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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Sem a Amazon, Jeff Bezos vai buscar acelerar empresa de viagens espaciais Blue Origin

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Fundador da Amazon deixará cargo de CEO para investir em outros projetos. Empresa de tecnologia espacial criada em 2000, rival da SpaceX, de Elon Musk, é um dos novos focos do bilionário. 
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TOPO
Por Reuters  
08/02/2021 15h01 -  Atualizado há 45 minutos
Postado em 08 de fevereiro de 2021 às 15h50m

  *.- Post.N. -\- 3.952 -.*  

Jeff Bezos em um protótipo de cápsula lunar da Blue Origin. A imagem de arquivo é de 5 de abril de 2017, no Colorado — Foto: Isaiah J. Downing/Reuters/Arquivo
Jeff Bezos em um protótipo de cápsula lunar da Blue Origin. A imagem de arquivo é de 5 de abril de 2017, no Colorado — Foto: Isaiah J. Downing/Reuters/Arquivo

Livre de suas obrigações diárias na Amazon, Jeff Bezos deve aumentar seu foco sobre sua empresa de viagens espaciais, Blue Origin, disseram fontes da indústria. A empresa enfrenta um ano importante e uma competição feroz da SpaceX, de Elon Musk.

Bezos, de 57 anos, entusiasta do espaço ao longo da vida, ele disse na semana passada que está deixando o cargo de CEO da empresa de comércio eletrônico para se concentrar em projetos pessoais.

A Blue Origin ficou muito atrás da SpaceX em transporte orbital e perdeu para a SpaceX e a United Launch Alliance (ULA) bilhões de dólares em contratos de lançamentos espaciais do governo dos Estados Unidos que começam em 2022. A ULA é uma joint venture da Boeing e Lockheed Martin.

Agora, a Blue Origin está lutando para ganhar terreno ante a SpaceX e a Dynetics para desenvolver uma nova sonda lunar para o esforço multibilionário da Nasa em fazer uma viagem tripulada para a Lua em alguns anos.

Jeff Bezos, fundador da Amazon e da Blue Origin, em foto de arquivo de junho de 2019, em Boston — Foto: Katherine Taylor/Reuters/arquivo
Jeff Bezos, fundador da Amazon e da Blue Origin, em foto de arquivo de junho de 2019, em Boston — Foto: Katherine Taylor/Reuters/arquivo

Ganhar o contrato da sonda lunar - e executar seu desenvolvimento - são vistos por Bezos e outros executivos como vitais para a Blue Origin se estabelecer como uma parceira desejada para a Nasa, e também colocar a Blue no caminho para obter lucro, disseram as fontes.

Com fluxos de receita limitados, Bezos tem liquidado cerca de US$ 1 bilhão em suas ações da Amazon anualmente para financiar a Blue, que ele disse em 2018 que era o "trabalho mais importante" que ele estava fazendo.

Espera-se que a Nasa deixe o contrato do módulo lunar para apenas duas empresas até o final de abril, aumentando a pressão enquanto a Blue Origin trabalha com problemas como o desperdício de milhões de dólares em compras e desafios técnicos e de produção, disseram as fontes.

Uma das lutas de desenvolvimento que a Blue tem enfrentado é conseguir que o módulo de pouso seja leve e pequeno o suficiente para caber em um foguete disponível comercialmente, disseram duas pessoas informadas sobre o desenvolvimento.

Quem é Andy Jassy, novo CEO da Amazon
Quem é Andy Jassy, novo CEO da Amazon

Outra fonte, no entanto, disse que a Blue modificou seu projeto desde que recebeu o contrato inicial em abril passado e que o projeto atual se encaixa em um número adicional de foguetes disponíveis e futuros, incluindo o Falcon Heavy, de Musk, e o Vulcan, da ULA.

"Ele (Bezos) vai colocar a Blue Origin em velocidade de hiperdrive", disse uma fonte sênior da indústria com conhecimento das operações da Blue.

O presidente e fundador da Amazon, Jeff Bezos, apresenta o módulo lunar Blue Moon, de sua empresa de exploração espacial Blue Origin, durante evento em Washington, nos EUA. Foto de maio de 2019 — Foto: Clodagh Kilcoyne/Reuters
O presidente e fundador da Amazon, Jeff Bezos, apresenta o módulo lunar Blue Moon, de sua empresa de exploração espacial Blue Origin, durante evento em Washington, nos EUA. Foto de maio de 2019 — Foto: Clodagh Kilcoyne/Reuters

Bezos vs. Musk

Fundada em 2000, a Blue Origin se expandiu para cerca de 3.500 funcionários e tem grandes instalações de fabricação e lançamento no Texas, Flórida e Alabama.

O ambicioso portfólio da empresa inclui a venda de viagens turísticas suborbitais ao espaço, serviços de lançamento de cargas pesadas para satélites e o módulo de pouso - nenhum dos quais ainda é totalmente viável comercialmente.

Em comparação, a SpaceX de Musk, fundada dois anos após a Blue Origin, lançou seus o Falcon 9 mais de 100 vezes, o foguete operacional mais poderoso do mundo - Falcon Heavy - três vezes e transportou astronautas para a Estação Espacial Internacional.

Nave da SpaceX aguarda lançamento do Cabo Canaveral, na Flórida, nos EUA, em maio de 2020 — Foto: NASA via AP
Nave da SpaceX aguarda lançamento do Cabo Canaveral, na Flórida, nos EUA, em maio de 2020 — Foto: NASA via AP

A SpaceX disse na semana passada que tinha 10.000 usuários de seu serviço de banda larga baseado em satélite, Starlink, que Musk diz que fornecerá financiamento importante para desenvolver seu foguete para missões à Lua e, eventualmente, para Marte.

A Blue também espera um fluxo constante de receita para seu foguete New Glenn - programado para estrear no final deste ano - e da constelação de cerca de 3.200 satélites da Amazon apelidada de Projeto Kuiper, dizem as fontes.

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O que é Clubhouse? Saiba mais sobre a rede social de conversas por áudio

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Interesse pelo app disparou na última semana após participações de personalidades como Elon Musk e Boninho.  
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Por G1  
08/02/2021 13h11 Atualizado há 2 horas
Postado em 08 de fevereiro de 2021 às 15h15m

  *.- Post.N. -\- 3.951 -.*  

Aplicativo Clubhouse por enquanto é exclusivo para iPhone. — Foto: Reuters/Florence Lo
Aplicativo Clubhouse por enquanto é exclusivo para iPhone. — Foto: Reuters/Florence Lo

O interesse pelo Clubhouse, rede social baseada em conversas por voz, disparou nos últimos dias. As buscas pelo app no Google cresceram 525% em uma semana, segundo o próprio buscador.

Exclusivo para iPhones e limitado para pessoas com convite, a fama do app tomou forma quando Elon Musk, homem mais rico do mundo, participou de conversas na plataforma.

Outras personalidades como Oprah Winfrey, Drake e Ashton Kutcher também já entraram na onda. No Brasil, Boninho, o diretor do Big Brother Brasil, também alavancou o interesse pelo app ao conversar sobre o reality show.

Saiba mais sobre a novidade:

Como funciona o Clubhouse?

O Clubhouse é baseado em áudio, com diversas salas de bate-papo com duração pré-determinada. Não há fotos ou vídeos, a não ser as imagens do perfil de cada pessoa.

Na maioria das vezes, os ambientes são definidas por temas, mas é possível criar espaços livres, para chamar os amigos e falar sobre vários assuntos.

Em salas menores, todos os participantes podem ficar com o microfone aberto.

Nos eventos maiores, um moderador controla o fluxo da conversa e é possível pedir para falar com um emoji de "mão levantada".

O limite para ouvintes é de 5 mil pessoas simultâneas, não há opção de gravar conversas, e elas não ficam armazenadas dentro da plataforma – com exceção de quando um usuário relata algum abuso dos termos de uso, segundo o app.

Como conseguir um convite?

Por enquanto, o Clubhouse só está disponível para iPhones e é preciso ter um um convite para entrar.

Os interessados podem baixar o app e entrar em uma lista de espera, que é sincronizada com os contatos do celular. Caso algum amigo já esteja dentro da plataforma, ele consegue permitir a entrada na rede.

Apesar da exclusividade para celulares da Apple, os desenvolvedores disseram em janeiro que começariam a trabalhar em uma versão para Android "em breve".

O que Elon Musk tem a ver com o Clubhouse?

O crescimento da plataforma disparou depois que Elon Musk participou de uma conversa inesperada no app.

O bilionário participou de um evento regular do Clubhouse chamado The Good Time Show, comandado pelo casal Sriram Krishnan e Aarthi Ramamurthy, em 31 de janeiro.

Depois de responder questões sobre colonização de Marte, seu interesse por criptomoedas e sobre a distribuição de vacinas, Musk convidou o presidente-executivo da plataforma de investimentos Robinhood para falar.

A interação entre os dois empresários na plataforma aconteceu em meio a um intenso interesse por notícias sobre a Robinhood, envolvida em uma batalha no mercado de ações entre pequenos investidores e grandes fundos de Wall Street.

A sala em que Musk estava rapidamente alcançou o limite de 5 mil ouvintes. Desde então, o interesse disparou.

Só no Brasil, as buscas pelo Clubhouse saltou 525% entre 30 de janeiro e 6 de fevereiro, na comparação com a semana anterior.

Censura na China

O Clubhouse chamou a atenção de usuários chineses, que viram uma oportunidade de conversar sobre temas que são censurados nas redes sociais do país. O interesse chamou a atenção do governo, que bloqueou o aplicativo nesta segunda-feira (8) no país.

Nas últimas semanas, convites para a plataforma estavam sendo vendidos no marketplace de produtos usados Idle Fish, da gigante do comércio eletrônico Alibaba.

Quem criou o Clubhouse?

O app foi criado por Rohan Seth, ex-funcionário do Google, e por Paul Davidson, empresário do Vale do Silício.

Em uma publicação no blog oficial, os fundadores contam que se conheceram em 2011 por meio de um amigo em comum e experimentaram várias ideias até chegar ao que viria a ser o Clubhouse.

O app foi lançado em março de 2020, mas o uso disparou no início desse ano.

Os criadores descrevem o app como um "novo tipo de produto social baseado na voz, permitindo que pessoas em todos os lugares falem, contem histórias, desenvolvam ideias e criem amizades ao redor do mundo".

A mais recente rodada de financiamento no Clubhouse aconteceu em 24 de janeiro, liderada pela empresa de capital de risco Andreessen Horowitz. O investimento avaliou a companhia em US$ 1 bilhão, segundo o site especializado em tecnologia "Axios".

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