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terça-feira, 13 de outubro de 2015

Marcas esportivas deixam de lucrar R$ 1,6 bi por causa da pirataria

"Levantamento do Ibope encomendado pela Associação pela Indústria e Comércio Esportivo mostra que 23% dos tênis esportivos comprados entre maio de 2014 e 2015 não eram originais." 

*=.:.=* Por Roberta Moraes | 13/10/2015

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As empresas de material esportivo deixaram de vender no último ano R$ 1,6 bilhão no Brasil por conta da pirataria. O dado é pesquisa realizada pelo IBOPE, encomendada pela Associação pela Indústria e Comércio Esportivo (Ápice). 

Segundo o levantamento realizado de maio de 2014 a maio de 2015, no Brasil foram adquiridos pela população, quase 19 milhões de pares de tênis esportivos considerados não-originais, montante que representa 23% da produção nacional nesse segmento. 

A estimativa é que o governo federal deixou de arrecadar R$637 milhões com a comercialização de produtos esportivos ilegais.

O levantamento mostra que foram adquiridos 80.607.525 pares de tênis esportivos. Destes, 61.672.871 foram originais (77%) e 18.934.654 não originais (23%). O valor médio gasto declarado com um par de tênis esportivo foi de R$332,90, sendo que o original foi de R$376,00 e não original R$146,60. 

A pesquisa ouviu 2002 entrevistados, em todo o país, com pessoas das classes A, B, C, D, e E, entre homens e mulheres com 16 anos ou mais.

A Ápice representa as empresas Adidas, Asics, Alpargatas, Nike, Oakley, Puma, Specialized, Skechers e Under Armour.
Ibope, Ápice, Esporte, Pirataria

Playboy elimina mulheres nuas da publicação por causa da internet

"Aos 62 anos, revista passa por reformulação editorial e abre mão de seu principal produto. Disseminação da pornografia online tirou a relevância deste conteúdo para o periódico."


*.\0/.* Por Roberta Moraes | 13/10/2015

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A partir de março de 2016 a Playboy não publicará mais ensaios de mulheres peladas. O principal conteúdo da publicação será deixado de lado por conta da internet, que popularizou cenas de sexo e nudez. 

A reformulação editorial chega 62 anos após a fundação da revista comandada por Hugh Hefner, que fez parte da revolução sexual nas décadas de 1950 e 1960. A informação é do jornal New York Times e é referente à publicação norte-americana. Ainda não há informações se as revistas editadas em outros países seguirão a mesma linha.
  
Desde que a internet se popularizou, a Playboy vem perdendo relevância, leitores e faturamento. Em 1975 eram vendidas cerca de 5,6 milhões de exemplares, atualmente, são em média 800 mil unidades. 

Apesar do recente anúncio, há algum tempo a revista vem trabalhando para recuperar público. Desde agosto de 2014, o site deixou de publicar imagens de mulheres completamente nuas e passou a postar fotos mais provocantes.

A medida contribuiu para aumentar o fluxo de visitantes, que passou de quatro milhões para 16 milhões. A iniciativa também atraiu um público mais jovem, a idade média dos leitores caiu de 47 anos para 30 anos. 

Com a mudança, o canal digital também conseguiu se alinhar às redes sociais. Apesar da novidade, a publicação continuará investindo em matérias investigativas, conteúdos mais densos, entrevistas, além de colunas sobre sexo.
Playboy

Leia também: Panorama do mercado erótico e sensual no Brasil. Estudo do Mundo do Marketing Inteligência.

Livro reúne novas estratégias e prioridades de gestão no varejo

"Exemplar escrito por Alberto Serrentino apresenta 12 reflexões sobre como os ciclos de evolução e transformação estruturais moldaram o mercado brasileiro."

 *.-=-.* Por Bianca Ribeiro | 13/10/2015

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Consumidores digitalizados, diversidade de formatos, canais e fronteiras entre segmentos e mercados desafiam cada vez mais as empresas de varejo. 

Com o objetivo de simplificar esse ambiente, no qual as empresas do setor estão tendo que criar diferentes estratégias de negócios e definir prioridades de gestão, o executivo Alberto Serrentino escreveu o livro “Varejo e Brasil: Reflexões Estratégicas”.

No exemplar o autor apresenta 12 reflexões sobre como os ciclos de evolução e transformação estruturais moldaram o mercado brasileiro. A obra foi escrita após uma extensa observação de mais de 30 anos de vivência com empresas e líderes. 

Nas páginas, Serrentino conta as mudanças que as companhias passam e mostra como é cada vez mais importante pensar de forma simples. O livro será lançado no dia 26 de outubro, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em São Paulo.
Livro, Varejo, Gestão

Leia também: Os novos rumos do varejo. Pesquisa no Mundo do Marketing Inteligência.

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