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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Memória RAM da Fujitsu promete ser até mil vezes mais rápida


Filipe Garrett
por
Para o TechTudo
02/09/2016 07h00 - Atualizado em 02/09/2016 07h00
Postado em 30 de setembro de 2016 às 23h50m

A Fujitsu afirma que dará início a fabricação de um novo tipo de memória RAM, que usa nanotubos de carbono e pode atingir velocidades até mil vezes maior do que as possíveis nas memórias DRAM atuais. 

Batizadas de NRAM em virtude do uso dos nanotubos, os componentes devem começar a aparecer no mercado em 2018, permitindo competir com uma série de outros padrões sendo testados e desenvolvidos no momento, como o 3D Xpoint da Intel, HBM e outros.

Memória RAM DDR4 da Galax é a mais rápida da atualidade com 4.000 MHz
É importante entender o papel da Fujitsu no desenvolvimento e fabricação desses novos módulos de memória RAM. A empresa japonesa fabrica os chips, com tecnologia desenvolvida pela Nantero, que depois podem ser adquiridos por marcas que efetivamente produzem e comercializam memórias.
Tecnologia NRAM, desenvolvida por uma empresa chamada Nantero, será fabricada em massa pela Fujitsu (Foto: Divulgação/Nantero)
Tecnologia NRAM será fabricada em massa pela Fujitsu 
(Foto: Divulgação/Nantero)

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Os  nanotubos de carbono são estruturas que permitem construção de microchips mais rápidos, eficientes e com menor tendência de consumo de energia. Outra vantagem decisiva em favor do material é a resistência ao desgaste. Enquanto uma célula de memória pode ter um ciclo de vida medido em 100 mil ciclos de escrita (ponto a partir do qual o hardware começa a apresentar falhas na retenção de dados), os nanotubos acenam com a perspectiva de vida útil infinita.

Segundo a Fujitsu, será possível criar módulos de memória RAM DDR4 compatíveis com computadores atuais usando chips NRAM. Nesse cenário, contudo, a alta velocidade do novo padrão acabaria subaproveitada, já a interface DDR4 simplesmente não consegue acompanhar toda a velocidade possível no NRAM.
O mercado para novas tecnologias de memória anda bem agitado em virtude das necessidades crescentes que acompanham a popularização de novas tecnologias e padrões de consumo, como a realidade virtual e conteúdo em 4K. Exemplo disso são as memórias Xpoint, prometidas para 2016 pela Intel.

A janela para o lançamento comercial dessa tecnologia deve ocorrer em 2018. A expectativa, como é comum em grandes saltos de padrões tecnológicos referentes a computadores, é que a novidade desembarque primeiro em grandes data centers e em servidores altamente especializados.

Via PC World

Nvidia ou AMD? Saiba qual marca tem a melhor placa de vídeo para notebook


Filipe Garrett
por
Para o TechTudo

28/08/2016 06h00 - Atualizado em 28/08/2016 06h00
Postado em 30 de setembro de 2016 às 23h00m

Para muitos consumidores, a hora de escolher um novo notebook envolve a decisão de comprar, ou não, uma versão que apresente placa de vídeo dedicada. Nesse sentido, há opções das fabricantes NVIDIA e AMD no mercado nacional, com uma com foco em diferentes públicos.

Polaris, Vega e Pascal: conheça as arquiteturas gráficas da AMD e Nvidia
A Nvidia, por exemplo, tem maior presença que a AMD e conta com placas que vão de modelos gamers poderosos até placas de entrada feitas para usuários com nível de exigência mais baixo. No comparativo abaixo, saiba qual marca leva vantagem na escolha de uma peça para notebook: Nvidia ou AMD.

Alto desempenho: Nvidia
GPUs gamers para notebooks da Nvidia são superiores às da AMD (Foto: Divulgação/Nvidia)
GPUs gamers para notebooks da Nvidia são superiores às da AMD
 (Foto: Divulgação/Nvidia)

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Em geral, as placas de alta performance da Nvidia são um pouco superiores porque equilibram melhor o desempenho com o consumo de energia, aspecto crucial de uma placa limitada pelo fornecimento de energia do notebook.

Essa realidade acaba se manifestando de forma decisiva no fato de que notebooks gamers disponíveis no Brasil contam apenas com placas de vídeo da Nvidia. Embora muitos deles estejam um pouco atrasados, com modelos de duas gerações atrás, como a Geforce GTX 860M.

É claro que comprar um notebook para jogos com uma placa tão antiga é uma decisão de compra que, em si, levanta uma série de questões. Entretanto, dada a ausência da AMD nessa faixa, a vitória entre modelos de alta performance recai sobre a Nvidia.

Placas intermediárias: empate
Placas da AMD, usadas pela Dell em notebooks Inspiron, têm boa performance (Foto: Divulgação/Dell)
Placas da AMD, usadas pela Dell em notebooks Inspiron, 
têm boa performance (Foto: Divulgação/Dell)

O ponto mais interessante das placas de vídeo dedicadas para notebooks é o que cobre a faixa de preços de R$ 2.000 em diante, em que já é possível encontrar produtos com GPUs de entrada, como a Geforce GT 920M da Nvidia e a Radeon R5 M230 da AMD.

Essa faixa de mercado é muito interessante porque os preços são mais realistas em computadores que despertam o interesse do consumidor por oferecer acesso a entretenimento e poderio de processamento para softwares pesados alavancado pela presença de uma GPU, mesmo que o chip gráfico em questão nem seja tão poderoso.

O empate aqui é determinante porque, nesse espaço, a AMD consegue bastante representatividade. Os produtos da Advanced Micro Devices são os preferidos da Dell no atual ciclo de produtos da marca e marcam presença em alguns computadores da Lenovo também. Além disso, as GPUs intermediárias da AMD são as que equipam todos os atuais MacBooks Pro com placa de vídeo dedicada.

Oferta: Nvidia
MacBooks Pro atuais usam GPUs da AMD (Foto: Divulgação/Apple) (Foto: MacBooks Pro atuais usam GPUs da AMD (Foto: Divulgação/Apple))
MacBooks Pro atuais usam GPUs da AMD (Foto: Divulgação/Apple)

Tanto a AMD como a Nvidia são bem representadas no mercado brasileiro em termos de notebooks. Há opções de modelos de grandes marcas que usam as duas, embora haja uma tendência em favor da AMD em produtos atuais da Dell, enquanto que Samsung, Acer e Asus usam modelos da Nvidia. A Lenovo tem modelos com placas das duas marcas, mas há mais opções com chips da Nvidia no momento.

A Nvidia sai na frente porque está associada a mais fabricantes. Embora a AMD seja representada por menos marcas, a companhia se beneficia do fato de que a Dell tem uma quantidade maior de notebooks equipados com suas placas Radeon R7.

Consumo: Nvidia
O consumo de energia é fundamental em termos de notebooks, já que nesse tipo de formato espera-se que o computador seja capaz de funcionar longe da tomada por períodos longos de tempo. Placas de vídeo dedicadas em laptops sempre são vilãs nesse sentido, já que o componente é desenvolvido para atingir alta performance de processamento e isso acaba sendo negativo para a autonomia.
Nos últimos anos, tanto AMD como Nvidia vêm desenvolvendo novos chips gráficos com menor apetite para diminuir o consumo de suas unidades. A AMD progrediu nesse campo, mas o fato é que as placas da Nvidia são, em geral, muito mais econômicas: os dispositivos se beneficiam de arquiteturas mais eficientes, esquentam menos e representam consumo menor.

Em números, uma GPU como a GT 940M, entre as mais comuns da Nvidia no mercado do Brasil (presente em notebooks da Asus, Lenovo e Samsung), tem TDP de 30 watts (número indica a quantidade de energia que a placa desperdiça na forma de calor; se desperdiça mais, ela gasta mais e é menos eficiente).
Sua concorrente direta é a Radeon R7 M265, usada pela Dell em diversos modelos Inspiron.

A placa da AMD é sensivelmente mais lenta, mas mesmo assim gasta mais, com 35 watts de TDP. Se esse comparativo estivesse relacionando GPUs de desktop, a diferença de apenas 5 watts seria praticamente irrelevante, mas, em notebooks, qualquer gasto a mais pode comprometer a autonomia da máquina.

Preços: empate
Asus X555LF usa a Geforce 920M, uma das mais fáceis de achar no Brasil (Foto: Divulgação/Nvidia) (Foto: Asus X555LF usa a Geforce 920M, uma das mais fáceis de achar no Brasil (Foto: Divulgação/Nvidia))
Asus X555LF usa a Geforce 920M, uma das mais fáceis 
de achar no Brasil (Foto: Divulgação/Nvidia)

É comum que a presença de uma placa de vídeo dedicada a bordo seja determinante para a decisão de compra. Entretanto, os preços não são tão afetados pelas placas. A partir do momento que o consumidor decide por investir em um notebook com uma GPU dedicada, a faixa de preço fica centrada em valores que começam em R$ 2.000 para computadores mais simples, equipados com a GT 920M, placa de entrada da Nvidia preferida pelos fabricantes em atuação no mercado brasileiro.

A partir daí, claro, os preço sobem bastante, mas são mais afetados pelo conjunto do produto do que pela existência de uma placa melhor: um aparelho com a 940M, placa superior, pode sair por R$ 3.000, mas nesse pacote, inevitavelmente, o usuário estará levando para casa mais memória RAM e, na maioria dos casos, processador melhor também.

O mesmo vale para as opções com AMD. No caso da Dell, a R7 M265 aparece em vários modelos Inspiron, mas sua presença não parece ser determinante no preço do computador, enquanto que processadores melhores, memória RAM e resolução de tela sim.

Como trocar a placa de vídeo do notebook? Comente no Fórum do TechTudo.

Conclusão
A Nvidia tem alguma vantagem nessa análise porque está associada a mais fabricantes. Além disso, seus produtos são mais econômicos, algo fundamental em notebooks.

Na prática, a AMD marca presença em computadores da Dell, em poucos aparelhos da Lenovo, e é unanimidade nos MacBooks Pro atuais. Se você tem alguma preferência por qualquer um desses fabricantes, é importante conhecer mais sobre as Radeon para escolher a versão correta para as suas necessidades.

Quem não é fidelizado a nenhum fabricante, no entanto, deve tender a escolher a Nvidia. O consumo é peça chave, mas a sua participação maior no mercado significa que as placas da marca aparecem com maior frequência, seja no formato gamer, seja em unidades mais voltadas para o uso geral, focadas em entretenimento e em games menos exigentes, como as campeãs de preferência GT 920M e GT 940M.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Aparelho funciona como roteador 4G e carregador portátil de 5 mil mAh


Raquel Freire
por
Para o TechTudo

29/09/2016 07h00 - Atualizado em 29/09/2016 07h00
Postado em 29 de setembro de 2016 às 23h35m

GeeFi é o nome de um gadget multifuncional, que cabe no bolso, e está fazendo sucesso no Kickstarter. Sem usar chip de qualquer operadora, o aparelho opera em redes 4G de mais de 100 países, funcionando como roteador Wi-Fi para que até 10 dispositivos se conectem a ele.

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Não bastando isso, o GeeFi exerce o papel de carregador portátil com capacidade de 5.000 mAh. Suas características o colocam como um aparelho ideal para levar em viagens internacionais, onde encontrar Internet e tomadas compatíveis pode ser um problema constante.
Aparelho funciona como roteador 4G e carregador portátil (Foto: Divulgação/GeeFi)
Aparelho funciona como roteador 4G e carregador portátil 
(Foto: Divulgação/GeeFi)

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O segredo funcionamento do GeeFi está nos GeePasses. Em vez de usar cartões SIM – o que implica em taxas de roaming ou restrições de dados -, o gadget acessa a rede 4G por meio desses passes, comprados pelo usuário após criar conta no site do GeeFi. Cada GeePasses custa US$ 10 (cerca de R$ 32) e dá direito a 24 horas de 4G ilimitado.

Uma vez comprado o tíquete virtual, basta o usuário ligar o GeeFi para visualizar o nome e senha da rede Wi-Fi. A partir daí é só conectar até 10 dispositivos móveis a ele, que podem ser celulares, tablets, notebooks ou qualquer outro gadget.
O sinal é fornecido por torres de celular. Isso significa que onde não há cobertura de operadora, o GeeFi não irá pegar. O funcionamento também depende do contrato da empresa com provedores de rede móvel locais; embora os desenvolvedores já estejam presentes em mais de 100 países, muitos estão de fora – inclusive o Brasil. Contudo, vale ressaltar que a estimativa é que o número de localidades cobertas dobre já no ano que vem.
Ideal para viagens, GeeFi é carregador de 5.000 mAh (Foto: Divulgação/GeeFi)
Ideal para viagens, GeeFi é carregador de 5.000 mAh 
(Foto: Divulgação/GeeFi)

O dispositivo trabalha suporta redes LTE, WCDMA e Wi-FI b/n/g (2,4 GHz). Sua velocidade de download no 4G é de 150 mbps, enquanto a de upload é de 50 mbps. Como já mencionado, GeeFi ainda é um carregador de 5.000 mAh, com dimensões de 145 x 85 x 15.6 mm e 210 g de peso.

No momento, o pacote mais barato disponível está sendo vendido a US$ 120 (R$ 380) no Kickstarter, onde a campanha fica aberta até 24 de outubro. Para entrega no Brasil, é necessário desembolsar mais US$ 16 (R$ 50) de frete. O envio será feito a partir de dezembro.

Via Kickstarter e GeeFi

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Samsung Gear S3 aparece na IFA 2016 com GPS e caixa de som


Viviane Werneck
por
Da redação

31/08/2016 13h15 - Atualizado em 02/09/2016 18h49
Postado em 28 de setembro de 2016 às 23h50m

Como já era esperado, o relógio inteligente Gear S3 é o grande destaque da Samsung, durante sua conferência na IFA 2016 – feira de tecnologia que acontece em Berlim (Alemanha), entre os dias 1 a 6 de setembro. A empresa sul coreana apresentou dois modelos do smartwatch: Gear S3 Classic e Gear S3 Frontier.

IFA 2016: conheça todas as novidades na cobertura completa no TechTudo
A promessa é de uma bateria mais duradoura para que o relógio "nunca desligue". A Samsung promete entre três e quatro dias de uso após somente uma carga. Em comparação, o Apple Watch possibilita dois dias. Sobre os dois novos modelos de design, a ideia do S3 Frontier é ter um estilo mais aventureiro, enquanto o S3 Classic tem um ar mais discreto e empresarial.

De acordo com a Samsung, as pessoas que já tem um relógio são aquelas mais inclinadas a comprar um relógio smart. Isso se levarmos em consideração que o uso do relógio de pulso não é mais tão massivo quanto antigamente. 

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Resistente a água
Sobre a qualidade do material usado nos novos relógios, a fabricante afirma que o produto é feito do mesmo aço presente nos relógios tradicionais. Os dois modelos do Gear S3 terão pulseiras e faces personalizáveis, para que os consumidores usem o relógio para expressar sua individualidade. 

Os relógios são resistentes a quedas, com tela Gorilla Glass, e à água, com certificação IP68. Vale lembrar que o Gear S2 já podia ficar submerso.
Samsung Gear S2 e Samsung Gear S3 (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)
Samsung Gear S2, à esquerda, em comparação ao 
Samsung Gear S3, à direita (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)

Mais funções, mais smart
Ambos os Gear S3 terão bluetooth, GPS e acelerômetro embutidos. Além disso, será possível fazer comprar via Samsung Pay, direto do relógio. 

E mais, segundo a Samsung, o usuário poderá atender chamadas e falar pelo próprio smartwatch, além de escutar músicas (sincronizando com o Spotify), calendário dentre outras opções.
Segundo a assessoria da Samsung no Brasil, ainda não há previsão do Gear S3 chegar ao país.

Qual é o melhor relógio com Android Wear?
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* Colaborou Thássius Veloso

Aparelho promete criar bolha de privacidade e reduzir ruídos do ambiente


João Kurtz
por
Para o TechTudo

24/09/2016 07h00 - Atualizado em 24/09/2016 07h00
Postado em 28 de setembro de 2016 às 23h15m

O Muzo é um dispositivo que promete acabar com os problemas de quem vive cercado por barulho. O aparelho é capaz de detectar o som ambiente e produzir ondas sonoras que o abafam, criando um meio mais silencioso e com menos ruídos. 

Segundo os desenvolvedores, o gadget também pode criar uma espécie de bolha de privacidade para pessoas estranhas não escutarem sua conversa em restaurantes ou locais públicos.

Sistema de segurança smart cabe na palma da mão e alerta para movimentos
O eletrônico funciona ao ser anexado a janelas ou outras superfícies planas que facilitem a propagação das ondas sonoras. A intensidade pode ser controlada facilmente através de um aplicativo para smartphones Android ou iPhone (iOS).
Muzo cria área privada para impedir que conversas possam ser ouvidas por terceiros (Foto: Reprodução/Indiegogo)
Muzo cria "bolha" para impedir que conversas sejam ouvidas 
por terceiros (Foto: Divulgação/Celestial Tribe)

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Toda a tecnologia fica armazenada em uma pequena caixa de 32 x 75 x 165 mm com peso de cerca de 350g. O Muzo se conecta nos smartphones através de Bluetooth 4.0 e possui bateria recarregável através de cabo microUSB com duração estimada de até 20h de uso, segundo a fabricante. O cabo também pode ser usado para atualizar o firmware quando necessário.

Ao ligar o aparelho o usuário pode escolher entre três modos. O primeiro deles, chamado Serenity, é usado para reduzir ruídos externos, criando um ambiente mais silencioso com o sistema de anti-vibração. Já o Sleep pode reproduzir sons que ajudam a dormir e, pela manhã, funcionam como alarme.
 
Há  ainda o modo Secret, criado para funcionar como uma espécie de bolha de privacidade, que permite que duas pessoas conversem sem medo de outros escutarem o que é falado. A área protegida também pode ser regulada através de aplicativo. 
Caixa de som promete bloquear som ambiente usando vibrações (Foto: Reprodução/Indiegogo)
Caixa promete bloquear som ambiente usando vibrações 
(Foto: Divulgação/Celestial Tribe)

A expectativa é que o gadget comece a ser entregue a partir de fevereiro de 2017. O dispositivo está à venda por a partir de US$ 159 (cerca de R$ 500), com frete adicional de US$ 15 (R$ 48) para entrega no Brasil.

Apesar da proposta interessante, o Muzo despertou desconfiança de alguns internautas. Discussões em fóruns mostram que os usuários não acreditam na funcionalidade, que lembra bastante aparelhos vistos em filmes de ficção científica.

O questionamento principal ocorre em relação a tecnologia usada para o cancelamento de ruídos, que só funcionaria eliminando algumas variáveis, como a posição do usuário, que precisa ser fixa para bloquear os sons corretamente.

Confira no vídeo abaixo o projeto do Muzo. 
Via Indiegogo e The Next Web

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Telit e Intel firmam parceria para desenvolver plataforma de IoT


Ana Rita Guerra, 
2016/09/27, 17:00
Postado em 27 de setembro de 2016 às 20h10m


A Telit, especialista em Internet das Coisas, assinou uma parceria com a Intel para o desenvolvimento da arquitetura de múltiplas plataformas para IoT Industrial.

A solução consiste em arquitetura e produtos de referência para implantações de ponta a ponta com a tecnologia Telit deviceWISE, que inclui uma extensa biblioteca de drivers e cloud readiness embutidos. A idéia é dar às empresas um salto instantâneo para o IoT Industrial.

No início deste ano, a Telit anunciou a formação de sua unidade de negócios voltada ao IoT Industrial e nossa parceria com a Intel cria uma nova forma para empresas implementarem a Internet das Coisas, afirma Fred Yentz, CEO da Telit IoT Platforms.  

O executivo elaborou sobre a arquitetura da plataforma deviceWISE, dizendo ter sido escolhida pela Intel por sua inteligência de ponta, conectividade pronta para a nuvem e integração para sistemas empresariais.
A colaboração entre Telit e Intel permite o monitoramento e controle remoto de máquinas, produção de diagnósticos e manutenção preventiva para todos os mercados e indústrias.

Esse é um setor em que a gigante de Santa Clara quer se afirmar rapidamente. Sua plataforma, Intel IoT, conecta legados e novos sistemas e ajuda na transmissão de dados entre dispositivos e a nuvem. O que as duas empresas oferecem agora,  Intel Iot Gateway Tecnology com deviceWise, permite soluções escaláveis e capazes de atender às necessidades de uma larga escala de aplicações. 

O ecossistema é fundamental para a estratégia IoT da Intel, diz Doug Davis, vice-presidente sênior do grupo Internet das Coisas da Intel. Parcerias com empresas como a Telit permitem à Intel fornecer blocos de construção chave aos nossos clientes para  para dimensionar e impulsionar o crescimento de suas soluções de Internet das coisas facilmente.

A Intel e a Telit publicaram conjuntamente um resumo do produto intitulado A Faster, Simpler Way to Turn Edge Data into a Business Asset (ou, em português, Um Jeito Rápido e Simples de Transformar Dados de Ponta em um Ativo de Negócios)

Os principais benefícios, dizem as empresas, é a alta performance, que permite análises em praticamente tempo real, a segurança e proteção de dados, a escalabilidade, capacidade de gerenciamento e implementação rápida e mais flexível.

Cibercriminosos de olho na biometria de caixas eletrônicos


Ana Rita Guerra, 
2016/09/27, 15:00
Postado em 27 de setembro de 2016 às 18h45m


Investigações da Kaspersky Lab revelam que a inclusão de autenticação biométrica em caixas eletrônicos está sendo vista por cibercriminosos como uma nova oportunidade de roubo de informações sigilosas.

A biometria é considerada pelas organizações financeiras uma das soluções mais promissoras na verificação de dados, e possível método a ser adotado em todos os terminais bancários. Envolve verificação de dados biológicos do cliente, como impressão digital, palma da mão e íris.

O método que os fraudadores usam para obter dados de cartões de crédito teve início com simples skimmers, isto é, dispositivos caseiros conectados ao terminal para roubar informações da fita magnética e o código PIN do cartão com ajuda de webcams ou teclados falsos. Ao longo do tempo, o design desses dispositivos foi aprimorado de modo a torná-los menos perceptíveis. 

Com a implementação de cartões de pagamento com chip e código, a clonagem foi dificultada. Porém, não foi impossibilitada, uma vez que a evolução também migrou para os golpes, ao serem criados os shimmers – artefatos muito parecidos, mas capazes de coletar informações suficientes do chip do cartão para realizar ataques de retransmissão online. Em resposta, o setor bancário tem usado novas soluções de autenticação, algumas baseadas na biometria.

De acordo com pesquisa realizada pela Kaspersky Lab no submundo do crime virtual, já existem pelo menos 12 vendedores oferecendo skimmers capazes de roubar impressões digitais das vítimas. E pelo menos três negociadores clandestinos estão pesquisando dispositivos para obter ilegalmente dados de sistemas de reconhecimento de impressões das palmas das mãos e da íris.

A primeira remessa de skimmers biométricos passou pela fase de testes pré-venda em setembro de 2015. Evidências coletadas pelos pesquisadores da Kaspersky Lab mostram que, durante avaliações iniciais, os desenvolvedores descobriram vários bugs. No entanto, o principal problema foi o uso de módulos GSM para a transferência de dados biométricos, considerada muito lenta para o grande volume de dados obtidos. Assim, novas versões dos skimmers usarão tecnologias de transferência de dados mais rápidas.

Também há sinais de discussões em comunidades secretas que indicam o desenvolvimento de aplicativos móveis baseados na colocação de máscaras sobre a face das pessoas. Com esse método, invasores podem pegar fotos de potenciais vítimas postadas nas mídias sociais e usá-las para enganar os sistemas de reconhecimento facial.

O problema da biometria é que, ao contrário das senhas ou dos códigos PIN que podem ser facilmente modificados quando afetados, é impossível alterar impressões digitais ou imagens de íris, explica Olga Kochetova, especialista em segurança da Kaspersky Lab. Ou seja, se suas informações forem comprometidas, este método de autenticação já não confiável. Por isso, é essencial manter seus dados protegidos e compartilha-los de modo seguro.

A especialista lembra que dados biométricos também são gravados nos passaportes eletrônicos e nos vistos. Se um invasor roubar este documento, além da certidão física, ele também terá os dados biométricos da vítima. A identidade da pessoa é roubada, avisa.

O uso de ferramentas capazes de comprometer dados biométricos não é a única ameaça virtual potencial aos caixas eletrônicos, segundo pesquisadores da empresa de segurança, uma vez que hackers continuarão realizando golpes como ataques baseados em malware, de caixa preta e de rede.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

BullGuard compra especialista em IoT Dojo Labs


Ana Rita Guerra, 
2016/08/17, 07:00
Postado em 26 de 2016 às 21h50m


A especialista em cibersegurança BullGuard anunciou a aquisição da Dojo Labs, uma empresa dedicada à segurança na Internet das Coisas (IoT).

Os termos do negócio entre a empresa britânica BullGuard e a startup israelense não foram revelados. Já este ano, a Dojo Labs foi nomeada Cool Vendor em casa conectada pelo Gartner, um reconhecimento das suas ofertas de segurança doméstica geridas através de um aplicativo e baseadas numa plataforma cloud com algoritmos proprietários de machine learning.

Mais de 4 bilhões de aparelhos de consumo estão conectados à internet, e este número está a crescer exponencialmente, refere Paul Lipman, CEO da BullGuard, no comunicado da aquisição. 

Até agora, a segurança e privacidade destes aparelhos tem sido essencialmente inexistente, deixando os nossos dados e posses mais preciosas expostos. O executivo sublinha que as duas empresas partilham a visão de 
resolver esta necessidade crítica do mercado.

Num estudo recente, patrocinado pela BullGuard, os investigadores salientaram a escala a que chegou este problema e os receios que as pessoas têm sobre a segurança dos seus aparelhos conectados. 

No Reino Unido, 66% dos inquiridos confessaram grande preocupação com a segurança destes aparelhos, enquanto 72% admitiu não saber como garantir a inviolabilidade. Nos Estados Unidos, 58% dos consumidores expressaram receios, enquanto 61% disse não saber como aplicar medidas de segurança a aparelhos IoT.

A promessa transformadora das casas inteligentes só pode ser concretizada quando o problema de segurança tiver sido resolvido, sublinha Yossi Atias, cofundador da Dojo Labs.

Com a aquisição da Dojo Labs, estamos entusiasmados para no futuro oferecermos o maior nível de proteção possível aos clientes em todos os aspetos das suas vidas conectadas”, acrescenta o CEO da BullGuard.

Allo, do Google, é menos seguro que o WhatsApp, diz Snowden


Leticia Cordeiro, 
2016/09/22, 13:00
Postado em 26 de setembro de 2016 às 21h25m


Ex-agente da SNA descreve o Allo como uma junção do Google Mail, Google Maps e Google Surveillance (vigilância) e é enfático: Não use o Allo.

O novo aplicativo de mensagens do Google, o Allo, que se integra com a assistente virtual baseada em inteligência artificial Google Assistent é uma ameaça à privacidade dos usuários, alega o ex-agente da agência de segurança norte-americana Edward Snowden. Em sua conta no Twitter, Snowden alerta que Allo, por padrão, é menos seguro que o WhatsApp, o que o torna perigoso para não-especialistas.


image: http://www.bitmag.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Captura-de-Tela-2016-09-22-às-08.54.46-300x70.png
Snowden Twitter
Snowden é enfático: Liberado para download hoje: Google Mail, Google Maps e Google Surveillance (vigilância). Isso é o Allo. Não use o Allo. Ele recomenda, em seu lugar, o uso dos aplicativos Tor e Signal. 

O que é Allo? Um app do Google que registra toda mensagem que você mandar e a torna disponível quanto houver um pedido da polícia, complementa.

A grande questão é que, para fazer perguntas em linguagem natural ao assistente durante uma conversa no app de mensagem e obter respostas que facilitam a vida das pessoas, como por exemplo trazer diretamente para a janela da conversa informações sobre data, horário e preço dos ingressos para um show, sem que seja preciso sair do chat, o Allo coleta todos os dados da conversa e de seu usuário.

Obviamente, quanto maior a quantidade e a qualidade das informações coletadas, mais eficiente se torna o assistente. O problema? Essas informações são armazenadas sem criptografia, ao contrário do que acontece hoje com o WhatsApp e com o iMessage (da Apple), expondo assim todas as informações do usuário no caso de interceptações de órgãos de vigilância do governo e a ordens judiciais para quebra de sigilo, por exemplo.

A criptografia das mensagens do WhatsApp, vale lembrar, tornou inviável o cumprimento de ordens de quebra de sigilo de mensagens do aplicativo em investigações criminais autorizadas pela Justiça brasileira, o que levou inclusive à prisão de executivos do Facebook no Brasil e o bloqueio do app aqui no país em quatro ocasiões desde o ano passado.

Há uma opção nas configurações do Allo para impedir a coleta de dados, usando como anônimo, mas isso impede o uso do Google Assistent, o seu diferencial em relação a outros apps de mensagem.

domingo, 25 de setembro de 2016

Microsoft recorre a data centers na Alemanha para garantir privacidade na Europa


Leticia Cordeiro, 
2016/09/22, 18:00
Postado em 25 de setembro de 2016 às 23h10m


Microsoft Cloud Germany agora está hospedada em data centers da T-System Internacional, uma empresa independente subsidiária da Deutsche Telekom, o que torna mais difícil a quebra de privacidade dos dados por parte do governo dos Estados Unidos.

Como uma empresa sediada nos Estados Unidos, a Microsoft é obrigada a cumprir certas regras impostas pelo governo norte-americano, incluindo o fornecimento de dados de clientes a autoridades governamentais, como a NSA, mesmo que estes estejam hospedados fora dos EUA. 

Para minimizar o risco de quebra de privacidade de seus clientes na Europa, a gigante de Redmond começa a oferecer seus serviços em nuvem Azure a partir de dois data centers na Alemanha da T-System, uma empresa independente, subsidiária da Deutsche Telekom, e só poderá acessar os dados dos clientes armazenados ali mediante autorização expressa do cliente e da administradora T-Systems.

Isso adiciona outra camada de dificuldade para que agências de segurança dos Estados Unidos tenham acesso a dados dos clientes da Microsoft, já que os dados estão sob responsabilidade da empresa alemã. De quebra, a Microsoft também atende às demandas de privacidade de dados exigidas pelo governo do país europeu.

Em nota no blog Microsoft, Takeshi Numoto, vice-presidente de cloud e mercado corporativo, descreve o modelo dos novos data centers como o primeiro do tipo em resposta às necessidades dos consumidores.

Numoto destaca que a nova oferta de cloud atende aos princípios de Trusted Cloud da Microsoft para segurança, privacidade, compliance e transparência e acredita que os serviços do Microsoft Cloud Germany criam mais oportunidades para inovação e crescimento econômico para parceiros altamente regulados e clientes que operam na Alemanha, na União Europeia e na Associação de Livre Comércio Europeu.

Com os serviços agora na Alemanha e a recém lançada operação no Reino Unido no início do mês, a Azure agora conta com operações de nuvem em 30 regiões. Até o fim do ano os serviços alemães receberão previews do Office 365 e Dynamics 365, com implementação completa das duas soluções até a metade de 2017.

Siemens e BSH anunciam parceria com foco em PLM, Indústria 4.0 e IoT


Mafalda Freire, 
2016/09/09, 13:00
Postado em 25 de setembro de 2016 às 22h00m


A Siemens PLM, divisão da Siemens responsável pelo gerenciamento de ciclo de vida do produto, e a BSH Hausgeräte GmbH, maior fabricante de eletrodomésticos da Europa, anunciaram a ampliação da sua parceria que vai, agora, alargar-se às áreas da Industria 4.0 e da Internet das Coisas.

De acordo com as empresas, a parceria vai ajudar a BSH a expandir a sua oferta de eletrodomésticos conectados e a integração dos mesmos em casas inteligentes.

Pelo seu lado, a Siemens vai ampliar seu conhecimento a respeito dos requisitos necessários do processo de ciclo de vida dos eletrodomésticos assim como a promover as suas estratégias relacionadas à quarta geração da revolução industrial e ao IoT industrial.

A BSH já implementou o software Teamcenter da Siemens, que permite o gerenciamento de ciclo de vida digital, e o portfólio Tecnomatix  relativo à indústria em manufatura digital. Segundo as empresas, ao trabalhar em conjunto de forma contínua, poderão identificar problemas potenciais com antecedência, resultando em economia de tempo e custo.

Os desafios que estamos enfrentando no caminho para a transição digital exigem uma nova abordagem nos processos necessários de desenvolvimento e produção. Processos de PLM otimizados são essenciais para alcançar essa meta, afirmou em comunicado Joachim Reichel, CIO da BSH Hausgeräte GmbH

Os desenvolvimentos em comum com nossa parceira de software PLM de longa data tornam esses processos reais.
“Trabalhar em conjunto com nossos clientes nos oferece uma ampla visão de seus processos e dos requisitos específicos da indústria”, acrescentou Urban August, vice-presidente sênior e diretor-geral da Siemens PLM Software para a Alemanha. 

Isso possibilita que continuemos a desenvolver nossas soluções para a indústria com arquitetura aberta e flexível, preparada para o futuro.

De referir que a Siemens PLM Software possui mais de 140 mil clientes em todo o mundo enquanto que BSH possui cerca de 40 fábricas e está representada em aproximadamente 50 países.

Kingston lança memória SSD de entrada para servidores e data centers


Leticia Cordeiro, 
2016/09/23, 18:00
Postado em 25 de setembro de 2016 às 16h25m


O SSD DC400 é indicado para trabalhos intensivos de leitura, como a inicialização de sistemas operacionais, servidores web e bancos de dados analíticos, principalmente em data centers que possuem cargas de trabalho mistas de leitura e escrita, onde a resistência e confiabilidade são determinantes.

A Kingston lançou nesta sexta, 23, a unidade de armazenamento de estado sólido SSD DC400, uma solução de memória de entrada concebida especialmente para uso em servidores e data centers. Segundo a empresa, o DC400 é indicado para trabalhos intensivos de leitura, como a inicialização de sistemas operacionais, servidores web e bancos de dados analíticos, principalmente em data centers que possuem cargas de trabalho mistas de leitura e escrita, onde a resistência e confiabilidade são determinantes.

Com conexão SATA, o DC400 tem elevada taxa de Input/Output per Second (IOPS) e baixa latência constante, maior quantidade de memória RAM para cache, proteção de dados end-to-end e proteção em caso de quedas inesperadas de energia. 

O over-provisioning do SSD melhora a resistência e o desempenho em IOPS nas operações aleatórias, enquanto o firmware permite baixo tempo de resposta, mesmo em operações constantes de leitura de banco de dados.

Ele está disponível em capacidades de armazenamento de 400GB, 480GB, 800GB, 960GB, 1.6TB e 1.8TB, este último um modelo reforçado durante a fabricação para responder bem a cargas intensivas de leitura de dados.
Há 19 anos no Brasil, a Kingston oferece serviços como configurador de memória, suporte técnico e RMA local.