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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Horus Solutions lança plataforma de monitoramento e suporte a banco de dados

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Monica Campi, 
2016/02/24, 12:00
Postado em 24 de fevereiro de 2016 às 17h15m



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A Horus Solutions, empresa especializada em Information Management, lançou a plataforma Falcon, para monitoramento, gestão preventiva e suporte a banco de dados.

O Falcon atende à necessidade de garantir a disponibilidade e a performance das operações das empresas, além de atuar proativamente, detectando problemas nos ambientes de banco de dados, antes que o negócio seja afetado.

A plataforma apresenta um painel na web e uma versão para dispositivos móveis, com visão completa da sua infraestrutura de banco de dados e sistema operacional. 

A parceria de longa data da Horus Solutions com os maiores fabricantes de sistemas de gerenciamento de banco de dados (SGBDs) permite que o Falcon tenha suporte aos seguintes SGBDs: Oracle, SAP (SAP HANA, SAP Sybase ASE e SAP Sybase IQ), Microsoft (MS SQL Server) e IBM (IBM DB2 e IBM Informix).

Além disso, a plataforma proporciona uma visão de otimização do uso dos recursos do ambiente do cliente e, consequentemente, dos investimentos a serem realizados pela respectiva empresa. 

Isto é feito através da análise periódica da utilização de hardware, capacidade de processamento, utilização de discos e memória, fornecendo as informações essenciais para a criação de um plano estratégico de crescimento da infraestrutura da organização.

O Falcon também disponibiliza a verificação e acompanhamento histórico das rotinas administrativas periódicas e cruciais para a segurança e desempenho do ambiente.

MWC | Keezel é o acessório que protege a ligação a redes Wi-Fi inseguras

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Ana Rita Guerra, 
2016/02/24, 15:00
Postado em 24 de fevereiro de 2016 às 17h45m



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A segurança está na mente de todos nesta edição do Mobile World Congress e a Keezel Company levou até Barcelona a sua invenção para proteger os usuários: o keezel, um botão que torna segura a navegação em redes abertas e públicas.

O produto chegará ao mercado em junho e está neste momento financiando-se no Indiegogo. Apesar de a segurança em redes Wi-Fi inseguras ser o maior atrativo, o Keezel também faz outra coisa: permite ao usuário acessar a conteúdos que estão bloqueados em determinado país.

A novidade apresentada em Barcelona é a parceria com uma série de provedores de redes privadas virtuais, a PureVPN, Le VPN e ProXPN, já que é assim que o aparelho coloca muros em torno da ligação do consumidor. “Os usuários Keezel que se ligarem a uma rede Wi-Fi em qualquer parte do mundo poderão agora acessar a mais de 1250 servidores em 160 países.

O Keezel encripta as comunicações e fornece uma camada adicional de segurança ao separar os dados do usuário e o tráfego de internet, que são operados por entidades diferentes.

“Antes do Keezel, a complexidade requerida para proteger a sua privacidade e dar acesso a conteúdos bloqueados por país estava fora do alcance dos usuários não-técnicos, e era uma chatice para toda a gente”, referiu Aike Müller, co-fundador da startup holandesa, que tem apenas um ano de existência.

MWC | Xiaomi lança smartphone Mi5 com olhos postos no ‘mercado global’

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Ana Rita Guerra, 
2016/02/24, 14:30
Postado em 24 de fevereiro de 2016 às 17h10m


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A empresa que já foi chamada “a Apple da China”, Xiaomi, fez a sua primeira grande apresentação europeia no Mobile World Congress, em Barcelona. O Mi5 é o novo topo de gama da fabricante.

Muitas das especificações do Mi5 já tinham sido avançadas antes do lançamento: tela de 5,15 polegadas, leitor de impressões digitais, câmera traseira de 16 megapixéis e frontal de 4MP. É o primeiro smartphone da Xiaomi com botão ‘home’ físico e introduz uma curvatura semelhante ao Mi Note, outro modelo da marca chinesa.

A apresentação foi feita pelo vice-presidente internacional da Xiaomi, o brasileiro Hugo Barra, que em 2013 trocou a Google no Reino Unido pela startup chinesa avaliada em 41 bilhões de euros. 

“Este é um dia histórico para a Xiaomi, com o primeiro evento de média na Europa.” A marca tem estado confinada ao mercado doméstico, China, e está agora apostando também na Índia, onde há grande apetência por smartphones com estas características: design refinado, hardware de alto desempenho e preços modestos.
O Mi5 vai custar algo como 280 euros na versão standard e 375 euros na versão Pro.

Com processador Snapdragon 820 da Qualcomm, tal como outros topos de gama que foram anunciados em Barcelona, o consumidor poderá escolher três versões do smartphone: um a 1.8GHz, 3 gigas de RAM e 32 gigas de armazenamento, outro a 2,15GHz e 64 gigas de memória interna e ainda o Pro, com corpo de cerâmica, 4 gigas de RAM e armazenamento de 128 gigas.


Em 2015, a Xiaomi vendeu 70 milhões de smartphones, um marco incrível para uma empresa com seis anos que ainda não entrou na Europa nem nos Estados Unidos. Mas talvez o Mi5 seja o bilhete de entrada nos mercados ocidentais: embora Hugo Barra tenha dito que os planos para já são de lançamento na China a 1 de março e depois na Índia, ficou em aberto uma chegada “a outros mercados globais.” 

Só com o mercado doméstico, a Xiaomi já chegou a quinta maior marca do mundo, em termos de volume, de acordo com os dados das consultoras IDC e Gartner. Uma posição que a francesa Wiko cobiça – o presidente Laurent Dahan expressou o objetivo de ser a quinta maior marca em 2020.

Além de Barra, a Xiaomi levou a palco o presidente da Qualcomm, Derek Aberre, para demonstrar quão séria é a sua aposta em inovação e desempenho.