Total de visualizações de página

domingo, 10 de julho de 2016

Como rodar o ChromiumOS a partir do pendrive


Filipe Garrett
por
Para o TechTudo

28/06/2016 08h00 - Atualizado em 28/06/2016 08h00
Postado em 10 de julho de 2016 às 21h25m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
O CloudReady é uma versão do ChromiumOS, a edição gratuita e livre do Chrome OS, o sistema operacional do Google que roda em Chromebooks. Assim como nas distribuições Linux, o CloudReady permite que o usuário instale o sistema em um pendrive e utilize esse dispositivo para rodar o sistema no PC.

Não é preciso instalar nada para experimentar o ChromiumOS antes de decidir se deseja tê-lo definitivamente. Veja como fazer o sistema do Google rodar no seu pendrive.

Como usar o Chrome OS com VirtualBox
Passo 1. Baixe o CloudReady;
Baixe o CloudReady no formato .bin (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
Baixe o CloudReady no formato .bin 
(Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Passo 2. Você vai precisar do navegador Google Chrome e do aplicativo Chromebook Recovery Utility;
Abra o Chromebook Recovey Utility (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
Abra o Chromebook Recovey Utility 
(Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Passo 3. Com o CloudReady baixado, execute o Chromebook Recovery Utility. Com o aplicativo aberto, clique em Get started;
Clique em Get started para começar (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
Clique em "Get started" para começar 
(Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Passo 4. Na nova janela, clique no botão simbolizado por uma engrenagem, no canto superior direito da janela.
Algumas opções serão exibidas. Escolha Use local image;
Escolha a opção que permite o uso de um arquivo local para criar o pendrive bootável do ChromiumOS (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
Escolha a opção que permite o uso de um arquivo local para 
criar o pendrive bootável do ChromiumOS 
(Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Download grátis do app do TechTudo: receba dicas e notícias de tecnologia no Android ou iPhone.

Passo 5. Navegue entras as pastas do seu computador em busca do arquivo do CloudReady que você baixou anteriormente. Quando encontrá-lo, selecione e clique em Abrir;
Encontre o arquivo .bin do CloudReady para criar o pendrive (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
Encontre o arquivo .bin do CloudReady para criar o pendrive 
(Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Passo 6. Agora, você deve escolher o pendrive em que o sistema deverá ser instalado e clique em Continue.
Atenção: todos os dados do pendrive serão excluídos;
Na tela seguinte, selecione o pendrive em que deseja criar o bootável do ChromiumOS (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
Na tela seguinte, selecione o pendrive em que deseja criar 
o bootável do ChromiumOS (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Passo 7. Nessa nova tela, apenas confirme clicando em Create now.
Confirme para continuar (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
Confirme para continuar (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Passo 8. O processo de gravação no pendrive terá início. O procedimento leva alguns minutos e é composto de diversas fases.
Além disso não se preocupe com as porcentagens que medem o progresso oscilando de forma estranha, é normal;
Não se assuste com prazos e porcentagens bizarras (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
Não se assuste com prazos e porcentagens fora do comum
 (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Passo 9. Depois do processo terminar, uma tela avisará que tudo correu bem. Clique em “Done”;
Basta clicar em Done e usar o pendrive com o ChromiumOS (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
Basta clicar em "Done" e usar o pendrive com o ChromiumOS 
(Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Passo 10. O pendrive com o ChromiumOS ficará inutilizável no Windows, só servindo para inicializar o sistema do Google ou para instalá-lo durante o boot do computador.

Para formatar e usar novamente seu pendrive, você terá que usar o Chromebook Recovery novamente. Basta selecionar a opção Erase recover media, como mostra a imagem, para limpar o pendrive para uso.
Opção remove o CloudReady do pendrive, liberando o uso normal do dispositivo (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
Opção remove o CloudReady do pendrive, liberando o uso 
normal do dispositivo (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

PC de bolso tem Windows 10, Android e pode rodar games pesados


Filipe Garrett
por
Para o TechTudo
09/07/2016 07h00 - Atualizado em 09/07/2016 07h00
Postado em 10 de julho de 2016 às 20h25m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
O PGS (Portable Gaming System) é um dispositivo que busca ser um console de videogame de bolso, mas com características que o tornam bem diferente de Nintendo 3DS, PlayStation Vita ou Nvidia Shield. 

O PGS é, na prática, um computador com hardware equivalente a de um laptop, capaz de funcionar com o Windows 10 e Android simultaneamente e de rodar games recentes a uma boa qualidade gráfica.

Veja os computadores de bolso ‘baratinhos’, superpotentes e com Windows 10
O PGS dispõe de um processador Atom de quatro núcleos da Intel, uma placa gráfica com GPU de 16 núcleos (a comparação não é exatamente justa em virtude das diferenças de arquiteturas entre AMD e Intel, mas a GPU que roda no Xbox One tem 18 núcleos, por exemplo) e 8 GB de RAM como principais destaques do hardware.
Console portátil tem perspectiva de boa performance para quem quer ter acesso à Steam em qualquer lugar (Foto: Diuvlgação/PGSLabs)
Console portátil tem perspectiva de boa performance para quem quer 
ter acesso à Steam em qualquer lugar (Foto: Diuvlgação/PGSLabs)

De acordo com os criadores do PGS, o videogame tem fôlego suficiente para rodar Batman Arkham City a 30 quadros por segundo em resolução HD (720p), além de apresentar performance similar em Dark Souls 2. Outros títulos mencionados pelo fabricante são Mirror’s Edge e DMC: Devil May Cry que, embora funcionem no PGS, precisam rodar em configurações mínimas.

A tela do console portátil é de 5,7 polegadas com resolução de 2560 x 1440 pixels. A bateria do dispositivo de cinco a dez horas de uso, de acordo com seus criadores.

Em linhas gerais, ainda que a performance na hora de rodar games pesados possa ser discutível, o PGS pode ser um acessório interessante para quem tem um PS4 ou Xbox One, já que o portátil permite rodar games dos consoles de forma remota por meio dos respectivos apps para Windows.

Download grátis do app do TechTudo: receba dicas e notícias de tecnologia no Android ou iPhone.
Dispositivo roda Windows e Android (Foto: Divulgação/PGSLabs)
Dispositivo roda Windows e Android (Foto: Divulgação/PGSLabs)

Essa perspectiva de carregar um PC gamer no bolso para onde quiser chamou bastante atenção na Internet, tornando a campanha de arrecadação de fundos da iniciativa no Kickstarter um grande sucesso.

Interessados no dispositivo podem escolher entre dois modelos: o Lite, com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento; ou o Hardcore, que tem 8 GB de memória e 128 GB de espaço para dados.

A versão mais simples custa US$ 230 (R$ 757 numa conversão direta), e a mais robusta US$ 280 (R$ 922). Há a promessa dos criadores do PGS de enviá-lo aos consumidores brasileiros no lançamento do aparelho, previsto para março de 2017.

Via Kickstarter, PGSLab

Velocidade da Internet cai no Brasil em todas as operadoras, aponta Netflix


Filipe Garrett
por
Para o TechTudo
06/07/2016 17h36 - Atualizado em 06/07/2016 17h36
Postado 10 de julho de 2016 às 19h20m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
A Netflix libera com frequência os resultados do ranking de velocidade da Internet. Atualmente, os números mostram uma queda geral na qualidade da banda larga do Brasil ao longo dos cinco primeiros meses de 2016. 

Os dados, divulgados em junho, revelam que a banda larga brasileira tem perdido velocidade, com todas as operadoras analisadas apresentando desempenho inferior a medições anteriores, prolongando uma tendência de queda desde janeiro.

Netflix não carrega? Saiba o que pode ser
O ranking de banda larga da Netflix é uma estimativa que analisa a velocidade de conexão da base de usuários do serviço no mundo todo, fornecendo dados que permitem analisar não apenas quais países possuem Internet de melhor qualidade, mas também quais são as operadoras de melhor performance.
Netflix apresenta resultados do comparativo de velocidade da Internet brasileira em maio (Foto: Divulgação/Netflix)
Netflix apresenta resultados do comparativo de 
velocidade da Internet brasileira em maio 
(Foto: Divulgação/Netflix)

Como é realizado o teste?
A Netflix monitora a velocidade média com que seus usuários acessam seu catálogo de vídeos durante horários de pico, traçando a partir da coleta desses números resultados que lançam um olhar sobre a performance geral da Internet em uma série de países em que opera — incluindo o Brasil.

No caso do uso do streaming de vídeos, a baixa velocidade e conexão instável prejudicam a qualidade da experiência de assistir filmes e séries online, já que esses fatores podem forçar vídeos em baixa resolução: quanto mais rápida a Internet, melhor a qualidade do filme e da série na telinha.

Como usar Netflix dos EUA na minha TV? Comente no Fórum do TechTudo. 
Queda da velocidade do Brasil
Levando-se em conta as medições realizadas em 2016, a velocidade da Internet brasileira vem caindo. O gráfico abaixo mostra que, desde o mês de janeiro, houve queda no desempenho médio da banda larga no país.

Em janeiro, a velocidade média da Internet no país era superior a 2,7 Mbps. Em maio, o índice ficou entre 2,6 e 2,625 Mbps. O resultado geral dos primeiros cinco meses é uma média entre a performance de todas as operadoras analisadas no ranking.

Histórico no ranking mostra que Internet brasileira vem perdendo velocidade ao longo de 2016 (Foto: Reprodução/Netflix)
Histórico no ranking mostra que Internet brasileira vem 
perdendo velocidade ao longo de 2016 (Foto: Reprodução/Netflix)

Algo que contribui para o cenário negativo é o fato de que, no mês de maio, todas as operadoras mencionadas no ranking demonstraram perda de desempenho. 

Live TIM e Vivo foram as que perderam mais velocidade de abril para o mês seguinte: de 3,19 Mbps (mebabits por segundo) para 3,11 Mbps no caso da Live TIM e de 1,96 para 1,88 no caso da Vivo. Em ambos os casos, houve perda de 0,8 Mbps (ou 800 Kbps).

Quem se manteve mais estável foi a GVT, com perda de apenas 0,3 Mbps (300 Kbps). Contudo, vale lembrar, que durante o período a operação da GVT foi absorvida pela Vivo e o cenário pode mudar.
Ranking de velocidade de Internet do Netflix baseado nos dados do mês e maio (Foto: Reprodução/Netflix)
Ranking de velocidade de Internet do Netflix baseado nos 
dados do mês e maio (Foto: Reprodução/Netflix)

A Live TIM, mesmo tendo perdido bastante de um mês para outro, ainda é a operadora com melhor performance na hora de consumir o streaming da Netflix. Em segundo, vem a Net Virtua (3,07 Mbps).

A GVT ficou em terceiro lugar com 2,92; a Algar em quarto com 2,27; a Oi em quinto lugar com 1,92 e, na lanterna, a Vivo, com 1,88 Mbps.

Via Netflix