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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Casas Bahia inicia vendas mobile



"Rede cria nova plataforma de compras por smartphones e tablets com aproximadamente 120 mil produtos disponíveis no catálogo e processo de compra simplificado."



*||=||* Por Bruno Garcia || 19/04/2013



As Casasbahia.com.br inaugura o seu canal de vendas mobile. A partir de agora, os usuários de smartphones e tablets podem comprar de um catálogo de aproximadamente 120 mil produtos disponibilizados pela rede, distribuídos em 24 categorias como utilidades domésticas, eletroeletrônicos, portáteis, móveis e artigos para decoração. 

O novo canal também oferece alguns serviços existentes no e-commerce como lista de casamentos. O processo de compra foi simplificado para o ambiente mobile e não é necessária a instalação de nenhum aplicativo para acessá-lo. Basta digitar o endereço www.casasbahia.com.br no navegador do smartphone ou tablet que o consumidor será automaticamente redirecionado para a plataforma mobile.

Conheça o Estudo + Mundo do Marketing sobre comércio eletrônico no Brasil. O e-commerce brasileiro cresce ano após ano em faturamento e em participação no mercado nacional, mas ainda tem grande potencial. Mais confiante nas ferramentas online e nas plataformas para compra, o consumidor brasileiro é atraído pela conveniência.

Casas Bahia inicia vendas mobile

Lojas online fazem caminho inverso e abrem lojas físicas



"Em busca da ampliação de canais de venda e de maior aproximação com o consumidor, empresas que nasceram no meio digital inauguram espaços enfrentando desafios."




*||=||* Por Ana Paula Hinz || 17/04/2013



Digital,hotelurbano,lojas online,lojas físicas, Shoes4youAs empresas online têm percebido que, apesar de terem nascido em um ambiente virtual, não estão restritas a ele. A diversificação de canais de venda é uma forma cada vez mais comum de ampliarem sua atuação e muitas estão abrindo suas próprias lojas ou buscando parcerias com outras marcas para abranger também a presença física. Esta tem sido uma forma de oferecer uma experiência diferenciada aos consumidores, se aproximando mais de cada um e até os ajudando na familiarização com o e-commerce.

Também pode representar uma alternativa na distribuição e entrega de produtos e uma forma certeira de estar onde o contato com o público é mais relevante para o negócio. Tudo isso sem perder a essência digital. Os desafios, no entanto, são muitos: transformar um conceito virtual em materiais e objetos físicos que passem a mensagem da marca, descobrir a dinâmica da venda física e integrar os meios online e offline.

Grandes companhias como Google e Amazon têm aumentado sua presença física e outras, como Groupon e Ebay, inauguraram unidades para testar as vantagens de novos canais. Assim como elas, diversas empresas online enxergam que precisam corresponder à multicanalidade dos clientes. “Os consumidores exigem e empurram às empresas à diversificação de canais. Com as marcas online, não é diferente”, avalia Maurício Salvador, presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em entrevista ao Mundo do Marketing.

Presença física diversificada
A Amazon já manifestou em diversos momentos a vontade de ter uma loja física e, este ano, fez uma parceria com a empresa brasileira Superfone para ter quiosques específicos do e-reader Kindle em shoppings de São Paulo. O Google também realizou uma parceria semelhante e montou um stand dentro da loja de eletrônicos PC World em Londres, focando na venda de notebooks com o sistema operacional Google Chrome. Ambas também têm serviços que oferecem armários próprios em determinadas localidades para onde compras feitas por usuários podem ser encaminhadas.


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Isso permite que a entrega e o recebimento dos itens sejam mais dinâmicos e minimiza problemas logísticos. Apesar de não ser uma forma de comercialização, a iniciativa em prol da melhor distribuição de produtos é um indício dos investimentos das duas marcas em presença física. “Para muitas empresas é mais barato ter um ponto físico para o consumidor retirar os produtos, especialmente em lugares onde há muito fluxo. Não é à toa que o Google e a Amazon se movimentaram nesse sentido”, destaca Maurício Salvador.

O Groupon abriu efetivamente sua primeira loja física em Cingapura. A empresa disponibiliza a entrega e troca de aparelhos, mas oferece inúmeras outras opções, como a possibilidade de o cliente experimentar produtos à venda e de realizar buscas e fazer compras por meio de iPads. Além do site de compras coletivas, o eBay criou a The Bay Inspiration Shop em Nova York, que segue o conceito de presença física mas com vendas 100% digitais. Os produtos expostos trazem QR Codes que direcionam o comprador ao site para que efetuem o pedido e pagamento.

Digital,hotelurbano,lojas online,lojas físicas, Shoes4youConfiança e contato mais próximo
A maneira como as unidades foram desenvolvidas reforça o fato de serem empresas de plataforma online, mas traz como vantagem o contato mais próximo do consumidor com a marca e com os produtos. “O showroom, que já é forte nos Estados Unidos e outros países, permite uma experimentação ao cliente e é uma forma de mostrar às pessoas que elas têm um local onde podem reclamar caso algo ocorra. Isso dá uma grande confiança para que se relacionem com a empresa”, analisa o presidente da ABComm.

Com o intuito de se aproximar do público e mostrar que a empresa é acessível e se comunica com as pessoas em todos os canais, o Hotel Urbano abriu duas lojas no Rio de Janeiro. A ideia veio da percepção de que o volume financeiro do mercado de turismo ainda é 90% offline e que, como a viagem é uma compra planejada, o consumidor exige mais segurança e contato pessoal.

As unidades não vendem diretamente por meio dos vendedores e servem principalmente para que o consumidor aprenda com eles sobre como escolher os pacotes que interessam e como efetuar o pagamento digitalmente. “Tentamos estar o mais perto possível dos clientes com o call center e outros canais, mas percebemos que muitos gostam da marca, mas têm dificuldade ou receio de comprar online. Na loja, eles acompanham o passo a passo do processo. A ideia é que a partir da primeira experiência, eles possam comprar sozinhos em casa”, explica Roberta Oliveira, Diretora de Marketing do Hotel Urbano, em entrevista ao portal.

Novas perspectivas
As dificuldades na criação e implementação da presença física foram inúmeras. A primeira foi como passar o conceito do Hotel Urbano para objetos e materiais físicos. Durante quatro meses, os profissionais envolvidos decidiram como seria a estrutura e o design do espaço e optaram por usar vidro e equipamentos de última geração para mostrar transparência e inovação tecnológica.

O longo processo de análise e de realização da obra valeu a pena. Logo que o local foi inaugurado, a agência de viagens percebeu que os clientes exigem uma personalização muito maior quando estão frente a frente com um atendente. “Isso está sendo interessante para revermos o nosso próprio portfólio. Queremos suprir as necessidades que temos percebido nos clientes”, conta Roberta Oliveira.
Digital,hotelurbano,lojas online,lojas físicas, Shoes4youGraças à experiência positiva, a intenção é que o Hotel Urbano abra pelo menos 12 lojas este ano e que esteja presente em todas as capitais do país. Além da agência, outra empresa nacional online que tem investido em lojas físicas é o pet shop Meu Amigo Pet: a marca possui duas unidades próprias e três franquias, sendo duas ainda não inauguradas.

Oportunidades pouco exploradas
A decisão de apostar em um novo meio foi tomada depois de que Daniel Nepomuceno, CEO do Meu Amigo Pet, teve acesso a uma pesquisa da empresa Gouvêa de Souza, de que a terceira questão que leva o consumidor a ter mais confiança no e-commerce é a presença em unidades físicas. Outros pontos que influenciaram foi o maior poder de barganha junto aos fornecedores permitido pelo maior volume de compra em menor espaço de tempo e a percepção de que ainda não existia no Brasil nenhuma franquia de produtos para animais de estimação.

O estado de São Paulo foi escolhido para receber as unidades por ser o principal mercado do e-commerce. Além da capital, a marca focou em cidades menos populosas, como Presidente Prudente. “Muitas regiões ainda carecem de lojas especializadas nesse ramo e essa é uma oportunidade que temos para oferecer algo diferenciado”, opina Daniel Nepomuceno, em entrevista ao Mundo do Marketing

A integração entre os meios online e offline ainda está sendo implementada e é um dos principais desafios. Atualmente os clientes das lojas físicas têm descontos no e-commerce da marca caso não encontrem o que estão procurando na unidade que frequentam, mas as pessoas que compram no site ainda não podem realizar trocas nos espaços físicos. “Isso será possível em breve, mas ainda estamos viabilizando. O importante é que estamos evoluindo no mundo físico também”, avalia o CEO do Meu Amigo Pet.
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Atuação alternativa
Mesmo as empresas que não têm condição financeira ou estrutura para abrirem unidades, podem recorrer a algumas alternativas para atuarem fisicamente. O clube de assinatura de sapatos e acessórios na internet Shoes4you, por exemplo, firmou parceria com a marca Pash e expõe seus produtos na loja do bairro do Jardins, em São Paulo. A unidade disponibiliza sapatilhas e sapatos de salto médio e alto e, a cada mês, as coleções são renovadas, assim como ocorre no site.

O motivo principal para a ampliação de canais foi a possibilidade divulgar e apresentar os produtos a quem não conhece a marca. “Isso faz muito sentido, especialmente para uma marca tão nova como a nossa, que surgiu em 2011, e com o nosso tipo de produto. O cliente pode experimentar um sapato e adquiri-lo na hora caso tenha gostado”, analisa Olivier Grinda, CEO da Shoes4you, em entrevista ao portal.

Além da loja da Pash, a Shoes4you pretende ampliar a parceria a outras marcas e chegar a 30 espaços físicos até o fim de 2013. “Queremos ter nossas próprias lojas, mas primeiro precisamos entender melhor o meio offline. Hoje não estamos preparados, mas achamos importante que isso ocorra mais para frente porque novos canais tornam a vida do consumidor mais prática e intensificam o contato dele com a marca”, destaca Olivier.


Leia um estudo completo sobre: E-commerce: oportunidades no canal que mais cresceu nos últimos anos
O e-commerce brasileiro cresce ano após ano em faturamento e em participação no mercado nacional, mas ainda tem grande potencial. Mais confiante nas ferramentas online e nas plataformas para compra, o consumidor brasileiro é atraído pela conveniência.

Consumo Colaborativo ganha corpo no Brasil. Conheça cases



"Tendência estimula trocas, empréstimos e aluguel de produtos ao invés da compra. No Brasil, o modelo tem alternativas para mobilidade, vestuário e brinquedos."



*||=||* Por Luisa Medeiros | 18/04/2013



O consumo colaborativo, também conhecido como compartilhado, ganha corpo no Brasil com a proposta de uma nova forma de consumir serviços e produtos, desde carros e brinquedos até roupas. A modalidade permite consumir sem necessariamente comprar. Este formato alia economia, consciência sustentável e estimula a criação de redes de interação social que facilitam o acesso a objetos para empréstimo ou aluguel. É possível encontrar serviços como aluguel compartilhado de carro, mensalidade de brinquedos rotativos, bicicletas comunitárias, sites de empréstimo gratuito e aluguel de objetos. Ao mesmo tempo, surgem as feiras de troca de roupas que ganham ares sofisticados, conquistando principalmente mulheres das classes altas e resgatando na era tecnológica os tempos do escambo.

A tendência pode parecer contraditória, uma vez que divide espaço com o crescimento econômico nacional que veio acompanhado de políticas de estímulo ao consumo, aumento de crédito e consequente aquecimento do varejo. Mas, na realidade, os dois modelos coexistem dentro da sociedade contemporânea. Em outros países, o consumo colaborativo já passou por um processo de amadurecimento. Na Europa e no mercado norte americano, esta modalidade cresce alimentada pelo ambiente de crise financeira, o que obriga a sociedade a andar na contra mão dos gastos impulsivos.

Isso se reflete também em um movimento global voltado para o consumo consciente. “Acredito que este seja o caminho para o futuro. Cada vez mais as pessoas vão sofisticar suas escolhas de consumo. Simplesmente não faz mais sentido acumular, basta olhar para os Estados Unidos: uma população endividada, mas que continua guardando coisas que provavelmente nunca mais vai utilizar. A causa disso são as compras impulsivas. A pessoa adquire uma máquina de pão, usa uma vez e volta a comprar na padaria, enquanto o aparelho fica esquecido”, comenta Rogério Gomes, Idealizador do evento de troca de roupas Desapegue, em entrevista ao Mundo do Marketing.


O mercado da moda e a troca de roupas
O vestuário está na lista de itens mais representativos do consumo do brasileiro. A expectativa de gastos no varejo de moda é de R$ 129 bilhões, com crescimento de 18% em relação a 2012, de acordo com um estudo do Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do IBOPE Inteligência. Cada brasileiro deve gastar em média R$ 786,00 em roupas e o maior poder de consumo está nas mãos da classe média, somando R$ 52 bilhões.

Mesmo neste cenário, as feiras de troca de roupas começam a conquistar visibilidade se apropriando de características dos brechós e somando entretenimento, conceitos de moda, sem ser retrô. Nestes eventos, o poder de compra do consumidor é medido pela quantidade de peças que cada participante leva para contribuir com as trocas e não pelo quanto de dinheiro que ele tem a disposição para a compra. Os valores são medidos pela qualidade das roupas. Dinheiro, peças antiquadas ou desgastadas estão fora da negociação.

Em São Paulo, o modelo se tornou realidade com o projeto Desapegue que acontece mensalmente em um bar da capital paulista. Na ocasião, além de renovar o guarda-roupas, as clientes comem e bebem com as amigas e também participam de palestras sobre temas variados e consultorias de moda sobre as tendências do mercado. “Logo na entrada, as peças são avaliadas e selecionadas e as visitantes recebem créditos em botões para serem utilizados na escolha de novas roupas. Temos pessoas na faixa de 20 anos ingressando na vida profissional que vêm trocar roupas casuais por terninhos. Enquanto senhoras fazem o caminho inverso. Mulher ama novidade e outro incentivo é a possibilidade de ter peças novas sem gastar”, diz Rogério Gomes, em entrevista ao portal.

IPI reduzido X mobilidade compartilhada
Outro setor que teve suas vendas aquecidas foi o de automóveis que nos últimos anos experimentou facilitações como a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) desta categoria, o que atraiu novos clientes. Mesmo assim, adquirir um carro isoladamente não resolve os problemas de transporte. As grandes cidades enfrentam questões como congestionamentos, poluição e dificuldades para estacionar, além dos gastos periódicos que um veículo próprio impõe entre impostos, manutenção e combustível. Para preencher essas lacunas, propostas como trocar o automóvel por bicicletas ou alugar um veículo de forma compartilhada vêm somando adeptos, seja por economia, praticidade ou ideologia.


No Rio de Janeiro, uma parceria entre a prefeitura e o Banco Itaú disponibiliza bicicletas em estações espalhadas por pontos públicos da cidade, como praças e a orla. Para utilizar o serviço, é necessário realizar um cadastro na internet e pagar uma taxa mensal. As bicicletas podem ser de retiradas em qualquer estação por meio da liberação via smartphone. Os passes custam R$ 10,00 para uso mensal ou R$ 5,00 para diária. Em São Paulo, a opção de mobilidade colaborativa é o aluguel compartilhado de carros. A empresa Zazcar atua desde 2009, contando com 60 veículos e mais de 2.000 pessoas cadastradas. A empresa oferece planos com adesão a partir de R$ 25,00 e R$ 0,71 por quilômetro rodado. O cliente tem direito ao combustível sem custo adicional e desconto de 30% em estacionamentos de redes parceiras.

A iniciativa veio do empresário Felipe Barroso, que administrava uma empresa de terceirização de frotas no Paraná e pretendia diversificar seu negócio. “Conheci o sistema de carsharing em uma viagem ao exterior e, levando em conta a realidade do trânsito de SP, tive certeza que o sistema de compartilhamento poderia ser muito útil por aqui também. É importante frisar que, aliado aos transportes públicos, o sistema de compartilhamento de carros é hoje uma das principais soluções de mobilidade dos grandes centros urbanos, não apenas para combater o trânsito, mas também na redução de emissões de gases nocivos”, comenta Felipe Barroso, CEO da Zazcar, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Condomínio colaborativo
A construtora Tecnisa passou a incluir em seus empreendimentos residenciais soluções de consumo compartilhado que vão desde alternativas de mobilidade e lazer até plataforma de trocas digitais. Com isso, a empresa pretende trazer para as áreas comuns dos condomínios um mix de serviços úteis a moradores e visitantes. Além das áreas tradicionais como brinquedoteca, churrasqueira e fitness, a empresa propõe espaços como o carsharing, uma vaga comum a todos para manutenção e limpeza do veículo e testa atualmente um modelo de compartilhamento de carros. O sistema disponibiliza um veículo para cada prédio, que poderá ser utilizado até três horas por dia pelos moradores que se cadastrarem no projeto.
Outra medida presente nos empreedimentos é o bikesharing, que seguindo o exemplo das bicicletas patrocinadas pelo banco Itaú, disponibiliza os equipamentos para moradores e seus convidados. “A proposta das bicicletas comunitárias vem para socializar o hábito de pedalar. Se chega uma visita, o morador pode propor um passeio sem que o convidado precise trazer a sua bicicleta de casa. Além disso, estimula o uso de um veículo que não produz poluição no dia a dia. Queremos que a bicicleta venha para as áreas comuns mais nobres do prédio, ganhando inclusive um espaço de pit-stop com equipamentos de manutenção que podem ser utilizados por todos”, diz Gisele de Luca, Gerente de Projetos da Tecnisa, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A construtora expande ainda seus projetos de consumo colaborativo para os não clientes com uma plataforma de trocas de objetos no Facebook. “Qualquer pessoa que desejar pode entrar na fanpage da Tecnisa e baixar o aplicativo de trocas. Após fazer o download, ela cria grupos entre os seus amigos para promover trocas e empréstimos”, conta Marcelo Trevisani, Especialista de E-business e social media da Tecnisa, em entrevista ao Portal.

Brincadeira compartilhada
O público infantil é outro alvo do consumo colaborativo e a empresa Joanninha investe neste conceito com a locação rotativa de brinquedos entre associados. O projeto nasceu da parceria entre duas publicitárias, Alessandra Piu e Anna Fauaz, que pretendiam com seu projeto aliar pedagogia ao conceito de consumo colaborativo. Por meio de uma mensalidade, que varia de R$ 80,00 a R$ 150,00 de acordo com o plano escolhido, o cliente recebe brinquedos de um catálogo virtual que permanecem em seu poder por um mês.


O sistema incentiva o compartilhamento de objetos entre as crianças, além de permitir de forma mais barata o acesso a diferentes tipos de brinquedos mês a mês. A marca pretende promover a colaboração entre os clientes por meio de um diário que acompanha cada entrega, onde são registradas as experiências com o objeto e dicas de brincadeiras.

A ideia é que a criança possa ter a brincadeira sem necessariamente possuir o item. “Trabalhamos a noção do coletivo e do dividir desde a infância. Além disso, é muito mais interessante economicamente, porque muitas vezes a criança enjoa daquilo que ganha, antes mesmo dos pais terminarem de pagar”, diz Alessandra Piu, Sócia da Joanninha, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Rede de empréstimos de objetos
Ainda na internet, outro site nasceu focado no consumo colaborativo, o Descolai propõe a volta da prática de tomar e pedir emprestado. Com a vida agitada, o distanciamento interpessoal e a facilidade de comprar produtos em diferentes canais, o hábito de emprestar fica cada vez mais esquecido. O portal traz essa cultura para a era digital permitindo que os internautas criem cadastros com itens que possuem e se dispõem a emprestar.


O inverso também é possível: as pessoas podem informar os produtos os quais desejam receber emprestado. Todas as ofertas e pedidos ficam visíveis aos usuários do site e também aparecem nas buscas específicas. A plataforma pretende devolver a utilidade a produtos esquecidos no fundo do armário, além de evitar compras supérfluas de itens que seriam utilizados apenas uma vez. No site, o internauta encontra três módulos diferentes: serviços, onde pode anunciar ou buscar algum profissional; trocas, que permite o empréstimo de itens sem custos financeiros; e vendas que permite aos usuários exporem objetos usados e semi-novos para negociação.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Cacau Show premia mãe com vale-compras de R$ 15 mil



"Cliente ganha um cupom a cada R$ 40,00 em compras e tem até o dia 19 de maio para cadastrar a cédula no site da marca. Sorteio será no dia 28 do mesmo mês."



*||=||* Por Ana Paula Hinz || 16/04/2013


A Cacau Show faz a promoção Minha Mãe Merece um Banho de Loja, que dará R$ 15 mil em vale-compras a uma pessoa. O cliente terá direito a um cupom para participar a cada R$ 40,00 em compras feitas entre o dia 22 de abril e 12 de maio.

O cadastro da cédula no site da marca, no entanto, pode ser feito até o dia 19 de maio e o sorteio será realizado no dia 28 do mesmo mês. A divulgação da iniciativa inclui anúncios em revistas, outdoors e materiais de ponto de venda, como banner, folder, panfleto, display e vitrine. Além das peças, spots de rádio e ações de merchandising em programas de TV e na internet fazem parte do plano de mídia criado pela Lew’Lara.

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Puma leva moda de rua para dentro do PUMA Social Guide



"Na categoria Lifestyle, 12 profissionais de vários setores falam sobre moda, cultura e hábitos ao longo do ano e mostram seus estilos por meio da representação gráfica mood board."



*||=||* Por Ana Paula Hinz || 16/04/2013


A Puma cria uma nova categoria no site PUMA Social Guide para mostrar o estilo e as preferências de pessoas que frequentam a noite e são referências em seus meios de atuação. No guia que dá dicas de locais interessantes do Rio de Janeiro e São Paulo, há agora uma aba denominada lifestyle, em que 12 convidados especiais falam ao longo do ano sobre moda, cultura e hábitos. Os profissionais de diversos setores expõem os seus produtos da marca preferidos, peças de outras lojas e objetos que combinam com seu estilo de vida, seguindo a representação gráfica no conceito mood board. No mês de estreia, o projeto traz a curadoria do fotógrafo Marcelo Elídio e da dona de brechó, Rachel Mancini.
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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Mundo do Marketing lança + Mundo do Marketing



"Novo canal exclusivo para assinantes traz pesquisas, estudos, dicas, clube de descontos e acesso ilimitado a todo o acervo do portal a qualquer dia."



*||=||* Por Redação || 15/04/2013


Conteúdo exclusivo, pesquisas e estudos aprofundados para auxílio em tomadas de decisão. Estas são as grandes novidades apresentadas pelo Mundo do Marketing em seu sétimo ano ao lançar um novo canal para assinantes, o + Mundo do Marketing. Fruto de um trabalho de 10 meses, entre pesquisas, planejamento e desenvolvimento, a novidade atende a um desejo antigo de seus leitores.

Para disponibilizar no + Mundo do Marketing apresentações de pesquisas, recortes e levantamentos na íntegra, o portal firmou parceira com os maiores institutos do mundo e do Brasil, como Nielsen, Ibope, TNS, Gfk e Data Popular, entre outros. Os documentos que podem ser baixados pelos leitores trazem números sobre consumidores e mercado do país todo.

Já os Estudos Mundo do Marketing reúnem em um só documento tudo sobre um determinado assunto, em especial sobre comportamento do consumidor e tendências de mercado. Os relatórios trazem perfis completos das mais diversas segmentações de compradores, como Classe C, Geração Y e Terceira Idade, além de dissecar oportunidades de mercado e ferramentas de Marketing, como E-commerce e Mídias Sociais.

Em Dicas, os maiores especialistas do Brasil e do mundo explicam o passo a passo para o desenvolvimento de estratégias conscientes de forma objetiva nas mais variadas áreas de atuação, como inovação, franquias e Trade Marketing. Estes conhecimentos também poderão ser obtidos com maior facilidade a partir de agora, quando o assinante ganha um Clube de Desconto para acesso diferenciado a diversos eventos, cursos, seminários, fóruns e workshops.

Mudanças envolvem todo o site
Além das novidades, o acervo com mais de 26 mil registros de reportagens, cases, entrevistas, artigos, blogs, notícias e infográficos também faz parte do acesso restrito a assinantes. Estes conteúdos publicados diariamente, no entanto, permanecem com leitura gratuita por 48 horas. A mudança no modelo tem um único objetivo: oferecer cada vez melhores conteúdos aos usuários.

Com o novo modelo, o Mundo do Marketing se mantém firme em sua missão de prover conteúdo diferenciado e aprofundando sobre o tema. "Mesmo com uma disseminação muito grande de informações pelos mais diversos canais nos últimos anos, incluindo o Mundo do Marketing, nossos usuários continuavam com uma necessidade enorme de conteúdo mais analítico, especialmente sobre comportamento do consumidor e pesquisas", aponta Bruno Mello, editor executivo do portal.

O modelo de assinatura está em sua primeira fase. "Neste lançamento temos no ar apenas uma parte de tudo que ainda vamos oferecer. Ao longo dos dias novos conteúdos serão acrescentados e, a partir da aderência dos nossos leitores, mais ferramentas serão criadas", comenta o fundador do Mundo do Marketing. Há duas semanas, pouco mais de uma centena de leitores se mostraram entusiasmados com a possibilidade de ter acesso a um novo conteúdo.

Uma carta virtual enviada aos usuários do portal antecipou as mudanças. "A maioria já queria assinar", comemora Bruno Mello. "O + Mundo do Marketing foi pensado de acordo com as necessidades do profissional de Marketing e dará a ele um conteúdo selecionado e denso que não estava reunido e disponível na internet", completa o editor executivo. Confira o que muda no Mundo do Marketing.

Mundo do Marketing lança + Mundo do Marketing

Volkswagen leva potenciais clientes à reabertura do Maracanã



"Participação é feita por meio de um cadastro após o possível comprador fazer o test drive de um dos carros da marca. Vendedor que atender a um dos vencedores ganha um iPad."




*||=||* Por Ana Paula Hinz || 15/04/2013


A Volkswagen faz a promoção “60 Caras de Sorte”, que sorteará 60 potenciais clientes com acompanhantes para ver o jogo entre Brasil e Inglaterra. Para assistir à partida de reabertura do Maracanã, no Rio de Janeiro, é preciso realizar o Best Drive até o dia 15 de maio de qualquer veículo da marca em uma das concessionárias afiliadas espalhadas pelo país. A participação é válida por meio de um cadastro do possível cliente, que será preenchido após o test drive. 

A cada vencedor, o vendedor que o atendeu ganha um iPad. A ação está sendo divulgada por meio de anúncios impressos, mídias digitais, spots de rádio e comercial de TELEVISÃO, que conta com os embaixadores da marca e ex-jogadores da Seleção Brasileira, Cafu e Raí. A criação é da AlmapBBDO.
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domingo, 14 de abril de 2013

Walmart traz marca própria Parent´s Choice para o Brasil



"Expectativa da varejista é dobrar a venda de lenços umedecidos, além de esperar um aumento superior a 50% em produtos de troca, cuidados e higiene de recém-nascidos."




*||=||* Por Ana Paula Hinz || 12/04/2013



O Walmart traz a marca própria Parent´s Choice ao Brasil para estimular a venda de PRODUTOS voltados para bebês. Em 2012, a rede registrou um incremento na comercialização de fraldas de 16% em relação ao ano anterior. Apesar disso, lenços umedecidos ainda não são tão procurados por consumidores em hipermercados, sendo as farmácias e drogarias os pontos mais populares. 

Com a vinda da linha, a expectativa da varejista é dobrar a venda desses itens, além de esperar um aumento superior a 50% em produtos de troca, cuidados e higiene de recém-nascidos. Até o fim do ano, todo o portfólio da marca estará disponível, como chupetas e mamadeiras.
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Skol é a marca mais valiosa do país



"A cerveja detém 30% do mercado e está avaliada em U$ 6,5 bilhões. As empresas mais valorizadas este ano são as relacionadas ao consumo, de acordo com a Brand Analytics."



*||=||* Por Luisa Medeiros | 12/04/2013


A Skol é a marca mais valiosa do Brasil em 2013 e detém 30% de participação no mercado de acordo com uma pesquisa realizada pela Isto é DINHEIRO e pela BrandAnalytics/Millward Brown. A cerveja da Ambev está avaliada em U$ 6,5 bilhões enquanto a soma do valor das 50 MARCAS brasileiras mais valiosas atingiu US$ 53,4 bilhões neste ano. 

O melhor desempenho apontado pelo estudo está entre as empresas ligadas ao consumo. As 10 marcas mais valiosas do Brasil neste ano são: Skol, Petrobrás, Bradesco, Itaú, Brahma, Natura, Sadia, Banco do Brasil, Antárctica e Lojas Americanas.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

61% dos internautas pretendem comprar itens ligados à Copa online



"Pesquisa da eCRM123 mostra que os usuários das redes sociais pretendem acompanhar e discutir sobre os jogos da Copa das Confederações tendo o Facebook como plataforma principal."




*//||\\* Por Bruno Garcia || 03/04/2013


Grande parte dos internautas pretende comprar produtos ligados à Copa das Confederações no ambiente online. Uma pesquisa da eCRM123 mostra que 61% dos usuários de redes sociais estão dispostos a utilizar o e-commerce na aquisição de camisetas e outros artigos relacionados à competição da Fifa. O estudo mostra também que 81% dos ENTREVISTADOS pretendem usar o Facebook para falar sobre as partidas da competição. Outros 13% utilizarão o Twitter, 5% farão o debate via blogs e apenas 1% deve utilizar o Google+.

O Facebook também será a plataforma mais utilizada para a postagem de FOTOS sobre os jogos: ele é a opção de 75% dos internautas, seguido pelo Instagram (17%), Twitter (3%) e blogs (1%). Outros 4% responderam que não pretendem postar suas fotos em nenhuma rede social. 

Entre os conteúdos web preferidos para serem consumidos pelos amantes deste esporte, os textos opinativos aparecem em primeiro lugar com 33%, seguidos pelas fotos e vídeos, com 23% e 21%. Outros 10% dão preferência aos memes sobre os jogos da competição e 5% gostam dos infográficos. Veja o infográfico.
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terça-feira, 2 de abril de 2013

PagSeguro lança ferramenta de leitura de cartões de crédito via mobile



"Novo dispositivo funciona acoplado a aparelhos com sistema Android ou iOS e é aposta da empresa para atrair microempresários e profissionais autônomos."




*//||\\* Por Bruno Garcia || 01/04/2013



O PagSeguro LANÇA uma ferramenta que permite a leitura e PAGAMENTO via cartão de crédito diretamente em smartphones e tablets. O aparelho funciona acoplado ao dispositivo móvel e é compatível com os sistemas Android e iOS. O PagSeguro é um ecossistema de pagamentos online pertencente ao Grupo UOL e a nova solução é voltada tanto para profissionais autônomos quanto para microempresários. 

Os pagamentos ainda podem ser parcelados em 12 vezes sem juros. As transações são realizadas por meio do leitor de cartões acoplado à saída para fone de ouvido dos aparelhos. 

Há, também, a opção de venda digitada, bastando para isso baixar gratuitamente o APLICATIVO do PagSeguro. São aceitas as principais bandeiras de cartão, como Visa, Mastercard, Hipercard, Amex, Diners, Elo, PlenoCard, Brasil Card e Cabal. A autenticação no aplicativo é feita por meio de um código único gerado para cada leitor e nenhum dado é armazenado no aparelho.
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segunda-feira, 1 de abril de 2013

CEOs incorporam estratégias e ações de CRM ao seu dia a dia



"Qual a importância de ter os principais executivos das companhias mais próximos das políticas de relacionamento com os consumidores e como isso potencializa melhores resultados?"




*//||\\* Por Bruno Garcia || 01/04/2013


CRM,CEOs,relacionamento,estratégia,costa do sauípe,ad agencyOs CEOs estão olhando com mais atenção para as estratégias de CRM de suas companhias. As ferramentas de Customer Relationship Management tiveram o seu apogeu no início dos anos 2000, mas devido a diversos fatores como custos e dificuldades de implantação, acabaram enfrentando um período de certo descrédito. Hoje, porém, elas retornam para a agenda dos principais executivos das marcas e mostram resultados bastante efetivos.

A participação mais próxima dos líderes ajuda no fortalecimento de uma cultura de atendimento. O que permite que as estratégias sejam pensadas de acordo com as informações extraídas com maior precisão da base de dados disponível. Como o CRM funciona integrando todos os canais de RELACIONAMENTO com o público, desde o pré-venda até o pós-venda, os executivos têm a oportunidade de analisar melhor os dados arquivados e ainda pensar em ações de Marketing para grupos específicos.

Com esta mudança, os sistemas passam a funcionar englobando todos os setores da empresa, garantindo um atendimento mais customizado ao cliente e a criação de uma base de dados mais fidedigna. Neste ponto, a participação do CEO é fundamental para que toda a empresa incorpore o projeto ao seu dia a dia. “A estratégia de CRM tem que ser orgânica. Não é algo estático que aplicamos e esperamos para ver o resultado. Ela precisa ser revisitada o tempo todo para identificarmos o que está indo bem e o que precisa de ajustes. 

E por mais que se tente criar uma CULTURA de empoderamento em todos os níveis da organização, qualquer projeto com a participação do CEO ganha força”, afirma Guilherme Martini, CEO da Costa do Sauípe, em entrevista ao Mundo do Marketing.

CRM direciona a estratégia
Com sistemas mais robustos e a integração dos dados disponíveis, o CRM é capaz de fornecer informações importantes para que as organizações possam entender melhor o mercado e traçar planos mais efetivos. Na Accesstage, que fornece soluções de integração financeira, o SISTEMA funciona organizando uma base de 82 mil clientes. Este cadastro inclui desde companhias de grande porte até pequenos varejistas.


A partir disso, a marca consegue criar ações de Marketing one to one, identificando e tratando cada cliente de forma única. “Este é um grande desafio e percebemos o valor de ter um CRM bem estruturado. Conseguimos fazer estas classificações, de acordo com o volume de transações de um cliente, seu faturamento, entre outros detalhes, e com isso o tornamos único na forma fazer este relacionamento. Para quem trabalha com um maior volume de dados, não ter um sistema organizado é como contar com a sorte. Acredito que muitas EMPRESAS evoluiram neste sentido, pois isso permite que elas sejam mais assertivas em suas ações”, explica Celso Kasurrito Sato, CEO da Accesstage, em entrevista ao portal.

A empresa não tinha um sistema estruturado, mas percebeu a necessidade da mudança e implementou o CRM há cinco anos. Hoje, os resultados influenciam no planejamento do negócio. “Olhamos para o CRM e isso influencia as decisões que tomamos. A informação que obtemos serve como insumo que impacta no planejamento estratégico. Por exemplo, queremos crescer 20% em determinado segmento de mercado. O CRM nos mostra o que temos hoje e qual o potencial do setor. É dele que extraimos dados de faturamento e mercado para guiar as nossas decisões”, diz o CEO da Accesstage.

Relacionamento,CRM,estrategia,ceos,costa do sauípe,ad agencyCultura do atendimento tem que ser top-down
Outro ponto que se fortalece com a presença direta do CEO nas estratégias de relacionamento é a criação de uma cultura de atendimento bem definida. Diante das agendas apertadas dos executivos, torna-se impossível que eles acompanhem o relacionamento com os clientes diariamente. Por isso, sua principal função passa a ser de direcionamento. “Qual é a nossa opinão sobre o CRM? Como queremos atender a um cliente? A política de atendimento é determinada pelo CEO, falando em atenção, formato e nível de qualidade. Com isso, criamos métricas e políticas que podem ser acompanhadas: estamos atendendo da maneira combinada e dentro dos padrões estabelecidos? Isso tem que ser monitorado e temos que intervir quando algo foge dos trilhos”, avisa Celso Kasurrito Sato.


A participação da liderança também garante o engajamento de toda a companhia em prol do CRM. No mercado de hotelaria, este é um ponto importante, pois o sucesso é ditado pelo bom relacionamento entre a marca e os hóspedes, o que exige que todos os colaboradores estejam comprometidos com a política. “O que procuro fazer é identificar a partir da percepção geral que tenho de todas as áreas, avaliando tanto pelo ponto de vista do cliente quanto pelo ponto de vista da operação interna e a partir disso chegar a uma estratégia que seja benéfica tanto para o consumidor quanto para o negócio. Não me envolvo diretamente na execução, mas me envolvo na definição de estratégia que usamos para abordar o nosso público”, conta Guilherme Martini, CEO da Costa do Sauípe.

A rede de resorts possui uma equipe de Marketing alocada especificamente para olhar para o CRM, além do fornecedor da solução que auxilia na operação e na definição da estratégia e abordagem. O CEO faz o acompanhamento monitorando os resultados e traçando eventuais rotas de correção. “Esta cultura tem que ser top-down. Para muitas empresas, o CRM fica apenas no discurso, mas ele tem que estar refletido nas atitudes, nos prazos e nas políticas que devem ser cumpridas tanto pelo CEO quanto pelo atendente do help desk”, complementa o CEO da Accesstage.

CRM mais relacional que transacional
Outra mudança importante é a utilização do CRM para focar mais na construção de valor para o cliente e não apenas com o objetivo de gerar vendas. Os sistemas integrados permitem que as marcas realizem ações de Marketing Direto mais contextualizadas, o que gera um diferencial para o negócio. 


“A comunicação estabelecida pelo CRM se transforma em uma prestação de serviço. É uma combinação do relacional com o transacional. A empresa não quer apenas vender e usa o serviço para agregar produtos. É uma forma inteligente e diferenciada de estimular a compra, mais de acordo com o momento do cliente”, explica Daniel Brumatti, CEO da Ad Agency, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Na Costa do Sauípe, o CRM é pensado e estruturado para recolher informações em todos os pontos de contato com o público e a partir disso oferecer experiências que encantem o visitante. “Conseguimos juntar todos os dados que coletamos de diversas fontes da operação hoteleira, enriquecemos a nossa base e a partir daí tentamos fazer um CRM mais preditivo, antecipando a necessidade das pessoas: tanto aquelas que ainda não conhecem, mas gostariam de conhecer o resort, quanto as que já estiveram conosco e pretendem retornar”, diz Guilherme Martini, CEO da rede.

A estratégia estabelecida pelo presidente da companhia vem gerando resultados, embora nem sempre seja possível medir com precisão o impacto criado diretamente pelo CRM.

 “Temos a percepção muito forte que este impacto é positivo, pois percebemos o aumento do interesse das pessoas em buscar informações diretamente em nossos canais de relacionamento. Nosso sistema de venda direta vem sendo mais demandado também. Este é um indicativo de que o cliente está querendo se relacionar com o hotel. É um bom termometro, pois neste mercado, o mais natural é que as pessoas comprem a partir de um operador de turismo ou de uma agência”, complementa o executivo.

Ferramenta se recupera do descrédito junto aos executivosCRM,CEOs,relacionamento,estratégia,costa do sauípe,ad agencyApesar dos resultados percebidos pelos altos executivos após o investimento em soluções de CRM, em muitas empresas as iniciativas neste sentido ainda são vistas com certa desconfiança. “Entre 2000 e 2002 se falou muito sobre isso, mas a maioria dos projetos acabou não sendo implados inteiramente por falta de know how e capacidade técnica. Isso foi ruim para o segmento e se reflete até hoje no mercado. Muito tempo e recursos foram investidos, sem o devido retorno. O que acontece agora é o caminho inverso: quando os resultados aparecem, os presidentes voltam a olhar com mais atenção para este lado”, conta Daniel Brumatti, CEO da Ad Agency.

Mesmo com sistemas que exigem investimentos menores e que podem ser implementados em períodos mais curtos, poucas companhias possuem soluções bem estruturadas. “Na parte teórica todos sabem o que deve ser feito e como. Mas na hora de implantação, existem dificuldades. A mudança ocorre quanto os líderes percebem que a resposta do cliente para a marca é muito diferenciada, pois existe um relacionamento de fato ao invés de apenas discurso”, complementa o executivo.

Nas empresas que foram bem sucedidas em suas estratégias de CRM, o envolvimento do CEO também ajudou a convencer as pessoas da relevância do projeto não apenas para o Marketing, mas para todos os departamentos da organização. “Concordo que a ferramenta serve para compilar dados e aumentar os resultados em vendas. Mas no nosso caso, usamos também para o atendimento, olhando pelo aspecto relacional. É a construção da marca que está em jogo e todo o grupo precisa estar consciente desta importância”, concorda o CEO da Accesstage, Celso Kasurrito Sato, em entrevista ao portal.