

O levantamento também buscou identificar o motivo para o otimismo. Na avaliação de 57% dos entrevistados, a situação financeira melhorou nos últimos 12 meses. A razão mais citada para explicar o salto foi o aumento da renda. Metade dos pesquisados disseram que vão comprar mais presentes este ano. 

Outros 37% vão presentear com a mesma quantidade e apenas 13% alegaram que as compras serão menores. O valor investido no total de presentes em média será de R$ 490,12.

Entre os entrevistados, 67% vão presentear alguém neste Natal. O percentual é mais alto entre as mulheres: 76% delas presenterarão alguém, contra 58% dos homens. Os itens mais procurados são as roupas, com 73%, os calçados com 38%, perfumes/cosméticos com 33%, e os jogos/brinquedos em geral, com 33%. 

Entre os mais desejados, estão computadores, notebooks e tablets em primeiro lugar, com 51% das opiniões. Roupas aparecem na sequência com 36%, calçados com 30%, e smartphones com 28%.
                              
A forma de pagamento mais utilizada será o dinheiro, com  57%. O cartão de crédito parcelado é a segunda opção, com 16%, e o cartão de débito a terceira, com 12%. O pagamento a vista com cartão de crédito aparece em último, com 9%. 


Em relação ao canal preferido para compra, shoppings centers são os prediletos, seguidos pelo comércio de rua e lojas de departamento, com 44%, 26% e 11%. As lojas online surgem em quarto lugar, com 9% das intenções.
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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Heineken e KLM promovem volta ao mundo



"Segunda ação conjunta de mídias sociais entre as marcas dá ao vencedor passagem, hospedagem e acesso aos bares Heineken em diversos destinos do mundo."



#.*||*.# Por Bruno Garcia || 19/11/2013



As marcas Heineken e KLM iniciam uma nova edição do concurso "World Trip", ação que será desenvolvida pelos canais sociais das empresas. 

A brincadeira consiste em uma viagem virtual ao redor do mundo, no qual os usuários, representados por uma aeronave da KLM, terão de percorrer São Paulo, Amsterdã, Bali, Cingapura, Berlim e Rio de Janeiro no menor tempo possível. 

Ao acessar o site oficial, o participante faz seu login, vinculado ao Facebook, e inicia o jogo. O ganhador terá direito a passagens de ida e volta da KLM em Classe Econômica partindo de São Paulo com destino a Amsterdã, Cingapura, Bali e Berlim, com acompanhante, no período de 2 a 17 de fevereiro de 2014, incluindo livre acesso aos bares Heineken de todos os destinos. 

Com o apoio da Accor, os viajantes ficarão hospedados nos hotéis Ibis Amsterdam City West, Ibis Singapore on Bencoolen, The Kuta Beach Heritage Hotel Bali e Novotel Berlin Mitte. A promoção é válida até o dia 2 de dezembro de 2013.
KLM,volta ao mundo,Heineken

Entenda o jeito Zuckerberg de fazer negócios


"Ekaterina Walter, autora do livro “O jeito Zuckerberg de fazer negócios”, fala dos elementos que tornaram o jovem CEO uma liderança fundamental para o Facebook."




*>#||#<* Por Bruno Garcia || 19/11/2013



O propósito é o principal ingrediente para uma marca prosperar. Quando a organização como um todo entende claramente para onde está caminhando e qual é o seu papel no mundo, o grupo se torna mais engajado e disposto a colaborar com os projetos em andamento. Para disseminar este propósito, o papel do CEO é fundamental, pois ele tem a visão holística do negócio e tem poder para estabelecer uma cultura top-down.

No Facebook, Mark Zuckerberg vem desempenhando bem esta tarefa. Além de criar um ambiente propício à inovação, o CEO da rede social revela um cuidado especial na hora de contratar pessoas. 

O principal desafio é conectar pessoas que estejam alinhadas ao propósito da companhia e oferecer a elas oportunidades de carreira que fujam ao convencional, mesmo para profissionais de maior faixa etária. Esse clima de inquietação e constante busca por melhorias é o que permite à empresa se reinventar sempre. 

No livro “O jeito Zuckerberg de fazer negócios”, Ekatarina Walter apresenta uma abordagem aprofundada sobre a maneira como o criador do Facebook conduz os negócios. “Cada colaborador no Facebook sabe que o propósito de Mark Zuckerberg é conectar as pessoas e tornar o mundo mais aberto. 

Este princípio tem orientado a empresa ao longo de nove anos e nunca mudou. Quando a marca tem um porquê, significa que existe um propósito claro”, diz Ekatarina Walter, em entrevista ao Mundo do Marketing. 

Leia a entrevista abaixo:

Mundo do Marketing: Em seu livro, você listar alguns elementos críticos para uma empresa de sucesso. O propósito é um deles. Por que ter um propósito é tão importante para uma marca?
Ekaterina Walter: Quando se comanda uma equipe ou uma empresa, o líder deve ter um propósito claro como sua estrela norte. Ele deve assegurar que cada membro do time entenda o que é esse propósito e acredite nele. Cada colaborador no Facebook sabe que o propósito de Mark Zuckerberg é conectar as pessoas e tornar o mundo mais aberto. 


Este princípio tem orientado a empresa ao longo de nove anos e nunca mudou. Quando a marca tem um porquê, significa que existe um propósito claro. Assim se torna mais fácil construir um movimento em torno de seu produto ou ideia, como a Apple fez. As pessoas se sentem parte de algo maior.

Mundo do Marketing: Como podemos descrever a maneira de fazer negócios do Mark Zuckerberg?
Ekaterina Walter: O que torna Zuckerberg um líder único é sua visão estratégica de longo prazo e coragem para enfrentar as pressões internas e externas que não estejam de acordo com a sua visão. Um exemplo é o NewsFeed, que todos diziam ser uma má ideia, e depois se tornou um recurso fundamental para o negócio. 


Antes, muitas pessoas classificavam o Facebook como uma plataforma que não era estratégica, mas agora 24,3% dos 10 mil sites com maior acesso no mundo têm alguma forma de integração oficial com a plataforma em suas homepages. 

Não é fácil, principalmente quando você está em seus vinte e poucos anos para resistir a essas pressões. E é ainda mais difícil se afastar das ofertas envolvendo bilhões de dólares. Mas Mark tem uma visão clara de longo prazo de onde quer ir e onde quer levar suaa empresa. Este é o seu diferencial na condução do negócio: ele realmente está colocando a sua visão em execução.

Outro ponto fundamental é que ele construiu a cultura desde o início voltada para sustentar o crescimento do negócio e apoiar a inovação constante. Isso está muito arraigada dentro da companhia. Algumas frases e slogans que são comuns lá dentro são: "feito é melhor do que perfeito" e "esta viagem é de apenas 1% terminado". 

Isso cria uma orientação para que as equipes e executivos não descansem sobre os louros. É preciso manter o foco e o andamento dos projetos. Há uma série de outros elementos da cultura que são abordados no livro e que ajudam a criar esta base sólida de sucesso. O fato é: nem toda empresa pode estabelecer um ambiente que suporte a sua missão de uma forma tão eficaz. Este sempre foi o ingrediente crítico de sucesso a longo prazo.

Mundo do Marketing: Quais lições sobre empreendedorismo podemos aprender com ele?
Ekaterina Walter: As mais importantes são sobre agilidade e sobre não se contentar com o bom. Outro ponto fundamental é estar atendo às paixões do seu público interno e garantir que eles estão utilizando essa força em seu potencial máximo. 


Este é o caminho para atrair os melhores talentos na indústria e é assim que se constrói um negócio bem sucedido. O segredo está nas pessoas que trabalham com o empreendedor e nas parcerias que se formam. O self-made man é um mito.

Outro ponto é criar uma cultura de urgência, permanecendo no estado de beta permanente, não descansando sobre um modelo de sucesso estabelecido. Este é um problema que muitos líderes enfrentam, especialmente quando atingem um certo nível de sucesso. A cultura criada por Mark é a chave para a sua contínua inovação e adaptabilidade.

Por fim, acredito que encontrar e contratar pessoas apaixonadas e oferecer carreiras não tradicionais a elas, independente da idade e experiência. Mark Zuckerberg entende o poder dessa combinação. Em muitas situações, o Facebook contrata pessoas só para ter aquele talento a bordo e mais tarde combina essas competências aos projetos em andamento. 

A companhia também promove campeonatos internos onde os engenheiros podem trabalhar em novas ideias fora de seus projetos atuais e vale tudo. Muitos líderes tradicionais têm medo de dar aos jovens uma boa chance e nesse momento eles perdem uma excelente oportunidade de gerar motivação nesta geração, que é muito empreendedora.

Mundo do Marketing: No filme "A Rede Social", Mark é descrito como uma pessoa muito técnica, e agora ele é uma das mais importantes CEOs do mundo. Como foi a sua transformação em um homem de negócios?
Ekaterina Walter: Mark ainda é um muito técnico. É por isso que ele contratou Sheryl Sandberg para ajudar a executar o lado do negócio sem problemas. Dessa forma, ele pode se concentrar no que gosta de fazer, que é delinear a visão da empresa e focar no aperfeiçoamento do produto. Ter um parceiro como Sandberg e uma forte equipe de liderança é tudo para um CEO. Sozinho, não poderia fazer tudo isso. Ter um forte apoio é crítico. 


Mas ao longo dos anos, Mark vem aprendendo a ser um líder melhor, se comunicando de forma mais eficiente, sendo mais estrategista e saindo mais de zona de conforto. Isso demandou um enorme esforço de sua parte, mas ele sabia que teria que ser um líder e porta voz da empresa, e não apenas a pessoa por trás do produto.

Mundo do Marketing: Muita gente olha para Mark Zuckerberg como um exemplo de sucesso. Podemos aplicar as lições em qualquer tipo de negócio?
Ekaterina Walter: Absolutamente. Estes princípios podem ser usados até mesmo em sua vida pessoal. Tudo o que fazemos na esfera pessoal ou profissional precisa ter fim. E se o propósito é baseado nas nossas paixões, estaremos mais motivados para alcançar os objetivos. 


Acredito que a principal lição é sobre perseverar, não aceitando o não como resposta. E arriscar. Também é fundamental que o empreendedor encontre os parceiros certos. 

As lições apresentadas no livro podem ser executadas por qualquer organização, independente do seu porte. Basta que a liderança esteja preparada para conduzir a mudança.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Gillette apresenta lâminas da Seleção Brasileira


"Novas versões dos aparelhos Fusion Proglide, Mach3 e Prestobarba 3 trazem as cores da seleção e chegarão ao mercado no início do próximo ano. Edição é limitada."



#*.||.*# Por Bruno Garcia || 18/11/2013



A Gillette apresenta uma linha limitada de aparelhos de barbear em homenagem à Seleção Brasileira de Futebol. A marca mostrou os produtos em um evento em Miami, com a presença de seus embaixadores Paulinho e Oscar. 

Os atletas foram os primeiros a testar as novas versões dos aparelhos Fusion Proglide, Mach3 e Prestobarba 3, todos trazendo as cores da Seleção Brasilera. Para enfatizar o conceito da ação, a empresa convidou os artistas grafiteiros Erica Mizutani e Lobo para desenharem todo o cenário do evento. 

A edição limitada de produtos em homenagem à Seleção Brasileira chega às prateleiras no começo de 2014 em todo o Brasil.
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Marcas que compartilham geram mais engajamento e vendas


"Estudo da Edelman faz conexão entre ações de Marketing inclusivo e a propensão ao consumo. Empresas devem se abrir para as pessoas e assim conquistar engajamento."




*#.||.#* Por Bruno Garcia || 18/11/2013



Natália Martinez, Líder de Engajamento para Marketing na Edelman SignificaOs consumidores constroem relacionamentos mais duradouros com marcas que compartilham com eles. E não se tratam apenas de valores, missão e propósito: para conquistar um maior engajamento das pessoas, estas empresas precisam colocar o cliente no centro da sua estratégia e dividir com ele até mesmo seus processos de desenvolvimento de produtos e inovações. 

Adotar a filosofia do compartilhamento pode ser a chave para ganhar a preferência de consumo: 87% dos brasileiros querem que marcas compartilhem seus ativos, mas apenas 16% acham que as companhias fazem isso adequadamente.

A cultura do compartilhamento se fortaleceu com o surgimento das plataformas digitais, mas até então, eram as pessoas que deveriam dividir os conteúdos produzidos pelas empresas. Este paradigma começa a mudar e agora a demanda é para que as marcas adotem essa postura.  


Aquelas que conseguem se adaptar a esta filosofia têm um ganho proporcional na propensão ao consumo. Elementos relacionados aos objetivos comuns e produtos, por exemplo, são capazes de gerar um grande envolvimento com o público-alvo. As empresas que mais compartilham são também aquelas que obtêm o maior engajamento.

No Brasil, o nível de expectativa em relação ao compartilhamento é ainda superior às médias globais. “Isso mostra claramente que as pessoas querem sim participar mais e a conversa entre empresas e consumidor assume uma relevância cada vez maior. 


É algo destacado no Brasil, pois há um gap muito grande entre aquilo que as marcas estão fazendo e as expectativas do público. Isso reforça a necessidade do diálogo”, afirma Natália Martinez, Líder de Engajamento para Marketing na Edelman Significa, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Marcas que compartilham geram mais engajamento e vendas
Compartilhamento deve atingir seis dimensões
A pesquisa Brandshare foi conduzida pela Edelman e ouviu 11 mil pessoas em oito países, avaliando globalmente 212 marcas, 68 delas presentes no Brasil. 

O resultado foi a identificação de seis dimensões que precisam estar integradas à cultura do compartilhamento: diálogo, experiência, objetivos comuns, valores, produto e história. Em cada uma destas esferas, a empresa precisa estar preparada para abrir canais de interação, entregar conteúdo e ser participativa em relação à conversa com o público.

O diálogo precisa ser uma via de mão dupla, algo que nem sempre acontece. Tanto que entre as pessoas ouvidas no levantamento, 74% consideram mais importante que as empresas tenham canais que permitam fazer perguntas e expressar opiniões. 


A performance percebida das marcas fica muito aquém do desejado, pois apenas 15% das avaliadas foram classificadas como mantenedoras de boas práticas. Outra diferença é identificada na forma como as organizações escutam e respondem às demandas.

As companhias que compartilham também precisam ter objetivos bem definidos. As pessoas desejam que elas estejam mais preocupadas com questões locais, da comunidade e até mesmo pessoais, como equilibrar a vida financeira ou desenvolver uma determinada região. 


Dentre os entrevistados brasileiros, 87% valorizam marcas que os ajudam a atingir seus objetivos. O índice é semelhante à media global da pesquisa, onde 90% das pessoas possuem a mesma opinião. 

“A grande conclusão é que vale muito a pena compartilhar com seus públicos nestas seis dimensões. Além de uma oportunidade de engajamento única, as empresas que adotam esta postura em suas estratégias obtêm ganhos para o negócio”, avalia Natália Martinez.

Eliminando intermediários entre a marca e o consumidor
Carlos Messeder, Diretor Acadêmico da ESPM

A conexão entre a cultura do compartilhamento e os resultados do negócio é importante. Embora muito seja dito sobre confiança, relacionamento e reputação, na maioria dos casos o benefício final é intangível. 

Quando a organização coloca o consumidor no centro de seus processos, passa a dialogar diretamente com ele e elimina intermediários. Esta relação próxima permite entender com precisão suas demandas e assim gerar maior valor. 

“O principal benefício ao compartilhar com o público é que passamos a ter menos barreiras: reduzimos o número de terceiros que ficam entre eles e a marca. É muito ruim quando se tomam decisões dentro de um escritório, achando que o consumidor é de um jeito, mas sem ouvi-lo”, conta Henrique Mello, Gerente de Scott, marca de produtos para o lar da Kimberly-Clark, em entrevista ao portal.

A Scott vem promovendo diferentes iniciativas com base no compartilhamento de seus valores e histórico. As ações envolvem tanto o público interno quanto o externo, como consumidores e as comunidades próximas as suas instalações.


“Quando conseguimos abrir este canal direto com eles, os ganhos são muito maiores. Esse contato nos dá a noção clara do que a marca precisa ser, do que os consumidores esperam realmente, e sobre qual é o nosso posicionamento. Quando o público divide a opinião dele com a empresa, estamos falando de uma oportunidade única”, diz o executivo.

As ações promovidas por Scott são recentes, de maneira que a empresa ainda não calculou o retorno em números, mas as expectativas são otimistas, tanto que o próximo passo é ampliar o diálogo pelos canais digitais. “Temos uma percepção muito clara de que o engajamento conquistado foi bem alto. 


Tanto que vamos inaugurar um canal da marca no YouTube com o vídeo dessa ação e isso nos permitirá levá-la para um grupo ainda maior. Para nós, esse diálogo é normal, mas queremos dividir com o público a nossa causa e o nosso papel”, complementa Henrique Mello.

Compartilhamento não se resume ao digital
Adotar a postura do compartilhamento vai bem além de gerar conteúdo e postar nos canais sociais da empresa. O desafio é desenvolver uma política de envolva o consumidor em pontos importantes e até em algumas tomadas de decisão, gerando um relacionamento efetivo e engajamento verdadeiro. 


Esta filosofia também não se resume ao digital, podendo ser incorporada em todos os outros canais onde a marca estiver presente. “A plataforma digital obriga a caminhar nesta direção. Só que o compartilhamento acaba se espalhando para outras esferas. As redes sociais são apenas a ponta do iceberg, onde essa cultura é bem mais visível. 

Mas toda a sociedade e os relacionamentos vão operando cada vez mais sobre esta lógica e isso afeta diretamente a maneira como as empresas dialogam com seus públicos”, afirma Carlos Messeder, Diretor Acadêmico da ESPM, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A mudança exige esforço, pois envolve todos. A cultura do compartilhamento precisa ir além do Marketing, sendo aceita internamente por todos os departamentos. “Quando falamos de marcas que compartilham valores, propósitos e objetivos, estamos tratando de conteúdos que precisam ser experimentados em todos os pontos de contato. 


Não é uma filosofia que está restrita à comunicação, nem ao ponto de venda, exclusivamente. É um trabalho difícil, pois exige um grande aprendizado e requer uma mudança de foco: mais relacionamento e menos promoção como mote principal destas ações”, complementa Messeder.

A contrapartida para as marcas que conseguem verdadeiramente compartilhar é a construção de um relacionamento mais próximo e denso com seus consumidores. “Além da competitividade, podemos falar em ganhos para o seu capital de reputação, seu poder de conversa com a sociedade em um momento de crise, só para citar alguns exemplos”, enumera o Diretor Acadêmico da ESPM.