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sexta-feira, 20 de março de 2015

17 restaurantes brasileiros ganham estrelas no Guia Michelin


"Primeira edição brasileira da publicação iria ser lançada apenas no dia oito de abril, em São Paulo, mas premiações apareceram no site oficial do guia nesta sexta-feira."



** Por Renata Leite, do Mundo do Marketing | 20/03/2015


Diversos restaurantes do Rio de Janeiro e de São Paulo – 17 no total – foram contemplados com a estrela Michelin. O lançamento da primeira edição brasileira do guia estava marcada para o dia oito de abril, em um evento na capital paulista, mas as avaliações já apareceram nesta sexta-feira no site oficial da publicação

Nenhum dos estabelecimentos recebeu a premiação máxima, de três estrelas, mas o D.O.M, do chef Alex Atala, conquistou duas delas, ocupando assim a melhor colocação.

Receberam uma estrela os restaurantes Lasai (RJ), Le Pré Catelan (RJ), Mee (RJ), Olympe (RJ), Oro (RJ), Roberta Sudbrack (RJ), Attimo (SP), Dalva e Dito (SP), Epice (SP), Fasano (SP), Huto (SP), Jun Sakamoto (SP), Kinoshita (SP), Kosushi (SP) e Tuju (SP).  

Roberta Sudbrack foi uma das chefs que comemorou o resultado com postagem nas redes sociais. Ela publicou uma foto de sua equipe, passando o crédito aos profissionais que atuam em sua cozinha.

Já na categoria BIB Gourmand, que faz uma menção honrosa aos estabelecimentos que conseguem combinar bons pratos e preços competitivos, 25 restaurantes foram contemplados.
Guia Michelin, estrela Michelin, alimentação
Guia Michelin, estrela Michelin, alimentação

Dia do Consumidor faz e-commerce aumentar vendas em 61%


"Comparação é com dias comuns. Faturamento na data ultrapassou os R$ 200 milhões. Tíquete médio passou de R$ 425,00, ficando 20% acima de um dia normal."



** Por Priscilla Oliveira, do Mundo do Marketing | 19/03/2015




O Dia do Consumidor Brasil, realizado no dia 18 de março, aumentou as vendas do e-commerce em 61%, em relação à semana anterior. Nas 24 horas de ofertas em mais de 650 lojas virtuais, as vendas superaram R$ 200 milhões.

O resultado é bastante positivo para o setor, uma vez que o mês é tradicionalmente um período retraído do ano. De acordo com dados da E-Bit, o tíquete médio passou de R$ 425,00, ficando 20% acima de um dia normal e o volume de pedidos cresceu 35%.

As cinco categorias mais vendidas, tendo colaborado em peso para as vendas, foram Cosméticos, Perfumaria e Saúde; Eletrodomésticos; Telefonia e Celulares; Moda e Acessórios; e Informática. 

Os varejistas online somaram mais de 30 mil ofertas com descontos de até 85%, o que chamou a atenção e contribuiu para o aumento das vendas. 

No Buscapé, o volume de acessos durante a data mais do que dobrou. Entre os produtos mais buscados pelos usuários no site, ao longo do dia, foram smartphones, videogames e multifuncionais. Algumas ofertas de destaque foram fone de ouvido Chilli Beans com 74% de desconto e tênis Adidas Derby com 58% de desconto.
Dia do Consumidor Brasil, E-Bit, Buscapé

7 lições de universidades dos EUA em branding


Radar Internacional


** Postado por Renata Leite - 20/03/2015



A maioria das universidades brasileiras ainda trabalha o branding de uma forma mecânica, transferindo as estratégias adotadas pelo setor de bens de consumo para um mercado completamente diferente, o da educação. Se no Brasil essa é a regra, nos Estados Unidos o panorama é outro. 

Em um ambiente extremamente competitivo, marcado pela existência de cerca de duas mil instituições fortes, as marcas atuam em quatro estágios: inscrições para o processo seletivo, confirmação dos alunos aprovados, preservação da base de alunos e relacionamento com ex-alunos para captar investimentos.

As universidades americanas não medem esforços para encantar seus clientes, grupo formado por estudantes e suas famílias. Para isso, recorrem a diversas ações, que quase nunca passam pelo investimento em publicidade tradicional, principal estratégia adotada pelas instituições brasileiras. 

Jaime Troiano e Cecília Russo avaliam o setor no primeiro hangout do Radar Internacional - Conexão Atlanta. Diretamente da cidade norte-americana, onde moram há dois anos, os sócios do Grupo Troiano de Branding analisarão mercados toda quarta-feira, com exibição ao vivo a partir das 11:00 de Brasília.

As lições dadas pelas universidades fora das salas de aula mostram que falta às brasileiras entender qual história querem contar e se comprometer com ela. Os esforços corpo a corpo, e não investimentos em comunicação tradicional, são os que geram melhores resultados. 

“Além dos negócios e dos contatos profissionais, a educação foi mais um motivo que nos fez estar em Atlanta, seja por conta de nossos filhos, seja por mim mesma, que estou terminando um mestrado. A imersão no mundo das universidades mostrou como existe uma certa timidez, no Brasil, em se trabalhar o branding das instituições de ensino”, ressalta Cecília Russo, em entrevista à TV Mundo do Marketing.

1. Branding depende de uma clara uniqueness
O branding das universidades norte-americanas busca incessante e consistentemente a uniqueness dessas empresas, ou seja, os atributos que as fazem únicas. Essas características diferenciadoras podem estar na história da instituição, em seu campus, em sua proposta de valor, em seu posicionamento ou em seu propósito. Trata-se de uma promessa ao candidato. Cada universidade faz um trabalho exaustivo de escavar aquilo que a faz diferente e, na comunicação, cada uma adota uma linguagem própria.


O trabalho de sedução perpassa diversas fases do ingresso de um candidato em uma instituição. “Primeiro, eles querem alunos para passar pelo processo de admissão. Assim como no Brasil, uma parcela é aprovada, mas a briga pelo uniqueness continua, porque os candidatos costumam passar para mais de uma entidade. Começa, então, um trabalho de demonstração de que a escola é diferente das demais, não apenas pela excelência educacional, porque isso é default”, explica Cecilia.

2. Branding se constrói com boas e verdadeiras histórias
As universidades dos Estados Unidos não perdem oportunidades de contar histórias para seus alunos/clientes e, assim, envolvê-los e convencê-los a realizar a matrícula, após a aprovação no processo seletivo. Não só no setor de educação, as empresas brasileiras costumam falhar muito neste ponto. “As marcas precisam ser como a Sherazade, das 1.001 Noites. Ela contava histórias e deixava um suspense no fim para que o sultão não a matasse antes do raiar do dia. Contar uma história que se renova é fundamental para uma marca. É disso que sobrevivem”, garante Jaime Troiano.


Os sócios brasileiros puderam conhecer um pouco do storytelling das instituições ao buscarem uma universidade para o filho que terminou o High School. No dia seguinte ao jovem ser aprovado em uma das entidades, ele recebeu em casa um CD com músicas natalinas cantadas pela orquestra da escola. Depois de 15 dias, um vídeo com uma mensagem do presidente da universidade foi enviado para o e-mail do jovem.

Quando o ainda candidato fez uma visita a uma das instituições para as quais passou, encontrou uma placa com seu nome na vaga do estacionamento. Ele também recebeu, em casa, uma simulação de um diploma o declarando formando de 2019. Há um processo permanente de histórias sendo contadas. “Isso tudo mesmo ele ainda sendo apenas um candidato. Eles estão dizendo: nós queremos você aqui conosco”, ressalta Jaime Troiano.

3. Branding se alimenta da experiência envolvente com stakeholders
Além do consistente storytelling, entretanto, é preciso fazer mais, como investir em brand experience. As promessas não podem ficar apenas no discurso. “Assim como os restaurantes abrem suas cozinhas para os clientes vivenciarem o que é preparar um prato, as universidades também abrem suas portas de maneira incrível. Existe tour em todas as instituições, pelo menos dois deles ao dia. 


O objetivo é te colocar na experiência da marca da forma mais plena possível”, explica Cecília, que já visitou algumas das escolas para as quais o filho foi aprovado.
As ações são realizadas antes dos processos seletivos e após a aprovação. Os pais podem passar dois dias na universidade, em um processo de pré-orientação, antes mesmo da matrícula. O candidato assiste a aulas, conversa com professores, conhece o refeitório e o dormitório. “É uma oportunidade de viver a escola para além do folder e do site”, complementa Cecília.

4. Branding se expressa também pelas pessoas. Elas representam as marcas, mais do que um simples crachá
O atendimento por parte de representantes de uma empresa pode ser decisivo na conquista e fidelização de um cliente. Em uma universidade, não é diferente. 


Nas instituições norte-americanas, o candidato e sua família não conversam apenas com funcionários de um setor, como o de admissão. E todos os interlocutores tem nome, e-mail, telefone. O canal para comunicação permanece, assim, sempre aberto. O vínculo é construído e mantido, o que faz com que o candidato se sinta amparado.

5. Branding não tem folga, nem fim de semana, nem hora
As universidades precisam estar sempre disponíveis para ajudar um candidato, aluno ou ex-aluno. Para isso, devem acompanhar o ritmo deles, que já não é o das pessoas de algumas décadas atrás. Muitas vezes, a solicitação não pode esperar o Natal ou o carnaval passar para ter uma resposta. 


E as instituições dos Estados Unidos espelham esse comportamento dos indivíduos. “Elas estão disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana, seja por telefone ou um chat online. É impressionante a disponibilidade que as marcas colocam a serviço do relacionamento e da acentuação dos laços”, destaca Cecília.

6. Branding na boca do outro vale mais
Além de todos os pontos de contato institucionais e as visitas à universidade, as instituições norte-americanas ainda entendem que a recomendação vale ouro. Por isso, elas se colocam à disposição para ajudar os candidatos a conversarem com alunos, ex-alunos e os familiares deles. “Esses interlocutores são importantes ao falarem que a promessa é real. É possível que uma mãe ligue para a sua casa e converse contigo de forma desprendida, dando um depoimento que parece muito verdadeiro”, ressalta Jaime Troiano.


A família recebeu uma carta digitada em letras que imitam a escrita à mão, sem qualquer logotipo da universidade no papel e com o depoimento de um pai sobre a vivência do filho na universidade. Abaixo da assinatura, havia o telefone dele, para caso o candidato quisesse ligar e tirar mais dúvidas ou conversar mais. “A pessoa está tão envolvida com a experiência do filho com a instituição que dá uma espécie de testemunho de vida, sem ganhar nada por isso”, afirma Jaime Troiano.

7. Branding gera resultados, afinal marcas são supremas ferramentas de negócio
Todo esse investimento em branding e em storytelling não pode ser apenas um show pirotécnico, ou tudo irá por água abaixo. Não existe Marketing sem resultado, já que ele é fundamento de negócios e não poesia ou apenas um desenho bonito. “O branding é verbo, precisa ir para o dia a dia para gerar resultados. Ele depende de ação para que a história que está sendo contada seja real”, conclui Cecília.


Assista ao hangout completo com Jaime Troiano e Cecília Russo, Sócios do Grupo Troiano, em entrevista à TV Mundo do Marketing.


Leia também: Lições de Branding para Universidades. Pesquisa no Mundo do Marketing Inteligência. Conteúdo exclusivo para assinantes.

Branding | Educação | Planejamento Estratégico

Empresas aderem ao Dia Mundial da Água




"Em 2015, recurso natural torna-se pauta de diversas ações de Marketing e, no dia 22 de março, tema passa a ser discutido de forma mais efetiva pelas companhias."



** Por Priscilla Oliveira, do Mundo do Marketing | 20/03/2015



A crise hídrica que assola algumas regiões do Brasil despertou um alerta não apenas na população e nos órgãos governamentais, como também nas empresas. Nos últimos meses, o recurso natural tornou-se pauta de diversas ações de Marketing e, no Dia Mundial da Água, celebrado nas proximidades do dia 22 de março, o tema passou a ser discutido de forma mais efetiva pelas companhias. Essa é a primeira vez que a data ganha destaque entre as marcas, principalmente porque a falta do líquido vem prejudicando algumas produções.

Mesmo que indiretamente, todas as indústrias e setores da economia são responsáveis pelas maneiras com que utilizam a água – em composição, lavagem ou impacto ambiental. Para amenizar os possíveis arranhões na imagem ou até para adquirir uma postura ativa para mudar a situação no país, as empresas desenvolveram campanhas específicas, em que o recurso é o ator principal.

Uma das companhias que desenvolveu ações para a data foi o Submarino, que criou o hotsite “Aqua-friendly”, que apresenta soluções para o consumidor utilizar a água de forma mais consciente.  O cliente pode descobrir, por exemplo, que há duchas com potências econômicas, que gastam cerca de 65% a menos de água e energia. 

Ou ainda, as lavadoras de roupa com função de lavagem inteligente, os barbeadores e depiladores elétricos, que não precisam de água ou espuma, além dos higienizadores a vapor e torneiras com arejadores, que diminuem o consumo e a vazão de água. Nesta página, o internauta encontra todas as ofertas de itens que ajudam a não desperdiçar água.

O Shopping 3, em São Paulo, também preparou uma campanha, cuja realização será feita na Avenida Paulista. Nesta sexta, dia 20, o público que circula pela via poderá conferir uma escultura temática com a mensagem “AMO SP”, composta por um coração gigante que parece estar cheio de água, acompanhado do letreiro tridimensional com a sigla SP. 

A criação da obra utilizou adesivagem vinílica para lembrar o líquido. A escultura “AMO SP” não tem data para ir embora e, ao longo do ano, poderá ser tematizada por outras datas festivas ou questões de relevância social. A ação se completa com a distribuição ao público de folhetos contendo dicas para conscientização e garrafinhas de água mineral com a logomarca do shopping.
Já a Paraná Clínicas Planos de Saúde Empresariais e o Hospital Santa Cruz, em Curitiba, criaram a Campanha da Água, em parceria com agência Ideorama. As peças de comunicação visual foram desenvolvidas com o objetivo de valorizar e trazer à tona reflexões acerca desse recurso natural, que se encontra cada vez mais limitado. 

Foram elaborados círculos coloridos que criam áreas de destaque e hierarquia para informação. A arte conta com a ilustração de uma torneira, fazendo uma ligação direta com o conceito de poupar água. Já a gota reflete o Mapa Mundi, outro ícone certeiro que associa a nossa existência no planeta com a presença do recurso.

Setor automotivo
As montadoras e empresas de serviços com foco em automóveis também prepararam campanhas para o dia 22 de março.  A Mercedes-Benz realizou uma ação dentro de sua fábrica de caminhões e ônibus instalada em São Bernardo do Campo, São Paulo, objetivando atrair a atenção dos colaboradores para informações atuais de como contribuir com a economia de água.


Entre as ações está a parceria com a Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo -, que durante três dias atuou com informações de combate ao desperdício nas saídas dos restaurantes de funcionários. 


A fabricante também enfatiza medidas de redução de água em todas as áreas para atingir as metas de racionalização. A companhia já trabalha com sustentabilidade há mais de 10 anos, que permitiram a redução de 20% de gasto do bem nesse período.

A Volkswagen também já atua a longo prazo em iniciativas para o meio ambiente. No próximo domingo, a montadora comemora a redução de cerca de 11% de água por veículo produzido em suas quatro fábricas no Brasil. A economia foi registrada ao comparar o fechamento de 2014 com 2010 e está alinhada ao programa mundial da Volkswagen “Think Blue. 

Factory.”, que tem a meta de reduzir em 25% o consumo de água e energia, a destinação de resíduos do processo produtivo a aterros e as emissões de CO2 e de solventes até 2018, em todas as fábricas no mundo.

A montadora conta com diversos sistemas de captação de água. Entre as iniciativas mais criativas, está um projeto da fábrica Anchieta que reaproveita 22 mil litros de água industrial por mês, a qual é utilizada para resfriar equipamentos do processo industrial.

Na área de serviços, a Acquazero, rede de franquias especializada em estética automotiva ecológica, aproveita o Dia Mundial da água para reforçar sua missão. Um dos carros chefes da empresa é a lavagem sustentável. A rede utiliza apenas 300 ml de água, enquanto a comum utiliza cerca de 300 litros. 

Além disso, todos os serviços são realizados com produtos totalmente biodegradáveis. A companhia espera que, com o movimento de adesão à sustentabilidade, mais empreendedores se interessem em trabalhar com esse modelo de franquia.