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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Mini câmera de ação filma em 4K e tem até quatro horas de bateria


Filipe Garrett
por
Para o TechTudo
14/02/2017 06h00 - Atualizado em 14/02/2017 06h00
Postado em 14 de fevereiro de 2017 às 20h35m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
A Alpha é uma das menores câmeras 4K do mundo, superando a antecessora do mesmo fabricante, Mokacam. Com melhor qualidade de imagem e dimensões que a fazem 35% menor que uma Hero5 da GoPro, a Alpha superou metas de arrecadação no Indiegogo com facilidade.

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São duas versões, a Alpha e a Alpha-S, mais equipada: a top de linha tem um processador Ambrella, sensor da Sony e permite gravar vídeos em 4K a 30 quadros por segundo, ou em Full HD a 120 e pode ter autonomia de quatro horas, com o uso dos acessórios.
Alpha é 35% menor do que a GoPro Hero5 (Foto: Divulgação/Moka)
Alpha é 35% menor do que a GoPro Hero5 
(Foto: Divulgação/Moka)

Embora o diferencial principal da Alpha seja o tamanho, é importante ter em mente que ela só é efetivamente a menor do mundo quando usada apenas com a base, sem o LCD rotativo e a bateria magnética, que pode ser fixada na Alpha para aumentar a vida útil. Com a bateria e a tela fixadas à Alpha, a câmera atinge quatro horas de autonomia.

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O monitor rotativo da Alpha funciona como a tela LCD de câmeras de tamanho convencional. Além de permitir acompanhar a gravação de um vídeo, ela conta com comandos extras, acessíveis com o toque dos dedos.

A câmera é à prova d’água com o uso de um case específico e, de acordo com os seus criadores, apresenta melhor performance em situações de pouca luz, ponto fraco do modelo anterior. 

Com conectividade Wi-Fi, a câmera permite a transmissão ao vivo por meio de aplicativos para Android e iOS que, por sua vez, possibilitam ao usuário redistribuir o conteúdo pelas redes sociais.
Acessórios, como bateria extra e tela, dão à Alpha até quatro horas de autonomia (Foto: Divulgação/Moka)
Acessórios, como bateria extra e tela, dão à Alpha até 
quatro horas de autonomia (Foto: Divulgação/Moka)

No momento, o pacote mais em conta com a Alpha-S sai por US$ 149 (R$ 465, em conversão direta, descontados impostos e taxas). Para brasileiros, é preciso considerar o frete, que fica em R$ 46. O fabricante da Alpha promete começar a entregar os produtos em maio.

Via Indiegogo

IBM lança nova edição do Smarter Cities Challenge


Bit Magazine, 
2017/02/10, 09:15 
Postado em 14 de fevereiro de 2017 às 20h00m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

O objetivo é ajudar as cidades a resolverem os seus maiores desafios e a melhorarem os serviços que prestam aos seus cidadãos.

A IBM volta a alargar o Smarter Cities Challenge a mais localidades de todo o mundo, ao lançar mais uma edição desse programa competitivo global, no qual a empresa norte-americana disponibiliza serviços de consultoria com o objetivo de promover e criar cidades mais inteligentes.
Nesta nova edição, cujo prazo de candidaturas termina a 24 de fevereiro, a IBM está procurando projetos que possam beneficiar com as tecnologias inovadoras da companhia, como são exemplo a analítica avançada de dados, o cloud computing, a computação cognitiva e as soluções de analítica de dados meteorológicos.

Em comunicado, a IBM explica os requisitos essenciais para se ser uma cidade vencedora e incluem uma liderança forte, vontade de colaborar com várias entidades e o desejo de transformar a cidade num local mais inteligente e eficiente.

A IBM selecionará as 10 candidaturas que melhor se enquadrem nos critérios desta iniciativa, de um total estimado de 100 que são recebidas a cada nova edição.

Este galardão prevê que cada cidade selecionada, de entre o leque de candidaturas, acolha uma equipa composta por seis dos melhores consultores da IBM, que procurará, durante três semanas, avaliar, analisar e recomendar melhorias estruturais na região.

O trabalho será desenvolvido em conjunto com a Câmara Municipal e outras entidades locais, de modo a recolher a informação necessária para que, no final, se possa disponibilizar uma lista de recomendações detalhadas, com base nos requisitos e objetivos do projeto apresentado pelo município. 

O valor deste apoio em consultoria representa um investimento estimado de 500 mil dólares.

Toshiba poderá receber 3,6 bilhões de dólares por divisão de memórias


Joana Leça, 
2017/02/09, 14:00 
Postsdo em 14 de fevereiro de 2017 às 19h45m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

A empresa está recebendo propostas para a venda de 19,9% do negócio de unidades de memória de vários rivais tecnológicos e investidores financeiros.

Conta a agência de notícias Reuters que a Toshiba pretende vender cerca de 20% da área responsável pela produção de memórias. Os valores, que estão a ser propostos centram-se entre os 200 bilhões a 400 bilhões de ienes, ou seja 1,8 bilhão e 3,6 bilhões de dólares respetivamente. A Reuters diz que a fonte da notícia é alguém diretamente envolvido nas negociações.

Segundo a fonte, diz a agência, o objetivo da empresa é conseguir cerca de 300 bilhões de ienes com a venda, tornando assim os valores que estão em cima da mesa aceitáveis, tendo em conta as expetativas.

Entre os interessados pela divisão de memória da Toshiba estão a Hynix e a Micron Technology, a empresa de armazenamento de dados Western Digital e a Bain Capital.
A divisão de unidades de memória da Toshiba é a segunda maior produtora de memórias flash Nand e a área representa 75% do lucro operacional.

A empresa nipônica está apostando no desenvolvimento nuclear, no entanto pretende amenizar os resultados negativos dos últimos balanços financeiros.

Previsões da Symantec para 2017


Mafalda Freire, 
2017/01/11, 20:00 
Postado em 14 de fevereiro de 2017 às 13h00m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Todos os anos os ataques às organizações e indivíduos são mais sofisticados e as empresas de cibersegurança enfrentam mais dificuldades em travar essas ameaças.

A Symantec alertou em seu Relatório sobre ameaças à Segurança na Internet (ISTR) que 2016 seria um ano de ataques de ransomware e de vulnerabilidades de dia zero. Agora veio fazer o alerta para os novos tipos de ataque que se prevê serem as tendências para 2017.
Internet das Coisas
Vamos continuar vendo uma mudança no local de trabalho, uma vez que as empresas continuam a introduzir novas tecnologias como a realidade virtual e os dispositivos conectados à Internet das Coisas (IoT) e uma vez que se apoiam cada vez mais em aplicativos e soluções na nuvem. As empresas vão ter de passar da proteção de dispositivos no endpoint para a proteção dos usuários e da informação em todas os aplicativos e serviços.

Os carros conectados serão objeto de sequestros. Cada vez mais os carros estão mais conectados e é apenas uma questão de tempo até que sejamos testemunhas de hackers automobilísticos a grande escala. Essa questão pode incluir sequestro de carros para pedir resgate, hackers de carros automáticos para obter sua localização e posterior roubo, a vigilância não autorizada e obtenção de informação ou outras ameaças voltadas para o sector automotivo.

Isso também levará a uma questão de responsabilidade entre o fornecedor de software e a montadora, o que terá implicações de longo prazo para o futuro dos carros conectados.

Os dispositivos IoT entram cada vez mais nas empresas. Além de simplesmente encontrar vulnerabilidades em computadores e dispositivos móveis, as equipas de resposta a incidentes devem considerar termostatos e outros dispositivos conectados como pontos de acesso à rede. Tal como aconteceu no passado com os serviços de impressão que foram usados para ataques, nas empresas quase tudo está conectado à Internet e deve ser protegido.

Vai existir um aumento dos ataques DDoS no IoT. O ataque a Dyn em outubro mostrou o grande número de dispositivos IoT que não estão protegidos e são extremamente vulneráveis a ataques. À medida que se instalam mais dispositivos de IoT o risco de violação da segurança aumenta. 

Uma vez que os dispositivos não seguros estão no mercado, é quase impossível solucionar o problema sem retirá-los ou fazer atualizações de segurança. Uma vez que essa falta de segurança vai continuar num futuro previsível, o número de ataques IoT também vai aumentar.

A geração na cloud define o futuro da empresa
Com um staff mais móvel que nunca, proteger a rede local não é suficiente. A necessidade de firewalls para defender uma rede desaparece se está conectada a uma cloud. As empresas começaram todas a optar por serviços WiFi, baseados na nuvem, em vez de investir em soluções de rede caras e desnecessárias.

Dado o crescimento do armazenamento e dos serviços baseados na cloud, a cloud está se convertendo num objetivo muito lucrativo para os ataques. A cloud não está protegida por firewalls ou medidas de segurança mais tradicionais, pelo que se dará uma mudança no lugar onde as empresas necessitam defender seus dados. Os ataques na cloud poderiam causar danos valorizados em milhões de dólares e a perda de dados críticos, pelo que a necessidade de os defender vai ser ainda mais crucial.

A Inteligência Artificial (IA) e a Machine Learning vão necessitar de capacidades de Big data completas. Em 2017, a Machine Learning e a IA vão continuar crescendo; a Forrester prevê que a inversão em Inteligência Artificial crescerá 300 por cento no próximo ano. Com esse crescimento chegam novas e poderosas ideias que as empresas podem aproveitar, além de uma maior colaboração entre os seres humanos e as máquinas. 

Desde o ponto de vista da segurança, essa expansão terá impacto nas organizações de várias formas, incluindo os endpoints e os mecanismos na cloud. 

À medida que a Inteligência Artificial e a Machine Learning continuam entrando no mercado, as empresas vão ter que investir mais em soluções que tenham a capacidade de reunir e analisar os dados dos incontáveis endpoints e os sensores de ataque em diferentes organizações e indústrias. Essas soluções se tornam fundamentais para ensinar as máquinas como operar na linha de frente de uma batalha global que muda a cada dia, minuto a minuto.

Cibercrime
Existe uma perigosa possibilidade de que os estados ou nações mais corruptas possam se aliar com o crime organizado para seu beneficio, como vimos nos ataques à SWIFT. 
As infeções Fileless ou infeções sem arquivos se instalam diretamente na memória RAM de um computador sem utilizar arquivos de nenhum tipo. São difíceis de detetar e muitas vezes iludem programas de deteção e os antivírus.

Esse tipo de ataques aumentou ao longo de 2016 e vai continuar crescendo durante 2017, muito provavelmente através de ataques PowerShell.
O abuso dos Secure Sockets Layer (SSL) conduzirá a um maior número de sites HTTPS infetados com phishing.  

O aumento da popularidade das certificações SSL gratuitas junto da recente iniciativa da Google de qualificar como inseguros os sites HTTP vai debilitar os standards de segurança, facilitando a propagação de programas com phishing ou malware mediante práticas maliciosas de otimização dos motores de busca.

Os drones vão ser utilizados para espionagem e para ataques. Isto pode acontecer em 2017, mas é também provável que aconteça mais tarde. Em 2025 poderemos ver o Dronerjacking, que consiste em intercetar os sinais dos drones em beneficio do agressor. 

Dada essa possibilidade, também podemos esperar o desenvolvimento de tecnologias de hackers anti-drones para controlar o GPS e outros sistemas desses dispositivos.