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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Aprenda como transferir um sistema operacional do HD para o SSD


Heloisa Facin
por
Para o TechTudo

30/08/2016 06h00 - Atualizado em 30/08/2016 06h00
Postado em 30 de agosto de 2016 às 22h35m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Adquirir um SSD ainda é relativamente caro para o consumidor. Modelos com armazenamentos de 120 GB, por exemplo, podem facilmente ter o mesmo custo de um HD de 500 GB a 1 TB. No entanto, apesar do preço, o dispositivo pode ajudar a transferir um sistema operacional do HD para o SSD de forma mais fácil, sem precisar reinstalar tudo novamente.

HD comum, de alta velocidade ou SSD: qual é o ideal para você
O procedimento consiste em dar "boost" na execução do sistema operacional utilizando o SSD apenas para rodar o Windows. Porém, antes de começar, é importante verificar se o disco sólido já está conectado no seu computador, além de ter certeza de que tem espaço disponível igual ou maior em relação ao utilizado pelo sistema operacional no HD em uso. 

O ideal é que sempre sobre cerca de 15% do total de espaço do SSD livre para que o disco possa rodar o sistema operacional de maneira eficiente. 
Caso ocorra erro "somente leitura", instale SSD como secundário (Foto: Adriano Hamaguchi/TechTudo)
Dica ajuda a transferir sistema operacional Windows 
do HD para o SSD (Foto: Adriano Hamaguchi/TechTudo)

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Para a realização do tutorial a seguir foi utilizado o programa EaseUS ToDo Backup Free 9.2 e um computador de mesa com Windows 10, com a placa mãe Gigabyte GA-Z97MX-Gaming 5.
Passo 1. Ao abrir o programa, clique na opção Clone e aguarde a próxima tela;
prog1
Tela inicial do programa EaseUS Todo Backup Free 9.2 
(Foto: Reprodução/Heloisa Facin)

Passo 2. Selecione a origem de sua transferência. No caso, o local onde atualmente roda o seu sistema operacional. Clique em Next;
prog2
Tela para a seleção do disco de origem da transferência 
(Foto: Reprodução/Heloisa Facin)

Passo 3. Selecione o disco de destino, para onde deseja transferir seu Windows e clique em Proceed;
prog3
Seleção do disco de destino da transferência 
(Foto: Reprodução/Heloisa Facin)

Passo 4. Tenha bastante atenção ao realizar a seleção, pois a execução da transferência vai deletar qualquer arquivo existente anteriormente no disco (caso exista). Clique em OK.
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Veja se selecionou o disco correto para o qual deseja 
transferir seu sistema (Foto: Reprodução/Heloisa Facin)

Pronto. Agora, aguarde a finalização da transferência dos arquivos. Após ter realizado o procedimento, você vai observar que seu sistema operacional estará disponível nos dois discos, HD e SSD.

Como alterar o disco de boot
Após ter a transferência realizada com sucesso, é preciso que o usuário identifique para o computador qual disco deseja que o sistema operacional seja executado. Caso não altere, o PC vai continuar utilizando o antigo disco na inicialização. Para isso, é necessário que o usuário entre na BIOS e realize a troca.
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Abra sua BIOS e clique na opção "selecionar sequência" 
(Foto: Reprodução/Heloisa Facin)

Vale lembrar que cada placa-mãe vai oferecer uma visualização e opções diferentes em sua BIOS. Caso não saiba fazer a alteração sozinho, confira sempre os manuais que acompanham a placa.
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Coloque o SSD em primeiro na sequência de discos 
(Foto: Reprodução/Heloisa Facin)

Movimente o disco que representa o seu SSD e coloque-o em primeiro na sequência. Assim, no caso dessa placa-mãe utilizada, ficará registrado qual deve ser o disco de boot do computador para a próxima inicialização.

Relembrando: principais diferenças entre HD e SSD
Vale lembrar que a principal diferença entre um disco rígido (HD) e uma unidade de estado sólido (SSD) é a sua forma física e a velocidade de leitura e escrita.

Os HDs são formados por uma bandeja de metal com um revestimento magnético onde circula o disco de gravação e a agulha, responsável pela gravação e leitura dos arquivos. 

Já os SSDs são compostos por inúmeros chips de memória que retêm os dados mesmo quando não há energia, além de serem muito mais velozes ao ler e escrever novos arquivos. O segundo tende a ter um tamanho muito mais compacto do que o primeiro.

Samsung promete memórias GDDR6 em placas de vídeo a partir de 2018


Filipe Garrett
por
Para o TechTudo

30/08/2016 07h00 - Atualizado em 30/08/2016 07h00
Postado em 30 de agosto de 2016 às 22h00m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
A Samsung anunciou que as memórias RAM do tipo GDDR6 para placas de vídeo estarão disponíveis aos fabricantes em 2018. A informação foi confirmada em uma apresentação realizada pela fabricante na Hot Chips, conferência anual da indústria de semicondutores. 

Segundo os dados revelados pela empresa, os módulos de memória GDDR6 terão capacidade de dar saída a 14 Gbps (gigabits por segundo) de dados, contra os 10 Gbps possíveis nas memórias GDDR5 usadas atualmente em placas de vídeo e no PS4.

Memória RAM DDR4 da Galax é a mais rápida da atualidade com 4.000 MHz
A eventual chegada das memórias em 2018 depende do interesse de AMD e NVIDIA em usar a tecnologia em seus produtos a serem lançados daqui dois anos. Se anos atrás o cenário não impunha muitas dúvidas pela escassez de opções, agora o ambiente é diferente.
Samsung afirma que deve iniciar a fabricação de memórias GDDR6 para lançamento em 2018 (Foto: Divulgação/Samsung)
Samsung deve lançar memórias RAM GDDR6 em 2018 
(Foto: Divulgação/Samsung)

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Além do GDDR6 (e GDDR5X, uma versão melhorada do padrão GDDR5), há as memórias HBM e HBM2, desenvolvidas para oferecer alta performance e baixo consumo de energia. A AMD já aplicou esse tipo de RAM nas placas Fury lançadas no ano passado e os resultados se mostraram animadores.

Contudo, por herdar especificações criadas no GDDR5, a nova memória anunciada pela Samsung tem mais chances de emplacar do que o HBM, que depende de um processo de adaptação mais extremo nos designs dos fabricantes.

A memória RAM GDDR6 com maior velocidade e, segundo a Samsung, consumo menor de eletricidade, é incentivada pela crescente necessidade de performance em placas gráficas. A chegada da realidade virtual e novos jogos, pensados para rodar em 4K ou além, estão pesando bastante nas memórias GDDR5 atuais.

Via PC World

Somos menos eficientes por causa dos smartphones, diz Kaspersky


Susana Marvão, 
2016/08/30, 13:00
Postado em 30 de agosto de 2016 às 17h25m
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A última pesquisa da Kaspersky não é lá muito simpática e mostra que somos 26% mais produtivos sem os nossos smartphones, sugerindo mesmo às empresas criarem momentos smartphone free para aumentar níveis de produtividade.

Apesar dos smartphones nos permitirem ter contato permanente com nossos colegas, a caixa de correio sempre atualizada e uma facilidade na resolução de problemas urgentes, acabam, de fato, por nos tornar menos produtivos enquanto estamos trabalhando. Pelo menos esta é a conclusão de uma pesquisa psicológica realizada pelas Universidades de Würzburg e Nottingham-Trent, solicitada pela Kaspersky Lab.

A empresa especializada em segurança diz que estas experiências encontraram uma correlação entre os níveis de produtividade e a distância entre os participantes e os seus smartphones. Quando ficavam longe de seus aparelhos, a sua performance melhorava 26%

As experiências testaram o comportamento de 95 pessoas entre os 19 e os 56 anos de idade em laboratórios localizados nas Universidades de Würzburg e Nottingham-Trent. As condições experimentais e o gênero dos participantes no estudo foram devidamente balanceados.

Os participantes do estudo se submetessem a um teste de concentração sob quatro circunstâncias diferentes: com os smartphones no bolso, na mesa, trancados numa gaveta e fora da sala. Os resultados foram significativos: a concentração era menor sempre que os smartphones estavam nas mesas, mas a performance no teste foi melhorando à medida que a distância face ao aparelho aumentava. De um modo geral, o resultado dos testes concluiu que existia uma melhoria de 26% na performance dos participantes quando os smartphones eram retirados da sala.

No entanto, e contrariamente ao que era esperado, a ausência dos smartphones não deixa os participantes nervosos. Os níveis de ansiedade eram consistentes em todas as experiências, ainda que as mulheres se tenham revelado mais ansiosas. Os pesquisadores concluem por isso que os níveis de ansiedade no trabalho não sofrem influência dos smartphones (ou da ausência deles), mas poderão ter alterações consoante o gênero.

Estudos anteriores têm mostrado que, por um lado, a separação de uma pessoa face ao seu smartphone tem efeitos negativos em nível emocional – como por exemplo o aumento da ansiedade – embora, por outro lado, outras investigações concluam também que a presença destes aparelhos distrai as pessoas. 

Dito de outra forma, tanto a presença quanto a ausência do smartphone podem comprometer a concentração humana, afirmou no comunicado que apresenta o estudo Jens Binder, da Universidade de Nottingham-Trent. Com este estudo conseguimos descobrir que a ausência do smartphone melhora a concentração, acrescenta Astrid Carolus da Universidade de Würzburg.

Os resultados desta experiência vão ao encontro das conclusões da Kaspersky na recente investigação sobre a Amnésia Digital no Trabalho. Também nessa pesquisa os investigadores Kaspersky Lab constatam que os dispositivos digitais podem ter um impacto negativo nos níveis de concentração. 

Entre outras coisas, concluiu-se, por exemplo, que tirar notas em dispositivos digitais durante reuniões diminui o nível de entendimento do que está realmente a acontecer na reunião. Proibir dispositivos digitais nos locais de trabalho não é uma opção, mas os resultados desta experiência – associados ao Digital Amnesia at Work – permitem às empresas ter uma visão mais clara do que pode ser feito com vista ao aumento da produtividade dos colaboradores.

Em vez de terem acesso permanente aos seus smartphones, a produtividade dos colaboradores de uma empresa pode ser trabalhada se se criar um período de tempo onde estes não são utilizados – ‘smartphone free’. Ou seja, através da implementação de regras para reuniões sem smartphones e sem computadores afirma Alfonso Ramírez, executivo da Kaspersky Lab.

As empresas devem estar também conscientes de que, no atual cenário empresarial hiperconectado, os baixos níveis de concentração podem se tornar um problema de segurança. Os ataques avançados que têm um target específico, por exemplo, só são descobertos se os colaboradores estiverem atentos no que diz respeito a e-mails com conteúdos pouco comuns e inesperados. 

É por isso fundamental que as organizações levem a cabo iniciativas de promoção de segurança – como formações para consciencializar os colaboradores sobre estes temas -, quer se usem smartphones no trabalho ou não.

Intel lança nova família de SSDs 3D NAND


Leticia Cordeiro, 
2016/08/30, 15:00
Postado em 30 de agosto de 2016 às17h00m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

São seis novas unidades de armazenamento SSD mais rápidas e com mais memória e menor custo, para possibilitar experiências imersivas em aplicações de pessoas, empresas, data centers e Internet das coisas (IoT), substituindo os discos rígidos (HDDs) em PCs, dispositivos e servidores de armazenamento na nuvem.

A Intel Corporation lançou nesta terça, dia 30, a família de drives em estado sólido (SSD) 3D NAND. São seis novas unidades de armazenamento SSD mais rápidas e com mais memória e menor custo, para possibilitar experiências imersivas em aplicações de pessoas, empresas, data centers e Internet das coisas (IoT), substituindo os discos rígidos (HDDs) em PCs, dispositivos e servidores de armazenamento na nuvem.

Para o vice-presidente e diretor de planejamento estratégico, marketing e desenvolvimento de negócios para NSG, Bill Leszinske, com a nova família de SSDs 3D NAND, a Intel está ampliando o alcance das soluções PCIe e oferecendo um substituto para os discos rígidos tradicionais.

Isto ajudará os clientes a acelerarem as experiências dos usuários, melhorando o desempenho de apps e serviços de todos os segmentos e reduzindo os custos de TI, disse em nota à imprensa.

Os drives SSD são cerca de dez vezes mais confiáveis que os HDDs e oferecem menor custo total de propriedade, mais segurança e capacidade de gerenciamento, além do desempenho ultra-rápido exigidos pelos atuais usuários corporativos. 

A Intel salienta também que a capacidade de segurança e gerenciamento remoto, combinadas com taxas anuais de erros mais baixas que as dos HDDs, ajudam a reduzir a necessidade de visitas do suporte técnico.

Para os usuários finais, a indicação da Intel é o SSD 600P, com desempenho 17 vezes superior ao dos discos rígidos tradicionais e até 3 vezes melhor do que os SSDs SATA. O Intel SSD Pro 6000p foi desenvolvido para o mercado empresarial e integra recursos de segurança e capacidade de gerenciamento para administradores de TI e usuários corporativos.

Já para o segmento de data centers, o foco foi expandir a memória e agregar recursos de armazenamento mais rápidos para a nuvem. São duas séries: a SSD DC P 3520, com melhor eficiência no consumo de energia, e SSD S3520, que equilibra custo e desempenho e traz melhorias na latência. 

Ambas são indicadas tanto para serviços ao cliente quanto para a otimização das cadeias de fornecimento, detecção de fraudes financeiras ou pesquisas em medicina de precisão que fazem processamento e análises de grandes conjuntos de dados genéticos em tempo real.

Para as aplicações de IoT como cidades inteligentes, veículos autônomos, medicina de precisão e jogos imersivos, a Intel recomenda a série Client SSD E 6000P, com recursos adicionais de segurança e capacidade de gerenciamento para aplicativos como dispositivos para pontos de vendas e sinalização digital, e a SSD E 5420s, com proteção adicional aos dados, mesmo durante quedas de energia.