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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Sony ou Canon: qual marca tem a maior variedade de câmeras no Brasil


Filipe Garrett
por
Para o TechTudo
04/12/2016 06h00 - Atualizado em 04/12/2016 06h00
Postado em 07 de dezembro de 2016 às 23h00m
Gipope-Marketing
Canon e Sony são dois fabricantes muito interessantes para quem deseja uma nova câmera, quer ela seja uma máquina super profissional, ou mesmo uma digital de entrada, mais simples.

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As linhas das duas marcas refletem essas possibilidades, com modelos para profissionais de foto e vídeo, câmeras semi-profissionais para fotógrafos de fim de semana, e até digitais mais compactas e simples, para quem não quer recorrer ao celular na hora de fotografar. Confira essas diferenças a seguir.
Nova DSLR possui sensor de 32 megapixels, faz fotos a 7 FPS e filma em qualidade 4K (Foto: Reprodução/Canon) (Foto: Nova DSLR possui sensor de 32 megapixels, faz fotos a 7 FPS e filma em qualidade 4K (Foto: Reprodução/Canon))
Sony ou Canon? Veja qual marca possui maior variedade 
(Foto: Divulgação/Canon)


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Canon tem mais opções
Portfólio da Canon é mais variado, tanto entre as DSLR como entre as semi-profissionais (Foto: Reprodução/Canon)Portfólio da Canon é mais variado, tanto entre as DSLR como entre as semi-profissionais (Foto: Reprodução/Canon)

A quantidade de câmeras vendidas pela Canon é maior do que as oferecidas pela Sony, ao menos nos portfólios disponíveis nos sites das duas marcas atualmente. São 14 câmeras diferentes entre as EOS e sete versões de PowerShots, somando um total de 21 câmeras no Brasil.

Isso faz da Canon mais completa porque, se por um lado a linha EOS atende muito bem as necessidades de fotógrafos profissionais e gente que leva o hobby mais à sério, a coleção de PowerShots supre as necessidades de quem quer uma semi-profissional, ou mesmo câmera simples. A Sony, embora conte com câmeras top de linha, tem mais apelo entre consumidores de perfil menos exigente.

No total, a marca conta com seis câmeras de sua linha Alpha, que seria uma concorrente da EOS da Canon; e quatro modelos disponíveis entre as CyberShot, câmeras mais compactas e de perfil semi-profissional ou amador.

EOS vs Alpha
Sony Alpha 7R 2 é a top de linha da marca no Brasil (Foto: Divulgação/Sony)
Sony Alpha 7R 2 é a top de linha da marca no Brasil (Foto: Divulgação/Sony)

Com mais modelos, a linha EOS da Canon cobre uma gama maior de consumidores que a Alpha, da Sony, que conta com menor quantidade de opções.

Ema comparação direta entre a top da linha da Sony, Alpha 7R 2, e da Canon, o modelo da Sony fica em vantagem, já que, entre outros pontos de destaque, a câmera suporta gravação de vídeos em 4K e sai por preços na casa dos R$ 18 mil no mercado brasileiro. Equiparáveis aos R$ 17.500 da Canon EOS 5D Mark 3, limitada a Full HD e com sensor de resolução bem inferior (42,2 MP contra 22,3 MP).

A mesma coisa se repete se o modelo da Canon considerado for a EOS 5D SR: embora o sensor seja maior que o empregado na Alpha, a 50 megapixels, e exista compatibilidade com 165 lentes diferentes (a Alpha aceita 92), a câmera não produz 4K. O preço é consideravelmente mais alto: R$ 26.999.

A Canon com suporte a 4K é a EOS 1D C, que não é vendida oficialmente pela marca no Brasil. Em todo caso, a EOS 1D X, que custa R$ 42 mil na loja oficial da Canon, também é limitada a gravação em Full HD.

Sony tem câmeras mais baratas
EOS 1D X custa R$ 42 mil e fica atrás de opções muito mais baratas da Sony em alguns recursos (Foto: Divulgação/Canon)
EOS 1D X custa R$ 42 mil e fica atrás de opções muito mais 
baratas da Sony em alguns recursos (Foto: Divulgação/Canon)

A breve comparação entre as duas top de linha no ponto anterior já dá um bom indicativo de algo que acaba recorrente: no geral, as câmeras da Sony são mais baratas. Em muitos casos, até mesmo quando comparadas com modelos inferiores da Canon. 
 Entre as semiprofissionais, por exemplo, a comparação entre a Canon PowerShot e SX400 IS (R$ 999) e a Sony CyberShot H300 é bem equilibrada, com ambas as câmeras oferecendo especificações técnicas bem similares. Entretanto, a diferença de preços pode ser bem grande: A H300 da Sony pode ser encontrada a R$ 750 no mercado nacional.

Opções da Canon são ideais para profissionais
A Canon tem câmeras fotográficas mais direcionadas para profissionais do ramo e isso ajuda a explicar porque vídeo em 4K não é uma prioridade na linha da marca. Em geral, fotógrafos preferem a Canon por conta da qualidade de imagem (muita gente elogia a nitidez e qualidade de cor) e porque há a possibilidade de adquirir uma boa quantidade de lentes e outros acessórios ao longo dos anos.
Linhas semi profissional e amador das duas marcas reproduzem a tendência do comparativo entre EOS e Alpha: as Sony são mais baratas, embora as especificações técnicas de PowerShots (Canon) e CyberShots (Sony) sejam mais parelhas (Foto: Divulgação/Sony)
Linhas semi profissional e amador das duas marcas 
reproduzem a tendência do comparativo entre EOS e Alpha: 
as Sony são mais baratas (Foto: Divulgação/Sony)

Para não precisar comprar tudo de novo, é interessante para muitos fotógrafos se manter fiel a uma marca. Como Canon (e Nikon) saíram na frente na era das DSLR há anos, é normal que fotógrafos tenham um grande volume de equipamento que só funciona com essas marcas.
O resultado disso também é perceptível no mercado de usados: uma câmera da Canon vai ser mais fácil de revender que uma da Sony, a um preço interessante.

Mas, como foi perceptível ao falar sobre como a top de linha da Sony, a Alpha 7R 2, se compara diante das ofertas da Canon, as câmeras dessa marca podem ser uma boa ideia de investimento. Há versões extremamente completas e cheias de recursos, as tecnologias de sensor de imagem da Sony são de qualidade e o preço é bem vantajoso.
EOS 5DSR e uma ótima câmera profissional, algo posto em evidência pela grande quantidade de lentes suportadas, mas custa muito mais do que a rival da Sony (Foto: Divulgação/Canon)
EOS 5DSR e uma ótima câmera profissional, algo posto em 
evidência pela grande quantidade de lentes suportadas, mas custa 
muito mais do que a rival da Sony (Foto: Divulgação/Canon)

A Alpha 6300, que possui sensor tipo APC-C e grava 4K, é tida como uma das melhores mirrorless da atualidade, ponto importante porque, só recentemente, a Canon deu resposta a críticas sobre suas câmeras mirrorless com o lançamento da EOS M3. A Alpha 6300 tem preço salgado, a R$ 8.799, mas supera com alguma folga o que a EOS M3, de R$ 3.499, pode fazer.

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Garantia e assistência técnica
Pós venda de qualidade é decisivo para quem tem em vista investir, em alguns casos, o preço de um automóvel zero em uma câmera. E, nesse quesito, tanto Sony como Canon oferecem boas políticas de garantia e assistência técnica, embora nenhuma delas fuja muito do que a lei obriga.

A Canon oferece frete gratuito para envio de equipamento para realização de orçamento sem compromisso para reparos em produtos não mais cobertos pela garantia. Além disso, a marca centraliza a operação de reparo das câmeras em São Paulo, evitando que assistências técnicas individuais interfiram no processo.

Isso gera vantagens e desvantagens: por um lado, a câmera vai ser consertada por um profissional da Canon; por outro, pode representar demoras e atrasos: você vai ter que enviar o produto e esperar.

A Sony segue basicamente o mesmo padrão. Entretanto, a marca conta com uma grande rede de assistências pelo país, que podem agilizar a resolução de problemas, desobrigando o eventual envio da câmera para reparo em alguns casos.

Relógio Gear S3 da Samsung chega ao Brasil com GPS; veja o preço


Ana Marques
por
Da redação
07/12/2016 06h00 - Atualizado em 07/12/2016 16h25
Postado em 07 de dezembro de 2016 às 21h30m
Gipope-Marketing
O relógio inteligente Gear S3 da Samsung começa a ser vendido ao Brasil na próxima segunda-feira (12), pouco mais de três meses após seu lançamento em Berlim, durante a feira IFA 2016. Com preço sugerido de R$ 2.199, é possível encontrar o smartwatch nos modelos Classic, com pulseira de couro, e Frontier, com pulseira emborrachada e ranhuras na coroa. No país, ele concorre diretamente com o Apple Watch 2.

Alguns de seus grandes destaques é o GPS embutido, que não requer o uso de um smartphone para rastrear a localização do usuário, e a previsão de integração com o Samsung Pay. O Gear S3 funciona com qualquer celular que rode Android 4.4 KitKat ou superior e tenha, no mínimo, 1,5 GB de memória RAM, deixando de fora os telefones mais simples da fabricante.

Testamos o Galaxy Gear S3, relógio smart que não depende do celular

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A terceira geração do Gear S vem com a promessa de maior autonomiaf em relação ao Gear S2. Além do GPS, há também a possibilidade de escutar músicas e controlar o Spotify pelo próprio relógio. 

Porém, essa integração com o serviço de streaming ainda não permite importar os arquivos para a memória do smartwatch. O usuário que desejar ter suas músicas armazenadas no celular deverá transferi-las por meio do gerenciador de arquivos.

No entanto, é bom pensar duas vezes sobre a necessidade de salvar músicas no relógio, uma vez que o armazenamento de 4 GB tem, na prática, apenas 1,6 GB disponível para uso. O espaço restante é ocupado pelo sistema operacional.
Samsung Gear S3 chega ao Brasil por R$ 2.199 (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)
Samsung Gear S3 tem 1,6 GB de armazenamento disponível 
(Foto: Thássius Veloso/TechTudo)

O design do Gear S3 tem algumas melhorias significativas, como o revestimento por Gorilla Glass para evitar riscos e arranhões. O smartwatch também tem certificação IP68, o que permite que o dispositivo fique submerso em até 1,5 m de profundidade por, no máximo, 30 minutos. Outra novidade é o microfone e o viva-voz.
Samsung Gear S3 vem com duas opções de pulseira e tem proteção contra água e poeira (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)
Samsung Gear S3 vem com duas opções de pulseira e tem 
proteção contra água e poeira (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)

Apesar disso, o gerente de produto da Samsung, Renato Citrini, não recomenda que os usuários pratiquem natação com o relógio, devido à movimentação embaixo d'água. Quanto ao contato com água do mar, ele explica ao TechTudo: "A questão da água salgada não traz um problema para o funcionamento, mas sim para os materiais. 
Pode ter uma aceleração da oxidação. Se tiver contato com água salgada e depois lavar, está tudo bem. Ele fica livre de qualquer impureza." O bate-papo foi por telefone, acompanhado por assessores.
A capacidade de bateria no Samsung Gear S3 é aumentou em relação a de seu antecessor. A nova geração conta com 380 mAh (contra 250 mAh do Gear S2), o que deve proporcionar quatro dias de uso moderado sem a necessidade de recarrerga – esse tempo cai para cerca de dois a três dias com a função Always On ativada.

O tempo estimado de recarga é de aproximadamente duas horas, de zero a 100% de carga. Vale ressaltar que o GPS é um dos principais recursos que consomem bateria. Sendo assim, o ideal é mantê-lo desligado quando não estiver em uso.
Samsung Gear S3 (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)
Samsung Gear S3 tem funções para praticantes de atividades 
físicas (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)

Para os praticantes de atividades físicas, o Gear S3 traz detecção automática de exercícios. O smartwatch pode identificar, pelo movimento, se o usuário está correndo ou andando, se está fazendo levantamento de peso ou abdominal. Inclusive, o dispositivo é capaz de contar quantas séries são feitas.

Por fim, o Gear S3 é compatível com o método de pagamento Samsung Pay, mas ainda não está com o recurso disponível. A fabricante ainda não tem uma previsão de data para que isso ocorra, mas confirma que o relógio fará a integração.

Com a chegada do Samsung Gear S3 às lojas brasileiras, o Gear S2, lançado em 2015, passa a custar R$ 1.699 e o Gear Fit 2 R$ 1.199.